Aprendi a fazer coisas que pra mim era errado.

Um conto erótico de Morgana
Categoria: Heterossexual
Contém 2003 palavras
Data: 25/03/2026 19:20:09
Última revisão: 22/05/2026 18:18:02

O Aprendizado

​Me chamo Raquel, tenho 33 anos e sou casada com o Leandro há oito, mas estamos juntos há 10 anos. Hoje, olho pra trás e vejo como tudo mudou — e como eu mesma mudei. Por muito tempo, senti-me traída, enganada e desprezada por ele, e achava que a culpa era sua. Mas com o tempo, percebi que a nossa relação foi se afastando também por causa de mim, das minhas regras, do que achava certo ou errado.

​Nossa vida sexual sempre foi normal, dentro do que achava que devia ser. Sabia o que outros casais faziam, mas eu nunca quis ir além do básico. O Léo — como eu chamo ele — sempre pedia para experimentar coisas diferentes: posições novas, ir num motel, transar em lugares abertos, engolir porra, deixar meter no meu cuzinho… Mas nunca aceitava. Pra mim, tudo isso parecia errado, algo que não devia fazer.

​Os anos foram passando, e continuou tentando me convencer, mas eu não cedia. Com o tempo, foi ficando distante. Chegava mais tarde, ficava horas no celular, escondendo conversas. tinha certeza: ele estava tendo um caso. A dor era grande, mas lá no fundo, sabia que também tinha culpa. Era cheia de manias, chata, e tinha nojo de tudo o que saísse da rotina. Qualquer coisa diferente, eu achava vergonhoso.

​Há uns meses, um amigo dele veio morar em frente à nossa casa. O Raul, 36 anos, branco, corpo forte, cabelos até os ombros e cavanhaque. Um homem de porte, safadinho, muito esperto. Ele e o Léo eram parecidos no porte físico; os dois iam à academia três vezes por semana. O Raul estava separado há três anos, e eu nunca o via com ninguém, mas o Léo dizia que ele pegava muito, sempre com mulheres novas. Tinha até um caso com a mulher do chefe dele, e o próprio marido dela sabia e gostava de assistir. Muitas vezes, quando treinavam no quintal, ficavam só de calção, sem cueca. Dava pra ver claramente que tinha um pau grande e grosso escondido ali, kkk.

​Com o tempo, criei amizade com ele. O Léo vivia na casa do Raul, ou o Raul vinha aqui: jogavam bola, faziam churrasco, saíam juntos, assistiam jogos… Eu ficava de lado, quase invisível. Um dia, o Léo estava no celular, trabalhando, e o Raul fazia exercícios lá fora. Levei água pra ele. Ficamos conversando alguns minutos, e naquele dia estava estranha, muito excitada. Comecei a provocar, passando a toalha nas minhas coxas, reclamando do calor, dizendo que estava suada. Notei que também ficou excitado, mas aí o Léo chegou, sorriu pra mim como se entendesse tudo, e eu fui pro quarto.

​Já estávamos há três semanas sem nos tocar,e nunca mais me procurou: saía às 6h, voltava às 20h, tomava banho, falava comigo por alguns minutos e ia ver televisão. Eu me sentia só, chorava escondido, mas sabia: o motivo era eu mesma. Numa noite, por volta das 21h, olhei a janela e vi o Raul sem camisa, fumando, ele trabalhava em casa, estava sempre por ali. Na hora, eu estava de short sem calcinha e blusa sem sutiã — é assim que eu fico em casa. Me vesti e resolvi ir até lá. Queria conversar, pedir ajuda, entender o que fazer pra recuperar o meu casamento.

​Quando cheguei, já ia fechar a janela. Chamei alto, parada na rua:

​— Oi, oi… preciso falar com você, é urgente!

​ fechou a janela, e eu pensei que ia abrir a porta. Como já estava ali, entrei sem esperar. Quando ele apareceu, levamos um susto: ele estava pelado, com o pau duro, muito duro. Ficamos parados, nos olhando, sem dizer nada. virei de costas, pedi desculpas, pediu um minuto pra se vestir. Sentamos no sofá. Comecei a falar tudo, desabafar, e chorei. ouvia, tentando me acalmar. Pedi uma bebida forte, precisava de coragem. trouxe dois copos de uísque; bebi o meu de uma vez e pedi outro. Aos poucos, fui me acalmando.

