MINHA ESPOSA QUER UMA TROCA DE CASAL PT 1

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Heterossexual
Contém 1053 palavras
Data: 03/03/2026 13:55:57

Meu nome é Sandro. Tenho 36 anos, sou alto, branco, mantenho o corpo em forma malhando quase todo dia e jogando bola com os amigos nos fins de semana. Trabalho com informática, instalando sistemas, câmeras, controles de acesso em empresas. A grana boa mesmo vem dos investimentos, cripto que sobe e desce, mas rende. Gosto de botar a mão na massa, suar, sentir o corpo cansado no fim do dia. Ajuda a arear a cabeça.

Casei com a Rode há dez anos. Ela é uma loira espetacular, 32 anos, cabelos cacheados que caem até a metade das costas, olhos azuis que parecem vidro, corpo fenomenal. Peitos firmes, cintura fina, bunda redonda que faz qualquer cara virar no shopping. A gente se deu bem desde o começo. Sexo era bom, muito bom. Modéstia à parte, meu pau tem 20 cm, grosso na medida certa. Sempre soube que tava acima da média. Ela gozava fácil, apertava as pernas em volta de mim, gemia baixo no meu ouvido. Às vezes, nas brincadeiras de casal, rolava aquela conversa mole: “E se a gente abrisse o relacionamento um dia?” Ela ria, eu completava: “Quem sabe uma casa de swing, troca de casal...” A gente caía na gargalhada. Sabia que era só papo. Ela não teria coragem. Eu também não.

Ou pelo menos era o que eu pensava.

Tudo começou com um serviço grande. Uma empresa me chamou pra instalar 90 câmeras de segurança, 120 sensores de alarme e programar o software de controle de acesso. Coisa de 300 mil reais. Dinheiro pesado. Só que o horário era à tarde, quando a empresa liberava os setores. Eu precisava de ajuda pra passar fios, furar paredes, subir escadas. Não conhecia muita gente disponível. Foi aí que lembrei dos vizinhos.

Mayer e Cristiano. Gêmeos de 18 anos. Estudam de manhã, último ano do ensino médio. Morenos escuros, altos, atléticos. Olhos cor de mel que contrastam com a pele preta. Traços finos, quase brancos no rosto, mas o corpo todo negro, definido de quem joga bola e malha na academia do condomínio. Filhos da Viviane, uma negra linda que eu namorei na adolescência. Não deu certo na época, ela acabou casando com o Sérgio, meu amigo de infância. Ele morreu há cinco anos, acidente de carro. Fiquei amigo dela, dos meninos. Sempre me dei bem. Ela recebe pensão do falecido e faz unhas em casa pra complementar.

Resolvi chamar os dois. “Meninos, querem ganhar uma grana boa? 200 reais cada por dia, só à tarde.” Eles toparam na hora. Chegavam da escola, trocavam de roupa e iam comigo. Trabalhavam bem. Rápidos, atentos, sem preguiça. No primeiro dia rendeu pra caralho. Saí de lá feliz da vida.

Na sexta-feira prometi: se a gente adiantasse 10%, churrasco na minha casa. Eles capricharam a semana toda. Sexta cheguei cedo, comprei dois quilos de picanha, pão de alho, linguiça, caixa de Romarinho original e um litro de Black Label. Acendi a churrasqueira no quintal. O cheiro de carne já subia quando Mayer e Cristiano chegaram. Camiseta regata, short de tactel, corpo suado do dia na escola e do trabalho.

Viviane veio junto. Bermudinha curta, mostrando as coxas grossas, definidas. Cabelo rastafari pintado, comprido até quase a cintura. Blusinha justa marcando os peitos grandes. Ela tava linda, madura, mas ainda com aquele fogo que eu lembrava dos tempos de moleque.

Sentei na churrasqueira virando a carne. Os meninos vieram ajudar. Nunca tinham assado picanha direito. Ensinei na boa: “Olha, vira assim devagar, deixa dourar... não aperta pra não soltar o suco.” Eles prestavam atenção, olhos brilhando. Pareciam meninos grandes aprendendo com o tio.

Enquanto isso, Rode e Viviane conversavam na mesa do quintal. Riam alto. Eu olhava de canto. Rode com short jeans curtinho, blusa soltinha. Viviane com as pernas cruzadas, coxa grossa brilhando no sol da tarde.

De repente Viviane falou: “Preciso ir ao banheiro.” Levantou e entrou em casa.

Ficamos só eu e Rode ali perto da churrasqueira. Ela chegou mais perto, encostou o braço no meu.

“Viviane tá bonita, né?”, disse baixo, olhando pros lados.

Eu ri. “Tá sim. Sempre foi.”

Ela mordeu o lábio. “Ela me contou que tá pagando uma personal particular. Uma tal de Suzy. Olha como ela tá... corpo todo em dia. Me passou o telefone. Quem sabe a gente não treina juntas?”

“Boa ideia, amor. Faz bem pra saúde.”

Ela ficou quieta um segundo. Depois, voz mais baixa ainda: “Amor... e aquela nossa história de troca de casal?”

Meu coração deu uma batida forte. Ri pra disfarçar. “Ué, que foi? Arrumou um casal?”

Ela riu também, mas o riso saiu meio nervoso. “Só pensei... quem sabe você e a Viviane... e eu com um dos meninos.”

Eu congelei. Olhei pra ela. “Nossos vizinhos do lado? Os gêmeos? Eles têm idade pra ser nossos filhos, Rode.”

Ela deu de ombros, olhos brilhando. “É só uma ideia boba. Rimos disso, né?”

Rimos. Mas o riso saiu forçado. A carne chiava na grelha, o cheiro subia, mas minha cabeça já tava longe.

O churrasco rolou normal. Carne no ponto, cerveja gelada, conversa leve. Os meninos contavam piada da escola, Viviane falava das clientes de unha. Rode bebia devagar, olhando pros lados. De vez em quando eu pegava ela olhando pros gêmeos. Mayer e Cristiano na piscina, nadando, corpo molhado brilhando. Peito largo, braço forte, short grudado marcando o volume.

Quando anoiteceu, todo mundo foi embora. Beijei Rode na porta. “Boa noite pros meninos e pra Viviane.”

Ela sorriu. “Boa noite, amor.”

Fomos dormir. Deitei na cama, luz apagada. Rode se aninhou no meu peito. Silêncio. Depois, voz dela no escuro:

“Amor... e se fosse de verdade?”

Meu pau deu uma pulsada involuntária. Lembrei da Viviane na adolescência. O cheiro dela, o gosto da buceta molhada que ela me dava nas escondidas. Rode não sabia que eu tinha namorado a mãe dos meninos. Nunca contei.

“Vai dormir, amor. Foi só papo de bêbado.”

Ela riu baixinho. “Tá bom.”

Mas a ideia ficou plantada. Na minha mente. No meu pau. No meu peito apertado.

Eu dormi pensando na Viviane de bermuda curta. Nos meninos na piscina. No volume que o short marcava. E na Rode olhando pra eles com um brilho diferente nos olhos azuis.

A semente tava ali. Pequena. Mas já começando a brotar.

E eu não sabia se queria arrancar... ou regar.

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Foto de perfil genéricaGabriellllContos: 312Seguidores: 422Seguindo: 28Mensagem Escritor nas horas vagas se tiver ideias de conto me mande no e-mail lxvc1987@gmail.com ou lxvc1987@hotmail.com

Comentários

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Tá prometendo muito, espero que essa semente cresça, e rendam bons frutos pro casal.

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