Mãe Evang Tímida x Filho Atrevido Dotado. Cap. 18
Meu Deus... eu finalmente caí. Eu sou Paula, uma mulher evangélica, esposa, mãe... e hoje, pela primeira vez, eu me entreguei completamente ao meu próprio filho. A culpa ainda sussurra no fundo da minha mente, mas o corpo inteiro treme de um prazer que eu nunca imaginei sentir. O short lycra branco que ele escolheu para mim está encharcado de suor e tesão, a calcinha transparente colada na pele como uma segunda camada de pecado. Quando Jr. disse “hoje você vai ser minha putinha de verdade, mãe”, eu quase neguei... mas o fogo entre as pernas falou mais alto. Senhor, perdoe-me, porque eu adorei cada segundo de ser a puta do meu filho.
Era domingo à noite. Carlos tinha viajado para um retiro de fim de semana e só voltaria na terça. Jr. me chamou no quarto dele com um sorriso safado e uma sacola na mão. “Mãe, hoje você vai usar a fantasia que eu escolhi pra você. Nada de negar. Você quase cedeu ontem no jardim... hoje eu quero o cu. Só o cu. Eu vou ser o primeiro e o único a arrombar esse rabão virgem.”
Ele tirou da sacola a roupa mais safada que eu já vi na vida: uma fantasia de “colegial putinha” que ele mesmo encomendou online. A saia xadrez vermelha e preta era absurdamente curta — mal cobria o começo das coxas, tão plissada e leve que ao menor movimento subia e deixava quase todo o bundão de fora, balançando livre. Por baixo, ele me obrigou a vestir uma calcinha branca de renda completamente transparente, fio dental finíssimo que sumia entre as nádegas e deixava o cuzinho virgem totalmente visível, como se eu estivesse nua. O tecido era tão fino e rendado que meus lábios inchados e o buraco rosado apareciam perfeitamente através dele, brilhando com a umidade que já escorria. Em cima, um cropped branco de colegial com botões abertos, apertado nos seios pequenos, deixando a barriga toda à mostra e os mamilos marcando o tecido fino. Meias 3/4 brancas até o meio da coxa e sapatilhas pretas completavam o look. Quando me olhei no espelho, corei violentamente: parecia uma aluna safada pronta para ser usada.
“Porra, mãe... olha só pra você. Essa saia curtinha xadrez deixando quase todo o teu rabão de fora, essa calcinha transparente mostrando teu cuzinho virgem piscando pra mim... caralho, você tá perfeita pra ser minha putinha particular. Vem cá, empina esse bundão pra mim.”
Ele me puxou para a cama, me colocou de quatro, saia levantada até a cintura. A calcinha transparente estava encharcada. Ele puxou o fio dental para o lado com dois dedos, expondo meu cuzinho rosado e virgem. “Olha esse cu apertadinho, mãe... todo meu. Eu não quero buceta, nunca quis. Só esse rabão virgem que eu vou arrombar hoje.”
Senti a cabeça grossa e quente pressionando contra mim. “Jr... filho... vai doer... eu nunca...”
“Shhh, minha putinha evangélica. Relaxa. Eu vou devagar... mas vou entrar tudo.”
A cabecinha inchada forçou a entrada. Eu gritei baixinho, sentindo o anel apertado se esticando ao máximo. “Ahhh... filho... tá abrindo... tá queimando... meu Deus, como é grosso...” A sensação era intensa: uma dor quente e profunda misturada com um prazer proibido que subia pela espinha. Meu cuzinho virgem se abriu centímetro por centímetro, as veias dele pulsando contra as paredes internas, me preenchendo como nunca imaginei. “Porra, mãe... teu cu tá sugando meu pau... tão apertado, tão quente... você tá virando minha puta particular agora.”
Ele foi entrando devagar, mas firme, até as bolas baterem nas minhas nádegas. Eu sentia cada veia, cada pulsação dentro de mim. “Jr... tá tão fundo... meu cu tá cheio do pau do meu filho... eu tô sentindo você latejar dentro de mim... ahh... é tão errado... mas tão bom...”
“Fala, mãe. Fala que você é a puta do filho agora. Fala que esse cu é meu.”
Eu gemia, lágrimas nos olhos de prazer e vergonha: “Eu... eu sou a puta do meu próprio filho... esse cu virgem é teu... você foi o primeiro... ahh... tá me arrombando... tá me enchendo toda... sinto teu pau pulsando no meu rabão... tô virando tua putinha evangélica...”
Ele começou a meter devagar, depois mais forte. Cada estocada fazia a saia xadrez balançar, a calcinha transparente balançando no fio, meus seios balançando no cropped aberto. “Caralho, mãe... teu cu tá me apertando tanto... olha como ele engole meu pauzão... você tá gemendo como uma vadia... minha vadia particular.”
A sensação era avassaladora: dor virando prazer puro, meu cuzinho se acostumando ao tamanho, as veias dele roçando pontos que eu nem sabia que existiam. “Filho... tá me fazendo gozar só com o cu... eu tô sentindo tudo... teu pau latejando dentro do meu rabão... tô sendo arrombada pelo meu filho... sou tua puta... tua puta de verdade...”
Ele acelerou, mãos apertando minha saia levantada, batendo as bolas contra meu bundão. “Toma, mãe... toma a porra do teu filho no cu... eu vou gozar fundo... encher esse rabão virgem de leitinho quente...”
Senti os jatos explodindo dentro de mim — quentes, grossos, em quantidade absurda. Meu cuzinho se contraiu ao redor dele, sugando cada jato, o excesso escorrendo pela calcinha transparente e pelas coxas. “Ahhh... filho... tô sentindo teu gozo quente enchendo meu cu... tá transbordando... eu sou tua puta... a puta do meu filho...”
Ele saiu devagar, meu cuzinho aberto e vermelho, porra escorrendo pelo fio dental transparente. Eu desabei na cama, tremendo, a saia xadrez embolada na cintura, a calcinha molhada e suja. “Meu Deus... eu cedi... eu deixei meu filho arrombar meu cu... e eu adorei... sou a puta dele agora...”
Jr. me puxou para seus braços, beijando meu pescoço. “Isso mesmo, mãe. Agora você é minha putinha particular. E amanhã... vamos repetir.”
Eu fechei os olhos, o cuzinho latejando, o corpo ainda tremendo de prazer. Pela primeira vez, não senti culpa. Só uma paz safada e profunda. Eu sou a puta do meu filho... e eu quero mais.