Aquele dia eu não pude participar e nem mesmo assistir, mas ouvi em primeira mão cada detalhe depravado da noite da minha esposa em uma boate com as amigas e depois no motel com o novo amante.
Tudo começou no dia anterior, quando minha esposa questionou sobre eu não ir com ela para a tal festa na boate.
– Não acredito que você vai trabalhar até tarde novo amor!
Disse Pâmela brava por eu não recusar as horas extras.
Na verdade, isso tudo foi uma estratégia minha para que ela e as amigas, ficassem mais à vontade e se divertissem juntas. A sexta-feira de trabalho foi exaustiva, às 19h eu ainda estava na empresa, esperando minha esposa enviar alguma mensagem dizendo que já havia saído de casa, o que ela demorou um pouco a fazer, mas por volta das 21h me avisou que já estava na festa. Era aniversário de uma amiga ou algo do tipo, eu não importava, só queria que ela se divertisse.
Já tarde da noite ela me ligou, falando um pouco embolado e rindo alto, eu podia ouvir a risada de várias mulheres ao fundo, daquela ligação, entendi apenas que ela iria demorar um pouco mais que o previsto, falei que tudo bem, e pouco depois acabei dormindo.
Acordei com o barulho da porta se abrindo no meio da madrugada, Pâmela entrou cambaleando um pouco, sua roupa desajeitada, segurando o sapato de saltos nas mãos, quando me viu deitado no sofá veio me dar um beijo, senti um cheiro de perfume, álcool e suor, sorri e perguntei se deu tudo certo.
– Foi maravilhoso, vamos tomar um banho que te conto tudo! Ela disse.
Subimos as escadas, eu logo atrás dela, quando percebi que por baixo do vestido curto ela estava sem calcinha, não sabia se ela saiu assim ou se perdeu em alguma aventura, a ansiedade de saber o que aconteceu foi tomando conta de mim. Entramos no banheiro, tiramos a roupa e liguei o chuveiro no frio, primeiro observei cada curva do corpo da minha esposa, linda e gostosa, depois me surpreendi quando ela começou a pegar no meu pau, ainda mole, antes de começar a falar.
– Nossa amor, a boate é muito boa. Minhas amigas estavam animadas e eu um pouco triste por você não ter ido e acho que acabei bebendo demais.
Ela falava já bem pertinho de mim, sua boca próxima ao meu ouvido, nossos corpos molhados já se tocando enquanto ela acariciava meu pau, que já endurecia.
– Alguns caras pediram para me conhecer, mas eu estava desanimadinha. Mas teve um que não resisti amor…
A pausa dramática dela me fez suspirar e nesse momento ela me deu um beijo e sorriu, continuando a contar os fatos.
– Ele era alto, moreno, olhos castanhos claros, com uma barba linda. Acredita que mesmo mostrando minha aliança ele insistiu em me paquerar?! (Risos)
– A gente sentou para conversar em uma área mais isolada da boate, tomei alguns drinks e acabamos nos beijando, mas eu ainda estava pensativa por você não ter ido, só que quando ele pegou nos meus peitos a vontade cresceu ainda mais dentro de mim, amor!
Naquele momento eu já estava excitado e de olhos fechados, ouvindo atentamente cada palavra, sentindo a água fria cair sobre meu corpo e as mãos macias dela me punhetando levemente. Os detalhes seguidos de beijos, a maquiagem dela sendo borrada com a água, juntamente com o suor me fizeram enlouquecer e pedir para ela continuar.
– Ele foi muito gentil e ficamos a noite toda juntos, como um casal (risos). Minhas amigas estavam com os namorados delas e eu fiquei com ele. Juliano é um homem muito másculo amor, forte… humm só de lembrar eu me arrepio.
Ela seguiu contando, me deixando ainda mais excitado.
– Em algum momento me despedi das minhas amigas, Juliano disse que me traria de volta pra casa e ele trouxe…
Olhei com dúvida pra ela, imaginando que não havia sido só isso, mas o melhor ainda estava por vir.
– Ainda no meio do caminho, naquele carro chique, que eu nem sei qual marca é (risos), começamos a nos tocar, eu então tirei o pau dele e comecei a chupar… Nossa que delícia!
