Chegou o sábado. O ensaio da banda foi normal, como sempre. Karem cantando como um anjo, voz doce enchendo o templo, todo mundo arrepiado com “Raridade” e “Além do Véu”. Eu no teclado, caprichando nos acordes pontuais, daqueles elaborados que o guitarrista e o baixista sempre olhavam pra mim como referência. “Murilo, qual é o acorde aí no refrão?” Eu mostrava, eles copiavam, e o louvor saía perfeito. Ninguém desconfiava de nada. Pra igreja, era só o tecladista certinho e a vocalista ungida.
O culto à noite também rolou tranquilo. Pregação do pastor, hinos, oferta, tudo no automático. Depois do “amém” final, Anderson veio me cutucar: “Mano, hoje eu tenho um esquema com a filha do pastor daquela igreja que a gente foi semana passada. Ela tá no papo. Me empresta a moto?”
Eu ri: “Pode pegar sim. Leva cuidado.”
Ele sorriu: “Valeu. Meu pai disse que te leva em casa depois.”
No fim do culto, enquanto a galera tava se despedindo, Karem veio até mim disfarçada, perto do palco. Chegou perto do meu ouvido: “Minha mãe não sabe do meu pai ainda. Mas hoje é o dia dela saber. E você vai me ajudar.”
Eu pisquei: “Oi? Como assim? Não entendi nada.”
Ela só sorriu: “Só segue o fluxo.”
Seu Adenor apareceu logo depois, chave do Corcel na mão: “Murilo, passa em casa pra jantar. Vanusa fez um franguinho com quiabo que tá uma delícia.”
Dona Vanusa, que tava arrumando as coisas no altar, ouviu e falou: “Adenor, tá tarde pro menino...”
Ele cortou: “Sem problemas pra você, Murilo?”
Eu, sem saída: “Tudo bem. Depois eu até volto a pé. Preciso andar mesmo.”
Fomos os três no Corcel: eu atrás, Karem no meio, seu Adenor dirigindo. O caminho foi silencioso, só rádio gospel tocando baixo. Chegamos na casa deles. Dona Vanusa já tinha esquentado tudo. O jantar tava uma delícia mesmo: frango caipira desfiado, quiabo sem baba, arroz soltinho, farofa crocante. Comemos na mesa da cozinha, conversando besteira sobre o culto. Parecia família normal.
Depois do jantar, dona Vanusa disse: “Vou tomar um banho pra dormir. Tô morta.”
Ela foi pro banheiro. Karem me olhou rápido, fez sinal com a cabeça: “Vai lá. Entra no banheiro.”
Eu falei baixo: “A porta?”
“Eu quebrei hoje cedo. Tá só encostada.”
Seu Adenor completou, voz baixa e firme: “Entra e come ela.”
Eu gelei. Olhei pros dois. Karem sorriu: “Vai.”
Entrei no banheiro devagar. Porta só encostada mesmo. O vapor subia, chuveiro ligado. Dona Vanusa tava nua, de costas, ensaboando o corpo. Quando me viu, se assustou: “Meu Deus, Murilo! Meu marido tá em casa! Sai daqui!”
Eu falei baixo: “Karem que mandou...”
Ela piscou, olhos arregalados: “Essa menina vai me matar... Como que ela...”
“Disse pra entrar lá e comer ela. Sem fazer barulho.”
Dona Vanusa respirou fundo, olhou pra porta. Depois pra mim. “Se ela mandou... então vem.”
Ela tava toda molhada, água escorrendo pelos peitos, barriga, coxas. Eu tirei a roupa rápido, pendurei na prateleira pra não molhar. Ela ajoelhou no piso frio, água batendo nas costas dela. Pegou meu pau com as duas mãos, olhou pra cima com cara de quem não acreditava no que tava fazendo, e começou a mamar. Suave, delicioso. Língua quente rodando na cabeça, chupando devagar, lambendo as veias, depois enfiando mais fundo. O chuveiro molhava os cabelos dela, pingava na minha barriga, escorria pelo pau. Ela mamava olhando nos meus olhos, gemendo baixinho abafado pela água.
Eu tava no céu. Mão na cabeça dela, guiando devagar. “Assim... devagar... que delícia...”
De repente a porta abriu com força.
Seu Adenor entrou. Parou na porta, olhando a cena. Dona Vanusa tirou a boca na hora, assustada, tentou se cobrir com as mãos. “Adenor... eu...”
Ele só riu baixo: “Tá bom, Vanusa. Continua.”
