Meu nome é Felipe Oliveira, tenho 25 anos, e sou casado há 3 anos com Ana, de 24. Quero compartilhar aqui minha história — uma que eu nunca imaginei que poderia acontecer.
Ana, minha esposa, é uma safadinha. Desde os 18 anos ela já sabia muito bem o que queria, e quando a conheci, na padaria dos pais dela perto de casa, dava pra sentir isso de longe. Eu ia lá todo dia comprar pão, de manhã e de tarde, e ela sempre estava no balcão ajudando a mãe como atendente.
Ana tem cabelos escuros, é magrinha, cintura bem fina e uma bunda em formato de coração, carnuda na medida certa. Sempre usou roupas curtas — e era uma delícia quando ela se virava pra passar os pedidos pra mãe, sem pressa, como se soubesse que tinha olhos nela. Com 18 anos ela já era um mulherão.
Só que eu era tímido demais pra fazer qualquer coisa, mesmo com ela me provocando toda vez que eu aparecia por lá. Aí comecei a ouvir histórias dos meus amigos — dois deles, que eu apresentei à padaria depois de mim, tinham mais coragem e investiram. Logo a Ana estava famosinha na roda. Ambos falaram muito bem, disseram que ela fazia coisas que mulher mais experiente não fazia. Aquilo me deixou curioso de vez.
Resolvi investir. Não foi difícil, kkkkk. Me envolvi com ela e cara, a mina era uma delícia — safada, intensa, fazia de tudo. A gente transava no quarto, mas o lugar que eu mais comia ela era atrás da padaria dos pais, naquele beco meio escondido atrás das colunas. A única coisa que não rolou naquela época foi o cuzinho dela.
Eu estava doido por ela e queria garantir. Ana, mesmo já sendo maior de idade, ainda morava com os pais — então comecei a investir no lado sentimental também. Logo estávamos namorando. Só que com três meses de namoro, ela me mostrou que aquilo não ia ser simples.
Era uma terça-feira. Saí cedo da oficina e decidi passar na padaria pra ver ela. Minha futura sogra Carla me recebeu no balcão e disse que Ana tinha ido levar o lixo no fundo. Pensei em fazer uma surpresa — chegar lá no beco, no nosso lugar, do jeito que a gente sempre fazia.
Ao entrar no beco fui direto, mas antes de chegar comecei a ouvir vozes. Fui devagar.
Quando olhei, Ana estava ajoelhada na frente do Luan — um dos meus amigos, um dos que tinha ficado com ela antes do nosso namoro. Ele segurava ela pela nuca enquanto ela mamava.
Ana: — Safado... tava com saudades?
Luan: — Porra, Aninha, que delícia. Você tava toda certinha com o Felipe, pensei que nunca mais ia te pegar, sua puta.
Ana: — Kkkkk não se acostuma não, né. Eu amo o Fe, tá? Isso aqui é só enquanto a gente namora. Quando eu me casar, só ele me come. — Ela deu uma risadinha safada e passou a língua devagar na cabeça dele — mas agora para de falar e me deixa trabalhar...
Luan puxou ela com força contra ele, fazendo ela engasgar. Ela olhou pra cima com aquela cara de safada que eu conhecia tão bem — babando a rola toda, se esforçando pra pegar tudo. Luan tinha um pau grosso, não longo mas grosso mesmo, e ela enfrentava com gosto.
Meu pau começou a ficar duro e eu não entendia o que estava acontecendo comigo. Queria chegar lá e acabar com tudo — mas ao mesmo tempo queria ver até onde ia. Luan a levantou puxando pelos cabelos.
Ana: — Ai, caralho, calma! Kkkkk
Luan: — Calma nada. Tô com saudade dessa bucetinha, não aguento mais.
Ele virou ela de costas, empurrou contra a parede. A buceta dela estava visivelmente molhada, calcinha de lado, a bunda empinada daquele jeito que eu conhecia de cor. Aquela bundinha carnuda que eu apertava com as duas mãos...
Ana: — Na buceta não, Luan. A buceta é só do meu namorado. — Ela olhou pra trás por cima do ombro, lábio mordido, voz mais baixa — Enfia no meu cuzinho. Eu preparei ele todo pra você quando soube que ia vir.
Luan: — Sério, Aninha? Você me deixa maluco, vadia.
