Casada Evangélica Parte 10

Da série Casada Santinha
Um conto erótico de Casada Certinha
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1564 palavras
Data: 23/03/2026 04:23:17

Pra quem ainda não leu meus contos anteriores recomendo que leiam para entender como cheguei até aqui

Sou Clara tenho 32 anos acredito que ainda não me apresentei direito sou muito nova aqui

Sou loira apesar de ser evangélica sempre gostei de me arrumar ir academia e por isso tenho um corpo bem cuidado

Continuando da parte 8 a parte 9 foi só uma aceitação não uma continuação.

Então….

Depois que o Diego entrou na jogada e viu como eu me entregava sem reclamar — de joelhos, boca aberta, corpo marcado, aceitando tudo em silêncio —, Marcinho começou a se empolgar mais. Ele gostava de exibir. Gostava de ver os outros admirando o que ele tinha “conquistado”. “Olha a minha cadela”, ele dizia pros amigos, como se eu fosse um troféu sujo e obediente.

Primeiro veio o Diego de novo, mas dessa vez com um primo dele, o Thiago. Um cara magro, tatuado nos braços e no pescoço, com um sorriso torto e olhos que pareciam sempre famintos. Chegaram juntos num sábado de manhã. Marcinho me mandou esperar de quatro na casinha, nua, plug no cu, coleira no pescoço (aquela que eu mesma comprei numa lojinha online com nome falso). Quando eles entraram, Thiago parou na porta, olhos arregalados.

— Caralho, Marcinho… é verdade mesmo? A vizinha certinha?

Marcinho riu, puxou a coleira e me fez engatinhar até eles.

— Prova você mesmo, irmão. Abre a boca, puta.

Eu abri. Thiago enfiou sem cerimônia, meteu na garganta até eu engasgar, depois cuspiu na minha cara e xingou: “Puta de igreja… quem diria”. Marcinho e Diego ficaram assistindo, se masturbando, comentando como se eu não estivesse ali. “Olha como ela engole bem”, “Apertadinha ainda no cu, mas aguenta”. No fim daquele dia, eu servi os três: boca, buceta, cu, alternando, gozando várias vezes enquanto eles me passavam de mão em mão como um brinquedo compartilhado.

Depois veio mais um. O João, outro pedreiro da obra, baixinho mas forte, com mãos calejadas que apertavam minha carne como se quisesse deixar marcas permanentes. Ele trouxe cerveja e um baseado. Ficaram bebendo enquanto me usavam. Eu deitada no colchão, pernas abertas, eles fumando e metendo um depois do outro. João gostava de socar nas costelas enquanto fodia, igual Marcinho ensinava. Cada soco me fazia ver estrelas, mas eu gozava mais forte. Eles riam: “Olha a cadela tremendo… ama apanhar”.

A partir daí, não parou mais. Todo sábado virava “dia da galera”. Marcinho chamava quem quisesse. Às vezes eram três, às vezes quatro, às vezes cinco. Vinham direto da obra, suados, sujos de cimento, cheirando a suor e poeira. Eu chegava cedo, me despia, colocava a coleira, ficava de joelhos esperando na porta da casinha. Quando entravam, eu engatinhava até cada um, beijava o pau por cima da calça como saudação, depois abria a boca pra receber o primeiro.

Eles me tratavam como a puta da galera mesmo. Não tinha mais nome. Era “a puta”, “a cadela do Marcinho”, “a vizinha enrustida”. Me passavam de um pro outro: um metia na boca enquanto outro no cu, outro na buceta. Às vezes dois no cu ao mesmo tempo, me esticando até eu chorar de dor e prazer. Cuspe voava na minha cara o tempo todo — cada um cuspia antes de meter, como ritual. Mijo também virou coletivo: no fim da sessão, eles formavam círculo em volta de mim, mijavam na minha cara, no corpo, na boca aberta. Eu engolia o que caía dentro, deixava o resto escorrer, molhando o chão, o colchão, minha pele. Eles riam, batiam palma, filmavam com o celular (mas Marcinho nunca deixava postar nada, só pra eles verem depois).

Limpar pau sujo virou obrigação coletiva. Se algum sujava no meu cu, eu lambia limpo na hora, na frente de todos. Eles aplaudiam: “Boa, puta! Limpa direitinho pros amigos”. Eu lambia com calma, língua rodando, engolindo tudo, enquanto eles xingavam e se masturbavam de novo.

Eu nunca falava. Nunca pedia mais. Mas nunca dizia não. Quando um deles mandava “De quatro, abre o cu”, eu obedecia na hora. Quando outro dizia “Engole meu gozo misturado com mijo”, eu engolia. Meu corpo respondia sempre: molhada antes mesmo de começar, gozando só de ser humilhada em grupo, tremendo com cada soco, cada tapa, cada jato quente.

Eles me deixavam destruída no fim do dia: rosto inchado de tanto tapa e cuspe, corpo marcado de vermelho e roxo, cu e buceta latejando, cabelo grudado de sêmen e urina, cheiro forte impregnado na pele. Eu ia pra casa mancando, tomava banho rápido antes do Rogério voltar, vestia a roupa de sempre, sorria pra ele como se nada tivesse acontecido.

