ROSA FLOR 2 - Capítulo 26 – UM FIM DE SAMANA CHEIO DE BRINCADEIRAS III

Um conto erótico de Armando Pinto
Categoria: Grupal
Contém 12852 palavras
Data: 24/03/2026 16:36:36
Assuntos: Grupal

No capítulo anterior contei como aquele fim de semana estava bastante agitado, pois desde a noite de sexta-feira, quando voltei do curso pra casa e encontrei minha esposa na nossa cama, comida, metida e gozada pelo tio Carvalho, não mais paramos de trepar. O sábado também foi repleto de brincadeiras e sacanagens, a Rosinha realizou um desejo antigo, que era dar a bunda pro tio sem que o cuzinho dela fosse dilatado com dedos ou com meu pau antes dele meter. Na enrabada que o tio deu na minha esposa, ele foi o primeiro a comer o cuzinho dela e, depois de realizado o desejo, fizemos uma dupla penetração. Minha esposa sempre foi fogosa, mesmo quando morávamos num pequeno apartamento somente eu e ela, mas depois que mudamos pra casa do tio Carvalho a necessidade de fazer sexo da Rosinha aumentou muito e, nos fins de semana, quando o tio voltava pra casa, ela não pensava eu outra coisa que não fosse trepar.

No domingo acordei, como na maioria dos dias, de pinto duro devido à vontade de mijar. Levantei, admirei minha amada dormindo nua, sorri ao ver a xaninha raspadinha e fui ao banheiro me aliviar. Sentei no vaso, pois em pé não seria possível mijar com o pinto duro. Empurrei o pau pra baixo e lentamente fui esvaziando a bexiga enquanto pensava em tudo que mudou em nossa vida depois que nos mudamos pra casa do tio Carvalho. Fiz minha higiene matinal e fui até a cozinha fazer o café, mas outra vez parei e admirei a beleza da minha amada que dormia pelada e, naquele momento, de bunda pra cima, pernas levemente abertas exibindo o cuzinho lindo que no dia anterior foi o prato principal da festinha que fizemos, eu, ela e o tio Carvalho. Coloquei a água pra ferver e fui até a sala espiar pela fresta da cortina e lá estava o meu tio dotado limpando a pequena piscina, peladão, se movimentando e balançando a vara mole que vez ou outra batia em suas coxas. Sorri ao imaginar que eu era um sujeito privilegiado por ter uma esposa como a minha, amiga, bonita e fogosa, mas também me sentia corajoso por dividi-la com o tio Carvalho, coroa experiente, endinheirado e com um pau bem maior que o meu. Para evitar sentir ciúme, pensei que eu não era o único a sentir prazer ao ver a esposa dando pra outro macho, gemendo e gozando em outra pica. Antes que eu terminasse de fazer o café, ouvi barulhos no banheiro e percebi que a minha amada havia acordado. Lembrei do tio Carvalho pelado no quintal, imaginei minha amada peladinha no banheiro fazendo sua higiene matinal e pensei nas sacanagens que faríamos naquele domingo que se iniciava. Concluí que eu havia me transformado num marido cada dia mais apaixonado e corno, pois me excitava imaginar minha esposa sendo comida pelo meu tio dotado.

Eu (beijando os lábios da minha amada logo que ela apareceu na cozinha) – Bom dia, gostosinha! Dormiu bem?

Percebi no sorriso safado da minha esposa que ela encenava ao andar com dificuldade e, com as pernas um pouco abertas, fingia sentir dor:

Rosinha (sentando devagar, fingindo dor) – Dormi bem, amor, muito feliz e satisfeita! (gemendo ao apoiar a bunda na cadeira) – Aiiii, putz, ainda estou dolorida aqui embaixo, ontem você e o tio me castigaram sem dó!

Eu (provocando) – Ahhh, que pena! Mas não há problema, hoje será um dia de descanso, relaxamento e recuperação de energias; nada de estrepolias sexuais hoje, tá!

Rosinha (sorrindo safada, se levantando e me beijando) – Tô, brincando, amor! Até o final da tarde, estarei novinha outra vez!

Eu (sorrindo) – Você é muito safada! Vá chamar o tio pra tomar café com a gente, vai!

Rosinha (pegando minha mão e colocando debaixo da sua roupa, entre as coxas e me fazendo sentir o calor daquela região) – Quer dar um cheirinho e um beijinho na minha florzinha antes do café?

Eu (beijando minha esposa apaixonadamente e enfiando minha língua na boca dela e o dedo na bucetinha sentindo a umidade escorregadia na portinha do paraíso) – Safada, ainda é cedo e sua xaninha já tá molhadinha! O que ela tá querendo, heim?

Rosinha (sentando na mesa, abrindo as pernas e empurrando minha cabeça pra baixo, pro seu entre coxas) – Minha xotinha vive molhadinha, ela tá sempre com fome e vontade de comer uma pica dura!

Eu (me agachando em frente a ela, cheirando e beijando a rachinha linda, raspadinha, exalando o calor característico e um suave cheiro de xota) – Ufff, ufff, ufffff, delícia de bucetinha, ela tá quentinha e com cheiro bom!

Rosinha (abrindo com os dedos os lábios da rachinha) – Gosta de cheirar minha bucetinha, safado? Como tá o cheirinho dela agora pela manhã?

Eu (beijando, lambendo, cheirando e adorando aquela frutinha que tanto prazer me dá) – Tá suave, muito suave, mas mesmo assim tá gostoso!

Rosinha (puxando minha cabeça pro meio das suas pernas) – Tarado! Você gosta de cheiro de xota, né, safado! (esfregando a xota na minha cara) – Já que gosta tanto de cheiro de buceta, deve gostar do sabor também, lambe a minha bucetinha, lambe, meu cachorrinho!

Aquela brincadeira entre eu e a Rosinha estava se prolongando e eu não queria gozar logo pela manhã e, além disso, precisávamos tomar café. Então dei-lhe uma lambida caprichada, estiquei a língua e enfiei profundamente em suas carnes quentes e, depois de sentir o gostinho daquela fruta, me levantei e beijei-lhe a boca com paixão.

Eu (agarrando as nádegas dela, abrindo e deslizando o dedo desde o início do rego, passando pelo cuzinho e descendo até alcançar a entrada da xaninha) – Melhor pararmos e tomarmos café, não quero gozar agora pela manhã, pois teremos brincadeiras com o tio Carvalho logo mais à tarde.

Rosinha (sorrindo, enfiando a mão dentro do meu short e massageando meu pau duro) – Acordei com tesão, amor! (beijando meus lábios levemente e se agachando em frente a mim) – Seu pau tá tão duro, parece tão gostoso, vou dar uma chupadinha rápida nele e depois tomaremos café!

Minha esposa se agachou na minha frente, botou meu pinto duro pra fora do short e, sorrindo pra mim, abocanhou minha pica enfiando em sua boca tudo que conseguiu. Me encarando, me chupava gostoso parecendo não ter vontade de parar, mas ao escutar os barulhos no quintal do tio guardando as ferramentas de limpar a piscina, se levantou.

Rosinha (beijando meus lábios e indo em direção à porta) – Quando eu começo a comer você, não tenho vontade de parar; acho melhor eu ir chamar o tio pra tomar café com a gente!

Rosinha – Tiiio, vista uma roupa, cubra suas vergonhas e venha tomar café!

Logo o tio apareceu e, como sempre, quase pelado; usava apenas uma toalha enrolada na cintura que marcava o pinto solto debaixo dela. Tomamos café e o tio nos contou que estava trabalhando mais horas pra juntar dias de folga e por isso só voltaria pra casa depois de ficar duas semanas fora. A Rosinha perguntou o motivo dele estar fazendo horas extras e ele respondeu que, no futuro, pretendia viajar, iria ver a esposa e ficariam juntos por um mês, aproximadamente, e que talvez ela voltasse pra casa. Imaginei que futuramente ele e a tia reatassem o relacionamento e me senti feliz por isso, mas concluí que as brincadeiras entre nós acabariam.

Eu – Fico muito feliz se você e a tio Carmem voltarem a viver como o casal que eu sempre conheci e apreciei, torço por vocês, tio!

Rosinha (sorrindo feliz) – Que bom, tio, que você e a tia Carmem estão se entendendo novamente, fico feliz por vocês dois!

Carvalho (sorrindo) – Eu também quero me acertar com a Carmem, amo demais aquela mulher, sinto falta dela, da amizade, do carinho e da sacanagem gostosa que fazíamos!

Eu e a Rosinha, como que combinado, esticamos os braços e colocamos nossas mãos sobre a do tio sinalizando que estávamos felizes e torcendo pra que ele e a tia Carmem reatassem o casamento. E assim terminou nosso café da manhã; o tio saiu pra resolver umas pendências, eu fui fazer uma limpeza no quintal e a Rosinha foi tomar sol. Meia hora mais tarde eu estava trabalhando pesado, suado, cuidando do jardim, mas tendo a belíssima visão da minha esposa deitada sobre uma toalha exibindo ao astro rei o seu belo corpo nu.

Rosinha (se virando de bunda pra cima, abrindo as pernas e exibindo seus tesouros a mim, porém fingindo que não fazia por provocação) – Fer, se eu fosse uma mulher rica, uma madame, iria contratar você pra ser meu jardineiro.

Eu (pingando suor, apreciando o belo corpo da minha amada esposa) – E além de cuidar do seu jardim, o que mais eu teria que fazer?

Rosinha (piscando o cuzinho, aproveitando pra me provocar, já que eu estava atrás dela olhando sua bunda) – Basicamente você teria que manter meu gramado aparadinho e cuidar muito bem das minhas florzinhas!

Aquela exibição estava surtindo efeito dentro da minha cueca e quase aceitei a provocação; pensei em tomar uma ducha e brincar um pouco com minha esposa, mas desisti da ideia ao ver o tio Carvalho voltando da rua e trazendo algumas sacolas de compras.

Carvalho (rindo, brincando ao me ver olhando o rabo da minha mulher e massageando o pau por sobre a roupa) – Olá casalzinho, melhor pararem de safadezas, pois precisamos começar o almoço!