​— Raul, eu estou muito mal — falei, olhando nos seus olhos. — Sei que tudo o que acontece é culpa minha. Não faço nada para agradar, não deixo ele fazer o que gosta. Sei que homem precisa disso, e… vim pedir ajuda. Quero dicas, algo pra ele voltar a gostar de mim.

​ me olhou e disse:

​— Você só tem um caminho: fazer o que ele pede. É simples assim.

​— Eu sei, mas eu não consigo — respondi. — Me ensina como faz algumas coisas, menos deixar ele meter no meu cuzinho e menos engolir. Essas duas não consigo, acho nojento.

​— Você já tentou? — perguntou ele.

​— Nunca.

​— Então como tem certeza que é ruim? Experimenta hoje, quando ele chegar. Esquece essa ideia, porque não é bem assim.

​— E se eu não conseguir, ele ficar bravo?

​— É um risco que tem que correr. Se não tentar, nada muda.

​Fiquei pensando, depois perguntei:

​— E as mulheres que ficam com você? Elas fazem tudo?

​— Claro que fazem. E gostam muito.

​— Nenhuma disse que era nojento?

​— Muito pelo contrário… elas dizem que é gostoso.

​— Você já provou o gosto, alguma vez? — perguntei, já sentindo o álcool.

​Ele sorriu:

​— Nossa, Raquel, que pergunta… mas tudo bem, sim, já provei.

​— E então? Qual é o gosto?

​— É… diferente, estranho no começo, mas não é ruim. Nada de nojento, pode crer.

​Mesmo assim, tinha dúvidas. Foi quando pensei numa coisa que nunca imaginei:

​— Raul… você pode me fazer um favor? Tem como soltar um pouco, só uma gotinha, pra eu provar?

​ arregalou os olhos:

​— Tá louca, Raquel? De jeito nenhum! Você é mulher do meu melhor amigo!

​— É só pra eu saber! — insisti. — Uma gotinha, só isso. Preciso saber se vou conseguir engolir a do Léo, senão não tenho coragem.

​— É difícil fazer isso sem… sem estar excitado, sem ir até o fim. Amanhã, deixo um pouco num copo pra você.

​— Não dá pra esperar até amanhã, precisa ser agora.

​— Não tem jeito.

​E foi aí que falei, sem pensar:

​— E se eu fizer sair? Se eu chupar você? O que acha?

​ ficou parado:

​— Você tá dizendo que quer… que vai me chupar?

​— É isso mesmo. Quero provar direto da fonte.

​— Meu Deus, mulher… você é doida! Se isso vier à tona, acabou tudo entre nós e o Léo. Ninguém pode saber, nunca! Mas… não dá, é arriscado.

​— Raul, é só isso e mais nada, te prometo. Uma vez só, pra eu aprender. E já vi tudo o que você tem, não precisa ter vergonha.

​— Poxa, Raquel… você tá me deixando excitado e confuso. — respirou fundo, sorriu. — Mas tá bom… você é louca, e eu também devo ser, porque vou aceitar.

​ levantou, e já dava pra ver o pau duro de novo. Tirou a calça e a cueca juntos: do mesmo tamanho do Léo, mas mais grosso, sua pele branca. Pedi mais um gole de uísque. Quando foi pegar, eu fiquei olhando pra trás: uma bunda firme, durinha…

​Bebi devagar, depois cheguei perto, segurei o seu pau, passei a língua, cheirei. Aos poucos, fui chupando, devagar. estremecia todo, gemendo baixo. Comecei a mexer com a mão e com a boca ao mesmo tempo. pediu pra sentar, fiquei de joelhos entre as suas pernas, não parei. Mais de vinte minutos chupando sem parar. Quando ele avisou que ia gozar, não saí, continuei com mais vontade. Senti o gosto forte, mas não achei ruim… achei gostoso. Era muita porra, ele gritando, pedindo para eu não parar. Naquele momento, eu sentia um tesão que nunca tinha sentido. Quando acabou, abri a boca e engoli tudo, sentindo cada gota descer pela garganta. Olhei pra ele, sorrindo, e vi que ele estava quase sem acreditar no que tinha feito.

​Levantei, tirei a minha blusa, abriu um sorriso. Sorri de volta e disse:

​— Agora quero saber como é por trás.