A cena já estava formada na minha imaginação, o melhor de tudo era ouvir tudo daquela voz safada enquanto recebia carinhos especiais.
– O pau dele não é muito grande, sabe?! Mas eu estava adorando mesmo assim, me senti uma vadia de luxo. O carrão chique, aquele ambiente refinado me excitou tanto que molhei a calcinha todinha. Só parei de chupar quando ele estacionou o carro, eu não estava prestando atenção, mas a gente entrou em um motel, acredita? Desses bem caros!
Eu já delirando de tesão com a mão dela no meu pau e aquela voz suave me falando indecências.
– Saímos do carro e ele pediu uma suíte, acho que não consegui esconder minha empolgação (risos), antes de entrar ele já estava me tocando, e foi tirando minha roupa no corredor do motel. Entramos naquele quarto imenso, com uma cama redonda grande, uma tv que parecia um cinema, mas a banheira de hidromassagem chamou minha atenção. Nem perguntei se ele queria, fui logo tirando o resto da roupa e entrando, pouco tempo depois ele entrou também, pelado e com o pau duro feito pedra.
– Vocês transaram na banheira? Perguntei curioso, louco para saber o restante da história.
– Calma apressadinho! Ela disse rindo.
– Ele me beijou toda, aquela água quente no meu corpo dava uma sensação muito gostosa. Depois me sentei no colo dele e comecei a esfregar minha buceta naquele cacete molhado.
Antes que eu questionasse, ela se apressou em dizer:
– Mas ele usou camisinha! Eu sentia ele entrando em mim devagar, subia e descia, cavalgando no cacete gostoso dele. Ai amor, acredita que estou com tesão de novo?!
Ouvindo aquilo, me ajoelhei e comecei a beijar a barriga dela, descendo para a buceta que já estava quente, mesmo com a água fria do chuveiro.
– Humm (gemidos de tesão) aí amor, continuando… ele me tirou da banheira e fomos pra cama ainda molhados, eu então fiquei de quatro e ele veio por trás e começou a socar de novo na minha bucetinha, aii que delícia.
Sussurros e gemidos já se misturavam com a fala dela meio ofegante.
– Eu pedia pra ele me foder, estava com tanto tesão! Ouvi ele gemendo me deixou ainda mais safada, comecei a rebolar no pau dele enquanto ele socava forte em mim. Não aguentei e comecei a gemer alto, você sabe como eu fico quando tô louca de tesão! (risos)
Encerrei as chupadas na buceta dela e me levantei, enquanto ela voltava a tocar meu pau, batendo uma punheta bem romântica, continuando a contar o resto da história.
– Aí amor… ele me virou de frente, levantou minhas pernas deixando bem aberta, falou que minha buceta era muito gostosa (risos) e voltou a socar aquele caralho gostoso. Só de lembrar me excita. Ele meteu, meteu, até me fazer gozar, aquele pau gostoso afundando em mim, eu olhando para aquele homem gostoso, sarado, peitoral definido, cheio de músculos… (gemidos).
Foi então que eu gozei, com a história e com os toques deliciosos de Pâmela em meu pau, ela estava realmente muito satisfeita que acabou me proporcionando um prazer indescritível. Quando ela viu que gozei ela me chupou, ajudando a me limpar.
Terminamos nosso banho e nos deitamos, alguns minutos depois ela ainda me surpreendeu mais uma vez.
– Ah, já estava esquecendo, deixei na minha bolsa uma lembrancinha pra você.
Me levantei e peguei a bolsa pequena que ela havia levado e encontrei uma camisinha cheia de porra bem amarradinha, junto com a calcinha rosa minúscula que ela estava usando, ainda úmida da noite intensa. Antes de dormir, me deliciei com o gozo do macho, já frio, mas ainda delicioso, nos beijamos com a boca melada e dormimos com o gostinho de porra e a certeza que nosso amor só aumentava a cada vez que ela se entregava ao prazer, me proporcionando momentos maravilhosos e sendo uma esposa invejável.
Agora, toda vez que ela sai com as amigas, ou sozinha, eu peço para trazer um presentinho pra mim, quase sempre ela lembra do marido e me faz um corno extremamente feliz e orgulhoso.