Mas por dentro… eu era a puta da galera. A crentinha que virava buraco coletivo todo sábado. E esperava ansiosa pela próxima chamada do Marcinho: “Amanhã tem cinco, cadela. Prepara a boca e o cu.”

Eu preparava. Sempre.

Aos poucos o grupo estabilizou em torno de sete ou oito homens fixos. Marcinho, Diego, Thiago, João, Rafael, Big, Lucas e, às vezes, o Marquinhos. Eles chegavam suados da semana de obra, cheirando a cimento, suor e cigarro barato. Quando entravam e me viam ali — nua, de quatro, coleira brilhando, plug visível entre as nádegas —, o clima mudava. As piadas paravam. As vozes baixavam. Era como se entrassem em um templo particular.

Marcinho sempre fazia a primeira saudação. Puxava a coleira devagar, me fazia engatinhar até o centro do semicírculo que eles formavam e dizia, voz rouca:

— Cumprimenta seus donos, cadela.

Eu engatinhava de um em um. Beijava o sapato sujo de cada um, depois subia beijando as pernas até chegar à calça. Abria o zíper com os dentes, tirava o pau para fora e dava um beijo suave na cabeça antes de lamber toda a extensão. Não falava. Só servia. Alguns já chegavam meio duros; outros eu chupava até ficarem duros na minha boca. Eles gemiam baixo, passavam a mão no meu cabelo, comentavam entre si como se eu fosse um objeto:

— Olha como ela lambe devagar… parece que tá rezando pro pau.

— Essa boca de crente foi feita pra isso.

Depois do ritual de saudação vinha o uso coletivo. Eles me colocavam no colchão ou me penduravam levemente pelas cordas do teto. Um metia na boca enquanto outro no cu, outro na buceta. Às vezes dois paus na boca ao mesmo tempo, esticando meus lábios. Às vezes dois no cu, me abrindo até eu chorar lágrimas silenciosas de dor e prazer. Eu nunca pedia para parar. Nunca dizia “devagar”. Só respirava fundo, relaxava o corpo e recebia.

Big era o que mais gostava de socar. Enquanto fodia meu cu, dava socos firmes nas minhas costelas laterais — não para machucar de verdade, mas o suficiente para tirar o ar e fazer meu corpo apertar em volta dele. Cada soco era seguido de um gemido abafado meu. Eles riam: “Olha como ela goza quando apanha… puta masoquista.”

O mijo coletivo virou o ponto alto da tarde. Por volta das 17h, quando o sol já estava baixo, eles me levavam para o canto da casinha onde o chão era de cimento puro. Eu me ajoelhava, cabeça inclinada para trás, boca bem aberta, olhos fechados. Eles formavam um círculo em volta de mim. Um por um, mijavam. O jato quente batia no meu rosto, enchia minha boca, escorria pelo cabelo, pelos seios, pela barriga, pingava no chão. Eu engolia o que conseguia, deixava o resto me cobrir como uma segunda pele. O cheiro forte, o calor, o gosto salgado-amargo — tudo isso me fazia gozar sem ninguém me tocar.

Depois do banho coletivo vinha a limpeza. Qualquer pau que tivesse saído sujo do meu cu era colocado na minha frente. Eu lambia devagar, com calma, língua rodando na cabeça, descendo pela vara, limpando cada resíduo. Eles assistiam em silêncio respeitoso, às vezes masturbando-se de novo enquanto eu trabalhava. Quando terminava, Marcinho passava a mão no meu cabelo e dizia baixinho:

— Boa cadela. Você serve bem seus donos.

Eu não respondia. Só encostava o rosto na coxa dele por um segundo, em um gesto silencioso de gratidão.

No final do dia eles iam embora um a um. Marcinho sempre ficava por último. Me limpava com um balde de água morna e uma toalha velha, passava um creme barato nas marcas vermelhas, me ajudava a vestir a roupa. Dava um tapa leve na minha bunda e murmurava:

— Semana que vem tem mais. Talvez oito. Você aguenta, né?

Eu só assentia.

Saía mancando um pouco pelo terreno vazio, o corpo dolorido, o cheiro ainda impregnado na pele apesar da limpeza rápida. Chegava em casa, tomava banho demorado com sabonete neutro, lavava o cabelo duas ou três vezes, passava perfume discreto. Quando Rogério voltava do grupo de homens da igreja, eu estava na sala, Bíblia aberta no colo, sorriso sereno no rosto.

— Como foi seu dia, amor? — ele perguntava.

— Tranquilo — eu respondia, voz suave. — Fui organizar umas coisas na igreja.

Ele nunca desconfiou. Nunca imaginou que, poucas horas antes, sua esposa tinha passado o dia inteiro de joelhos, servindo sete ou oito homens como buraco coletivo, bebendo mijo, lambendo merda, gozando em silêncio enquanto era humilhada de todas as formas possíveis.

E eu… eu guardava tudo dentro de mim como um segredo sagrado.

Porque, por mais que eu fosse a puta da galera aos sábados, eu ainda era a Clara certinha o resto da semana.

E essa divisão era exatamente o que me mantinha viva.

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