Eu nunca fui de me arriscar. Minha vida era uma rotina previsível: universidade, livros, e noites quietas em casa com algum filme. Sempre achei que aplicativos de pegação eram um território perigoso, cheio de gente estranha e expectativas que eu não estava disposto a correr.
Até que um dia, tudo mudou. Um calor absurdo, uma solidão latejante e uma carência que não me deixava concentrar em nada. O tesão falou mais alto que o medo. Baixei o app num impulso, o coração batia forte e eu me sentia estranho.
Criei um perfil, sem mostrar meu rosto, apenas meu corpo magro de Twink, minha bunda empinada, mas sempre de cueca, nada muito vulgar. E comecei a caçar machos interessantes.
Foi lá que eu conheci o Bombeiro mais gato do mundo. A primeira foto era só de olhos um azul intenso que parecia perfurar a tela. Na segunda, ele sorria, sem camisa, com o torso definido e úmido de suor, como se tivesse acabado de sair do treino. Na bio, duas palavras que me fizeram engolir seco:Ativo. Bombeiro.
Parecia bom demais para ser verdade. Um loiro musculoso, com aquele queixo forte e um ar de segurança que me deixou fraco. Era a cara do William Seed, aquele ator pornô que eu vez ou outra via em alguns vídeos. Porém, pela foto, parecia real, e ele parecia muito mais bonito, mais intenso. Tomei coragem e mandei uma mensagem simples: "Estou pegando fogo! 🍑🔥".
Ele respondeu na hora. Em menos de cinco minutos de conversa, direta e sem joguinhos, ele me convidou para “Um treinamento privado" no apê dele. Achei que fosse uma gíria, um código para sexo. E era.
Mas o que era para ser apenas uma noite de risco se transformou em algo constante. A gente se deu bem, muito bem. Dos 18 cm grossos dele à sua personalidade fácil de lidar, tudo encaixou. Viramos amigos, uma amizade colorida que ia muito além de sexo.
Ele acabou se tornando alguém importante pra mim, e eu pra ele. Conversávamos, bebíamos juntos, vez ou outra uma conversa intensa e profunda, ou um desabafo. E o sexo, sempre mais gostoso, mais íntimo, no quarto, na sala, na cozinha, no chão, ou contra a parede. Sempre perfeito.
Por isso, quando ele me chamou naquela noite, achei que seria como todas as outras: uma cerveja, uma conversa e, claro, ele me comendo feito touro no cio que passou anos isolado sem ver ninguém, e talvez, até dormir juntinhos até o sol raiar. O que pensei que seria só mais uma noite de “treinamento privado” com o William, acabou meses mostrando um verdadeiro “treinamento intensivo”, mostrando que eu estava redondamente enganado.
Sempre que ele me chama, eu apareço. Não só pelo sexo – que como já disse é incrível, intenso e íntimo –, mas pela amizade que surgiu entre nós. Mas, quando cheguei no apartamento dele, como das outras vezes. A porta estava entreaberta, e eu entrei sem bater, mas o que vi do lado de dentro não era o que eu esperava.
— William?
A luz da sala estava baixa, e a primeira coisa que vi foi ele, de pé, sem camisa, com aqueles músculos definidos iluminados pelo abajur. Mas não estava sozinho.
Ao lado dele, outro homem. Mais alto, moreno, pele queimada de sol, olhos verdes penetrantes e um sorriso largo, quase predador. Também sem camisa, com um torso largo, tatuado e forte.
— E aí, gatinho? — William veio até mim e me puxou para dentro, fechando a porta. — Trouxe um amigo pra gente se divertir hoje. Esse é Borges, meu melhor amigo. — ele se inclinou em minha direção e sussurrou: — Acha que aguenta dois bombeiros?
Meu corpo todo arrepiou em resposta. Ele não viu, mas meu cu piscou, parecendo um incêndio, pronto para ser apagado por aqueles dois bombeiros gostosos.
— P-prazer em conhecê-lo, Borges. — Gaguejei, quando William agarrou minha cintura e me guiou pra perto do amigo.
Borges se levantou do sofá, se aproximou, cruzou os braços e sorriu, me olhando de cima, já que era mais alto que eu. Seu olhar percorreu meu corpo todo, como se já me conhecesse intimamente.
