Formações e Transformações - Sexto Capítulo

Um conto erótico de Astrogildo Kabeça
Categoria: Grupal
Contém 3661 palavras
Data: 24/03/2026 13:11:26

Na véspera de Natal, Lucas se mandou com Taylane pro sítio da família dela e Helena passou com Marcelo e a filha mais velha dele. A festa na casa de Ângela seria no dia seguinte. Chegaram no fim da manhã cumprimentando a todos, saudosos que estavam pra se divertirem em mais uma prometida balbúrdia. Já instalados, Helena contou que Lucas estava namorando e queria levá-lo pra se reenturmar novamente, mais eis que surgiu a condição da moça que fez a ideia dela ir por água abaixo. Todos lamentaram, mas não demorou pra tirarem sarro da situação.

Michele: Imagina ela aqui... todo mundo vestido de monge, meditando, e um garçom exclusivo para atendê-la. “Senhora Taylane, o canto dos pássaros chega a incomodar seus tímpanos?”

Risos gerais. Michele continuava, tendo Zeca e Karina complementando suas piadas.

- “Senhora Taylane, vou trazer-lhe uma água com gás, mas terei que abrir na cozinha. O barulho da abertura da embalagem pode ferir sua cavidade orelhal”; senhora Taylane, vou trazer os talheres. Não se preocupe, estarão enrolados em um jornal para o tilintar não irritar sua sensível audição”; “senhora Taylane, a noite chegará e o coachar dos sapos pode lhe trazer incômodos. Trarei um tapa ouvidos especializado”; senhora Taylane, gostaria de um iogurte de kiwi?; senhora Taylane, receio que deveremos informar para deixar nossos aposentos, pois a verdadeira festa de Natal irá começar”.

Após muitas gargalhadas com esse teatro cômico, Zeca ligou o som e começa a tocar “Gingle Bell”, no entanto, no decorrer da música vira um funk, o que faz com que um a um se levantem para curtirem aquela zombaria. Daí pra frente, chegam mais convidados e um grupo de samba. O pagode começa e todos caem na gandaia. Michele mostra um bom samba no pé, acompanhada de Karina, que aprendeu nesses meses a sambar. Helena também tentava acompanhar o ritmo das moças. No meio da tarde, o grupo sai tocando pelas ruas, chamando vizinhos para o cortejo musical. Algumas pessoas aparecem e foi a maior fuzarca, todos cantando clássicos do gênero, percorrendo ruas, sambando, suando, bebendo, uma molequeira. De volta à casa de Ângela, é servido um farto banquete com animação, cantoria, prosas, casais se beijando e algumas insinuações com o parceiro alheio. No fim da festa, uma surpresa revelada por Helena.

- Gente, que delícia de festança! Como combinado agora a pouco entre eu, Marcelo, e Ferdinando, vamos passar a noite aqui! Arrumem um cantinho pra nós que hoje nós fica!!!!

Mais balbúrdia e gritaria, com abraços e beijos. Continuaram a bebedeira na beira da piscina, dessa vez mais calmos, encerrando aquele dia cheio, que já beirava a madrugada.

Michele: Helena, me desculpe aquela brincadeira com a namorada do Lucas, a gente nem conhece a moça e já foi fazendo sátira do problema dela.

Helena: Ah, Michele, relaxe. Foi uma descontração tolerável, pra quebrar o gelo. Tô observando que não perdem a oportunidade pra caçoar de alguém, perdem o amigo, mas não perdem a piada.

Karina: Ah, essa é moleca, eu também não fico atrás!

Helena: Pois é, você mudou tanto, não só o corpo, mas o jeito. Você era bem mais tímida quando lhe conheci...

Karina: Ah, passei por muitas coisas, morei fora, viajei pra alguns lugares, conheci gente... e esse trabalho de fotógrafa deixa a gente suave, mais leve, desencanada...

Helena: Pois é. Pé que não anda, não toma topada, Gostaria muito que Lucas estivesse com a gente aqui, tô achando ele muito preso, como se as pessoas que o cercam agora fosse suficiente.

E o papo rolava até que nas despedidas ficou um clima bem lascivo.