Tomei um banho caprichado pra tirar o suor e fui pra cozinha iniciar os preparativos pro almoço, já que o tio Carvalho foi pra casa dele guardar as compras. Em seguida a minha Rosinha também se banhou e veio pra varanda, onde cobriu o corpo apenas com um camisão e sem qualquer roupa íntima. Quando o tio chegou, minha esposa balançava o belo traseiro ao ritmo dos movimentos que fazia picando verduras, o que chamou a atenção dele. Ele sorriu pra mim sinalizando que faria uma arte e se aproximou da minha esposa, por trás, em silêncio pra que ela não o visse, deu-lhe uma palmadinha na bunda e carinhosamente a abraçou pressionando seu corpo ao dela beijando-lhe o rosto.

Carvalho – (acariciando umas das coxas da minha mulher, subindo a mão desde o joelho e entrando por baixo da roupa curta que ela usava) – Olá, minha linda! (movimentando a mão e indo para a bunda) – Estou com saudade de você!

Rosinha (dando uma reboladinha esfregando a bunda no tio, mas fingindo repreendê-lo) – Deixe de ser safado, tio, você me comeu ontem à noite e tá muito cedo pra sentir saudades. Pare com essa safadeza e venha nos ajudar com o almoço.

O que o tio fazia com a minha mulher, é o mesmo que todo marido faz com a esposa quando chega em casa, normalmente dá uma palmada no traseiro dela e faz um carinho provocante visando agradá-la e garantir uma “diversão” no final da noite. Só que naquele caso o marido era eu, e o tio seria... bem o tio era o comedor, o outro macho com o qual eu dividia minha amada esposa nos fins de semana. Vendo aquela cena, eu deveria sentir ciúme, mas, não! Acho que eu já havia me acostumado a vê-lo desfrutando da minha esposa e, admito, eu gostava de ver o sorriso dela se divertindo com ele. Em seguida vi meu tio safado aproveitando ainda mais da minha mulher, assisti ele encoxando ela, enfiando umas das mãos no decote do camisão e apalpando os peitos enquanto que a outra mão, ainda mais atrevida, contornou a perna dela e, pela frente, se enfiou entre as coxas.

Rosinha (não contendo um gemidinho ao sentir os dedos do tio Carvalho lhe fazendo carinho na xaninha) – Tiiio, pare com isso, eu tô cozinhando e não posso me distrair, pois corro o risco de cortar meu dedo com a faca.

Apesar da minha mulher ter pedido ao tio que não a distraísse daquela forma, vi que ela descaradamente parou de cortar verduras, largou a faca e, se apoiando na pia com as duas mãos, abrindo um pouco as pernas e se colocando nas pontas dos pés, facilitou as carícias que o tio lhe fazia na rachinha.

Carvalho (sorrindo pra mim ao perceber que minha mulher facilitava para que ele tivesse acesso à sua xotinha) – E essa florzinha quentinha aqui, tá molhadinha também?

Rosinha (de olhos fechados curtindo o carinho do tio Carvalho na sua xotinha) – Tomei banho e lavei ela agora há pouco, tio, ela tá limpinha e sequinha, mas se você continuar mexendo nela, vai ficar molhadinha!

Vi que o tio enfiou a mão dentro do short pra ajeitar o pau que estava endurecendo e, em seguida voltou a acariciar a bunda da minha esposa entre as nádegas procurando o cuzinho dela.

Rosinha (se virando pra trás, interrompendo os carinhos que o tio lhe fazia e dando um beijinho nos lábios dele) – Chega, tio, pare de me provocar, temos que cozinhar ou não teremos o que comer, tire a mão daí e venha nos ajudar com o almoço.

Carvalho (rindo, se recompondo e se afastando da minha mulher) – Fernando e Rosinha, não sei explicar, mas imaginar que a minha esposa Carmem poderá voltar pra mim me dá um tesão extra.

Rosinha (rindo) – Você fica tesudo pensando na tia Carmem e quer descontar em mim, né, tio! Safado!

Saber que o tio sentia saudades da tia Carmem e que sonhava em voltar a viver com ela, me fazia crer que o sentimento dele para com a Rosinha era amizade e tesão, e não um sentimento profundo de amor; e isso me dava confiança para continuar compartilhando minha esposa com ele.

Nos dedicamos os três aos preparativos do almoço e uma hora mais tarde estávamos saboreando a deliciosa comida temperada pelo tio Carvalho. O papo seguia animado, o tio contava das conversas que estava tendo nos últimos tempos com a tia Carmem e se dizia esperançoso de reatar o casamento. Terminada nossa refeição, como de costume, começamos a arrumar a mesa, limpar e lavar louças para que pudéssemos voltar a beber cerveja e conversar. Depois de tudo organizado, nos sentamos e abrimos cervejas geladas iniciando nossa prosa.

Carvalho (sorrindo, parecendo emocionado ao falar da esposa) – Depois que voltei a conversar com a Carmem, estou cheio de esperanças, gosto tanto da minha mulher que eu seria capaz de identificar ela pelo cheiro e pelo sabor.

Rosinha (com expressão de curiosidade no rosto) – Como assim, tio?

Carvalho (sorrindo) – Se a Carmem estivesse junto de várias mulheres, mesmo se eu estivesse com os olhos vendados, conseguiria encontrá-la entre todas só de cheirar e lamber os tesouros dela.

Rosinha (rindo) – Tio, você é muito safado! Aposto que tá fantasiando com várias mulheres, peladas e de pernas abertas e você de olhos vendados cheirando e lambendo todas e tentando achar a tia Carmem entre elas!

Eu (rindo, achando a ideia excitante e provocando minha esposa) – A ideia é interessante, né, tio? Deve ser muito bom! Só de me imaginar de olhos vendados entre várias mulheres pra eu cheirar e lamber me dá uma coisinha gostosa aqui dentro da cueca. Acho que mesmo que tivessem umas vinte, eu me esforçaria até encontrar a Rosinha entre elas!

Rosinha (rindo e pegando meu pau por sobre a roupa) – Fer, você também é muito safado! Mas se você quiser eu providencio uma brincadeira assim. Não será possível com vinte mulheres pra você cheirar e lamber, mas consigo duas, eu e mais outra. (com um sorriso provocante no rosto) - Me diga se você quiser brincar comigo e outra mulher que darei um jeito! (encarando o tio Carvalho) – Tio, você já brincou assim antes, já esteve de olhos vendados diante de várias mulheres tentando achar a tia Carmem pelo cheirinho e gostinho da xota?

Carvalho (com a expressão de quem se recordava de momentos gostosos) – Já brinquei de cabra-cega, mas eram apenas três mulheres, e não várias, como o Fernando tá fantasiando!

Rosinha (curiosa) – Conheço a brincadeira cabra-cega como sendo uma diversão de crianças, tio!

Carvalho (rindo) – Rosinha, essa cabra-cega de que estou falando é uma diversão entre adultos. Nessa brincadeira uma pessoa do grupo é escolhida, seja homem ou mulher, e os seus olhos são cobertos com um pano. Depois aqueles que não estão vendados irão tocar na pessoa vendada que tentará descobrir quem a está tocando; e há um castigo para cada erro e um prêmio para cada acerto. Já brinquei assim entre três casais e é bastante divertido!

Rosinha (sorrindo maliciosa) – Tio, você usou a palavra “tocar”, mas imagino que os toques numa brincadeira assim devem ser bem íntimos, certo?

Carvalho (rindo) – Siiim, minha flor! Os toques que acontecem numa brincadeira assim, além de íntimos, muitas vezes são bem profundos!

Rosinha (rindo e se levantando ao ver nossos copos vazios) – Tio, vou buscar mais cerveja e depois você nos conta mais sobre esse assunto. Estou curiosa!

Quando a minha esposa estava na pia, procurando o abridor de garrafas na gaveta, o tio sorriu pra mim, se levantou rápido, pegou uma toalha de rosto que estava sobre a mesa e, indo até a Rosinha, vendou-lhe os olhos.

Rosinha (bem humorada) – Tio, o que você vai fazer comigo?

Carvalho (sinalizando com o dedo pra que eu me aproximasse) – Rosinha, vamos testar em você a sensação de tentar identificar algo sem enxergar; agora que está de olhos vendados, tente achar o abridor de garrafas na gaveta.

Minha esposa sorria sem nada enxergar e, mexendo na gaveta, tentava encontrar o abridor. Enquanto ela procurava, o tio sorriu pra mim e sinalizou pra que eu o imitasse. E assim iniciamos carícias suaves no corpo da minha mulher. Primeiro foram os seios a receber nossos carinhos e, mesmo que as nossas mãos deslizassem por sobre a roupa, foi suficiente para arrepiar o corpo da minha esposa. A Rosinha, percebendo que a brincadeira seria bem diferente de tentar achar o abridor de garrafas na gaveta, sorriu, abriu os braços facilitando nossos movimentos e se aquietou se concentrando nas sensações que eu e o tio estávamos lhe proporcionando. Eu e ele, posicionados atrás dela, fazíamos tudo em silêncio e também mudamos de lado algumas vezes pra que ela não soubesse quem estava do seu lado direito ou esquerdo. Pra apimentar a brincadeira, enfiamos nossas mãos debaixo da roupa fazendo ela sentir na pele o toque dos nossos dedos.

Carvalho (falando baixo e de forma a confundir minha mulher pra que ela não soubesse de que lado vinha o som da sua voz) – Rosinha, você consegue saber quem está pegando no seu peito da direita ou esquerda?

Rosinha (sorrindo sem nada enxergar e parecendo se concentrar nas mãos que lhe acariciavam os seios) – Huuuuummm, acho que o Fer tá pegando no meu peito direito e você no esquerdo, tio.

Carvalho (sorrindo sem graça pra mim depois que a minha esposa acertou quem lhe acariciava os peitos) – Eita, você acertou, teremos que mudar o carinho!