— Então você é o tal garoto que o William não para de falar? — disse ele, com uma voz grave, que ecoou direto na minha espinha.
Eu só consegui balbuciar um “sim”, já sentindo o calor subir no meu rosto. William riu, passou a mão no meu cabelo e sussurrou no meu ouvido:
— Relaxa, lindinho. Hoje a gente vai treinar em dupla.
Em minutos, estávamos os três no quarto, e as roupas já tinham ido pro chão. Eu estava sem camisa (ainda de bermuda), de joelhos no carpete, sentindo a textura macia sob as minhas pernas nuas. Minha respiração já estava acelerada, e meus olhos não sabiam para onde olhar primeiro.
William ficou de pé diante de mim, tirando a calça com uma lentidão provocante, como um artista se revelando. Primeiro, o zíper desceu, depois os botões. A calça deslizou por suas coxas grossas e musculosas — tão definidas que pareciam esculpidas —, revelando uma cueca vermelha justa que deixava evidente o tamanho de seu membro, completamente rígido, que esticava o tecido sobre seu volume impressionante, grosso e pesado, que pulsava levemente contra o pano.
Ao seu lado, Borges fez o mesmo, mas com um ar mais brutal, mais urgente. Ele despiu a calça de maneira quase mecânica, revelando uma cueca cinza de algodão que também mal continha o que havia por baixo. A forma alongada e saliente era visível mesmo através do tecido, prometendo algo… Diferente… Algo grande!
— Está pronto para ver minha mangueira? — perguntou Borges, com um tom de voz grave que parecia ecoar no meu peito.
Seus dedos puxaram a cueca para baixo num movimento fluido, e então… Uau!
Seu membro surgiu como algo saído de um filme da Timtales: longo, muito longo, pesado e finamente esculpido. Deveria ter uns 23 cm, como eu suspeitara, mas era a perfeição daquele instrumento que me deixou boquiaberto. A pele era mais escura que o resto do corpo, com veias salientes que subiam como cordilheiras ao longo do tronco firme. A cabeça, grande e arredondada, tinha um colorido rosado-arroxeado, contrastando com o tom moreno da base. Era uma pica de dominador, daquelas que impõem respeito só de existir.
William não perdeu tempo. Com um sorriso safado, puxou sua cueca vermelha para baixo, libertando aquela rola grossa e familiar que eu tanto idolatrava. Seus 18 cm não eram tão longos quanto os de Borges, mas eram roliços, vascularizados, com uma curvatura leve para esquerda que eu sabia que era perfeita para acertar pontos estratégicos para um orgasmo. A cabeça grande e rosinha, já lubrificada de excitação, brilhava sob a luz do quarto.
Logo abaixo, as bolas do William eram um par pesado e generoso, balançando entre suas pernas como dois testemunhos maduros de virilidade, cheias e redondas, prometendo um leite espesso e abundante, o qual eu já era viciado em beber; já as do Borges eram igualmente impressionantes, maiores ainda, mais escuras e com veias superficiais, pendendo para frente com um peso visível, com dois sacos pesados, prontos para jorrar uma porra quente e inesgotável depois de uma longa jornada de serviço.
Fiquei ali, de joelhos, entre os dois deuses do sexo, sentindo minha própria boca se encher de água enquanto admirava as duas “mangueiras” que, em breve, me usariam de todas as formas possíveis.
William quebrou o silêncio, rindo baixo:
— Gostou do que vê, putinho?
Eu só consegui balbuciar, ainda hipnotizado:
— Mais do que imagina…
— Quer experimentar? — Borges aproximou-se, roçando a cabecinha já melada de pré-porra nos meus lábios.
William se inclinou e me puxou para um beijo profundo, sua língua invadindo minha boca com a mesma intensidade com que eu desejava sua rola. Enquanto isso, Borges se posicionou ao lado dele, segurando seu membro longo e imponente próximo ao meu rosto, tão perto que eu sentia o calor pulsante vindo dele. Eles ficaram lado a lado, exibindo seus corpos musculosos e seus paus gloriosos — um grosso e curvado, o outro longo e veiudo —, uma visão que me fez sentir submisso e poderoso ao mesmo tempo.
