Apuros com a dupla personalidade de minha filha, uma recatada, outra vadia – 11 – Amanda cada vez mais perto de um sexo vadio

Um conto erótico de Pai Protetor
Categoria: Heterossexual
Contém 4291 palavras
Data: 23/03/2026 09:03:30

SABADO A TARDE

Depois de descansarmos após uma noite de sexo com Diana e uma manhã de sexo com Amanda, fui com Amanda ao shopping onde havia um loja com aquele tipo de vestidos e lingeries românticas que ela gostava de usar com pequenos florais, tecidos amassadinhos, decotes inexistentes ou discretos e comprimento até a canela ou alguns mais curtos.

A distância via o que ela comprava mantendo suas preferencias, mas escolheu 2 vestidinhos florais na altura do joelhos e inacreditavelmente comprou shorts, compridinhos, também daqueles tecidos.

Sentado a esperando vi que ousou mais nas lingeries, sendo nos mesmos tecidos de tule e rendas sem armações, mas as calcinhas tipo biquini com dois dedos nas laterais e os sutiãs como aquele primeiro que vi nela com triângulos transparentes ou semitransparentes nos seios.

Quando terminou, fui pagar e pegando as sacolas ao deixarmos a loja ela brincou.

– Você viu a lingeries que comprei? Será que se a Diana acordasse com essas lingeries, como acordei com as delas hoje, ela ficaria com ela?

O que pensei que com sua atitude vadia, Diana transformaria até lingerie antiquadas em sexy e aquelas de Amanda poderiam deixar de serem sensuais para serem bem sexy se ela acordasse com elas.

– Com certeza ela ficaria, só que do jeito que ela é não demoraria a tirar, falei brincado.

– É, uma gota da falta de pudor dela me ajudaria muito.

Caminhando com Amanda, pensei que queria ir além dos encontros puramente sexuais com minha filha, sendo ela Diana ou Amanda, muito mais com Amanda. No entanto adoraria ter Diana vestindo um lindo vestido comportado em algum evento e depois a foder deliciosamente em casa. O mesmo com Amanda sabendo que seria muito mais simples ela aceitar e se comportar.

– Filha, para curtir mais com você, essa noite quero te levar a um ótimo restaurante como namorados, falei sabendo que ela ia adorar ir como namorada.

– Sério papai? Vou amar, mas acho que minhas roupas não são para sair em algo mais elegante.

– Você vai como se sentir bem, mas se quiser, pode comprar um dois vestidos diferentes de seu estilo porque vamos sair muito de agora em diante. Só para essas ocasiões especiais, porque nas outras te quero como você é. Para mim suas roupas são sensuais, falei baixinho em seu ouvido a fazendo sorrir feliz.

– Então está bem. Fica sentado com as sacolas no café e vou dar umas voltas procurando. Quero estar linda para sair com você.

– Você sempre está linda, falei me despedindo temporariamente.

Só a vi mais de uma hora depois, com algumas sacolas

SABADO A NOITE

Depois de chegarmos em casa só a vi novamente no horário que combinamos sair e só não cai ao chão quando a vi, pois estava sentado no sofá. Ela certamente pensou em me chocar e conseguiu não se parecendo nada com a Amanda que eu conhecia. E muito menos com Diana.

De boca aberta demonstrando minha admiração eu a analisava parecendo ser uma terceira personalidade, mas era certamente Amanda por seu jeito meigo e delicado. Ela vestia um vestido elegante e discreto com uma gola quadrada só mostrando os ossinhos dos ombros.

A parte de cima era ajustada apertando sua barriga e seus seios, mas pelo tecido ser grosso, estavam discretos e lindos mesmo com seu tamanho. Da cintura para baixo abria tipo um abajur até a linhas dos joelhos. Mais curto do que ela usava, mas não menos do que aqueles que ela comprou aquela tarde em seu estilo. Nos pés uma sandália preta alta, como ela não costumava usar.

Os cabelos morenos, sempre longos, ondulados e soltos, desta vez ela fez uma arranjo tipo coque ficando muito elegante e lindo, mas também sensual deixando seu pescoço a mostra dando vontade de o lamber.

O detalhe mais chocante foi sem dúvida ela ter escolhido a cor preta, que nunca a tinha visto usar na vida.

– Você está des-lum-bran-te, falei pausado e quase sem voz diante de tanta beleza.

