Eu sou vigia de uma escola de cursos no centro da cidade, sou conhecido como Mauräo, tenho 40 anos, 1,80 de altura, moreno, cabelo estilo exército, corpo não fortão, mas em dia, afinal academia é todo dia. Rsrs
Estou nesta escola técnica há menos de um mês, estou cobrindo férias de um parceiro e, apesar do horário ser puxado, entro às 22h e saio pela manhã; a diferença é a paz, é uma dessas de ensino técnico, cheio de burguês onde uma mensalidade custa meu salário do mês.
Após a saída dos alunos, tudo se acalma, aí fico na minha, fazendo ronda e mexendo na internet, e falando em aluno, é cada delícia que deixa a gente no grau, e foi numa dessas que, ao observar uma aluna do curso de enfermagem, notei um doido encostar do meu lado na saída da turma.
— Disfarça, senão vai cair o queixo rsrs
Era Marcelo, um aluno de uns 19 anos, moreno, cabelo estilo exército, magrinho e bem comunicativo, que sempre trocava ideias, coisa pouca, mas era bem simpático, desses pleyba que nem parece ter grana.
— Ah, tem que admirar, você viu a mina?
— E é super simpática, só o namorado que é um frouxo.
Ele dizia em ritmo de quem conhecesse.
— É desses que ela gosta rsrsr
Sorrimos e, claro, dei uma indireta.
— Então já tentou ali? — perguntei pra ele!
Sorrindo com cara de moleque piranho, ele só me deixou sem graça.
— Do que ela gosta, eu trabalho três vezes melhor que ela.
Eu meio que fiquei em silêncio, afinal o cara nem dava sequer pinta, e jogava assim.
— Olha, não sabia que curtia outra cena, foi mal.
— Digamos que curto, e bem curtido, e você?
O cara era direto, e eu gostava.
— É aquele ditado, né? Um copo d’água não se nega.
Na mesma hora ele nem deu intervalo!
— E quando vou tomar essa água?
O cara me soltava uma dessas sem pestanejar, cheio de atitude, ao que pude observar, o cara é galã, playboy e tals, cheio de marra e, claro, atitude.
— Ah, aparece aí na madrugada pedindo água.
Dei uma gargalhada de zoação e ficamos proseando até ver ele dando tchau; neste momento, a escola começa a esvaziar e a tranquilidade reina.
Era mais de 2 da madrugada, o silêncio tomava conta, daquele jeito que só quem trabalha de madrugada conhece.
Fiquei andando pela escola, mas confesso… minha cabeça já não estava mais no serviço.
Aquela troca com o Marcelo ficou martelando.
“E quando vou tomar essa água?”
Soltei um riso sozinho.
— Esse moleque é abusado…
Conferi os portões, tudo certo. Voltei, sentei, puxei o celular… mas nada prendia, pois o jeito dele falar, a confiança, aquele sorriso de canto… quando ouvi um barulho leve no portão lateral.
Na hora já levantei.
— Ué…?
Fui andando devagar, mais por instinto do que por preocupação. Quando cheguei perto, vi uma sombra encostada na grade.
— Quem tá aí?
— Vim tomar água…
Na hora reconheci a voz.
Balancei a cabeça, soltando um sorriso sem perceber.
— Você é doido mesmo, hein?
— Você que convidou… (disse ele)
Cheguei mais perto da grade. Marcelo estava ali, tranquilo, como se fosse a coisa mais normal do mundo aparecer naquele horário.
— Entra aí! — (abri o portão)
O silêncio entre a gente pesou, e fomos caminhando rumo à pouca luz.
Aquele tipo que faz o coração acelerar.
Fiquei alguns segundos sem responder, só olhando pra ele.
— Você não tem medo, não?
Ele deu um passo mais perto, segurando na grade.
— Depende… do perigo.
— Então o pleyba gosta do perigo?
— Ah, é a melhor sensação, né? Tomar uma água proibida.
Naquele instante, o levei pro quartinho do vigia, ficava afastado das salas, como se fosse um depósito adaptado, bem pequeno, mas confortável.
— Entre aí, fica sussa.
Ele, sorrindo, viu um sofá, uma mesinha e uma mini geladeira.
— Até que não é ruim onde você dá água pros alunos.
— Sabe que não é bem assim, né? Não é bagunça rsrs, aliás, olha o privilégio que você está tendo!
Naquele mesmo instante, ele sentou no sofá, fiquei de pé na sua frente, e confesso, só de pensar em ter aquele pleyba ali pra mim me deixou instigado, minha pica desde o início do portão estava armada, dura e pronta pra meter naquele moleque gostoso.
Apaguei a luz, ficou somente a do banheiro, e ele sabia qual era o papel dele; sem nenhum pudor e demonstrando uma safadeza gostosa, ele desabotoava minha calça e deixava minha caralha explodir dura na sua frente.
— Que delícia!!!