Sem hesitar, virei minha atenção para Borges, abrindo bem a boca para receber aquela pica monumental. Ele não foi gentil, segurou minha nuca com uma mão firme e guiou meu rosto para seu membro, enfiando metade de sua extensão em minha garganta num movimento contínuo. Senti a textura saliente de suas veias contra minha língua, o peso de sua carne preenchendo minha boca de uma forma quase sobrenatural. Meus olhos lacrimejaram instantaneamente, mas eu não recuei; pelo contrário, achei um ritmo, usando as mãos para acariciar a base que minha boca não alcançava, enquanto William observava com olhos escuros de desejo, masturbando-se lentamente ao meu lado.
— Isso, lindinho. Chupa gostoso a piroca do meu amigo. — incentivou William, mordendo o lábio inferior.
Borges então forçou ainda mais, empurrando até que seus 23 cm encontraram o fundo da minha garganta. Um gemido abafado escapou de mim, vibrando em torno dele, e eu senti seu corpo tremer de prazer. Ele me usou com uma mistura de brutalidade e possessividade, como se meu único propósito naquele momento fosse servi-lo — e eu o fiz, com devoção, engolindo cada centímetro, cada pulso, cada gota de pré-sêmen que começou a escorrer pela minha garganta abaixo.
— Humm… — eu gemia abafado, me deliciando com aquela mangueira escura que descia até o fundo, fazendo meu nariz ser enterrado na pentelhada farta dele.
— Que boquinha de veludo gostosa. — Gemeu ele, me encarando nos olhos, antes de voltar sua atenção para William. — Bem que tu falou que esse novinho mama uma rola bem pra caralho.
Borges afastou-se com um grunhido rouco, puxando seu pau para fora da minha boca. A rola dele, agora completamente encharcada de saliva, brilhava sob a luz do quarto, imponente, veiuda e ainda pulsante de excitação. Ele a exibiu com orgulho, passando a mão lentamente pelo comprimento para remover o excesso de baba, antes de começar a se masturbar com movimentos firmes, os olhos verdes fixos em mim como um predador observando sua presa.
— Puta que pariu!
No mesmo instante, William agarrou minha nuca com uma mão forte e puxou meu rosto em direção à sua rola grossa e já ansiosa. Gemendo baixinho, ele guiou minha boca até seu membro, e eu abri os lábios, recebendo aquela cabeça inchada e familiar. Seus dedos se entrelaçaram em meus cabelos, controlando meu movimento, e então ele começou a foder minha boca com movimentos profundos e ritmados.
— Ohhh! Caralho! Como eu amo essa boquinha. — gemeu William, tombando a cabeça para trás. — Tu não tem noção, mano.
— Humm… — Eu apenas gemia, sentindo ele fodendo minha garganta com a mesma intensidade que fode meu rabo.
Cada entrada era mais intensa que a anterior. Eu sentia a textura áspera de seus pelos pubianos no meu rosto, o peso de suas bolas batendo no meu queixo, e o som abafado de seus gemidos de prazer ecoando no quarto. Borges, ao lado, acompanhava o ritmo com sua própria masturbação, ofegante, seus olhos verdes ardentes de voyeurismo e tesão acumulado.
Eu era o ponto de conexão entre os dois, usado por um, observado pelo outro, e aquela dualidade me levou a um estado de submissão extática, onde tudo o que importava era o gosto de William na minha boca e o olhar aprovador de Borges sobre nós.
— Ohhh! Eu te falei que Guilherme era profissional no boquete. — elogiou William, dando uma piscadela pra mim.
Borges não perdeu tempo. Com um movimento brusco e dominador, ele empurrou William para o lado — que recuou com um sorriso sacana — e agarrou meu rosto com ambas as mãos, alinhando sua pica imponente diante da minha boca babada.
— Sai que minha pica já está com saudades de ser engolida por inteiro. — rosnou ele, voz grave e carregada de desejo.