Karina: Bem, gente, vamos nos recolher. Ainda vou abrir meu haras, pois tô afim de montar cavalo agora...

Ângela: Antes, precisamos nos acertar. Temos 4 quartos, um está inutilizado. Helena e Marcelo vão ficar com um só pra eles, então vocês quatro vão dividir o mesmo quarto... como se não tivessem dividido muitas vezes que eu sei!

Michele: Ah, então vou montar cavalo também! Enquanto isso, posso chupar um picolezão enquanto cavalgo...

Karina: Ei, não vou ficar chupando dedo! Também quero chupar alguma coisa, talvez... uma mamadeira grande com leite pequeno... com leitinho...

Helena: Eita, que vocês não prestam mesmo! Bem, enquanto vocês mamam e montam, vou colher minha mandioca! Tá no ponto!

Ângela: Caramba, só me restou mesmo conferir se minha banana da terra tá madura. Vou colocar na minha panela... pra cozinhar... e saborear... bem quentinha...

Cada insinuação uma gargalhada, até que todos se retiraram. Helena e Marcelo tentaram algo, mas os dois caíram mesmo no sono. Umas 4 da manhã, Helena se levantou com muita sede e saiu à procura da cozinha. Lá chegando, bebeu dois copos e quando estava retornando viu a luz do corredor acender e algumas risadinhas. Sentiu que podia atrapalhar algo e ficou imóvel. Em instantes, viu Karina passar peladinha há poucos metros e logo depois surge Luan, também pelado, andando com o pau em riste. Helena se surpreendeu pelo tamanho da ferramenta. Deu pra ver ele se atracando com Karina, beijos e passadas de mão. Helena, que não havia trepado antes de pegar no sono, ficou em polvorosa com o casal naquele agarramento.

Karina: Vem, meu macho, me fode aqui mesmo

Havia a penumbra da luz iluminando a entrada da cozinha e Helena recuou, pois não queria ver aquela cena, achava muito intrusivo. Nesse recuo, esbarrou na mesa. Com o silêncio da madrugada, o barulho foi escutado e o casal interrompeu no susto.

Karina: Meu Deus, quem está na cozinha?

Foi então que Karina e Luan viram Helena meio recolhida, acanhada num canto do cômodo, sem graça.

- Desculpe, gente, não queria atrapalhar, só vim beber uma água.

- Que nada, Helena, imagina! A gente só queria ficar um pouco a vontade.

Foi então que Helena percebeu que nenhum dos dois cobriu a nudez, nem estavam incomodados em serem vistos assim.

- Er... vou me retirar, deixar vocês dois em paz...

- Não fica chateada. Quando entramos no quarto não teve cavalgada, chupada em picolé, ou qualquer outra coisa. Acordamos abraçados e resolvemos não incomodar o outro casal.

Helena já estava de saída quando fitou o pau de Luan. Foi involuntário, meio que comparando com Marcelo, que já era enorme, mas aquele era ainda mais comprido. Karina percebeu e, excitada, resolveu curtir.

- É grande, né? Quando se vê pela primeira vez, assusta, mas depois é só alegria, ahahahahaha...

- É enorme...

Karina então, com um tesão daquele, segurou aquela trolha e passou masturbar, depois se agachou e deu algumas lambidas. Helena ficou estatalada.

- Desculpa, Helena, não resisti ver você o admirando. Isso aqui fica só como um cartãozinho de visitas...

- Ah, fica de boa. Tudo aqui está sendo um acidente.

Helena foi pro quarto em chamas. Achou bem ousado aquilo tudo, mas ao mesmo tempo, não era reprovável. Após tanta festança e curtição, aquilo ali era o mínimo que eles fariam, o que aliás, todos naquela casa queriam. Encontrou Marcelo acordando. Ela não perdeu tempo. Abocanhou o pau de namorado, que reagiu. Lambia, mamava com tesão, lembrando do casal lá embaixo, que já devia estar em alta fodança. Após muita chupação, montou em Marcelo e começou a cavalgar forte. Durante esse ato, se beijavam enquanto ela subia e descia, e Marcelo comandava segurando o quadril dela. Logo após, movimentações no quarto ao lado. De repente, uma grande gemedeira, tanto eles dois quanto os outros. Foi aí que se ouviu vozes de mulheres gozando.