– Obrigado papai. Preto não é minha cor preferida, nunca foi, mas é o básico para sair à noite e como você disse que sairemos muito, escolhi essa cor para usar outras vezes. Fora que queria algo diferente hoje para tornar inesquecível nosso primeiro encontro.

Fui até ela e a abracei só não beijando para não estragar seu batom rosa discreto.

– Aconteça o que acontecer, já é inesquecível. Sob meu olhos estou vendo minha filha adolescente se transformar em uma mulher esplendorosa e poderosa. Você poderia ser capa de uma revista, falei sendo muito sincero.

– Não é só a Diana que te choca com as roupas. Não são bem meu estilo, mas pelo menos são discretas como meu estilo.

– Te asseguro que não vão olhar menos para você, mesmo sendo discreta. Desta vez nem a roupa vai te salvar dos olhares que não gosta.

– Tudo bem. Será em um ambiente mais restrito e estarei com meu namorado. Ficarei confortável.

– Então vamos.

Quando chegamos ao restaurante sofisticado como prometi e como sua roupa pedia, a acompanhei com a mão em seu ombro oposto e os olhares de admiração que davam para ela era como se fosse uma atriz famosa ou uma celebridade.

Por ela exibir muito pouco de seu corpo, dessa vez o ciúme foi menor, mas o orgulho pela filha foi imenso.

Amanda escolheu seu prato favorito e para acompanhar tomamos um vinho branco pouco alcoólico, mas por sua falta de habito ela ficou alegrinha e mais descontraída, como eu gostaria que ela sempre fosse.

Perfeito define o que foi aquele nosso primeiro jantar de casal. O pai estava feliz, o homem estava satisfeito e o namorado estava eufórico por ela estar vivendo uma vida normal, pelo menos naquele momento e meu sonho era que ela pudesse ter aquela vida para sempre.

Foi um ótimo primeiro jantar de casal com Amanda e tão boa a conversa que fluiu e só chegamos em casa quase meia-noite, mas era sábado e na manhã seguinte ela não teria aulas. Fechando a porta atrás de nós, ela tomou a iniciativa como eu disse que deveria fazer, agarrou meu pescoço e me puxou para um beijo muito mais fogoso de todos que já tínhamos dado. Eu só acompanhei seu ritmo, enquanto sentia o tecido adornando seu corpo. Logo ela o interrompeu.

– Papai, estou muito, muito excitada. Preciso que você faça amor comigo agoraaaaa.

– Então vamos para o quarto filha.

Ela se afastou de mim irreconhecivelmente ansiosa.

– Você não me entendeu papai. Eu disse que preciso agora, falou levantando a frente do vestido me mostrando uma calcinha biquini pequena de cintura baixa de rendas pretas. Você disse que te excita e gosta da mulher usando roupas na hora do sexo e por isso fez com a Diana vestida de puta. Não quer fazer amor com essa mulher sofisticada também?

Avancei para ela e empurrando contra a parede, sem nem dar tempo de ela abaixar o vestido que ficou preso entre nossos corpos. Meu tesão era incontrolável vendo minha filha recatada se transformando de uma lagarta saindo do casulo em uma linda e imponente borboleta. Minha vontade era a tratar como Diana, mas me lembrando que deveria ir com calma, amenizei meus movimentos e Amanda percebeu e me prendeu de novo pelo pescoço olhando em meus olhos.

– Papai, hoje quero que você me trate como tratava a mamãe em seus momentos mais quentes de casal apaixonado. Não se contenha porque é desejo meu.

– Melhor não. Nos momentos quentes eu usava uns termos pesados para nos excitar que talvez te deixe desconfortável.

– Hoje não papai. Hoje não vou me sentir desconfortável. Você disse que eu posso ser tudo para você, então hoje serei a esposa apaixonada e tarada pelo marido. Sua esposa papai. Faça tudo o que fazia com a mamãe.

Passou pela minha mente que por mais que fizemos coisas safadas e gostosas com minha esposa, nunca cheguei à metade do que fazia com nossa filha quando ela era Diana. Seria um grande avanço para Amanda, mas ainda muito longe de ser uma vadia.

Me afastei a deixando encostada na parede e sua saia caiu escondendo sua surpreendente e sensual calcinha.

– Você fala muito em ser esposa, então acho que não tem jeito mesmo e hoje vou te assumir como esposa em definitivo, além de tudo o mais que você continua sendo. Só que para consumar terá que ser mesmo em nossa cama de casal. Dá para esperar chegar lá?