​Ele quase pulou do sofá, me virou de costas, se encaixou em mim. Pedi para ir devagar. pegou lubrificante, passou em volta e um pouco dentro, disse que ajudava a não doer. Dedilhou bastante, cheirou bem perto, e disse baixinho que meu cuzinho já estava cheiroso e convidativo. Depois, encostou a cabeça do pau e foi empurrando forte, devagar, parando, tirando um pouco e entrando de novo. Doía um pouco, mas ao mesmo tempo era um prazer que eu não conhecia. Quando entrou tudo, ele começou metendo devagar, depois socando forte, e rebolava devagar sentindo tudo o que podia, gemendo alto.

​Depois de um tempo, me virou e me colocou na posição de frango assado, com as minhas pernas jogadas para trás, bem abertas. Ele ficou de pé na frente da cama, e com essa posição ele podia entrar ainda mais fundo. Cada vez que socava, eu gritava, sentindo o pau duro bater bem lá no fundo. olhava para baixo, vendo tudo entrando e saindo, e não parava de dizer o quanto eu era gostosa. Nessa posição, chegava tão fundo que eu sentia uma vontade de me abrir cada vez mais pra ele.

​Depois, mudamos pra de ladinho, deitada de lado e ele entrando por trás, colado em mim. Dessa forma, ele me abraçava todo, bejava meu pescoço, meus ombros, e podia acariciar minha bucetinha ao mesmo tempo que metia devagar e forte. podia sentir todo o seu corpo junto ao meu, sua pele branca na minha, e ele ainda levantava uma das minhas pernas pra poder empurrar ainda mais forte. rebolava contra ele, gemendo no meu ouvido, dizendo que já tinha provado muitas mulheres, mas nenhuma era igual a mim.

​Depois, ele me mandou ficar de quatro, bem curvada, com a bunda bem empinada para cima. ficou um tempo só olhando, passando a mão, cheirando muito o meu cuzinho, dizendo que eu estava exalando tesão, e que aquele cheiro estava deixando ele louco, encostou a cabeça do pau, abriu tudo com as mãos e foi entrando devagar, até enterrar tudo de uma vez. Começou a socar forte, indo e vindo sem parar, batendo na minha bunda, deixando tudo vermelho. apoiava os cotovelos na cama, rebolava para trás encontrando cada empurrada, gritando cada vez que ele ia até o fim.

​Ficamos assim um tempão, trocando de posição sempre, ele não cansava nunca. De quatro, de ladinho, frango assado, experimentou tudo, e em todas sentia o mesmo prazer enorme. me chupou muito também, deixou minha bucetinha toda molhada, e eu gozei várias vezes, uma atrás da outra. Na hora que ele ia gozar de novo, pediu pra me virar, colocou o pau na minha boca, com tanta porra dentro, acabei Engolindo tudo de novo, sem deixar nada escorrer, e ele ficou impressionado como tinha aprendido rápido a fazer tudo o que aquele safadinho queria.

​No final, gozou também dentro do meu cuzinho, bem devagar, enchendo tudo. Ficamos um tempo abraçados, suados, ofegantes. chegou perto do meu ouvido e disse:

​— Você é uma trapaceira, Raquel… mas saiba que tudo isso, desde o começo, foi planejado por mim e por ele,não disse nada,dei um beijo demorado na sua boca. Depois, vi na cabeceira uma caixa de madeira. Abri: tinha suas fotos pelado de pau duro,de costas,com porra na barriga, batendo punheta , e também fotos do Léo pelado, com o seu pau . Fechei rápido, sem deixar ele perceber.

​Quando deu quase 19h, fui pra casa, arrumei tudo, esperei o Léo chegar, mas estava tão cansada que não tive forças para fazer nada com ele. No dia seguinte, ele só trabalhava até às 14h. Voltei pra casa do Raul, ficamos das 9h às 14h, sem parar. Quando o Léo chegou, de novo eu estava exausta. No sábado, sim, eu estava pronta. Enfim, fiz tudo com o meu homem meu Deus grego meu amor neu marido, pela primeira vez, e ele não entendia o motivo da mudança, mas amou.

​Dois meses se passaram, e hoje nós três fazemos de tudo. Aprendi que o que achava errado, na verdade, era só o que eu não conhecia. Agora, temos uma nova ideia, uma brincadeira diferente… queria propor um trio. Mas ainda estou pensando: qual dos dois é bissexual? Mas essa história, isso conto pra vocês outro dia .

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Comentários

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Coitado desse marido, com uma esposa e melhor amigo desses… inimigo pra que né?

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