Seu suspiro dava o resultado, ele sabia que tinha uma pica grossa, veiuda na frente dele, deliciosamente sua boca sabia como brincar com ela, numa mamada fulminante, ele aproveitava cada centímetro, fazia da minha rola seu brinquedo, numa gulosa maravilhosa, meu corpo relaxou ao sentir que ele sabia muito bem seu papel, me chupando ao ponto de chegar até minhas bolas, brincando com elas e as fazendo sumir, que viagem louca era aquela, virei meu pescoço pra trás, segurei seu cabelo a fim de conduzir ao meu prazer e relaxei, nunca nenhuma vadia soube mamar e me levar ao auge quanto esse pleyba vagabundo.
— Que mamada é essa, meu irmão, puta que pariuuuu!!!
Minha mão conduzia ele naquela gostosa mamada, eu viajava, curtia.
— Imagina esse cu, deve ser... (ele nem deixou concluir a frase)
Marcelo simplesmente tirou a pica da boca e já sem roupa subiu no sofá, ficando de quatro pra mim, implorando por pica; meia luz, via ele balançando a gostosa bunda.
— Me come, meu vigia, faz do meu cu seu brinquedo.
Na mesma hora tirei todo meu uniforme, fiquei peladão, de rola pulsando, tendo na minha frente aquela bunda linda, branquinha, grande, cuzinho rosado na minha frente, que delícia, só dei uma cuspida e já apontei pra dentro, devagar, enfiando meu pau como se não houvesse perigo, ele abria a polpa da sua bunda, deixando a visão livre, seu cu rosado era o auge daquele prazer.
Meti, mas não a pica, mas sim a língua, até o fim, o fazendo se contorcer, lambi o cu dele, deixando bem molhado ao ponto dos meus dedinhos brincarem de entrar e sair, sabia que ele queria mesmo era pica, pois seu corpo pedia, mas não ia dar, minha intenção era fazer ele sofrer gostoso antes de sentir a grossura da minha vara.
Deixei ele sofrendo, se contorcendo, tendo a língua dentro do cu, passeando nas suas entranhas, eu segurava ele pela cintura a fim de ele não fugir, linguada até o fundo e ele gemendo, gritando.
No mesmo instante, não demorei, apontei a cabeça do meu pau naquele buraco rosa e afundei, ele tentou fugir, segurei ele, e de uma vez só fiz meu pau abrir passagem dentro dele, o abrindo todo, ele gritava, sentia a pegada firme enquanto meu pau abria ele todo.
— Vou socar, relaxa e segura.
Comecei um vai e vem rápido, era a fim de conter a dor e demonstrar o prazer entrando dentro dele, rápido, forte, pegado, o branquelo estava dominado, de cu pra cima com a pica até o talo dentro dele.
— Tá doendo?
— Sim, mas fode, vaiii caralho.
O fogo tomou conta dele e soquei sem pena, pica dentro até o último centímetro, ousadamente, sem piedade, eram batidas firmes, até as bolas encostarem e ele suspirando firme, até o último centímetro, sofrendo, mas aguentando.
Que cena gostosa ter uma polpa enorme daquela e ver meu pau sumir naquele cu, judiando, ouvindo ele gemer e eu, claro, dando tapão na raba, gostosamente.
Marcelo rebolava gostoso sua bunda, gostava do que estava sentindo e eu, doido pra gozar, mas estocava mais, fundo e fundo, quando não ouço um gemido fundo, era Marcelo soltando seu leite, e eu acelerei, queria afundar leite dentro dele, forte, ousado, meu gozo explodia dentro do cu dele numa viagem louca, pegada, sem dó nem piedade do seu buraco, que ao tirar a rola via o estrago, o cu estava destruído, bunda vermelha de tanto tapão, e leite grosso, ele descia seu cu e fazia sair meu gozo, visão incrível, que delícia ver ele forçando pra sair o leite.
Na mesma cena fiz ele limpar meu pau, ele de quatro ainda tirando leite do cu, dei meu pau pra ele limpar, gostosamente ele fez, chupou não perdendo nenhuma gota do leite solto.
Suados e recompostos, ficamos ali, num clima pesado, ele quieto após dar o cu e eu ali, tentando entender essa foda doida, no entanto, depois dessa ainda dei mais leite pra ele na boca, numa viagem louca, onde estava sentado no sofá, de perna aberta e rola mole, ele chegou, ajoelhou e fez o trabalho dele, numa maravilha de cena, depois do gozo, tudo voltou, ficamos calados, levei ele na portaria e o vi entrando no seu belo carro de ricaço, e eu ali, de rola vazia, aliviado.
Depois que ele foi embora, fiquei ali alguns segundos parado, tentando voltar pro normal.
Quando entrei de novo no quartinho, ainda meio fora de mim, bati o olho na mesinha…
E foi aí que percebi.
Tinha um papel ali.
Franzi a testa, peguei devagar… não era meu.
Abri.
Dentro, só uma nota dobrada e um papel pequeno.
No papel, escrito:
“Se quiser repetir a água!”
E, junto, seu número de telefone.
Fiquei em silêncio, olhando aquilo, sem saber se ria ou se me preocupava.
— Esse playboy…
====== FIM
Autor - Daniel
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