Ele posicionou a cabeça da rola na entrada, cuspiu e foi empurrando devagar.
Ana: — Aiii, safado... tá me rasgando com essa rola grossa. Vai devagar, pega leve comigo, poxa.
Luan: — Relaxa. Tu é puta, vai aguentar tudinho. Kkkkk
Ele começou a beijar as costas dela, morder a nuca enquanto metia. Quando entrou tudo, pegou na cintura dela e começou a comer de verdade.
Ana: — Aaaaai, safado filho da puta... come meu cu, come. Arrebenta essa putinha, vai.
Ela gemia sem vergonha nenhuma e aguentava tudo tranquila. Meu pau parecia que ia estourar na calça. Eu não conseguia nem me mover — fiquei ali parado, assistindo, com um tesão que não fazia sentido nenhum.
Foi aí que ouvi passos no beco. Dei uma corridinha pra outra ponta e vi: era a Carla vindo. Meu coração parou. Eu precisava fazer alguma coisa antes que ela chegasse lá e visse a filha assim — e eu saísse como corno na frente da sogra.
Tinha madeira empilhada ali perto. Peguei uma, voltei na direção dos dois e acertei as costas do Luan com tudo.
Luan: — Aaai, caralho! Para, para!
Ana: — Amor, para!!!
Dei mais uma. E mais. Luan tentava se defender com a calça ainda na canela. A Carla chegou correndo, e em dois segundos entendeu tudo — a filha pelada encolhida na parede, o Luan sem calça, eu com a madeira na mão. Ela tentou me segurar até meu sogro Júlio aparecer e conseguir me conter de vez.
Deu confusão. Chamei a Ana de puta na frente dos pais dela. O Luan ficou lá no chão com as costas vermelhas. Foi feio.
Mas quando cheguei em casa e me acalmei, o que ficou na minha cabeça não era raiva dela. Era uma pergunta que eu não conseguia responder: por que não fui lá antes? Por que fiquei olhando? Por que aquilo me deu tanto tesão?
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A Ana me ligou por quatro meses seguidos depois disso. Fez de tudo pra voltar — ficou sem comer, chorou, fez birra, disse que me amava, que tinha sido um erro, que nunca mais. E eu sentia que era verdade. Ela era carinhosa de um jeito genuíno, presente, sempre atenta. Eu sentia falta dela de um jeito que me irritava.
Mas aquela pergunta continuava lá.
Com o tempo fui pesquisando, tentando entender o que tinha acontecido comigo naquele beco. Acabei caindo em alguns contos de casais em relacionamento aberto — marido que libera a esposa, fica com outras mulheres também, tudo com consciência dos dois. Nunca tinha curtido ler, sempre achei que era coisa besta quando dava pra assistir vídeo. Mas esses me pegaram. Gozei forte lendo, principalmente quando a esposa era bem safada e o marido assistia tudo.
A ideia foi maturando. Até que tomei coragem, chamei a Ana pra conversar e disse: eu aceito você de volta, mas só se você aceitar esse tipo de relacionamento. Falei pra ela de frente que ela não conseguia ser fiel, pelo menos não naquele momento, e que esse poderia ser o melhor caminho pros dois.
Ela ficou sem entender no começo. Mas aceitou.
E funcionou — melhor do que eu esperava. Ana se adequou bem. Sempre me contou tudo, nunca deu corda além do sexo, nunca criou vínculo com ninguém. Em três anos de casados, contando o tempo de namoro, ela ficou com quatro caras — todos com meu consentimento e na minha presença. Eu fiquei com três mulheres nesse tempo: duas com ela presente, e uma sem ela saber, como parte do acordo que fechamos depois da traição.
Estava funcionando. Estávamos felizes.
Mas aí Ana começou a mudar. Aos poucos, ela foi parando de querer sair com outros caras. Dava desculpa, cancelava, ficava em casa. Até que um dia me confessou: ela era ciumenta. Que por mais que gostasse de experimentar, cada vez que saia com alguém isso abria espaço pra eu sair também — e ela tinha medo disso. Medo de me perder pra outra.
Ela se disse hipócrita: queria a liberdade mas não aguentava a minha. Disse que não estava curtindo mais, que a cabeça não deixava.
