Relato de uma viúva parte final

Um conto erótico de Luizasantos
Categoria: Heterossexual
Contém 717 palavras
Data: 23/03/2026 15:33:01

Relato de uma Viúva – Parte 3

Os emails com a “sexóloga” continuaram. Ele (porque eu já sabia que era ele) mandava mensagens longas, cheias de elogios ao meu corpo maduro, à minha liberdade de viúva, ao jeito que eu me tocava na webcam. Mas entre as linhas eu comecei a ler algo mais: uma urgência, uma necessidade de ser admirado. Ele descrevia o pau dele como “grosso e duro”, falava de “foder forte”, de “fazer gozar gritando”. Mas quando mandava vídeo, era sempre sem mostrar o rosto, a mão tremendo de leve, a gozada rápida e volumosa – como se precisasse provar algo.

Eu respondia com fotos minhas: de bruços na cama dele, calcinha preta asa delta enfiada na bunda, buceta marcada no tecido fino, clitóris inchado aparecendo. Mandava vídeos curtos me tocando devagar, gemendo baixinho, squirrando na calcinha. Ele respondia rápido, com mais elogios, mais pedidos. Mas eu via: era compensação. Na vida dele, provavelmente não rolava isso. Talvez uma namorada que não gozava, ou nenhuma mulher que olhasse pra ele como eu olhava. Ele precisava que eu o desejasse, que eu dissesse que o pau dele era perfeito, que eu gozava pensando nele. E eu dizia – porque isso me excitava. Saber que eu era o remédio da frustração dele, o lugar onde ele finalmente “era foda”.

Uma noite, depois de mandar uma foto minha com a calcinha molhada de squirt, ele enviou um vídeo diferente. Não era só gozada na calcinha. Era ele deitado na cama (parecia a dele, do outro estado), pau duro na mão, falando baixo: “Mãe... você me deixa louco. Eu queria tanto estar aí, te ver de perto, cheirar você, gozar na sua bunda”. A voz tremia. Ele gozou rápido, jatos grossos caindo na calcinha que eu tinha mandado por foto (ele imprimiu? ou era imaginação?). Depois, silêncio. Nenhum “foder forte”, nenhum “você é minha putinha”. Só um gemido rouco de alívio.

Foi aí que entendi de vez: ele não queria me possuir. Queria ser desejado por mim. Queria que eu, a viúva madura, a mãe, a mulher que ele espiava escondido, dissesse que ele era suficiente. Que o pau dele bastava. Que a gozada rápida dele era perfeita.

Isso me excitou mais do que qualquer vídeo. Deitei na cama dele, abri as pernas, enfiei o dedo no cuzinho (lembrando do big dog que uso quando quero me sentir cheia), e gozei forte pensando nisso: eu era o poder. Eu era a que controlava o jogo, mesmo sem tocar nele. Ele precisava de mim pra se sentir homem. E eu precisava dele pra me sentir desejada.

No dia seguinte, a “sexóloga” escreveu: “Você já experimentou um dildo médio, daqueles realistas, pra se sentir preenchida enquanto se toca? E um vibrador pequeno pro clitóris, pra intensificar? Muitas mulheres da sua idade descobrem orgasmos incríveis assim. Se quiser, posso indicar modelos discretos pra comprar online.”

Eu sorri sozinha. Era ele, claro – recomendando exatamente o que queria imaginar. Respondi que sim, que tava curiosa. Dias depois, uma encomenda chegou: um dildo médio, cor pele clara, veias sutis, cabeça arredondada, uns 16 cm, nada monstruoso – perfeito pra entrar devagar e preencher sem doer. E junto, um vibradorzinho rosa discreto, daqueles que grudam no clitóris com ventosa, pulsando em vários modos.

Naquela noite, liguei a webcam (sem som, sem luz), deitei de bruços na cama dele, só de calcinha preta asa delta. Tirei ela devagar, enfiei o dildo médio na buceta molhada – devagarinho, sentindo cada veia roçar nas paredes, preenchendo aquele vazio que eu nem sabia que existia. Coloquei o vibrador rosa no clitóris inchado, liguei no modo baixo. O zumbido misturado com meu gemido baixinho. Empinei a bunda pro teto, imaginando ele vendo do outro lado, pau na mão, tremendo de frustração e tesão. Acelerei o dildo, o vibrador subiu de intensidade. Gozei forte, squirt jorrando na calcinha jogada ao lado, molhando o lençol dele. O corpo tremeu inteiro, clitóris pulsando contra o rosa, buceta contraindo no dildo médio que me enchia gostoso.

Depois tirei tudo, deixei o dildo sujo de creme e squirt na cama dele, a calcinha encharcada ao lado. Mandei uma foto pro email da “sexóloga”: “Obrigada pela dica. Foi incrível. Beijo”.

Ele respondeu horas depois: “Você é perfeita. Gozei só de ver”.

Eu sorri. O segredo seguia vivo.

O tesão... seguia crescendo.

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