Mas ela se levantou desesperada, enrolou toalha no corpo, saiu correndo pro quarto chorando. “Meu Deus... meu Deus...”
Eu fiquei ali, pau duro pingando, sem saber o que fazer. Seu Adenor olhou pra mim: “Vai atrás. Isso ainda não acabou.”
Eu fui. Desnorteado. Cheguei no quarto do casal. Karem já tava lá, nua na cama, pernas abertas, mexendo na buceta devagar com dois dedos, como se nada tivesse acontecido. Sorriso safado no rosto.
Dona Vanusa entrou atrás de mim, ainda nua (a toalha caiu no corredor), chorando baixo: “Karem... o que você tá fazendo...”
Seu Adenor entrou em seguida. Olhou pra filha: “Como você tá dando pra ele, eu vou comer nossa filha.”
Karem completou, voz firme: “Isso sim, mamãe. Já que você tá dando pro Murilo, papai tem que me comer.”
Dona Vanusa ficou parada, chocada, lágrimas escorrendo. “Não... isso não...”
Karem não esperou. Levantou da cama, foi até o pai, ajoelhou e pegou o pau dele pra fora. Começou a chupar devagar, olhando pra mãe: “Vem cá, mamãe. Relaxa. É só sexo. Ninguém vai saber.”
Dona Vanusa tremia, mas se aproximou devagar. Karem puxou ela pra cama. “Deita de costas, mamãe. Deixa o papai te comer primeiro.”
Seu Adenor subiu na cama, abriu as pernas da mulher. Enfiou devagar na buceta dela. Vanusa gemeu baixo, ainda chorando, mas logo o choro virou gemido. “Adenor... devagar...”
Ele meteu mais forte. Karem assistia, se masturbando: “Isso, papai. Fode ela. Agora vem o melhor.”
Depois de uns minutos, seu Adenor tirou da buceta da mulher. Karem falou: “Agora o cu dela. Ela nunca deu. Hoje ela dá.”
Dona Vanusa arregalou os olhos: “Não... eu não...”
Karem pegou lubrificante da mesinha (já tava ali pronto), passou no pau do pai e no cuzinho da mãe. “Relaxa, mamãe. Vai doer um pouco, mas depois é delícia. Murilo, vem cá. Segura as pernas dela.”
Eu obedeci. Segurei as pernas de dona Vanusa abertas. Seu Adenor encostou a cabeça no cuzinho apertado. Empurrou devagar. Ela gritou baixo: “Ai... dói...”
“Relaxa, filha. Empurra pra trás.”
Ele entrou mais. Meio pau. Ela apertou os dentes, lágrimas escorrendo, mas logo gemeu diferente: “Meu Deus... tá entrando...”
Ele meteu inteiro. Começou devagar, depois acelerou. O cu dela apertando forte, gemidos misturados com choro. “Isso... toma no cu... primeira vez... toma tudo...”
Karem se aproximou, chupou os peitos da mãe enquanto o pai metia. “Gosta, mamãe? Tá gostando do pau do papai no seu cuzinho virgem?”
Vanusa gemia alto agora: “Tá... tá gostoso... continua...”
Seu Adenor metia forte, batendo fundo. Eu assistia, pau duro latejando. Karem olhou pra mim: “Vem, Murilo. Mete na buceta dela enquanto ele fode o cu.”
Eu subi na cama. Enfiei na buceta molhada dela. Dupla penetração. Vanusa gritou de prazer: “Meu Deus... os dois... me arrombem...”
Eu metia na buceta, seu Adenor no cu. Ritmo alternado, depois junto. Ela tremia inteira, gozando forte, corpo convulsionando. “Vai... goza dentro... os dois... me encham...”
Seu Adenor gozou primeiro, enchendo o cu dela. Eu gozei logo depois, enchendo a buceta. Vanusa gozou junto, gritando rouco, unhas cravadas na cama.
Depois a gente desabou. Karem riu: “Viu, mamãe? Não era tão ruim.”
Vanusa ficou deitada, ofegante, olhando pro teto. Seu Adenor se limpou, vestiu a calça: “Murilo, vai embora a pé mesmo. E volta quando a gente chamar.”
Eu me vesti rápido, saí pela porta da frente. Andei as quadras até em casa no escuro, pernas bambas, cabeça girando. O cheiro de sexo ainda no corpo, o gosto na boca.
Aquela família tava louca. E eu tava no meio. Preso. Mas o pior: eu não queria sair.