E assim mudamos de lado várias vezes pra confundi-la, nos ajoelhamos atrás dela e eu comecei a passar a mão na perna esquerda da minha esposa enquanto o tio fazia o mesmo na direita. Subimos nossas mãos pelas coxas entrando debaixo da roupa e seguimos em direção às polpas da bunda, acariciamos as nádegas firmes enquanto víamos o sorriso lindo da minha mulher curtindo nossas carícias.

Eu – E agora, amor? Diga de que lado da sua bunda estamos?

Rosinha (sorrindo) – Você tá do meu lado esquerdo e o tio tá do lado direito!

Carvalho (sorrindo) – Acertou outra vez! Vamos mudar o carinho novamente!

Por indicação do tio, somente um de nós tocaria na Rosinha na nova carícia que faríamos. Ele se posicionou atrás dela, subiu a mão por entre as pernas, passou entre as coxas rumo à xotinha e a minha esposa, curtindo a brincadeira e sabendo onde aquela mão queria ir, abriu mais as pernas e se posicionou nas pontas dos pés facilitando o acesso à sua rachinha. Percebi que o tio deslizava o dedo entre os lábios da xaninha provocando na minha esposa um gemidinho abafado sinalizando o prazer que sentia. Pensei que ele iria enfiar o dedo, mas continuou apenas alisando a entradinha. Depois de um tempo fazendo carinho na minha mulher, ele cedeu o lugar a mim e também pude imitar os movimentos que ele havia feito no sexo quente e já molhado da minha esposa. Com a mão entre as pernas dela, senti os lábios da xaninha escorregadios e fiquei tentado a enfiar o dedo, mas lembrei de que o tio não havia enfiado e interrompi meus carinhos depois de ouvir um suave gemidinho da minha mulher.

Eu (depois de tirar a mão do entre coxas da minha mulher) – Rosinha, quem foi o primeiro e mexer na sua xotinha, e quem foi o segundo?

Rosinha (sorrindo, tirando a venda, me abraçando e beijando) – Vou acertar todas, amor; o tio foi primeiro e você, foi o segundo a mexer na minha toquinha. Adorei sentir esses dedos safados escorregando na minha xaninha!

Carvalho (sorrindo pra mim) – Fernando, melhor desistirmos, a Rosinha acertou todas!

Rosinha (voltando pra mesa junto comigo e o tio) – Essa brincadeira tá muito gostosa, mas se continuarmos vou querer toques mais profundos, portanto melhor pararmos por enquanto. (sorrindo) – Quem sabe no final da tarde voltamos a brincar e poderemos apimentar um pouco a brincadeira, fazer como o tio disse, estabelecer castigos e prêmios para os erros e acertos! Melhor se houvesse duas mulheres pra também testar vocês, homens, mas infelizmente só tem eu de mulher nesta casa!

Voltamos para a mesa, a Rosinha baixando sua roupa, cobrindo seus tesouros, e eu e o tio ajeitando nossos pintos duros debaixo dos shorts, aliás, logo que o ele sentou percebi que botou o pau pra fora pela perna do short, já que o pinto dele, quando totalmente duro, não consegue se acomodar sob a roupa.

Carvalho (sorrindo pra mim) – Fernando, ontem você havia me perguntado sobre as brincadeiras de inversão de papeis que eu e a Carmem fazíamos, mas nossa conversa foi interrompida e acabei não falando. Ainda quer saber?

Senti que fiquei vermelho de vergonha, pois, eu queria muito saber sobre o assunto, mas preferia conversar somente com o tio, sem a Rosinha por perto pra não incentivar ainda mais o desejo dela de brincar comigo usando os consolos. Fiquei mudo sem saber o que falar, mas a minha esposa, xereta, se manifestou:

Rosinha (sorrindo sabendo que eu estava envergonhado) – Eu quero saber, tio, conte tudo que você e a tia Carmem faziam usando aqueles consolos; tô doidinha pra brincar com o Fer e ele tá resistente. Quem sabe se ele souber o que você fazia, também se anima a fazer comigo?

Carvalho (rindo) – Fernando, se a sua situação já está complicada com a Rosinha tentando te comer com os consolos, depois que eu contar o que eu e a Carmem fazíamos, acho que na próxima semana você não escapará da sua esposa!

Eu (sem graça, com um sorriso forçado no rosto) – Pois, é, tio! Você poderia ter ficado quieto e esqueceríamos este assunto!

Rosinha (rindo) – Relaxe, Fer, eu não esquecerei este assunto de jeito nenhum, deixe o tio contar o que ele e a tia faziam e você vá pensando no assunto, pois tô doidinha de vontade de te pegar e comer bem gostoso!

Carvalho (se fingindo de tímido) – Tô com vergonha de falar como a Carmem me comia, melhor vocês perguntarem o que quiserem saber.

Rosinha – Conte desde o começo, tio, fale pra nós como e quando surgiu a ideia de comprar o primeiro vibrador ou consolo.

Carvalho – A ideia de vibradores, consolos e outros brinquedos veio depois que eu experimentei os dedinhos da Carmem. Tudo começou antes mesmo de nos casarmos quando, numa transa, a Carmem começou um carinho de dedos no meu cuzinho enquanto me chupava o pau. Quando ela percebeu que eu gostei, deu uma linguada molhada no buraquinho e eu não contive um gemido de prazer. Senti vergonha, mas ao olhar pra baixo, ela sorria pra mim e provocou: “Gostou?” Eu não respondi e, talvez por isso, ela continuou com os carinhos, deslizava o dedo nas pregas contornando o furinho enquanto me encavara medindo minhas reações. Eu até queria recusar aquela carícia, pois naquela época eu era meio preconceituoso com relação a homem sentir tesão no cuzinho, mas o prazer que ela me proporcionava era tanto que não consegui reagir e ela, se aproveitando de mim, forçou o dedo e fez entrar a ponta. Quando senti aquele dedo entrando na minha bunda, meus pelos se arrepiaram e tentei fugir, afastar meu cuzinho do dedo atrevido da Carmem, mas não tive forças e a seguir eu senti pelo menos metade do dedo dela vasculhando meu furinho. Naquela transa acabei gozando na boca da Carmem sentindo dois dedos atolados no meu rabo. Ohhh, coisa boa! E foi assim que eu e minha esposa começamos a explorar o meu cuzinho!

Rosinha (rindo) – Tio, isso que você contou eu e o Fer já estamos fazendo há algum tempo, conte mais, quero saber do primeiro brinquedo.

Carvalho (sorrindo pra nós da curiosidade da minha esposa) – Bem, um dia depois de gozarmos fazendo sexo anal, perguntei a ela se tinha vontade de fazer dupla penetração, mas ao ver ela arregalar os olhos de surpresa, expliquei rapidinho que poderíamos comprar um consolo numa sex shop e a dupla penetração seria comigo e um brinquedo. Sorridente, ela topou, pois éramos jovens, cheios de fogo e curiosidade e, na semana seguinte compramos o primeiro consolo, aquele menor que você já viu na sacola. Daí pra frente vocês devem imaginar, né! Primeiro brincamos com o consolo nela, abrindo a xotinha e fantasiando que eu estava sendo o segundo a meter na xaninha aberta e, depois tentamos uma dupla penetração, mas ela não conseguiu naquela vez. Dias depois, quando ela me chupava o pau e enfiava o dedo no meu rabo, percebi ela tirando o consolo que havia escondido debaixo do travesseiro e, minutos depois, vocês devem imaginar onde foi parar o tal brinquedo.

Rosinha (rindo) – No seu cuzinho, né, tio!

Carvalho (rindo) – Pois, é! Fui enrabado pela primeira vez, mais ainda bem que foi pela minha adorada esposa!

Rosinha (curiosa) – Tio, naquela sacola tem vários vibradores e consolos de diversos tamanhos e, pelo que me lembro, tem pequeno, médio e grande. Me conte, você já experimentou todos eles?

Carvalho (rindo) – Você é muito curiosa, Rosinha, mas já que comecei a falar, irei até o fim. Sim, a Carmem já me comeu a bunda com todos eles, desde os pequenos até os maiores! Claro que inicialmente compramos os menores e, à medida que passava o tempo e aumentava a curiosidade, a Carmem pedia que eu comprasse outro maior até que um dia a ela perdeu a vergonha e fomos juntos na loja e, a partir daí ela mesma escolhia os brinquedos. (rindo) - Foi ela quem quis comprar a calcinha de couro pra prender o consolo nela!

Rosinha (sorrindo maliciosa) – Você já experimentou os plugs também, tio!

Carvalho (sorrindo tímido pra nós) – Sim, todos aqueles brinquedos já me proporcionaram alguma dor e bastante prazer; admito que é gostoso usar acessórios com a mulher amada. E digo mais, todo cu é sensível, esteja ele num corpo feminino ou masculino. Eu comecei a obter prazer com o meu precioso já adulto, e confesso que depois disso perdi a vergonha e aproveito todo o prazer que o sexo pode me dar, seja metendo meu pau num buraquinho quentinho e apertadinho, seja deixando que a minha esposa comesse o meu furinho, também quentinho e apertadinho (risos)!

Eu, que a tudo ouvia com atenção, queria perguntar, mas minha vergonha não me permitia satisfazer minhas curiosidades até que, depois do tio declarar abertamente que gostava de dar a bunda para a tia Carmem, timidamente perguntei:

Eu (escolhendo as palavras) – Tio, na primeira vez, ou nas primeiras vezes que a tia Carmem comeu sua bunda, você sentiu vergonha de virar o traseiro pra ela se posicionando igual uma mulher?

Carvalho (sorrindo) – Nas primeiras vezes que gozei com a Carmem fazendo carinho na minha bunda foi extremamente prazeroso, tudo era gostoso depois que os dedos dela já estavam dentro do meu rabo, mas entendo essa sua pergunta, Fernando, e confesso que virar a bunda pra Carmem, mesmo sendo ela minha esposa, era a minha maior vergonha; fosse de frango assado e, principalmente de quatro. Puta que pariu, eu queria muito sentir aquele prazer dos dedos dela no meu traseiro, mas me colocar nas posições tipicamente femininas era uma tortura pra mim!