Chocada ela balançou a cabeça aceitando. A pegando no colo como se pega uma noiva a levei para nosso quarto e a depositei deitada em nossa cama. Só que era uma noiva de preto, mais linda e gostosa do que qualquer uma que poderia existir.

Me desnudei ficando só de boxer e subi na cama entre suas pernas e mesmo amontoado, o vestido ainda cobria sua calcinha. O pegando o levei o amontoando mais para cima deixando visível sua calcinha e sua barriguinha linda até o umbigo. A calcinha era tão agarrada a pele que demarcava sua rachinha e mostrava a umidade de sua excitação.

– Sua safadinha. Você parece mesmo sua mãe tendo comprado essa lingerie sensual escondida. Ela vivia me fazendo surpresas.

– Agora vou substituir a mamãe para você papai. Você a perdeu tão jovem e você a amava tanto. Ela me deixou para cuidar de você papai, em tudo.

Levei minha mão até sua calcinha e com dificuldade a afastei liberando sua linda e deliciosa bucetinha. Com certeza o elástico justo dela iria esfolar a pele de meu pau, mas eu estava por demais tarado por aquele mulherão em que minha filha se transformou. Fui me inclinando até que minha glande tocou sua rachinha e como Amanda estava desesperada de tesão, logo encontrei a porta de seu canal e fui empurrando. Quando só a glande se encaixou naquele forninho incandescente e apertado, ela já gozou.

– Papaiiiiiii, é a primeira vez que gozo como sua esposa, gritou feliz.

Seu corpo tremulava na cama com seus pés com aquela sandálias de salto afundando no lençol. Provavelmente ela o rasgaria, mas quem iria se importar com isso naquela momento. Fui me inclinando e a penetrando observando meu pau grosso esticar aqueles pequenos lábios até que meu púbis colou em seu ventre e perdi a visão, só sentindo as maravilhas daquela buceta que comprimia pulsando cada parte de meu pau que a invadia. Me lembrei de como olharam para ela no restaurante e me senti penetrando uma diva, uma estrela de cinema ou uma modelo famosa, porque ela poderia ser qualquer uma delas, mas era minha filha incomparavelmente bela.

Amanda dava gritos e mais gritos de dor e prazer não tão discretos como sempre foi. Minha filha se soltava, o que era a melhor notícia da noite.

Quando toquei seu colo de útero seu poderoso orgasmo já tinha perdido forças, mas a faria ter outro dando o que ela queria. Comecei a estoca-la com a máxima intensidade que já tinha feito, mas então fui aumentando o vigor e a virilidade até chegar no modo que fazia amor com sua mãe.

Seu corpo não se enterrava no colchão como eu enterrava o de Diana, mas ele balançava toda a cama mostrando a intensidade do sexo que fazíamos. A vontade de dar a ela o que dava a Diana era grande, mas não poderia assustá-la com receio de ela não querer avançar mais em nossos próximos momentos de amor.

Mas eu podia avançar o sinal de outra forma, usando a estimulação que sua mãe adorava.

– Está gostando assim forte? É como sua mãe gostava.

– Ham, ham.

– Eu quero que você me diga.

– Estou adorando papai.

– Tinha outra coisa que sua mãe adorava.

Como eu não falei, ela perguntou curiosa como eu queria.

– Do que papaiiiiiii? Ahhhhhhh. Seu pau fica tão gostoso assim forte, falou gaguejando com o tremor do encontro de nossos corpos.

– Ela gostava e ficava tarada que eu a chamasse de putinha. Minha esposa putinha, mas acho que isso é muito para você tão recatada.

Sua reação foi muito mais rápida do que eu podia imaginar. Meu pau grande a transformava.

– Nãoooo papai. Você pode. Hoje quero ser tratada como ela.

– Certeza? Não vou te chamar só de minha esposa putinha, mas também de minha filha putinha.

– Paaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaapppppppppppppppppppaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiii, Amanda explodiu em seu maior orgasmo ou apenas o verbalizou de forma mais intensa do que os anteriores não se contendo.

Seu corpo se debatia sob o meu e mesmo bem menor me jogava para cima. A vendo naquele orgasmo depois de a chamar de putinha, também não me contive.

– Isso minha putinha deliciosa. Goza bem forte para o papai e seu marido, goza. Estou gozaaaaaaando.

Uma mar de esperma a invadiu pintando as paredes rosadas de seu útero de branco. Eu descarregava toda minha felicidade em minha filha que se tornava uma mulher cada vez mais livre de seus conceitos recatados. Meu prazer carnal era imenso, mas o prazer de estar a transformando e a fazendo feliz me levava aos céus.