Antes que eu pudesse responder, ele enterrou seus 23 cm profundamente na minha garganta, num movimento contínuo e avassalador. Meus olhos arregalaram instantaneamente, as lágrimas escorrendo pelos cantos enquanto eu me engasgava, tentando me ajustar à invasão. Mas Borges não deu trégua, suas mãos firmes na minha nuca me mantinham no lugar, e ele começou a bombear com uma intensidade brutal, cada thrust mais profundo que o anterior.
— Incrível como ele engole todos os centímetros da minha vara. — ele comentou com William, sem tirar os olhos de mim. — Ele se engasga, mas continua… que putinho perfeito.
Minha garganta ardía, mas cada engasgo só parecia excitá-lo mais. Eu sentia a cabeça da rola dele batendo no fundo, as veias salientes raspando minha língua, e o som abafado da minha própria respiração entrecortada. Borges dominava cada centímetro do meu corpo naquele momento, e eu me entreguei por completo, deixando que ele usasse minha boca como quisesse.
Enquanto Borges dominava minha boca e me fazia engasgar e babar, senti as mãos fortes de William em minhas costas. Ele se inclinou sobre mim, seus dedos apertando minha bunda com força através do tecido da minha bermuda, antes de dar um tapa firme que ecoou no quarto, um estalo quente que me fez arquear em torno do pau do Borges. Sem cerimônia, ele puxou minha bermuda e cueca para baixo, expondo minha bunda branca e vulnerável ao ar gelado do quarto.
— Rosinha e apertado, do jeito que eu amo. — William rosnou, cuspindo diretamente no meu cuzinho antes de passar o dedo em volta, abrindo-me com uma intimidade que me fez tremer.
Em um movimento fluido, ele passou um braço firme ao redor da minha cintura e me levantou do chão, arrancou minha roupas jogou longe e me posicionando de quatro na cama, ainda com a boca presa no pau pulsante de Borges.
— Porra, como eu amo esse cuzinho. — William subiu na cama atrás de mim e logo senti a língua dele no meu cu, me lubrificando e me preparando, enquanto Borges se ajoelhava na minha frente e enfiava a pica toda na minha boca. — Fode a garganta dele que vou foder esse rabo gostoso.
— Ain! — Gemi com o forte tapa que levei na bunda enquanto sentia suas mãos grandes e firmes apertando a polpa da minha carne enquanto o morenão tocava a cabeça em meus lábios. — Que delícia de pauzão.
— Isso, engole tudo, putinho. — Borges grunhiu, segurando minha nuca, me forçando a voltar a engolir seu cacete longo.
Eu me afoguei, babei, me contorci, mas não parei. Empinei minha bunda sentindo linguadas profundas e tapas fortes que faziam a polpa ondular.
— Já tá bem lubrificado.
Eu senti seus joelhos se encaixando atrás das minhas pernas, seu corpo quente se curvando sobre o meu enquanto ele se preparava para tomar o que já era dele.
Borges, por sua vez, não diminuiu o ritmo, pelo contrário, ele segurou minha nuca com mais força, usando minha boca como queria, enquanto meus gemidos abafados vibravam em torno dele. Eu estava completamente imobilizado entre os dois, usado por ambos, entregue à fome deles.
Quando William enfim me penetrou, eu gemi alto, e Borges riu, baixo:
— Hummmm!!!! — Berrei, com todos os centímetros de Borges guardados em minha goela, quando senti todos os centímetros de William sendo empurrados para dentro de mim.
Eu sentia a pica grossa alargando meu anel enquanto ele segurava minha cintura com as duas mãos, parado, para me deixar acostumar com a invasão de sua rola grossa.
— Aguentou os dois, hein? — elogiou William, impressionado por eu ter o membro inteiro deles dentro da minha garganta e do meu rabo, ainda parado dentro de mim, enquanto eu me adaptava à espessura brutal dele. — É um putinho profissional mesmo.
Foi então que Borges puxou seu pau para fora da minha garganta de repente. Minha boca estava dolorida, babando, e eu ofegante. O marmanjo então segurou a base de sua rola longa e bateu com a cabeça inchada e roxa no meu rosto, de leve primeiro, depois com mais força.
— Olha como ele gosta de pica, Will. — Borges riu, baixo e provocante, esfregando o pau na minha cara enquanto eu tentava recuperar o fôlego. — Gosta, né? Gosta de sentir um pauzão grande batendo na sua cara assim? Gosta de engolir um cacetão?
