A Corna que ainda Não Encontrou Seu Dono - Cap.6

Um conto erótico de Historia90
Categoria: Heterossexual
Contém 1142 palavras
Data: 22/03/2026 19:21:05

Paulo voltou para a festa como se nada tivesse acontecido. Desceu as escadas da mansão com a camisa social preta abotoada de novo, cabelo levemente bagunçado mas arrumado com a mão, sorriso discreto no rosto sério. Caminhou pelo jardim iluminado, cumprimentando tios e primos com a mesma educação fria de sempre, pegando uma taça de champagne como se tivesse acabado de sair do banheiro. Ninguém percebeu nada exceto as mulheres que sabiam.

Ana desceu logo depois, com uma cara de puta saciada que não conseguia esconder. O vestido preto curto estava um pouco desalinhado, cabelo loiro mais bagunçado, lábios inchados de tanto beijar e chupar, olhos claros brilhando com um tesão residual que fazia ela andar com as coxas ligeiramente apertadas. A buceta ainda latejava, mel escorrendo devagar pela perna interna. Ela sorria safada para quem olhava, como se carregasse um segredo delicioso.

Bruna veio em seguida, passos lentos e trêmulos. O vestido verde curto estava amarrotado nas coxas, bunda grande balançando mais devagar, rosto corado, olhos castanhos vidrados de prazer. Ela sentia a porra de Paulo escorrendo pela buceta recém-arrombada, coxas molhadas, clitóris inchado roçando na calcinha fina a cada passo. Sorria tímida, mas satisfeita uma mulher que acabara de descobrir o que era ser fodida de verdade.

Vanessa e Patrícia observavam tudo da beira da piscina. Vanessa com o vestido vermelho colado, bunda enorme empinada enquanto bebia champagne, olhos claros queimando de tesão e ciúme gostoso. Patrícia ao lado, shortinho branco marcando a buceta ruiva, top cropped subindo e mostrando a barriga chapada, unhas pretas tamborilando na taça. As duas trocaram um olhar cúmplice e excitado.

-Foi ela agora… a prima… ele fodeu a Bruna na nossa frente e a gente só assistiu de longe.

Elas não aguentaram. Foram atrás de Bruna assim que ela se isolou perto do bar. Vanessa chegou primeiro, abraçou por trás, sussurrando no ouvido:

— Prima… conta tudo. Como foi o pau dele dentro de você? Ele te arrombou gostoso?

Bruna corou forte, mas o tesão venceu. Sussurrou de volta:

— Foi… insano. Ele me abriu devagar, centímetro por centímetro… depois socou fundo, batendo no fundo da minha buceta. Ana ficou lambendo meu clitóris enquanto ele metia… eu gozei duas vezes antes dele encher tudo de porra quente. Ainda sinto escorrendo…

Patrícia se aproximou, mão deslizando pela coxa de Bruna por baixo do vestido.

— E o cu? Ele te pegou por trás?

Bruna negou com a cabeça, gemendo baixinho, mas os olhos brilharam com desejo novo:

— Ainda não… mas eu quero. Quero dar o meu cuzinho pra ele hoje mesmo. Ana já me disse que pode arranjar… eu tô molhada só de pensar.

Enquanto isso, Helena a mãe de Ana observava tudo da varanda superior. Viu os três descendo juntos, Paulo sério, Ana com cara de puta, Bruna tremendo de prazer. Quando Ana passou perto dela, Helena puxou a filha para um canto isolado do corredor, voz baixa mas firme, olhos claros fixos nos dela.

— Ana… o que está acontecendo aqui? Eu vi vocês três subindo… e agora descendo assim. Conta pra sua mãe. Agora.

Ana sentiu o coração acelerar. Tentou fugir da pergunta, sorrindo nervosa e dando um passo para trás.