Rosinha (fingindo dar bronca e rindo) – Tiiiiio, que careta você era! Você mesmo disse há pouco que todo cuzinho, seja feminino ou masculino, é sensível e dá prazer; então qual era o problema de virar a bunda pra tia Carmem e pedir um pinto?

Carvalho (rindo) – Eu não pedia pinto, dona Rosinha, queria muito, mas tinha vergonha de pedir! E eu não consigo explicar a minha vergonha em ficar de quatro ou frango assado, mesmo que fosse pra minha amada esposa Carmem!

Rosinha (sorrindo) – Tio, qual a sua posição preferida pra dar a bunda pra tia Carmem?

Carvalho – Todas as posições eram boas, principalmente de quatro e, mais ainda de frango assado; mas o problema de me arreganhar de frango assado era que essa posição me dava tanto prazer quanto vergonha, pois a Carmem ficava o tempo todo me encarando e medindo minhas reações e isso me dava mais vergonha ainda.

Rosinha (sorrindo maliciosamente) – Tio, espero que você não seja mais careta quanto foi no passado em relação a inverter os papeis. Penso que dar a bunda é normal; pra mim é o mesmo que dar a xota! Agora me fale daquela calcinha de couro que serve pra prender os consolos no corpo da mulher.

Carvalho (rindo) Me dava o maior tesão quando eu via a Carmem vestindo aquilo, ela era exibicionista, vestia a calcinha com o pintão encaixado nela e depois se exibia pra mim, andava pelo quarto, pegava e balançava aquilo e provocava: “Veja o que eu tenho aqui pra você!”

Rosinha (rindo) – Tio, vou confessar; outro dia, no final da tarde, eu estava tão cansada de trabalhar que resolvi ver uns vídeos na internet sobre inversão de papeis e minha xaninha se molhou toda. Me deu um tesãozinho gostoso, fiquei cheia de curiosidade, peguei a sua sacola de brinquedos e vesti a calcinha de couro e prendi os consolos nela, comecei experimentando o menor e terminei com o grandão, aquele que tem o tamanho parecido com o seu pau. Quando me vi no espelho com aquele pintão brotando do meu montinho de Vênus, me senti muito poderosa e me deu mais tesão ainda. (sorrindo pra mim) - Se o meu amorzinho Fer tivesse chegado naquela hora, eu não deixaria ele escapar!

Eu (interrompendo, encarando minha mulher e fingindo dar uma bronca) – Rosinha, você já experimentou a calcinha de couro da tia Carmem com os consolos e não me disse nada?

Rosinha (sorrindo) – Oh, amor, não falei porque sei que você tem medo de tudo que tem formato de pinto, mas eu ia contar, pois tenho certeza de que quando me ver usando a calcinha de couro com aqueles consolos presos ao meu corpo, você vai “cair de quatro”!

Eu (envergonhado e rindo ao mesmo tempo) – Eu não vou cair de quatro pra você de jeito nenhum, quero distância de você e daqueles consolos, principalmente se tiver um deles preso em você!

Rosinha (rindo, enfiando a mão debaixo do pano da mesa, procurando meu pinto e pegando nele por sobre o short) – Fer, quando você me ver pelada, bem gostosa, usando uma calcinha de couro e um consolo bem bonito preso no meu corpo, ficará tão tesudo que vai querer eu e o “meu pintão” bem perto, bem dentro de você! Tenho certeza!

Carvalho (rindo antes que eu dissesse qualquer coisa) – Hiiiii, Fernando, já vi que a Rosinha vai te pegar logo, logo; aposto que você não escapará por muito tempo! Ouça o que vou dizer, amanhã irei viajar e ficarei duas semanas fora e tenho certeza de que quando eu voltar você terá perdido sua virgindade!

Eu (envergonhado, mas tentando manter o bom humor) – Nada disso, tio! Quando você voltar estarei tão virgem quanto sou hoje!

Rosinha (olhando pro tio e me provocando) – Tio, se o meu amorzinho Fer não virar a bunda pra mim, prepare-se, pois quando você voltar, daqui a duas semanas, vou te pegar em todas as posições possíveis e imagináveis, principalmente de frango assado e de quatro! Torça pro Fer desistir da virgindade dele, pois se ele resistir, eu estarei com muita fome quando você voltar, e será você quem terá que satisfazer essa minha tara de comer um cuzinho de macho!

Carvalho (rindo meio tímido após as “ameaças” da minha esposa) – Ohhh, Fernando, nestes dias que estarei longe, dê um jeito na sua mulher e satisfaça o desejo dela, pois dar a bunda tem que acontecer com bastante carinho e paciência. Terei medo se, quando eu voltar, ela não tiver realizado a fantasia com você e estiver tarada pra comer a minha bunda, doidinha pra usar um consolo em mim!

Rimos todos das palavras do tio Carvalho e, ao olhar pra Rosinha, percebi um sorriso vitorioso nela, pois tio acabara de admitir que, caso eu não desse minha bunda e realizasse a fantasia da minha mulher, ele daria.

Eu (curioso e querendo saber mais sobre o assunto) – Tio, você ainda teria vergonha de se colocar em determinadas posições pra dar a bunda e de admitir prazer e gozar, ou essa timidez toda ficou no passado?

Carvalho – Fernando, essa timidez que admiti é coisa do passado, aconteceu apenas nas primeiras vezes que dei a bunda pra minha esposa. Depois que eu e a Carmem aprendemos e sentimos o quanto é gostoso inverter os papeis, acabou toda a vergonha, inclusive confesso que houve ocasiões em que eu provoquei a situação, eu me insinuei fazendo ela entender que eu estava a fim de ser enrabado!

Eu (muito envergonhado de fazer a pergunta) – Tio, imagino que dói, pois a Rosinha quase sempre reclama de dor quando meu pau começa a entrar no furinho dela, mas sempre ouvi dizer que as mulheres têm maior capacidade de suportar dor que os homens. Você que é homem, me diga: dói muito?

Carvalho (rindo) – Fernando, não vou mentir pra você; admito que dói, sim! Mas não é nada insuportável, pois, se fosse, não haveria tantos homens dando o rabo por aí. Veja bem, o mundo inteiro pratica sexo anal, mulheres e homens dão o fiofó em todas as partes do planeta; brincar no furinho traseiro faz parte da curiosidade humana e do instinto explorador que nasce conosco. Mas pra te tranquilizar, afirmo que dói mais nas primeiras vezes, pois à medida que vamos praticando a dor vai diminuindo ou vamos nos acostumando com ela. Quando se acostuma, a dor se torna insignificante frente ao prazer proporcionado por uma enrabada, aliás, digo que quem gosta, mal termina de gozar pelo rabo e já começa a pensar na próxima enrabada. Depois que comecei a dar a bunda pra Carmem, ela dizia que fiquei muito melhor para comer o rabinho dela; ela afirmava que quando um homem sente as dores e prazeres de uma enrabada, ele se torna um exímio enrabador!

O tio era muito bem humorado e sempre nos fazia rir, mas confesso que eu estava preocupado com a pressão que a minha esposa faria sobre mim a partir do dia seguinte, segunda-feira, pra que eu brincasse com ela e os consolos.

Rosinha (me pressionando) - Tiiio, essa nossa prosa me excitou, tô molhadinha só de me imaginar usando a calcinha de couro e um consolo preso nela. Me diga, se o meu amorzinho Fer não quiser dar a bunda pra mim, você dará a sua, deixará eu comer a sua bunda? (sorrindo) – Tio, eu tô doidinha pra comer um cuzinho de macho!

Carvalho (sorrindo tímido) – Rosinha, sempre sinto tesão quando me lembro da Carmem me comendo, mas inversão de papeis é algo muito íntimo pra mim e não sei se eu conseguiria fazer com você, principalmente se o Fernando estivesse olhando. (rindo) – Aliás, digo com segurança que se o Fernando estiver nos assistindo, eu não conseguiria virar minha bunda pra você de jeito nenhum; tenho vergonha!

Rosinha (rindo) – Deixe de ser careta, tio! Vá pensando no assunto para a próxima vez que você voltar pra casa, daqui a duas semanas. Eu gostaria que o Fer assistisse pra que, quando ele ver que você gosta de ser enrabado, perder a vergonha e também dar a bunda pra mim!

Depois de rirmos das muitas besteiras que estávamos falando, fez-se um silêncio momentâneo entre nós, acho que todos queriam partir para a sacanagem, mas ninguém se manifestou até que a Rosinha, após um gole de cerveja, provocou:

Rosinha (sorrindo pra mim e pro tio) – Não sei quanto a vocês, mas eu tô sentindo um tesão danado, minha xotinha tá pingando aqui em baixo! (pegando no meu pinto duro, que eu havia colocado pra fora pela perna do short, e alisando a cabeça com o dedão) – Tio, o meu amorzinho tá de pau duro aqui, tá duro e babando; e o seu, como tá o seu amigão aí?

Carvalho (sorrindo maliciosamente, imaginando que a festinha de final de tarde iria começar) – Rosinha, você quer que eu diga como está o meu amigão ou prefere vê-lo?

Rosinha (com voz sexy, carregada de tesão) – Mudei de ideia, tio, eu perguntei como está o seu amigão, mas não quero mais saber, nem quero ver; hoje eu prefiro sentir. (sorrindo pra mim e em seguida pro tio, nos provocando) - Que tal se a gente fosse pro quarto e brincar de cabra-cega antes do jantar?

Carvalho (sorrindo, enfiando a mão debaixo do pano da mesa e massageando a pica) – Rosinha, se você não quer ver como está o meu amigão, eu não poderei me levantar daqui, pois ele não está cabendo dentro do short!

Rosinha (me encarando) – Então talvez seja melhor vocês vendarem os meus olhos antes de irmos pro quarto.