- Ahhhhhhh, mete seu animal... gostoso, fode minha buceta.

- Ai, mete, porra, me arromba... Ai, que delícia, como eu queria essa rola.

- Ahhhh, garanhão, soca forte, vai... ohhhhhhhhhhhhh...

- Ah, me mata de prazer, seu cavalo, jegue, jumento|!!!

Foi então que Helena gozou forte também, mostrando que também sabia obter prazer.

- Ai, Marcelo, que maravilha, que gostosooooooooooo...

Após a gozada, ela deitou sobre ele, enquanto risadinhas no outro quarto denunciava que não era apenas um, mas os dois casais já estavam curtindo juntos. Helena relatou a Marcelo tudo o que vira lá embaixo.

- Ah, tá explicado esse tesão todo agora, o dia mal amanheceu.

- Ah, foi tesão acumulado, muito agito ontem, todo mundo em brasa, querendo transar muito!

- E a resposta foi dada. A casa toda virou um bordel, ahahahahahah

- KKKKKKKKKKKK

Helena adormeceu um pouco, nem se dando conta que todo aquele clima era muito cativante, instigante, e motivador. Ela pensou rapidamente antes de cair no sono de novo. “estou amando tudo isso...”

No dia seguinte, quase todos levantaram tarde. Comeram um pouco e Karina foi falar com Helena sobre o episódio horas antes.

- Helena, queria me desculpar pela ousadia de ontem, sinto muito, estava excitada e fiz aquilo sem raciocinar direito.

- Que é isso, Karina, imagina! Aquilo serviu pra estimular o Marcelo assim que subi ao quarto, ahahahaha, e depois ouvi vocês também na brincadeira.

- Também ouvimos, kkkkkk, subimos e eles já estavam acordados, melhor dizendo, a casa toda acordou, até dona Ângela já estava levantando... e sentando também, ahahahahah

- Olha, Karina... esse ano tem sido especial pra mim, estou apaixonada, finalmente sinto que tenho um amor verdadeiro, em tão pouco tempo, posso até estar deslumbrada, mas as coisas estão dando tão certo que quando os outros estão bem, contamina. Então não estou em momento de julgamentos, pelo contrário, se todo mundo se mantiver ativo assim, as coisa só tendem a melhorar. Portanto, aquilo ontem foi a fagulha de uma labareda de prazer que sinto que todos aqui estão incinerando, ahahahah...

- Puxa, Helena, como é bom ouvir isso!Você merece tudo de bom, você e Marcelo estão sendo muito importantes para essa integração maior, saiba disso!

Se abraçaram e foram aproveitar com os outros aquela tarde que começava. Já no início da noite, começaram as despedidas, dessa vez, Zeca, Michele, e até Luan, foram para suas casas. Todos maravilhados após tanta fartura, de comida, bebida, dança, diversão, e sexo.

O início do ano traria novidades. Marcelo e Helena convidaram Lucas e Taylane para um almoço na casa dele, coisa simples. No meio da comilança, Marcelo chamou Lucas num canto.

- Lucas, você acabou de se formar, vai continuar na empresa onde estagiava, tá tudo caminhando bem pra você, portanto, conversei com sua mãe e resolvi dar um empurrão pra você se ajeitar: Tenho um pequeno apartamento que adquiri alguns anos, perto do centro da cidade, e também da faculdade onde estudou, que está alugado, mas não irei renovar o contrato. Dentro de dois meses ele esvazia e assim, gostaria que você fosse morar lá. Você teria seu espaço, não pagaria nada por um ano, seria o tempo pra você se ajeitar. Que acha? Sua mãe adorou, ela acha que é uma boa hora pra você se virar sozinho, já que está consolidando sua carreira em local já conhecido. E então?

- Uau! Nossa, gostei muito, Marcelo, não há muito o que pensar. Quero sim. Obrigado pela ajuda, estava mesmo já pensando em sair de casa, valeu!

Retornando à mesa, Marcelo anuncia que Lucas aceitou, as mulheres foram abraçá-lo, era um avanço e tanto.