Gozamos, gozamos e gozamos. Ela muito mais do que eu. Mais forte e mais duradouro dando gemidos libertários de prazer não sendo mais tão contidos. Meu pau duro ainda ia e vinha em sua buceta apertada, melada e quente.

– Pronto, consumado. Agora você é minha esposa. Uma noiva que adora branco e cores neutras consumou toda de preto, a provoquei.

Amanda sempre foi muito inteligente.

– Uma noiva se veste de um forma especial como nunca se vestiu, então eu não poderia estar de branco e acho que fiz a escolha certa, não fiz?

– Você está um tesão indescritível. Me senti transando com uma atriz de cinema ou uma celebridade. Ao mesmo tempo lindíssima e gostosa.

– Sabe papai. Antes o que eu mais tinha medo era que você me recusasse por ser meu pai, por achar que eu fosse muito jovem e deveria me apaixonar por outro homem, ou que estragaria minha vida não me deixando ter uma vida normal com família e essas coisas, mas você nunca colaborou porque é o homem perfeito e olha que nem conhecia seu pau. Como eu poderia me apaixonar por outro tendo o mais lindo, o que mais me ama e eu amo, o mais gostoso, o mais legal e que ainda por cima me elogia dessa forma? Qualquer um outro jamais me deixaria tão bem servida de tantas formas, falou sorrindo.

– A fase de que poderia estragar sua vida até esteve em meus pensamentos, mas já passou. Jamais abandonei minha primeira esposa e jamais vou abandonar a segunda. Minha esposa putinha, a provoquei voltando a ir mais intensamente nas penetrações que nunca pararam.

– Por quando a engravidou, sabia que mamãe devia ter sido safadinha, mas não tanto, falou sorrindo.

– E você? Gostou? Se excitou? É só para hoje?

Seu olhar safadinho me lembrou de sua mãe.

– Eu gostei e sim me excitou. Putinha é uma palavra normalmente ofensiva, mas dita assim com jeitinho e amor, é excitante. Se não vou ser sua esposa só essa noite, então não precisa parar já que é assim que gosta de fazer safadeza com sua esposa, falou sorridente e cheia de malicia fazendo meu coração quase pular do peito.

Sempre evitava colocar pressão sobre sua opção sexual, mas como Amanda estava se soltando não me aguentei.

– Quero saber se você está concordando só para me agradar ou porque quer isso.

Amanda agarrou meu pescoço me puxando para 5 centímetros de seu rosto.

– Papai, eu gostei muito, muito, muito mesmo. Você não viu como gozei na hora em um de meus maiores orgasmos?

– Você prefere esposa putinha ou filha putinha?

– Sendo sua é indiferente, mas por ser proibido e minha mãe nunca ter usado, prefiro mais filha putinha, falou timidamente.

Ela parou pensando em algo e continuou.

– Mas nada a haver com o comportamento vadia da Diana. No meu caso, gostei porque é carinhoso e respeitoso.

Nem me atrevi a comentar, mas por seu comportamento recatado de dias atrás seu comportamento naquela noite tinha chego muito mais próximo do comportamento vadio de Diana e se tudo desse certo, não demoraria ela chegaria lá e o que aconteceu nos próximos minutos só me deu mais certezas.

Eu a queria de 4 naquela roupa e depois a deixaria só com a lingerie para fazermos amor mais algumas vezes até a manhã seguinte. A beijei apaixonado por uns 2 minutos e depois fui me levantado até deixar aquela bucetinha quente, mas logo estaria de volta. Como imaginei, meu pau estava com a pele esfolada do lado da calcinha, mas nada me impediria de comer minha filha mais recatada de 4 com aquele vestido e aquela lingerie.

– Fique de 4 para seu marido. Vamos aproveitar mais um pouco deste vestido lindo que te deixa muito gostosa.

Com uma carinha safadinha ela me obedeceu e após levantar o vestido e afastar novamente a calcinha me enterrei novamente naquele pocinho, apertado, mas escorregadio.

Logo eu estava na mesma intensidade que usei no papai e mamãe, com minhas mãos a segurando no lugar para não ir para a frente a cada enterrada. Depois de uns 2 minutos, olhando para aquele cuzinho me lembrei que ela tinha gostado de meu dedo lá, então o melando em nosso fluidos que vazavam, o enterrei de novo, mas só que dessa vez não mais até a segunda junta, mas tudo.