Meu pau latejava de tão duro ao imaginar que eu e o tio pegaríamos minha esposa outra vez no quarto dele. Me levantei, tirei da gaveta um pano de louça macio, dobrei e cobri os olhos da minha esposa que, submissa, sabendo que seria “usada” por mim e pelo tio, permitia que eu vendasse seus olhos, aliás, não só aceitava como também desejava. Eu havia notado que desde que o tio comentou sobre as brincadeiras com olhos vendados, minha mulher se interessou pelo assunto e nasceu nela o desejo de também brincar de sexo sem enxergar. Fiz o nó no tecido sem apertar muito, me certifiquei de que ela não podia enxergar, troquei sorrisos com o tio e concluí que havia chegado a hora de realizar mais um desejo da minha esposa safada.

Entre nós três, eu era inexperiente e não sabia quais seriam os próximos passos, a Rosinha, por ser o “prato principal” daquela festinha, se deixava dominar confiando plenamente em mim e no tio Carvalho e, desta forma, coube a ele orientar a sacanagem que se iniciava. O tio se levantou exibindo o cacetão duro e eu, ao ver aquilo, lamentei em pensamento que a minha esposa não estivesse olhando a estrovenga que em breve estaria agasalhada em sua xaninha. Olhando para a minha mulher, instintivamente o tio pegou na sua ferramenta e massageou parecendo imaginar e antecipar as sensações deliciosas que sentiria em breve, quando estivesse com o pau dentro da minha Rosinha. O meu pau também estava duro, mas coberto pelo fino tecido do short esportivo. Eu e o tio trocamos sorrisos e ele, delicadamente, segurou a mão da minha esposa e fez ela se levantar. O silêncio era total e só se ouvia a respiração acelerada da minha mulher que, sem nada enxergar, aceitou ser conduzida por nós em direção à casa do tio. A Rosinha caminhava entre eu e ele, mas após uns poucos passos, mesmo segurando em nossas mãos, ela parecia insegura de andar de olhos vendados e parou. Com um sorriso sapeca no rosto, apalpou nossos corpos na altura da barriga, desceu suas mãos procurando nossos pintos e os encontrou facilmente, principalmente o do tio que já estava fora da roupa; o meu, também duro, ainda se mantinha dentro do short que foi invadido pela mão da minha mulher.

Rosinha (sorrindo sem nada enxergar) – Uau, tio, você é bem safado, já deixou seu pintão pra fora da roupa pra facilitar que eu o encontrasse, né! (enfiando a mão debaixo da minha roupa e pegando no meu pinto) – Ai, que delícia, amor, seu pau tá muito duro também!

Naquele momento percebi que, apesar da minha Rosinha não estar enxergando, identificou facilmente de quem eram os pintos que ela segurava.

Carvalho – Não seja apressada, minha linda, espere até chegar no quarto e lá daremos o que você tá precisando!

Rosinha (rindo) – Tio, não tô querendo nada antes da hora, eu só preciso segurar em algo pra me afirmar, pois estou insegura de andar sem ver onde piso.

E assim seguimos lentamente, a minha esposa agarrada aos nossos pintos duros e passando com dificuldade pelas portas até que chegamos ao quarto do tio, onde eu e ele tiramos nossas roupas, mas mantendo a Rosinha vestida. Em pé, em frente à cama, iniciamos os carinhos na minha esposa cujo sorriso parecia um pouco tenso, talvez por estar de olhos vendados. Para criarmos um clima e relaxar a minha mulher, já que era a primeira vez que ela transaria sem enxergar, me aproximei por trás encostando levemente meu corpo ao dela enquanto o tio fazia o mesmo pela frente. Beijamos muito a Rosinha, no rosto, orelhas e pescoço enquanto nossas mãos acariciavam seu corpo por sobre o vestido e nossos pintos se esfregavam nas coxas dela. Depois de provocá-la por um tempo, eu e o tio trocamos de posição, eu na frente e ele atrás e atiçamos um pouco mais a Rosinha até que percebemos a sua respiração ofegante. Eu e o tio trocamos olhares e ele sinalizou pra que eu tirasse a roupa dela. Caros leitores, eu já era corno, mas tirar a roupa da minha esposa por orientação do tio Carvalho, aumentou ainda mais a minha cornoagem. Me posicionei atrás dela e, segurando a barra do vestido, comecei a levantá-lo.

Rosinha (gemendo) – Que delícia, Fer, sentir você tirando minha roupa pro tio Carvalho me comer!

Apesar de estar de olhos vendados, ela sabia que era eu quem lhe tirava a roupa e, colaborando, levantou os braços facilitando que eu a desnudasse pro tio Carvalho que a tudo assistia e orgulhosamente exibia a vara enorme balançando dura na posição horizontal.

Rosinha (peladinha, sorrindo, fingindo timidez e cobrindo com as mãos seus seios e xota) – Ai, que vergonha, estou pelada no meio de dois machos!

Eu e o tio, visando confundir minha esposa pra que ela não soubesse quem estava atrás ou na frente, giramos ao redor dela passando carinhosamente as pontas dos dedos em seu corpo escultural. Delicadamente fiz com que ela tirasse as mãos dos seios e da xota e pudemos apreciar o quanto estava lindinha aquela rachinha volumosa, inchadinha, fazendo com que a fenda entre os lábios parecesse menor. Parei em frente a ela e lhe fiz um carinho no montinho de Vênus e ela, atendendo ao seu instinto de fêmea, abriu um pouco as pernas facilitando que meu dedo encontrasse a sua portinha do paraíso. Brinquei um pouco naquela entradinha sentindo a umidade e o calor daquelas carnes tão íntimas, mas logo o tio também quis agradar minha mulher com seus dedos. Trocamos de lugar e ele também acariciou minha esposa em sua entradinha de fêmea. Eu e o tio fazíamos tudo em silêncio pra que minha mulher não soubesse quem lhe acariciava, mas, ao terminarmos aquelas carícias, a Rosinha, sorrindo, agradeceu:

Rosinha – (identificando quem foi o primeiro e o segundo a lhe fazer carinho) – Foi muito gostoso sentir vocês dois me fazendo carinho na pepeca, primeiro foi o meu amorzinho Fer e depois o tio também brincou na minha florzinha.

Embora nada tivéssemos combinado, a Rosinha se antecipou e identificou quem lhe tocou na xaninha. Partimos pra outros toques e eu indiquei ao tio que iríamos brincar nos seios da minha esposa e testar sua capacidade de nos identificar com os olhos vendados. Eu e ele nos posicionamos em frente a ela e iniciamos carícias com as mãos, eu num peito, o tio no outro, apalpando, pegando e sentindo nas mãos o peso daquelas frutas lindas e firmes enquanto ela sorria. Depois foram os mamilos os nossos alvos, pegamos com os dedos, beliscamos de leve, puxamos um pouquinho fazendo a dona dos peitos gemer de tesão. Por fim, beijamos aqueles montes de carne quente e, carinhosa e delicadamente, chupamos cada um dos bicos que se encontravam duros. Terminamos com leves mordidinhas nos biquinhos enquanto passávamos as línguas causando arrepios na minha esposa que se entregava aos nossos caprichos com os braços levantados e mãos na nuca.

Rosinha (com a pele arrepiada, sorrindo, identificou mais uma vez eu e o tio) – Ohhh, meus amores, vou acertar mais uma vez, o tio brincou no meu peito esquerdo e o Fer, no direito.

Até aquele momento tudo que fizemos na Rosinha, ela havia acertado o autor dos toques. Eu e o tio trocamos olhares um pouco decepcionados, pois enquanto ela não cometesse um erro, não poderíamos impor a ela um “castigo”!

Pra descontrair, a Rosinha, talvez percebendo que estávamos decepcionados por ela ter acertado todas as identificações, nos apalpou procurando nossos pintos que continuavam duros como pedra.

Rosinha (sorrindo, pegando e massageando nossos paus) – Na minha mão direita está o pintão do meu amorzinho, durão, gostosão e babando e, na esquerda, está o galo do tio, também duro, grosso e babando de vontade de entrar em mim. Fer e tio, não fiquem decepcionados por eu ter acertado tudo até agora, pois o que vocês fizeram em mim foi muito fácil de identificar quem fez.

Eu e o tio nos olhamos, sorrimos e ele sugeriu, apenas com o olhar, que levássemos minha mulher pra cama.

Rosinha (deitando de costas, abrindo as pernas e, com os dedos, também a xotinha e exibindo o grelinho duro) – Quero beijinhos e carinhos de língua aqui na minha xaninha! Quem de vocês dois será o primeiro?

Me apressei e deitei com a cabeça entre as coxas da minha mulher e, por uns segundos, apreciei a beleza daquela fruta que brilhava de tão molhadinha. Evitei tocar naquela rachinha com os dedos pra dificultar que ela me identificasse e iniciei beijinhos nas laterais das coxas e segui lentamente para o centro do prazer. Lambi desde próximo do cuzinho, que se contraiu ao toque da minha língua, subi pela fenda molhada com cheiro de fêmea no cio e segui rumo ao grelinho que também pulsou quando sentiu meus lábios o envolvendo juntamente com a língua o lambendo. Putz, que delícia de buceta, que cheiro, que sabor, que meladinha ela estava! Aproveitei a posição de frango assado em que ela havia se colocado e ameacei enfiar o dedo maior no rabinho dela quando ela protestou:

Rosinha (sorrindo) – Ohhh, Fer, eu adoraria dar meu cuzinho pra você, mas ele ainda tá sensível; ontem você e o tio castigaram demais ele; tadinho!

Quando ela falou meu nome, olhei pro tio e sorrimos, pois antes mesmo dele também lamber a xaninha, ela já sabia que quem estava ali, naquele momento lhe dando um carinho de língua, era eu!

Rosinha (rindo e falando de olhos vendados) – Hiii, falei bobagem, identifiquei antes da hora o dono dessa língua gostosa! Fer, amo sua língua, seja beijando minha boca ou lambendo meus buraquinhos. Delícia de língua você tem, amor!

O tio, após constatar que a Rosinha já havia me identificado como o lambedor da sua xaninha, desistiu de lamber ela entre as pernas e, se ajoelhando ao lado da cabeça dela, deu-lhe o cacete pra chupar.