- Vais ser bom pra você, filho, vai completar 25 anos, você e a Taylane podem aproveitar melhor esse cantinho. Quando Marcelo mencionou essa possibilidade, adorei, achei divino!

Era o que Lucas realmente estava pensando, em sair de casa mesmo, já estava na hora. Ele sentia que a mãe estava muito próxima da família de Karina e restava a ele seguir pro outro lado. Percebia que a mãe queria uma reaproximação com a galera que ele andava e conhecia, mas ele não queria, considerava a fase de conviver com aquele pessoal já tinha passado. Ele queria distância, estava muito orgulhoso e não cederia à tentação de reviver os demais após anos alienado dessa turma.

No carnaval, Helena, Marcelo, Ângela e Ferdinando foram pra uma praia paradisíaca e dividiram um bangalô conjugado. Helena e Marcelo estavam prestes a completar um ano juntos, mas formavam um casal tão alinhado que pareciam que estavam juntos há mais tempo. No último dia, foram jantar à noite. Estavam bebendo vinho bem descontraídos, quando resolveram voltar pra casa. Ainda sem sono, resolveram tomar uma saideira e colocaram um som. Rolava uma música romântica e Ângela comentou.

- Nossa, nunca mais escutei esse canção! Eu tocava ela, nunca mais incluí em meu repertório.

- Lembro de você tocando algumas vezes, querida, mas recordo bem que você me fez um streaptease sensualíssimo com essa mesma música, logo depois que começamos nosso relacionamento.

- Meu Deus, você lembra disso??? Não estou recordada

- Foi essa mesma. Não lembra mesmo?

- Acho que... peraí, acho que lembro sim.

Marcelo colocou fogo.

- Bem, Ângela, só dançando pra você recordar de vez.

- Eita, você tá querendo que eu faça um streap aqui? Eu não vou fazer isso sozinha, Helena vai ter que me ajudar, ahahahahahah

- Rapaz, você é um gênio, não havia pensado nessa possibilidade! Vai, querida, vai dançando, recorde aí, mostre a eles

- Gente, não me provoquem, posso fazer isso aqui sim, viu? Helena, vou lhe contagiar!

- Bem, nunca fiz isso... não sei se ficaria a vontade...

- Então você bebeu pouco, porque agora fui desafiada! Repete essa porra aí, vou dançar!

Ângela se levantou e começou a dançar, primeiro lentamente, sentindo a música, depois, começou a sensualizar. Alcoolizados, os demais curtiam aquela exibição, começando a se excitaram. Daí então, Ângela passou a ousar, e começou mesmo a tirar a roupa. Foi se despindo cada vez mais, Helena admirando o atrevimento daquela mulher. Terminando a música, ela não parou. Colocou uma salsa, chamou Helena, que se levantou, e foram no ritmo dançando para os homens. A partir daí, cada uma dançava tentando seduzir seu par, porém, quando eles se levantaram, começaram a dançar todos juntos e misturados. Aos poucos, os casais começaram se beijar enquanto continuavam dançando. Em algum momento, Helena sentiu que Ângela e Marcelo trocavam olhares, o que para ela, era significativo, pela história deles. De repente, passou por sua cabeça que os dois poderiam estar flertando e não sentiu ciumes, e sim uma curiosidade em saber como se dá uma troca de casais, e isso a estimulou a dançar mais colada com Ferdinando, que a principio, não entrou muito na onda dela. Terminado aquele enrosco musical, Helena chamou Marcelo num canto.

- Amor, posso estar viajando na maionese, mas percebi que você e Ângela trocavam olhares de desejo e isso não me deixou enciumada, pelo contrário, me deixou curiosa! Olha, como eu falei, posso estar vendo coisas demais, no entanto, desde que você contou como se conheceram, anseio estar mais ciente sobre esse jogo de sedução com o outro

- Helena, vamos com calma... sim, eu e Ângela temos sintonia, desde sempre é assim, mas não pense que isso sempre desemboca necessariamente para sexo, não é assim que funciona! A coisa foi evoluindo para a dança e tudo, mas não pense que isso foi sinal verde para troca, não iria lhe colocar numa situação dessas sem uma noção exata sobre uma troca de parceiros!