Apesar de sua roupa preta era uma visão dos céus, estonteante, com minha filha de 4 com aquele vestido preto levantado na cintura, a calcinha de lado, a sandália nos pés e meu pau grosso arregaçando sua bucetinha a cada penetração com meu dedo enterrado em sua estrelinha.

Amanda parecia uma eguinha no cio, mas ela ainda tentava se segurar conseguindo abafar parcialmente seu gritos e gemidos. Foi então que maldosamente dei um tapa naquela bunda redonda como dava na de sua mãe, longe da intensidade com que marcava a pele de Diana.

Plaft.

No mesmo instante Amanda, não resistiu e gozou poderosamente não conseguindo segurar mais seus gemidos de prazer.

– Aaaahhuuuuuuu. Ohhhhhhhhhhh. Uhhhhhhhmmmm.

Mesmo com aquela visão e seu orgasmo poderoso, não gozei pensando em a fazer gozar mais uma vez quando eu gozasse. Seria o último orgasmo com ela vestindo aquele vestido naquela noite.

Enquanto ela curtia seu orgasmo, não parei o tira e põe e nem tirei o dedo de seu cuzinho que quase o cortava fora com seus músculos poderosos. Foi um longo tempo até seu orgasmo terminar, mas aproveitei cada segundo.

Depois de uns 2 minutos de recuperação, iniciou-se aquela que seria um gigantesca e inesperada surpresa.

– Papai, você ainda não gozou.

– Porque gostei tanto de você assim que não quero que termine logo e quero te fazer gozar de novo quando eu gozar.

– Hammmm. Aproveite quanto quiser. Escolhi essa roupa para te deixar bem tarado e gozar bastante.

– Eu vou filha. Até amanhã pela manhã, vamos gozar muitas vezes.

– Vou amar cada segundo. Só vai faltar que eu saiba como é no bumbum. Depois de quanto tempo que minha mãe perdeu a virgindade, ela quis experimentar por trás?

Engoli em seco imaginando onde ela queria chegar.

– Um semana depois, falei sincero.

– Uau, mamãe era mesmo bem mais safadinha do que imaginei.

– Ela era. Muitas vezes ela que me instigava. Anal mesmo, foi por insistência dela, pois eu tinha medo de machuca-la.

– Eu quero experimentar papai. Vamos aproveitar essa noite maravilhosa, essa roupa, essa posição e o fato de você não precisar se preocupar em me machucar, já que fez isso muitas vezes nos últimos dias. Se sou sua putinha, não posso não ter feito isso, falou olhando em meus olhos por cima dos ombros cobertos pelo vestido preto.

Meu coração disparou, não por comer seu bumbum logo mais. Isso também, mas minha euforia era por Amanda estar indo tão rápido me fazendo crer que não mais em anos, nem muitos meses como a terapeuta previu, mas em poucos meses eu poderia ter um sexo totalmente vadio com ela e descobrir se isso a curaria.

A ansiedade era grande, mas naquele momento eu precisava me ater aquela proposta deliciosa. Não coloquei nenhum obstáculo e nem fui cuidadoso perguntando se ela tinha certeza. Tanto quanto ela eu queria fazer acontecer e dar aquele passo enorme e ela tinha razão, não iria machuca-la o tendo penetrado várias vezes naqueles dias.

– Está bem filha. De jeito algum recusaria essa proposta dessa mulher divina como essa roupa tão elegante que chega a ser excitante. Não sai daí que vou só pegar o gel na gaveta e já volto.

Sob seu olhar sorridente, mas reocoso, fui e voltei rapidinho e sem demorar, espirrei bastante gel gelado em seu cuzinho.

– Ahhhh papai, é gelado.

– Já, já fica quente e ajuda muito. Se na frente sempre dói um pouco, aqui talvez a dor seja mais forte. Se quiser parar, me avisa.

Tinha a certeza que não sentiria dor demais e Amanda não iria pedir para parar. Se ela estava se espelhando em sua mãe, aceitaria tudo para fazer o mesmo que ela.

Encostei a glande e Amanda já gemeu.

– Ahhhhmmm.

– Relaxa filha, ou pode doer mais. Confie em mim.

Quando seu anelzinho não mais resistiu meu pau avançou penetrando aquele buraquinho delicioso. Fui com toda a calma do mundo tendo sensações diferentes daquelas que tinha com Diana, mesmo sendo o mesmo cuzinho.

Amorosamente eu ia perguntando se podia avançar mais.

– Posso continuar?

– Pode papai. Dói menos que imaginei, acho que porque a Diana já sofreu nas primeiras vezes.