Rosinha (agarrando a vara longa e batendo com ela no próprio rosto antes de enfiar na boca) – Delícia de picão grosso você tem, tio!

Continuamos os carinhos na minha mulher, eu linguando seu entre coxas, desde o cuzinho até o grelinho, e o tio dando o pau pra ela chupar enquanto beliscava os bicos dos peitos.

Rosinha (tirando o pau da boca e suspirando) – Se vocês continuarem fazendo isso comigo vou acabar gozando!

Carvalho (tirando o pau da boca da minha mulher, batendo com ele no rosto dela e enfiando novamente) – Tá gostando, minha linda, de ser a putinha de dois machos?

Rosinha (sem poder falar por estar com a boca cheia) – Huuummm, huuummm!

Querendo dar prazer à minha esposa, caprichei nas lambidas enfiando a língua o mais profundo que pude na portinha do paraíso, depois lambi o cuzinho e, ao perceber sua pele se arrepiando e anunciando a chegada do prazer maior, concentrei meus carinhos de língua no grelinho que pulsava durinho. Olhando pra cima vi que o tio Carvalho também caprichava nas carícias que fazia na minha mulher.

Carvalho (acariciando os peitos, beliscando e puxando os mamilos, igual ela mesma fazia quando estava próxima de gozar) – Goze, minha linda, goze bem gostoso e sinta o prazer que dois machos podem lhe dar, goze como uma putinha, vai. Goze!

Rosinha (com a pele arrepiada e o corpo sofrendo os espasmos do gozo) – Ufffff, que delíciaaaaa, tô gozando, ai, é bom demais gozar com vocês dois me comendo, ohhh, coisa boa!

Depois que a Rosinha gozou, dei água a ela e eu e o tio nos sentamos nas poltronas que havia no quarto e também fomos beber. De frente para a cama, nos deliciando com a água fresca, apreciávamos minha esposa que, desavergonhadamente descansava com as pernas abertas exibindo a xaninha linda. Depois de alguns minutos e nossos pintos ameaçando amolecer, ainda esperávamos a Rosinha recuperar o fôlego. Imitei o tio Carvalho e também comecei a massagear meu pau pra mantê-lo duro. Mas não foi preciso punhetar por muito tempo, pois logo a minha esposa, se mexeu na cama, se esticou e preguiçosamente se movimentou até se colocar de quatro com os joelhos na beirada do colchão. A safada estava pedindo pica! Eu e o tio trocamos olhares e fomos juntos rumo à minha mulher que, para nos provocar ainda mais, se apoiou nos cotovelos arrebitando o belo rabo pra nós. O tio se aproximou dela e, pegando a piroca pela base, bateu com ela nas nádegas da minha esposa e finalizou dando umas pauladas também no rego acertando o cuzinho.

Rosinha (identificando o tio antes mesmo que eu também lhe desse umas pintadas na bunda) – Delícia de pintão, tio!

Diante de mais uma identificação correta, desisti de bater com o pau na bunda da minha esposa e fui direto na xaninha. Em pé ao lado da cama, pincelei a cabeça do pinto na entrada, esfreguei também no grelinho e no cuzinho e em seguida enfiei na bucetinha que tanto amo e me dá prazer. A lubrificação daquela frutinha permitiu que meu pau entrasse todo numa só metida e senti as delícias das carnes quentes e apertadas da minha mulher agasalhando minha pica dura.

Rosinha – Ufffff, que pica gostosa você tem, amor, adoro demais esse seu cacete, amo ele de paixão! Mete, Fer, mete na minha rachinha que eu gosto!

Carvalho (sorrindo pra mim enquanto afrouxava o nó do pano que vendava minha esposa) – Fernando, a Rosinha não errou nenhuma identificação até agora, já não sei mais o que poderemos fazer pra testá-la. É melhor tirar a venda dos olhos dela e brincarmos como sempre!

Rosinha (tirando o pano dos olhos e rindo) – Vocês foram ingênuos se pensaram que eu não iria identificar vocês! Toda mulher consegue identificar os toques do seu homem, não interessa se for com as mãos, a boca ou o pinto, uma mulher sempre sabe quem é o seu homem! (rebolando no meu pau) - Amo você, Fer!

Caprichei nas metidas, tirava até restar somente a cabeça da pica dentro da Rosinha e em seguida socava fundo conseguindo, em algumas metidas, tocá-la no útero. O tio, ao lado dela, assistia eu meter fazendo carícias nos peitos, nas costas e na bunda enquanto esperava sua vez. Como eu estava gostando demais de comer minha esposa, vendo meu pau entrando e saindo da xaninha gostosa, não tive pressa e continuei metendo e curtindo as delícias que a bucetinha da minha amada me proporcionavam. Logo o tio se mostrava impaciente pra também comer minha mulher e postou-se ao meu lado assistindo meu pau fodendo a rachinha dela. Ver o tio olhando eu meter na Rosinha e punhetando o seu cacetão, me fez lembrar dos cachorros que perseguem a fêmea no cio e ficam olhando o outro trepar enquanto esperam sua vez de também meter na cadela.

Eu (tirando o pau da buceta da minha mulher, cedendo o lugar ao tio e admitindo a minha cornoagem) – Vem, tio, sua vez agora de comer a minha cachorrinha! Mete nela que ela gosta!

Ao tirar meu pau da bucetinha e dando o lugar ao tio Carvalho, sorri feliz ao ver que eu deixava a bucetinha da Rosinha bem aberta, nitidamente com aparência de metida, coisa que tantas vezes ele fez comigo deixando a xotinha dela toda arrombada pra mim. O tio, igual a um cachorro tarado, ou melhor, um cavalo doido pra cobrir a fêmea, montou na minha mulher e, afoito como estava, enfiou todo o cacete numa só metida fazendo minha mulher gemer:

Rosinha (reclamando) – Puta que pariu, tio, que pauzão de cavalo você tem; devagar na primeira metida, seu pau é muito comprido e tá empurrando meu útero!

Carvalho (se desculpando, mas continuando a meteção) – Desculpe, minha linda, é que você me dá muito tesão e não resisti!

Na posição em que o tio se encontrava, em pé ao lado da cama, ele tinha total liberdade pra meter na minha Rosinha que continuava de quatro na beirada do colchão. Apesar dos protestos da minha esposa pedindo mais delicadeza, o tesão acumulado do tio Carvalho não permitia que ele diminuísse o ritmo da montada que dava nela. Mas em pouco tempo, dominada e agarrada pela cintura, a Rosinha passou a curtir as estocadas fortes do tio na sua buceta, gemendo e suspirando de prazer:

Rosinha – Ufffff, que delícia de pauzão, tio, mete, pode meter que agora eu consigo aguentar tudo, vem, mete bem gostoso na minha bucetinha que ela tá querendo seu pau!

Carvalho (sentindo aproximar o prazer maior, tirou o pau da buceta da minha mulher) – Vai, Fernando, continue metendo na sua putinha, preciso dar um tempo e relaxar porque tô quase gozando.

Reassumi o meu lugar e meti fundo na buceta da minha Rosinha que, apesar de folgada, estava deliciosa. Comecei um vai e vem curtindo as delícias daquelas carnes quentes que envolviam o meu cacete e teria metido por um bom tempo se não fosse o tio se aproximar querendo meter outra vez na minha mulher. Cedi meu lugar a ele que fez desaparecer dentro da minha amada a sua enorme vara. Senti um tesão especial com aquela situação de revezamento que estávamos fazendo, eu e o tio na buceta da Rosinha. Esperei que ele desse algumas estocadas e sinalizei que eu queria voltar a meter. Ele cedeu a vez pra mim e novamente enfiei a pica na racha úmida. Ele também parece ter gostado do revezamento rápido e, sem qualquer combinação, começamos a troca de picas na Rosinha. O tio dava umas poucas estocadas e liberava a bucetinha, eu entrava, metia uns segundos e cedia o lugar pra ele. Logo estávamos lado a lado, eu e ele, às vezes tocando corpos e, quando um saia de dentro da xotinha, imediatamente o outro entrava nem dando tempo pra que o buraco da buceta se fechasse; era um revezamento rápido, um saia e o outro entrava. Trocamos sorrisos, havíamos iniciado uma nova modalidade de sexo compartilhado na qual minha esposa era a principal figurante.

Rosinha (gemendo) – Ai, que delícia sentir vocês dois me comendo, um saindo e outro entrando em mim; minha bucetinha tá adorando comer dois pintos! Se continuarem assim vou gozar outra vez!

Carvalho (olhando pra mim e sorrindo) – Fernando, vamos mudar de posição antes que a Rosinha goze, porque se ela gozar outra vez vamos ficar na mão. Deite-se na cama pra ela montar você.

Considerando a vasta experiência do tio, obedeci, pois imaginava que ele sempre tinha boas ideias quando se tratava de sexo.

Rosinha (sorrindo e montando em mim ao me ver deitado com o pau apontando pro teto) – Huuummm, que delícia, vou comer seu pau, amor, e vou cavalgar bem gostoso nessa sua pica dura!

Logo que ela começou a cavalgada em mim, o tio se aproximou por trás e fiquei imaginando que ele tentaria comer a bunda dela e fazermos uma dupla penetração, mas lembrei-me de que ela havia dito estar com o cuzinho dolorido e, então, fiquei na expectativa do que iria acontecer.

Rosinha (ao se dar conta de que o tio estava atrás dela) – Ah, não, tio! Hoje eu não tô preparada pra dar a bunda pra você, nem fiz a higiene interna e, além do mais, meu rabinho tá dolorido desde ontem quando você e o Fer “maltrataram” muito ele!

Carvalho (esfregando a cabeça da pica no que sobrava do meu pau fora da buceta da Rosinha e fazendo pressão tentando achar uma brecha e meter o cacete dele junto com o meu) – Eu sei, minha linda, que o seu cuzinho tá dolorido, mas eu vou tentar meter na bucetinha, imagine o quanto será gostoso você ter dois paus juntos dentro dessa rachinha gostosa!