- Eu sei, eu sei, apenas me despertou um interesse, eu tenho convivido com eles esse tempo todo e sinto segurança, e depois do que você contou, em nenhum momento observei qualquer olhar maroto ou malicioso por ambos, então acho que uma hora vai rolar, desde que frequento a casa deles é palpável a energia daquele local, as festas antológicas, e quando estamos todos juntos é possível constatar a sinergia que há entre todos! Então não quero postergar algo que vibra em mim e quer realizar. Com você, fico disposta a tudo, Marcelo.

Marcelo não ficou admirado porque era crescente o desejo de Helena por ele, pelos momentos que viviam, pelo que passavam, pelo que curtiam, e com quem interagiam. Ele beijou ardentemente a amada e foi falar com Ângela e Ferdinando. Ângela foi falar com ela.

- Helena, você tem certeza do que está propondo? Pra todos nós isso é suave, mas não é algo fácil assim, depende de muita coisa.

- Ângela, nunca estive com tamanha vontade. Vem crescendo em mim uma volúpia, vontade de me jogar, de vivenciar, e vocês todos proporcionam isso, é algo que vejo com naturalidade, vocês são bem desembaraçados e isso me afeta, me deixa solta, não sei explicar. Estou muito certa do que quero experimentar.

Ângela sentiu firmeza nas palavras dela, a abraçou e a puxou pra sala. Recomeçou a dança e o recado estava dado. Naquele momento, as barreiras foram retiradas e tudo seria permitido. Em dado momento, cada um estava com o par alheio e a coisa esquentou pra valer.

Minutos depois, os homens estavam em pé e as mulheres chupando deliciosamente cada um. Sentadas, caprichavam no boquete. Helena, com os olhos fechados, sugava a cabeça do pau de Ferdinando, enquanto o punhetava, se deliciando com o marido da amiga ao lado, que estava cadenciando as chupadas lentas que começava a dar em Marcelo pra depois ir acelerando. Aquele bangalô exalava sussurros, gemidos de prazer e tesão. Ferdinando tinha o pau muito parecido com o de Marcelo, mesma grossura, talvez um pouquinho menos comprido,mas que enchia a boca da loira peituda. Os homens vez ou outra batiam com o pau na cara delas, que colocavam a lingua pra fora sentindo as lapadas.

Ângela foi a primeira a se colocar de quatro e sentir o pau de Marcelo abrindo passagem. Depois foi Helena que repetiu a posição. As duas ficaram uma em frente a outra enquanto eram marteladas por seus parceiros de momento. Logo gemidos de puro tesão enchiam o recinto, os homens freneticamente metiam fundo.

- Oh, Marcelo, que presente seu pauzão de novo! Vem, gostoso, mata saudade de sua puta

- Ohhhhh, Ferdinando, mete firme, me faz gozar na sua rola, mostra sua potência, ahhhhhhhhhhhhhh...

E os homens não decepcionavam, se curvavam pra que a socada fosse ainda mais vibrante. O rtimo aumentava, o choque dos corpos fazendo com que os gemidos ficassem cortados. Marcelo metia com mais rapidez, o que fazia com que Ângela emitisse sons mais altos.

- Oh, Marcelo, assim, assim, ahhhhhhhhh

- Vai, Ferdinando, acelera também, ohhhhh, isso, me faz sua, ohhhhhh

Após as mulheres gozarem, mudaram a posição. Os homens sentaram para que elas pudessem sentar e quicar à vontade. Ângela mamava Marcelo antes da sentada, enquanto Helena subiu em Ferdinando e começava a rebolar. Logo, as duas cavalgavam seus homens, Helena mais ereta, levantando e sentando com rapidez, enquanto Ângela estava mais inclinada, beijando Marcelo, que segurava suas ancas e trocava linguadas devassas.

- Ah, que delícia, Helena, ahhhh senta na minha pica, vai

- Ai, Ferdinando, que gostoso! Como seu pau bate no fundo, ahhhhhhhhh, vou enlouquecer, tesão!