Eu gemi, incapaz de formar palavras, enquanto William começava a se mover atrás de mim. Suas mãos agarraram meus quadris com força e logo começou a bombar devagar, cada entrada mais profunda que a anterior.
— Isso, aguente meu pau, lindinho. — William sussurrou, acelerando gradualmente. — Seu cuzinho foi feito pra minha pica, não foi?
Borges continuou a me “bater” com o pau dele, agora deslizando a cabeça entre meus lábios entre cada tapa, provocando.
— Me dá pica, vai. Por favor, Borges. — Gemi. — Ain, isso William… Assim mesmo, Me fode gostoso!
— Abre essa boquinha, puto. Quero ver você tentar engolir de novo enquanto seu Bombeiro te come. — ele ordenou, e eu obedeci, deixando que ele enfiasse só a cabeça.
— Caralho, lindinho… Você é tão submisso… — William comentou, rindo entre gemidos, suas coxas batendo na minha bunda com um ritmo cada vez mais rápido. — Olha como ele leva pau na cara e no cu ao mesmo tempo e ainda pede mais.
Borges puxou meu cabelo, forçando meu olhar para ele.
— Quer sentir meu pauzão dentro do seu cu também? — ele perguntou, sarcástico, enquanto esfregava a ponta do pau na minha língua.
Eu só consegui balbuciar um “sim” entre engasgos, e os dois riram, donos do meu corpo e do meu prazer.
William saiu de dentro de mim de repente, fazendo meu corpo cair para frente sobre a cama, ofegante e sensível. Antes que eu pudesse me recuperar, Borges subiu na cama com um pulo ágil, agarrou meus pulsos com uma das mãos e se jogou sobre mim, esmagando-me com o peso quente e úmido do seu corpo musculoso. Seu suor misturava-se ao meu, e o cheiro masculino dele me envolveu por completo.
— Cuidado pra não gritar alto. — ele sussurrou, com um tom de alerta e provocação, enquanto posicionava a cabeça roxa e inchada do seu pau na minha entrada já alargada e sensível.
Sem nenhum aviso, ele moveu a cintura para frente num movimento brutal, enterrando todos os seus 23 cm dentro de mim de uma só vez.
— Ahhhhh! — Gemi alto, com o rosto enterrado no lençol, meus dedos se contorcendo nas fronhas.
Mas não demorou para que William se aproximasse da minha cabeça, segurando meus cabelos com suavidade surpreendente.
— Abre essa boquinha, putinho. Não acabou não. — ele ordenou, e eu obedeci, deixando que ele enfiasse seu pau grosso na minha boca mais uma vez.
Enquanto isso, Borges começou a me foder com uma força selvagem, cada investida mais profunda que a anterior. O barulho obsceno do choque entre nossos corpos ecoava pelo quarto, junto com os gemidos abafados que eu tentava conter.
— Isso, sente cada centímetro. — Borges rosnou, sua voz um turbilhão de tesão e dominação. — Seu cuzinho foi feito pra ser arrombado, né?
— Ahh! Meu cu, caralho! Que gostoso sentir seu cacete grande! Porraaa!
William, por sua vez, acelerou o movimento na minha boca, me usando com uma mistura de carinho e possessividade.
— Toma, engole tudo, lindo. Você é nosso! — ele sussurrou, e eu me perdi completamente, sendo preenchido por eles.
Borges parecia um touro raivoso no cio. As macetadas deles eram longas, pois ele afastava a cintura, de modo que o pauzão saísse quase todo de dentro de mim, só para depois ser enterrado com tudo, até eu sentir as bolas pesadas batendo com minhas bolas.
— Vamos trocar, Will. — Borges ordenou, saindo de dentro de mim, cedendo lugar ao colega. — É a vez dele de sentir a grossura da sua rola.
William não perdeu tempo. Agarrou minha cintura e se enterrou dentro de mim num movimento rápido, fazendo-me gritar num misto de dor e prazer.
— Caralho, como tá larguinho. — rosnou ele, curvar-se sobre as minhas costas enquanto fodia. — É de tanto levar pica, putinho?