Rosinha (sorrindo pra mim e exibindo uma expressão de surpresa no rosto) – Oh, tio, nunca fiz com dois pintos juntos na xota, acho que não vou aguentar, pois só o seu pinto já enche e estica ela todinha.

Carvalho (pressionando o pau tentando meter no mesmo buraco onde estava o meu) – Vamos tentar, se você não aguentar eu paro!

Rosinha (sorrindo pra mim) – Tá bom, tio, concordo em tentar, mas se eu não aguentar vou gritar e você tira rapidinho, tá?

Carvalho (forçando) – Claro que eu tiro, minha flor! Vou empurrar meu pau pra entrar na sua xaninha junto com o do Fernando, vá imaginando o quanto será gostoso dois pintos juntos na sua bucetinha.

O tio tentava, forçava por um lado e a cabeça escorregava, tentava do outro lado e não entrava, tentou por cima e a cabeça desviou e quase entrou no cuzinho.

Rosinha (reclamando da dor sentida) – Aiiiii, tiiiiio, no cu, não! Eu já disse que hoje não tô preparada pra dar a bunda pra você!

Carvalho (desistindo de meter na Rosinha e deitando ao nosso lado com uma expressão de arrependimento e susto pensando ter machucado ela) – Desculpe, minha linda, tô muito tesudo e precisando tanto sentir meu cacete dentro de você; desculpe se te machuquei!

Rosinha (sorrindo, saindo de cima de mim e montando o tio na tentativa de compensar a bronca e o susto que deu nele) – Não precisa pedir desculpas, tio. Não doeu muito, não!

Vendo a Rosinha cavalgando o tio, comendo com a xota todo o cacetão dele, eu pensava que ele havia desistido de fazer uma dupla penetração vaginal na minha esposa e que eu teria que aguardar a minha vez de meter, mas me surpreendi quando ele falou:

Carvalho (agarrando as nádegas de minha esposa e abrindo o rabo dela) – Vem, Fernando, vamos tentar de novo, o meu pau não entrou quando o seu estava dentro da Rosinha; agora que o meu está dentro dela, tente meter o seu!

Rosinha (ao invés de reclamar, me surpreendeu arrebitando o rabo e sorrindo pra mim) – Fer, o tio tá muito querendo meter na minha xaninha junto com você, vamos tentar mais uma vez!

Enquanto me ajeitava por trás da minha mulher, entre as pernas dela e do tio, dei uma boa olhada naquela cena digna de um filme pornô. Que imagem, caros leitores! O pauzão do tio esticava de tal forma a xotinha da minha esposa que os lábios estavam forçados pros lados e formavam um anel ao redor da verga grossa que enchia a buceta dela! Vendo o quanto aquela entradinha do prazer estava esticada, tive poucas esperanças de que eu conseguisse meter meu pinto junto com o do tio. Mas mesmo assim segurei meu pau bem firme e forcei de um lado e depois do outro e, não obtendo sucesso, não encontrando uma brecha pra entrar, tentei por cima, porém com cuidado pra não escorregar e entrar de surpresa no cuzinho dela. Não consegui meter, mesmo meu pinto estando muito duro, o pau do tio fechava a entrada impedindo que até mesmo um dedinho fino entrasse junto com o pau dele. Pra não “perder a viagem” e doido pra meter num buraquinho quente, testei a disposição da minha esposa e dei umas pinceladas com a cabeça da pica no cuzinho dela que olhou pra trás me presenteando com um sorriso enigmático. Naquele momento eu não soube interpretar se ela estava aceitando ou recusando a minha investida no seu cuzinho. Quando eu ia tentar novamente, o tio tirou a Rosinha de cima dele:

Carvalho (se levantando, dando um beijinho na minha esposa) – Rosinha, nunca meti com você em pé! Vamos tentar?

Antes de qualquer resposta à sua pergunta, o tio foi até o canto do quarto e trouxe até nós duas pequenas banquetas estofadas, cuja altura, de uns vinte centímetros, não me davam a menor ideia pra que serviam. Sorrindo, o tio colocou-as no chão, separadas uma da outra, e indicou à minha esposa subisse nelas. Logo que ela se posicionou com um pé em cada banqueta e as pernas um pouco abertas, lembrei-me do tio ter dito que nunca havia metido na Rosinha em pé e, então, soube qual seria a utilidade daqueles apoios.

Rosinha (rindo, sem pressa de gozar e parecendo disposta a continuar brincando) – Tio, você é muito sacana, tem até duas banquetas baixinhas pra meter em pé, né, safado!

Nesta altura dos acontecimentos, todos nós tarados, eu e o tio doidos pra meter, e a Rosinha doidinha pra dar, juntamos nossos corpos, eu por trás dela e ele pela frente, ambos disputando com nossas picas a entradinha do paraíso da minha mulher. Nos movimentávamos como cachorros tarados dando estocadas entre as coxas da minha esposa procurando com os pintos a entrada da bucetinha; era como se fosse uma competição, quem achasse o buraquinho primeiro, gozaria dos prazeres da xaninha mais gostosa deste mundo! Claro que esses movimentos de cachorros tarados no meio das coxas dela fizeram com que nossos pintos se tocassem, mas nossa tara era tamanha que pouco importamos de esfregar um pinto no outro e continuamos procurando a portinha da felicidade.

O tio, tarado como estava, trapaceou, segurou o pinto e o direcionou obtendo vantagem sobre mim encontrando a portinha da xaninha da minha esposa primeiro que eu.

Rosinha (gemendo ao sentir a penetração vigorosa) - Ufffff, ai, tio, que pauzão você tem! Putz, já dei bastante pra você, mas ainda não me acostumei com todo esse volume dentro de mim!

Vendo o tio metendo como um cachorro tarado na minha Rosinha, não tive alternativa a não ser esperar a minha vez pra também desfrutar da sua xotinha. A metida forte que o tio dava de baixo pra cima empurrava o útero da minha esposa fazendo com que ela esticasse as pernas, se posicionando nas pontas dos pés e tentando tornar a penetração menos profunda. Tesudo como eu estava, aproveitei nossa posição na qual fazíamos da minha esposa o recheio de um sanduíche, e encaixei meu cacete no rego da bunda e também comecei a me movimentar sem penetrar, mas como se estivesse também metendo em um dos buraquinhos dela. Minha esposa parecia delirar, não sei se pela novidade de transar em pé ou, mais provável porque naquela posição as pernas não estavam abertas tanto quanto ficam na posição deitada e, assim, o buraquinho fica mais apertado provocando um atrito maior entre o pau e o canal vaginal. Eu estava doido pra meter e comecei a cutucar o pau por baixo procurando a entradinha da rachinha, mas só encontrava o cacetão do tio ocupando todo o espaço. Ele entendeu o meu desespero pra também meter e cedeu seu lugar a mim. Entrei com tudo, meti forte de baixo pra cima e a Rosinha pode, então, desistir de ficar nas pontas dos pés e baixar o corpo. Comecei a meter e a sentir as delícias de agarrar minha mulher por trás e socar o pau naquela bucetinha que compartilhava com o meu tio dotado. Meti por alguns segundos até que o tio demonstrou o desejo de novamente meter na minha mulher. Tirei meu pau e imediatamente o dele entrou indo fundo fazendo ela outra vez esticar os pés pra tornar a penetração menos profunda. Percebi que o tio propositalmente comandava a posição dos pés da Rosinha; quando ele dobrava um pouco os joelhos e o pau ficava mais baixo, ela se apoiava na planta dos pés, pois o pau não entrava tão fundo, mas quando ele empurrava tudo pra cima e pra dentro da rachinha, ela tinha que esticar os pés na tentativa que fugir das estocadas que o tio dava no seu útero. Vendo tudo aquilo e cheio de tesão, encaixei novamente meu pinto no rego da bunda e comecei a me esfregar na Rosinha quando vi o tio, aproveitando que ela, transtornada de tesão, olhava pro teto e não o via, movimentou os lábios sem emitir som e sugeriu pra mim: “Mete no cuzinho dela!”

Ao ouvir aquilo, lembrei-me de que a Rosinha havia negado o cuzinho pro tio alegando que seu rabinho estava dolorido depois da enrabada e da dupla penetração do dia anterior, mas o meu tesão era tamanho que resolvi tentar. Apesar do meu pau estar todo molhado dos sucos da buceta da Rosinha, resolvi passar gel lubrificante nele e, enquanto fazia isso, o tio flexionou um pouco os joelhos aliviando a pressão da cabeça da pica no útero da minha mulher e permitindo que ela também abaixasse seu corpo e voltasse a se apoiar nas solas dos pés aliviando o cansaço de ficar com as pernas esticadas. Com a pica devidamente lubrificada, abri a bunda da minha esposa, segurei o pau e apontei a cabeça pro cuzinho dela que, para minha surpresa, ao invés de fugir de mim, deixou de se movimentar e ficou quieta parecendo aguardar a entrada do meu cacete no seu rabo. Fiz uma leve pressão e a cabeça da pica entrou.

Rosinha (fugindo de mim ao sentir meu pinto invadindo seu cu e voltando a se apoiar nas pontas dos pés afastando o cuzinho da minha pica dura) – Ai, amor, eu quero tanto dar a bunda pra você e a bucetinha pro tio, sentir outra vez vocês dois juntos dentro de mim, mas o meu cuzinho tá dolorido desde ontem e acho que não vou aguentar dar ele outra vez hoje!

Eu (doido de tesão e querendo meter) – Oh, amor, eu tô doido de tesão, preciso muito meter, deixe eu tentar enfiar meu pau no seu cuzinho, igual fizemos ontem; você vai adorar.

Rosinha (gemendo manhosa) – Oh, Fer, acho que vai doer, meu cuzinho tá sensível!