As duas estavam inspiradas, gozavam, davam gritinhos, sentavam com vontade, ora rebolavam, ora ofereciam os seios para serem mamados, enquanto eram penetradas com vigor. Ferdinando dessa vez acelerava mais os movimentos, enquanto os peitos de Helena esbarravam no rosto do fodedor. Ângela inclinava a cabeça pra trás, deixando o pescoço ser apertado, numa espécie de sufocamento leve. Eis que Marcelo para e coloca Ângela em cima do seu rosto pra chupar e lamber a buceta dela.

- Isso, garanhão, lambe minha buça, me faz gozar nessa lingua sacana!

Helena também queria ser chupada e se esparramou no sofá para receber a boca quente de Ferdinando. As duas ficavam com as pernas arreganhadas recebendo lingua, dedadas, enquanto suspiravam maravilhadas, risos soltos, e olhos tortos como se estivessem embriagadas. Logo, os homens pesaram o corpo sobre elas na posição sexual mais clássica, recomeçando o bombardeio. As trepadas estavam sincronizadas, ambos estavam lado a lado repetindo as mesmas posições do outro.

- Mete bala, Marcelo! Fode, vai rápido, ahhhhhhh

- Vem, Ferdinando, ai, ai, vem mais forte, me possua!!

E tome “plac-plac” corpos se chocando, corpo das mulheres vibrando, suor escorrendo, muitas bufadas. Ferdinando estava com postura mais ereta que Marcelo, que por vezes puxava as pernas de Ângela, demonstrando estar mais disposto a penetrar mais fundo. Ferdinando passou a ficar mais inclinado, deitando e ficando com o rosto próximo ao de Helena, como se os gemidos dela o estimulassem a dar mais prazer. Também gostava de sentir os peitões da loira se esparramando no seu peitoral. Marcelo dava o pau pra Ângela se esbaldar de mamar e depois enfiava. Ferdinando sentava pra Helena subir nele e cavalgar, dessa vez de costas pra ele, e voltar a subir e descer em seu pau latejante.

- Oh, Ferdinando, assim tá delicioso! Vou gozar nesse cacete assimmmmmmmmmmm, ahhhhhhhhhh

Ângela não repetiu a posição dessa vez, virou de lado enquanto Marcelo a comia vigorosamente por trás, os corpos se esfregando, pura sacanagem. Com as mãos, ela segurava a bunda dele, afim de trazê-lo mais pra dentro dela, como se isso fosse possível, ele estava engantando a sexta marcha.

- Ahhh, Marcelo, puta que pariu, que socada! Vai, porra, me enche de pica!!

A noite corria e as duas voltaram a ficar de quatro, de frente uma pra outra, enquanto os homens aceleravam o ritmo. As duas olhavam e uma via na outra os rostos transtornados de tesão e luxúria. Os choques corporais ficaram mais violentos, as mulheres gemiam mais alto, até que Marcelo sacou o pau e jorrou farta quantidade de porra nas costas de Ângela, chegando a atingir o cabelo. Helena se virou na hora que Ferdinando batia um bronha pra despejar porra na lateral do seu rosto, no pescoço e o último jato no meio daqueles peitos grandes. As mulheres alisavam os corpos dos homens, sorrindo de felicidade, pela bela foda proporcionada.

- Uh, caralho, não esperava que isso rolasse tão cedo! Helena, você me deixou um pouco surpreendida, apesar de eu achar que você mostrava uma cara de que queria aprontar logo!

- Ângela, desde que soube como se conheceram, me vi na possibilidade de proporcionar isso pra mim e pra Marcelo. Em tão pouco tempo, nossa relação se estabilizou de um jeito que parecia que nos conhecíamos há anos.

- Que bom, Helena, eu agradeço por sua audácia em dar um passo tão largo nesse primeiro ano de namoro. Você é uma pessoa muito especial.

Ficaram pelados o resto do tempo, bebendo a última garrafa de vinho, cada qual com seu parceiro original. A partir desse encontro, a simbiose entre eles estava concretizada.

(continua...)