Não vou mentir, fiquei desconfiado. Pensei: será que ela está com alguém na surdina e está usando essa história pra me travar? Contratei um investigador. Ele a seguiu por semanas e me confirmou: rotina simples. Trabalho, casa, casa da mãe, padaria. Nenhum encontro.
Saudável da minha parte? Não foi. Mas eu precisava ter certeza.
Depois disso me adaequei. O ciúme dela, daquele jeito, me deixou orgulhoso dos dois. E a vida continuou.
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A reforma da nossa casa chegou num momento até bom. Meus sogros nos convidaram pra morar com eles enquanto a obra terminava, e a Ana ficou feliz demais — ela era muito grudada na mãe, se sentia sozinha quando eu trabalhava até mais tarde.
Ana sempre foi a melhor amiga da Carla, e vice-versa. Certa vez perguntei se ela tinha contado pra mãe sobre nosso tipo de relacionamento. Ela negou, disse que era o único segredo que guardava dela — em respeito a mim.
No dia que chegamos com as malas e as caixas, Carla nos recebeu na porta com aquele sorriso dela.
Carla: — Que bom que vocês chegaram! Entrem, entrem.
Ana: — Mãe, cadê o pai pra ajudar com essas coisas? Kkkkk
Carla: — Filha, seu pai saiu pra pegar a caminhonete que estava com seu tio.
Ana: — Ai, amor... — ela me olhou com a cara mais inocente do mundo — você vai ter que guardar tudo sozinho, tô muito cansada de empacotar. Kkkkk
Felipe: — Tudo bem, linda. Vai descansar.
Carla: — Vai filha, deixa que eu ajudo o Fe.
Ana: — Ai mãe, a senhora é uma rainha. — Deu um beijo rápido na bochecha dela e sumiu escada acima.
Eu e Carla ficamos carregando as caixas. As últimas foram pra garagem — ferramentas minhas e coisas que não usaríamos com frequência. Enquanto trabalhávamos, fui conversando com ela.
Felipe: — Carla, e a Paula? Faz anos que não a vejo.
Paula era a irmã da Ana — quatro anos mais velha, bem diferente no jeito. Se Ana tinha herdado o temperamento doce da mãe, Paula tinha herdado o corpo. Peitos fartos, bunda grande, cintura fina igual à mãe e à irmã. Uma tremenda mulher.
Carla: — Ai, Fe, a Paula só me dá dor de cabeça, viu. — Ela riu, mas tinha um cansaço real ali.
Felipe: — Sério? Pensei que a Ana dava mais trabalho. A Paula se casou cedo e foi logo embora...
Carla: — Bem... tirando aquele episódio no começo do namoro de vocês. — Ela fez uma pausa, deixou o assunto passar. — Mas a Ana, desde então, não me deu mais nenhuma dor de cabeça. A Paula é diferente, Fe. É do tipo que não pede ajuda pra ninguém, não conta nada — aí eu fico sabendo das coisas pela boca dos outros. Isso me deixa muito apreensiva.
Felipe: — Mas ela está passando por algum problema agora?
Carla: — Sim... — Ela abaixou um pouco a voz, mesmo sem ninguém por perto. — Não conta pra ninguém, tá? Mas você é meu genro preferido. Kkkkk
Felipe: — Kkkkk eu já sabia disso, mas pode falar.
Carla: — Convencido... — Ela sorriu de canto. — É que o casamento dela não vai bem. Eu nunca gostei muito do marido dela, sabe? Diferente de você com a Ana, que eu sempre tive abertura pra conversar — com a Paula e o marido eu não tenho nada disso. O pouco que sei é sempre por terceiros. Isso me entristece, Fe. Às vezes fico pensando se ela não gosta de mim, se não confia...
Uma lágrima desceu pelo rosto dela — rápida, discreta, do jeito que ela fazia tudo.
Passei o braço pelo ombro dela.
Felipe: — Não pensa assim. Olha a Ana — ela te ama. Se você fosse uma mãe ruim, ela também não seria assim. Acho que é só o jeito da Paula mesmo. Eu sou casado com a Ana há três anos e vi a Paula umas cinco vezes em todo esse tempo.
Carla: — É... ela é assim. — Suspirou. — Mas não deixa de me preocupar.
Felipe: — Isso só prova que você é uma ótima mãe. E pode ter certeza que é uma ótima sogra também.