Borges aproximou-se da minha boca, puxou o cabelo para trás e enfiou o pau até o fundo da minha garganta.
— Engole, devora minha jeba, seu vadio. — ele ordenou, e eu obedecia, babando e engasgando enquanto sentia William acelerar o ritmo atrás.
— Tá vendo, Borges? Ele adora ser usado assim. — William comentou, ofegante, enquanto se movimentava para frente e para trás, fazendo as coxas baterem com força contra minha bunda. — Esse novinho adora ser fodido pela mangueira de um bombeiro.
— Oh, se sei… Olha como ele geme com uma pica na boca e outra no cu. — respondeu Borges, puxando o membro para fora e batendo com ele no meu rosto. — Quer mais? Quer sentir a minha mangueira outra vez?
Eu assenti, perdido no prazer, e eles riram-se, trocando de posição outra vez como se eu fosse um brinquedo só deles.
— Agora fica de quatro, pra cá. — William ordenou, puxando-me para a posição desejada.
Antes minhas pernas estavam para o centro da cama, agora era o contrário. Minhas pernas estavam para fora, e os dois estavam posicionados atrás de mim, lado a lado, como dois predadores encarando a presa.
Borges foi o primeiro a aproximar-se. Sem aviso, meteu fundo, uma enfiada brutal que me fez empinar e gritar.
— Ahhh! Caralho!
— Toma, assim mesmo. — ele rosnou, tirando em seguida e se afastando.
Imediatamente, William ocupou o lugar, enterrando a sua rola grossona com um grunhido de prazer.
— Ohhhh… Isto é que é ser fodido. — ele sussurrou, antes de também recuar.
E assim continuaram, alternando-se, cada entrada mais selvagem que a anterior, cada retirada mais demorada, provocante. O quarto encheu-se do som obsceno dos nossos corpos se chocando, juntamente com os gemidos roucos deles e dos meus gritos abafados.
— Tá sentindo, putinho? — Borges ordenou, ao meter pela terceira vez, mais fundo ainda. — A diferença entre uma pica grossa e uma pica longa?
— Ah! Simmm…
— Ele adora as duas! — William completou, voltando para outra enfiada potente. — Olha como ele tá tremendo de tesão. Tá vendo, mano? É porque ele já está no limite.
— Simm, Will! Você me conhece tão bem. Ahhh… que tesão!
Foi então que William não se afastou. Em vez disso, me agarrou pela cintura com força, me prendendo contra ele e começou a me foder com uma intensidade incontrolável, cada movimento mais profundo, mais possessivo.
— Quando ele fica tremendo assim, é porque quer receber uma boa gozada na boca. — ele grunhiu, me deixando de joelhos na cama, com uma mão em minha cintura e outra em meu pescoço. — Sobe na cama Borges. Dê ao meu putinho o que ele tanto quer.
William sussurrou, me abraçando, beijando minha nuca enquanto o vai-e-vem da cintura continuava firme.
— Vai engolir meu leite todo? — perguntou Borges, subindo na cama, se masturbando com velocidade. — Eu gozo pra caralho, viu? Cuidado pra não se afogar.
Eu abri a boca pra gemer e contestar, mas era tarde. Borges começou a urrar e gozar com a mesma intensidade da mangueira de um caminhão de Bombeiros.
— Ohhh! Engole tudo, putinho! — urrou ele, puxando minha nuca antes do primeiro jato de porra cair fora.
Ele urrava alto enquanto esguichava fartamente em minha boca. Eu apenas engolia, sentindo a porra docinha, quentinha, e super grossa dele descendo goela abaixo.
— Isso, faz ele engolir cada gota. — incentivou William, atrás de mim, agarrando meu pescoço com carinho enquanto me fodia com um animal selvagem.
— Porra, Will! Ele engoliu tudo. — comentou Borges, tremendo sobre mim, masturbando o cacete para que as últimas gotas de esperma saísse rumo aos meus lábios. — Puta que pariu!!
Ele se afastou, me olhando com admiração enquanto se ajoelhava na cama.
— Bom garoto! — exclamou ele, sorrindo, acariciando meus cabelos, antes de cair deitado na cama.