Tesudo igual um cachorro tarado, agindo por instinto, eu pincelava a cabeça do pau no cuzinho da Rosinha, mas ela, com os pés sobre duas banquetas de uns vinte centímetros e apoiada nas pontas dos pés, mantinha o cuzinho longe do meu cacete; no máximo eu conseguiria enfiar a cabeça da pica, mas não uma penetração total. Olhei pro tio que disfarçadamente me fez sinal para aguardar. Eu, sem entender o motivo, obedeci e aguardei com o pau duro e a cabeça levemente encaixada no centro das preguinhas do cu da minha mulher. Percebi que o tio dobrou um pouco os joelhos baixando o pau pra que a Rosinha pudesse também baixar o corpo, mas ela não o fazia, pois se fizesse, meu cacete entraria no seu rabinho. O tio outra vez sinalizou pra que eu aguardasse e então entendi naquele momento a estratégia dele; vencer minha esposa pelo cansaço, pois quando ela não mais aguentasse se manter nas pontas dos pés, teria de abaixar o corpo e assim sua bunda desceria em direção ao meu pau.

O tio continuava metendo, pois o pau dele, mais comprido que o meu, alcançava a xota da Rosinha mesmo ela estando sobre as banquetas, com as pernas esticadas e nas pontas dos pés. Ela gemia curtindo o vai e vem do cacete do tio na sua buceta enquanto eu apenas sentia a cabeça do meu pinto nas preguinhas do cuzinho dela. Passou-se um tempinho e percebi que ela dava sinais de cansaço, pois as pernas tremeram por uns segundos. Ao ver o sorriso do tio, constatei que ele também havia percebido que a minha mulher não aguentaria continuar muito mais tempo apoiada nas pontas dos pés e, segundos depois, senti as pernas dela fraquejarem outra vez. Eu e o tio trocamos sorrisos.

Rosinha (gemendo, tentando olhar pra trás) – Oh, amor, meu cuzinho foi tão castigado ontem por vocês dois! Você quer mesmo comer ele?

Eu (cheio de tesão, doido pra meter e sentir meu cacete enterrado no rabo da minha mulher) – Relaxe, amor, passei lubrificante no meu pau e o seu cuzinho tá bem melado, vai entrar fácil e você vai adorar!

Rosinha (gemendo, olhando pro tio e imaginando que não escaparia da minha enrabada) – Oh, tio, o meu maridinho é muito malvado, ele tá querendo comer meu cuzinho! Com o seu pau dentro da minha bucetinha, meu rabinho fica muito apertado; será que vai doer?

Carvalho (provocando minha mulher e me surpreendendo) – Vai, minha linda, vai doer, sim, mas só o suficiente pra você sentir que o pau do Fernando estará entrando no seu cuzinho e não na sua bucetinha!

Rosinha (sorrindo e gemendo ao mesmo tempo) – Oh, tio, você também é muito malvado!

Eu (provocando) – Relaxe as pernas, amor, você já está cansada de ficar nas pontas dos pés, relaxe e deixe sua bunda descer, vem comer meu cacete duro com esse cuzinho gostoso que você tem!

Carvalho (dobrando um pouco mais os joelhos e deixando somente a cabeça do pau na buceta da minha mulher dando a ela mais um motivo pra se abaixar) – Vem minha flor, abaixe seu corpo, desça sua bucetinha e seu cuzinho e vem comer nossas picas que você tanto gosta, vem!

Rosinha (fazendo charminho, sorrindo e abraçando o tio com um braço e tentando me abraçar com o outro) – Vou tentar, meus machos malvados!

Percebi que a minha mulher estava muito a fim de sexo, mas sem pressa pra gozar; ela queria brincar comigo e com o tio por bastante tempo e curtir os prazeres que dois machos podiam lhe proporcionar. Quanto a fazer dupla penetração, dando a buceta pro tio e o cuzinho pra mim, concluí que ela não tinha tanto medo da dor e que fazia charminho quando dizia que seu furinho estava dolorido.

Rosinha (abaixando o corpo, descendo a bunda em direção ao meu cacete e gemendo de dor quando meu pau começou a entrar no seu cuzinho junto com o do tio na bucetinha) – Aiiii, como dói dois pintos entrando em mim, vocês são malvados, estão rasgando meus buraquinhos!

No segundo seguinte senti as delícias de ter meu pau agasalhado pelo cu ainda mais apertado da minha esposa, pois, junto com meu cacete entrando no rabo dela, o picão do tio também invadia a buceta. Oh, coisa boa!

Finalmente eu sentia as delicias que o interior do corpo quente da minha esposa podia me proporcionar. Ter meu cacete todo enterrado no cuzinho dela, metido profundamente e muito apertado devido ao pintão do tio também estar enfiado na buceta, me dava um prazer gigantesco, principalmente por estar fazendo tudo aquilo em pé, com a Rosinha prensada entre eu e o tio. Naquela posição ela estava completamente dominada, submissa a mim e ao tio, pois tínhamos o domínio total do seu corpo. O tesão era tal que eu e ele começamos a agir por instinto, prensamos nossos corpos contra o da minha mulher fazendo nossos pintos se enterrarem completamente nela e, em seguida começamos meter movimentando nossos quadris de baixo pra cima chegando ao ponto de erguer o corpo da Rosinha até quase tirá-lo do chão. E foi numa dessas prensadas que demos que o tio aproveitou que ela mal se apoiava nas banquetas e, com os pés, tirou os dois apoios sob os pés da Rosinha deixando ela vulnerável e indefesa à nossa tara de machos. Eu e ele tínhamos que dobrar um pouco mais os joelhos quando deixávamos que ela apoiasse seus pés no chão, mas prensá-la com nossos quadris e levantar seu corpo nos dava um prazer especial, principalmente devido aos gemidos dela.

Rosinha – Aiiiii, seus putos, vocês estão rasgando meus buraquinhos, puta que pariu, tio, seu cacete tá arrombando minha buceta e empurrando meu útero; aiiiii, Fer, seu picão duro tá rasgando meu cu, aiii, vocês vão acabar comigo!

Eu (provocando) – Tá doendo, amor, quer parar de transar? Se você quiser eu e o tio paramos e você poderá descansar...

Rosinha (gemendo) – Mete, mete, quero vocês dois metendo bem forte, acabem comigo, façam o que quiserem, mas me façam gozar que não tô aguentando mais essas picas me rasgando, vai, quero os dois metendo com força, vem, me dá pau, quero pica, ai, vou gozar, vou gozar, aiiiii, que delíciaaa, tô gozandooooo!

Eu e o tio permanecemos aguardando terminarem os espasmos de gozo da Rosinha e, em seguida, acompanhando o tio, ajudei ele a segurar o corpo mole da minha mulher e a levamos pra cama. Ele orientava nossos movimentos e fez com que eu me deitasse junto com a Rosinha, eu por baixo e ela por cima de mim sem desfazer nossa conexão entre meu cacete e o cu dela. Logo em seguida ele veio por cima e meteu outra vez o cacetão na buceta dela que apenas gemeu.

Rosinha (gemendo sentindo o tio metendo outra vez) – Vocês vão acabar comigo hoje!

Passou-se um tempo naquela meteção e o tio já dava sinais de estar próximo do gozo e a Rosinha, percebendo, pediu com voz preguiçosa:

Rosinha (olhando pra trás) – Tio, não goze dentro da minha xota, não, hoje eu quero seu gozo no meu rosto, mas tenha cuidado pra não esguichar nos meus olhos, tá!

Toda essa prosa da Rosinha aumentou o tesão do tio Carvalho que logo anunciou a chegado do prazer maior

Carvalho (tirando o pau da buceta e se ajoelhando ao lado do rosto dela) – Ufff, tô quase gozando, Rosinha, ai, tá vindo, vou gozar na sua cara!

Rosinha (mesmo preguiçosa, virou o rosto pro lado e sorriu) – Dá, tio, dá o seu creminho no meu rosto, hoje quero seu caldinho na minha cara!

Carvalho (sorrindo pra minha mulher e punhetando o pauzão que parecia mais grosso e comprido) – Ohhh, Rosinha, vou gozar nessa sua carinha linda, ohhh, tá vindo meu gozo, que delícia, ahhhhh, como é bom gozar com você, minha linda, tome porra!

Rosinha (segurando o pau do tio e direcionando os jatos pra sua boca, bochechas e peitos) – Goze, tio, ai, que coisa linda um pau gozando, isso, dá esse leitinho quente pra mim, ai, que delicia!

Após o clímax, o tio se deitou ao nosso lado completamente mole, ainda gemendo e o corpo tremendo devido aos espasmos do gozo. Eu, que não mais me aguentava de vontade de gozar, abracei apertado minha Rosinha e rolamos na cama até que fiquei sobre ela que, de bruços, submissa, aceitava as minhas investidas de macho tarado doido pra gozar. Soquei fundo e forte meu pau no cu da minha mulher até que também senti o gozo vindo.

Eu – Ai, que delícia, vou gozar, vou gozar no seu cu, Rosinha, ai, tô gozando, ai, que coisa boa gozar com você, que delícia que é gozar no seu cuzinho!

Rosinha (com o rosto virado pro lado, sorrindo submissa sob meu corpo, mesmo sentindo as estocadas fortes que eu dava no seu cuzinho e esguichando dentro de suas entranhas o caldo do meu prazer) – Goze, amor, goze gostoso dentro de mim, ai, que delícia sentir seu pau pulsando dentro do meu cuzinho, isso, mije sua porra dentro de mim, me enche o rabo com o seu creme quentinho!

Com o coração disparado e a respiração ofegante, deixei que meu corpo caísse pro lado e adormeci. Acho que todos nós dormimos por quase uma hora e foi a Rosinha quem despertou a mim e ao tio. Preguiçosamente saímos dali, fomos pro quintal, tomamos banho na ducha pra acordarmos e, sentindo as barrigas vazias, esquentamos os restos do almoço. Quase sem falar devido a estarmos extremamente satisfeitos sexualmente e ao enorme cansaço, fizemos nossa refeição, arrumamos tudo por ali e seguimos cada qual pra sua casa pra dormirmos e recuperar a energia gasta naquela tarde de sexo gostoso.

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