Ela me olhou por um momento, com aquele jeito de quem ia dizer que não precisava de elogio mas no fundo estava recebendo bem. Então segurou meu rosto com as duas mãos e me deu um beijo na testa.
Carla: — Ah, Felipe... Eu agradeço a Deus por você ter perdoado minha filha. O casamento de vocês mudou ela. Eu tinha tanta preocupação... e aí você apareceu. Estou muito feliz de ter vocês aqui.
Nos abraçamos, e continuamos guardando as coisas conversando baixinho.
Foi aí que Carla se abaixou pra encaixar uma caixa pequena na prateleira de baixo, indo de joelhos no chão. O vestido florido dela — aquele que chegava abaixo do joelho — levantou um pouco com o movimento. Eu estava a uns dois metros atrás, no ângulo certo sem querer. Vi a calcinha dela: larga, da cor do tecido, daquelas que cobrem a bunda quase toda — do tipo que as mulheres chamam de confortável e a gente chama de vó, kkkkk.
Mas minha cabeça parou ali por um segundo a mais do que deveria.
Porque a bunda que aquela calcinha estava cobrindo não era bunda de vó nenhuma. Era grande, cheia, com aquela firmeza de mulher que ainda se cuida — e o vestido grudou no contorno dela quando ela se abaixou. Eu desviei o olhar assim que ela começou a se levantar, fingindo que estava ajeitando uma caixa ao lado.
Não pensei mais nisso na hora. Mas o olhar ficou.
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Depois de guardar tudo, entramos e Carla foi preparar café. Eu fiquei sentado na cozinha enquanto ela mexia nas coisas, até que o telefone dela tocou. Ela olhou a tela, levantou o dedo pros lábios — sinal de silêncio — e atendeu no viva-voz, me fazendo cúmplice sem me perguntar.
Carla: — Oi, filha!
Paula: — Oi, mãe. Como você está?
Carla: — Estou bem, tô com saudades de você, meu amor.
Paula: — Eu também. Como estão as coisas por aí?
Carla: — Acabei de ajudar o Felipe a trazer as coisas. Lembra que te falei que eles vão ficar aqui até a reforma da casa deles terminar?
Paula: — Ah... tinha esquecido. O marido da Ana ainda trabalha naquela oficina?
Carla: — Sim e não — a oficina abriu uma filial aqui perto e ele agora é o gerente.
Paula: — Bom que ele evoluiu. Isso é importante pro futuro da Ana.
Carla: — Nem tudo é trabalho e dinheiro, filha. Eles se amam, se dão bem — isso sim é o que importa pro futuro dos dois.
Paula: — Que ela o ama, disso eu não duvido. Afinal, perdoar uma traição daquelas... — Ela parou, como se tivesse falado mais do que pretendia. — Mas deixa pra lá. As coisas nunca são tão simples assim.
O tom dela mudou. Ficou mais pesado, mais dentro.
Carla: — Mas e você, amor? Está tudo bem?
Paula: — Eu e meu marido estamos passando por um momento difícil, mãe. — Uma pausa. — Já vou logo falando pra depois a senhora não dizer que eu não conto nada.
Carla: — Ah, filha... Eu já sei disso faz meses. Kkkkk
Paula: — Puta que pariu...
Carla: — Olha a boca, mocinha.
Paula: — Desculpa. — Outra pausa, mais longa dessa vez. — Mãe... é sério. Está sendo muito difícil.
Carla ficou mais quieta. Deixou a filha falar.
Paula: — Eu não consigo engravidar. A gente tentou muito e nada. Meu marido está me culpando, diz que sou seca, está me ameaçando de divórcio. — A voz dela rachou um pouco, só um pouco — do jeito de quem não está acostumada a rachar. — Eu não gosto de me expor, mãe. Mas eu preciso de você.
Carla fechou os olhos por um segundo. Fez um gesto pra mim — discreto, com a mão — e tirou o viva-voz. Saiu da cozinha indo pro quintal, a voz dela sumindo enquanto ela dizia baixinho: "Estou aqui, filha. Pode falar."
Eu fiquei sozinho com o café passando.
Subi pro quarto pra ver a Ana.
Ali começaria nossa nova vida naquela casa. E tinha muita coisa pra acontecer.