— Agora é minha vez. — anunciou William, me dando um abraço de urso, acelerando as metidas.
Achei que ele fosse se afastar, sair de dentro de gozar em minha boca, mas eu estava enganado. Ele agarrou meus braços, me prendendo, socando mais forte e mais fundo.
— Eu vou gozar, lindinho… Ohhh! Vou gozar dentro de você! — ele acelerou as metidas, parou bem no fundo, as pernas fortes dele tremendo contra as minhas e urrou alto. — OHHH! CARALHO! TOMA MEU LEITE TODO!
William enterrou até às bolas e explodiu dentro de mim. Eu senti cada jato quente e grosso me inundar por dentro, uma quantidade generosa e inesperada de porra que me fez arfar, ofegante. Era uma sensação nova, íntima e profundamente intensa, — já que todas as fodas anteriores ele gozava em minha boca para eu engolir tudo, sem desperdício —, pois, pela primeira vez, ele estava me marcando por dentro, me enchendo com seu sêmen.
O corpo musculoso dele estava colado em minhas costas, quente e completamente encharcado de suor. Cada músculo definido do seu torso pressionando contra minhas costas, enquanto eu sentia as contrações poderosas da sua cintura enquanto ele continuava a jorrar, ofegante no meu ouvido.
— Isso… Toma tudo, meu putinho. — ele rosnou, a voz rouca e abafada, enquanto os seus braços de urso me envolviam com força, me mantendo firmemente preso contra ele. — Toma porra dentro do cuzinho.
Senti os últimos jatos de leite saírem do pauzão grosso, mas ele não saiu de imediato. Ficou lá, ainda dentro de mim, ofegante contra minha nuca, antes de começar a beijá-la com um misto de carinho e possessividade. Os lábios dele eram quentes contra a minha pele sensível.
— Caralho… — ele respirou fundo, tentando recuperar o fôlego. — Que cuzinho perfeito.
Finalmente, com um suspiro pesado, ele saiu de dentro, lentamente, e eu senti um fluxo quente e incontrolável escorrer pelas pernas assim que ele me soltou.
William desabou na cama, exausto e satisfeito. Eu simplesmente me deixei cair no meio dos dois bombeiros gostosos, no colchão já revirado e suado.
— A gente acabou com o cu desse novinho. — comentou Borges, sorrindo, deitado do meu lado direito.
Ofegante, exausto e completamente preenchido, senti a porra quente de William a escorrer do meu cu aberto, formando uma poça quente na minha coxa. O cheiro intenso de sexo e suor dominava o ar.
William, deitado ao meu lado esquerdo, virou o rosto para mim e deu um sorriso cansado mas triunfante.
— Então, gostou do treino especial de hoje? — ele perguntou, com uma voz rouca e provocadora.
Eu nem consegui responder. Apenas soltei um gemido fraco e fechei os olhos, rodeado pelos dois deuses exaustos que me tinham usado até não poder mais. Eu estava destruído, mas completamente realizado.
— Vou aceitar seu gemido como um sim. — brincou William, sorrindo me puxando contra ele.
Borges, deitado do outro lado, começou a passar a mão no meu peito.
— A gente precisa fazer isso mais vezes. — disse Borges, dando uma piscadela pra mim. — Tu aguenta bem demais.
William concordou com um grunhido e um tapinha na minha bunda.
— Ain, seus safados. — protestei ofegante, sentindo minhas pernas tremendo, meu cu e minha garganta ardendo de leve. — Mal acabaram de me comer e já estão querendo mais?
Ambos sorriram.
— Seu fogo no rabo é tão grande que deixou eu meu amigo no cio, lindinho. — explicou William, beijando minha nuca.
— É verdade. — concordou Borges, acariciando minha bochecha.
Eu só sorri, fechando os olhos.
Aquela noite foi mais que perfeita. Encarei uma dupla de bombeiros, uma dupla de machos perfeitos, gostosos e dotados.
Eu tinha certeza de que aquela foi a primeira de muitas fodas a três. Afinal, o fogo no meu rabo é tão grande, que preciso da mangueira de dois bombeiros para apagá-lo… Ou piorá-lo.
Fim