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Comentários

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cara...

helena manjando o pau do luan...

foi escrotão!!!

sabendo que o filho esta bolado com a situação dessa galera.

ela ainda pára para ficar manjando o pau do moleque e ainda fica jogando conversa fora. que isso cara!

isso no mesmo dia que estavam caçoando da condição da namorada do filho dela.

namoral, ela tá começando a perder o mínimo de respeito ou sensibilidade pelo o filho.

até adorou ter mandado o lucas pra puta que pariu.

está deslumbrada com a nova vida e ansiosa para se livrar do que ela já esta enxergando como uma mosca morta, o filho.

fala que é bom para ele ganhar independencia... porra nenhuma!

ela quer o cantinho dela para seu proprio inferninho hahahaahah

mas não está errada não.

a questão é, quer ficar mais a vontade com namorado, show!!!

fazer swing com os pais da karina,

beleza...são pessoas super decentes e estão mudando a vida dela para melhor.

mas porra..se ela começar a cair na putaria também com karina, luan e os outros. vai ficar intragável!

foda que quando a mulher finalmente entra no ritmo,conhece o gosto da coisa, foda-se tudo!

quer saber de mais nada! hahaha

vai fazer o que der na telha

foda que nessa, o filho vai descobrir e provavelmente nunca mais vai querer olhar para cara dela.

vamos ver como vai se desenrolar...

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Na minha visão, tem tudo pro Lucas e mãe cortarem totalmente os laços entre eles, pq uma hora ou outra ele vai descobrir o que ta acontecendo nessas festas. Ele não quer se aproximar pq ele ainda tem sentimentos pela ex, mas eu acredito que ele nem imagina o que realmente vem ocorrendo nesses encontros.

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Esse desenrolar do conto, está mascarando a trama principal, origem do conto, até o presente momento não estou entendendo porque tanto ênfase a esses personagens, quando o que dá a entender que o protagonista principal é o Lucas, que está como mero coadjuvante.

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Talvez a intenção do autor seja mostrar o outro lado da coisa, enquanto as pessoas vivem liberalidades, sexualidade e etc, Lucas segue sua vida, construindo aos poucos, longe desse ambiente.

E por que tem tanto a perspectiva deles se esse seria o foco? Porque Lucas não está inserido, como ter o ponto de vista de algo que ele não participa?

Mas isso é só teoria minha, vai ter bastante coisa para desenrolar. Posso estar totalmente errado.

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Se eu fosse chutar eu diria que tudo isso que está sendo apresentado para o leitor é algo momentâneo. Acho que essa vida liberal deles vai passar e cada um seguir seu rumo.

Porém no futuro pode ser que o Lucas dê alguma forma venha a se relacionar com os envolvidos e esse passado deles seja mantido em segredo como algo bem pesado e difícil de ser revelado.

Vamos supor que ele volte com a Karina em um futuro, mas o leitor vai saber que no passado ela meio que se envolveu com todo mundo, até mesmo com o padastro e a mãe dele.

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não sei se a vida liberal da mãe dele vai passar,

pois os pais da karina e marcelo sempre fizeram parte desse estilo de vida. e helena se integrou muito bem.

mas acredito que eles ficaram fixos só com angela e ferdinando,

dado a experiencias ruim que marcelo teve com a ex.

encontrar bons parceiros de swings é um tanto arriscado.

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na verdade, os dois são protagonistas.

problema que se teve algo relevante do lucas foi só no primeiro episodio, desde então,com a exceção do segundo episodio, só a helena apareceu.

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Tenho a sensação de que alguma coisa vai dar terrivelmente errado e o Lucas será o único "intocado" disso tudo.

Mas é só um palpite, estou bem curioso sobre como o papel dele vai se desenrolar

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Tenho quase certeza que isso vai acontecer tbm. Talvez o Lucas fique extremamente decepcionado com as atitudes da mãe, pq ela ta escondendo tudo. Lógico que ela não deve satisfação pra ninguém, mas o filho só tem ela de família.

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Helena caiu na orgia. Será que vai cair na orgia com os amigos do filho?

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Aí é que tá...

Ele se relacionou com a garota na adolescência, mas ela ja conseguiu se relacionar com o amigo de infância, a irmã adotiva, o vizinho e provavelmente com a mãe e o "padastro" dele.

Se o conto não terminar em um grande bacanal entre todo mundo, vai ser algo bem estranho para o Lucas assimilar.

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Acredito que se isso acontecer e ele descobrir, o distanciamento dele com a mãe aumentaram

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