— Nada, mãe… só conversamos. Coisas de festa, sabe? Bruna estava curiosa sobre o Paulo, eu mostrei o quarto de cima pra ela ver a vista…

Helena cruzou os braços, não se mexeu. O tom dela ficou mais sério, quase autoritário:

— Não minta pra mim, Ana. Eu te criei. Conheço essa sua cara de quem acabou de fazer safadeza. O que você e o Paulo fizeram com a Bruna lá em cima? Fala a verdade.

Ana tentou desviar de novo, olhando para o lado, voz tremendo um pouco:

— Mãe, por favor… não é hora. É festa, todo mundo aqui… depois eu conto, tá?

Helena segurou o braço da filha com firmeza, impedindo ela de fugir.

— Agora. Eu não saio daqui enquanto você não me contar tudo. Com detalhes. Eu vi o jeito que a Bruna desceu… pernas tremendo, rosto vermelho. E você com essa cara de quem gozou. Fala.

Ana respirou fundo, rosto corando de vergonha e receio. Olhou para os lados, certificando-se de que ninguém ouvia, e finalmente cedeu, voz baixa e hesitante:

— Tá bom… eu conto. Mas mãe… você vai me julgar. Promete que não vai surtar?

Helena assentiu, séria.

Ana começou devagar, voz quase um sussurro:

— Eu… sou corna mansa, mãe. Gosto de ver o Paulo com outras mulheres. Eu assisto, ajudo, lambo depois… é o que me deixa mais molhada. Hoje eu trouxe a Bruna pra cima. Paulo fodeu ela na minha frente. Eu lambi o clitóris dela enquanto ele metia fundo… depois ele gozou dentro dela e eu limpei tudo com a boca. Bruna gozou duas vezes… eu também. Foi isso.

Helena ficou em silêncio por longos segundos. Os olhos claros dela percorreram o corredor vazio, depois voltaram para Ana. A respiração dela acelerou levemente, bochechas coraram. Ana viu o desejo nascendo ali — sutil, mas real. Helena mordeu o lábio inferior, voz tremendo um pouco:

— Você… deixa ele foder sua prima… e gosta disso?

Ana, ainda receosa, continuou:

— Gosto muito, mãe. É o tesão mais forte da minha vida. Paulo respeita tudo, ele só faz quando eu deixo. E a Bruna… ela pediu. Ela quer dar o cuzinho pra ele ainda hoje. Eu já disse que arranjo.

Helena não respondeu imediatamente. Apenas apertou a mão de Ana com força, olhos brilhando, e voltou para a festa. Mas Ana viu: o desejo estava plantado.

Lá embaixo, Vanessa e Patrícia ainda conversavam com Bruna. A prima, casada, olhava nervosamente para o marido dela um homem baixo e careca que circulava pela festa com uma taça na mão. Bruna tentava disfarçar o resto do gozo: pernas ainda tremendo levemente, rosto corado, um fio de porra escorrendo devagar pela coxa interna que ela limpava discretamente com o guardanapo. Quando o marido se aproximou, ela sorriu forçado, voz um pouco rouca:

— Amor… tudo bem? Só conversando com as primas.

O marido assentiu, distraído, e continuou andando. Assim que ele se afastou, Bruna voltou a sussurrar para Vanessa e Patrícia:

— Eu quero dar o meu cuzinho pra ele hoje. Eu preciso sentir isso.

Vanessa riu baixinho.

— E eu quero assistir. rsrsr

Patrícia completou, mão na coxa de Bruna:

— E depois a gente limpa tudo… como a Ana fez com você.

Enquanto isso, Helena observava Paulo de longe o tempo todo, olhos claros fixos nele, desejo crescendo silencioso. Cada vez que ele ria com alguém, ela apertava a taça com mais força, imaginando aquelas mãos pesadas na própria bunda.

A festa continuou quente, cheia de provocações. Ana, mais safada do que nunca, já planejava a próxima, Bruna de quatro, dando o cuzinho virgem para o namorado da prima enquanto ela assistia.

E Helena… ainda não sabia, mas o desejo que nasceu naquela conversa ia mudar tudo para ela.

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