Demorou, mas por fim vi meu pau desaparecer.

– Pronto filha, foi tudo.

– Ahhuuuu papai, é tão excitante e me sinto tão cheia. A verdade é que estou gostando. Continua.

Comecei o ir e vir cheio de felicidade por minha filha recatada ter ultrapassado mais uma barreira em seu recato me dando a esperança que quando ela tivesse o sexo vadio que Diana demandava, não precisaria haver mais duas personalidades.

Me inclinei um pouco e levando as mãos por baixo de seu corpo agarrei seus seios e seus mamilos sobe o vestido, mas sem os apertar demais. Eu ia e vinha com Amanda gemendo cada vez mais alto.

– Talvez, você tenha que se tocar para gozar, filha. Seu clitóris não está estimulado.

Amanda me surpreendeu falando tão cruamente.

– Com esse pau enorme e gostoso no meu bumbum, já tenho estimulo suficiente papai.

E foi verdade, pois após uns 5 minutos, gozou fortemente me levando junto injetando meu esperma pela primeira vez em seu bumbum, isso enquanto Amanda era a personalidade presente. No finalzinho de seu orgasmo, ela foi se deitando de bruços e a deixei ir.

– Que delicia papai. Eu amo fazer tudo com você, falou deitada com a saia levantada e a calcinha preta entre afastada e encaixada em sua fenda.

Pena que não dava para ver seu cuzinho vertendo meu esperma, mas a visão já era estonteante.

Depois de descansados e uma conversa sobre o que estava acontecendo, fiz Amanda se desnudar do vestido e dos sapatos de salto alto e quase morri do coração de a ver só com uma lingerie preta sofisticada com seu sutiã lindo meia taça como ela nunca tinha usado e nem Diana.

Minha filha era uma deusa que alimentava minha libido me deixando com um tesão perpetuo por ela. Dessa vez fizemos amor com ela em meu colo e o sutiã meia taça facilitou para que me esbaldasse em seus seios enquanto ela me cavalgava em um ritmo de casal apaixonado, safadinho, mas contido. Após um outro orgasmo a mamando, tomamos um banho cheio de carinhos e na cama, nus, fizemos pela primeira vez um oral, mas Amanda ainda não engoliu meu esperma, deixando que ele espirrasse em seus seios a fazendo ter um orgasmo mais forte.

Esse era um limite que parecia que Amanda não ia transpor, mas não me incomodei, pois ela estava avançando rápido demais. Antes de dormir, sabendo que gostei da lingerie ela a vestiu novamente e deitados abraçados brincamos com o fato que eu ia dormir pela primeira vez com uma esposa depois de perder sua mãe 10 anos antes e a deixei muito feliz.

– Assumir você como esposa, consumar o ato e dormir com minha esposa está sendo tudo primeiramente com você filha. A Diana vai ficar brava.

Amanda deu um sorrisinho feliz por ganhar mais essa da vadia Diana que pouco deixava para ela.

– Talvez ela nem queria ser sua esposa, só sua namorada vadia.

– Talvez não queria mesmo. Para ela o título não importa, brinquei tirando um sorriso seu.

Durante a noite fizemos amor mais duas vezes, no papai e mamãe e de conchinha e por último, de manhã ela me montou me dando a visão daquela deusa morena de olhos verdes e corpo perfeito de lingerie preta indo e vindo em meu pau feliz da vida até gozarmos juntos.

Foi uma noite de não se esquecer, como aquelas que tinha com Diana, mas muito diferentes no modo de acontecer, pois em nenhum momento avançamos o sinal de fazer sexo que casais apaixonados fazem indo até o limite, mas não passando dele.

Amanda foi pura revelação me deixando excitado e empolgado escolhendo vestido e lingeries pretas, depois pedindo que eu a tratasse como tratava sua mãe safadinha e por último pedindo o anal. Poderia haver um pai tão feliz como eu naquela manhã, não mais. E nem mais satisfeito sexualmente.

Por fim creditei o fato de Diana não aparecer a Amanda estar feliz, se satisfazendo e termos feito amor durante a madrugada, evitando sonos profundos, mas eu sabia que não demoraria e minha filha vadia voltaria querendo o que ela tanto adorava.

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Próximo Capítulo - 11 – Amanda quer experimentar o sexo vadio

Sinopse - Chegou o momento tão esperado em que Amanda sente vontade de experimentar o sexo vadio e saber como é, sabendo que sua outra personalidade adora

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