Aprendi a fazer coisas que pra mim era errado.

Um conto erótico de Morgana
Categoria: Heterossexual
Contém 1625 palavras
Data: 25/03/2026 19:20:09
Última revisão: 18/04/2026 01:38:48

​Aprendi a fazer coisas que, pra mim, eram erradas

​Sou a Raquel, tenho 33 anos e sou casada com o Leandro há oito, mas estamos juntos há dez... Atualmente, sinto-me traída, enganada e desprezada por meu marido.

​Nossa vida sexual sempre foi algo normal, sem nada diferente. Sabemos o que outros casais fazem na hora das transas, e reconheço que não faço nada pra animar nosso casamento. O Léo sempre pedia pra fazer tal coisa, tal posição, ir em um motel, transar em lugares abertos, engolir sua porra, dar atrás, mas não aceitava fazer isso.

​Anos foram passando e o parceiro continuava tentando me convencer a fazer algo pra animar a relação. Estava ficando estressada. O Léo estava muito distante, chegava mais tarde em casa, sempre falando com alguém escondido; sabia que estava tendo um caso.

​Há uns meses, um de seus amigos veio morar praticamente na frente da nossa casa. Estavam sempre juntos. O marido às vezes ficava até tarde com o vizinho, jogavam futebol, o sujeito vinha pra nossa casa e ficavam sozinhos bebendo na sala, faziam churrasco com outros caras, saíam pra ir na casa de outro amigo, assistiam filmes e futebol na nossa televisão... Enfim, acabei ficando de lado, raramente falava comigo.

​Com o tempo, surgiu uma amizade com esse vizinho. O Raul é um cara muito legal, tem 36 anos, branco peludão, magro falso, cabelos pelos ombros, usa cavanhaque... Muito divertido, educado, discreto, inteligente e, claro, um cara muito gostosinho. Tem um olhar safado, corpo bem trabalhado e um sorriso malicioso. O porte físico é bem parecido com o do Léo; fazem academia três vezes por semana. O vizinho está separado há três anos. Às vezes, quando estão fazendo exercícios nos fundos da casa, ficam com uns calções de atletismo sem cueca; o volume do Raul deixa nítido que tem alguma coisa bem grande e grossa escondida, kkk.

​Nunca o vi com alguma mulher, mas o Léo falou que o moreno é um baita safado, só que muito discreto. Pega mesmo, sempre estava com alguma novinha, tem um caso com a mulher do seu chefe, e o cara sabe e fica assistindo.

​Certo dia, o Léo estava falando com um cliente no celular e o Raul treinava. Fui levar uma garrafa de água e ficamos conversando por uns minutos. Estava muito excitada naquele dia, fiquei provocando o cara pra ver sua reação; passava uma toalha nas minhas coxas, dizendo que estava muito suada e com um calor insuportável.

​Percebi que o moreno estava ficando excitado. Foi quando o Leonardo chegou e me olhou sorrindo. Dei um beijo no esposo e me recolhi pro quarto. Estávamos há três semanas sem nada. O Léo nunca mais me procurou; chegava em casa, tomava seu banho, conversava comigo por uns minutos e ia pra sala assistir filme. Sai todos os dias pro trabalho às 6 horas e retorna às 20.

​Sentia-me excluída, solitária, chorava muito, mas sabia que a maior causadora do seu afastamento era a minha própria conduta. Sou uma mulher cheia de manias, chata mesmo; a promiscuidade pra mim é um horror. O Raul trabalha em casa; às vezes o vejo trabalhando pela janela. Já tinha pensado em falar com o vizinho sobre o Léo, mas por que, se o problema era comigo?

​Era 9 horas, o bonitão estava sem camisa na janela, fumando seu cigarro do capeta. Fiquei olhando pra ele, pensando em falar do problema que estou passando. Estava com um short sem calcinha e uma blusa sem sutiã — sempre fico assim em casa. Me vesti rápido e fui pra sua casa. O fumante já tinha terminado e estava fechando a janela. Saí correndo e o chamei.

​O moreno abriu a janela e ficou olhando praquela mulher maluca gritando no meio da rua.

​— Oi, oi... preciso urgente falar com você.

​Fechou a janela; achei que ia abrir a porta e me adiantei entrando. Quando o dono da casa me viu, levou um susto, e eu outro: o cara estava peladão, seu pau estava muito duro. Não tivemos nem uma ação, ficamos nos olhando sem falar uma palavra. Virei de costas pedindo desculpas; segundos depois, avisou que já estava vestido.

​Sentamos juntos em um estofado. Comecei a falar tudo e a chorar. O anfitrião tentava me acalmar. Pedi uma bebida bem forte, precisava continuar a falar e tinha que ser hoje. Trouxe dois copos de uísque; bebi em um gole e pedi outro. Aceitei o seu e comecei a ficar calma.

​— Então, Raul, estou muito mal. Chateada comigo mesma. Sei que o que está acontecendo é minha culpa, não sou uma mulher digna. Não faço nada pra animar naquela hora, não o deixo fazer nada que gosta. Sei que o homem precisa disso, e o que preciso de você é alguma dica pra trazer meu marido de volta.

​Olhando pra mim, falou que tinha que me ajudar, que eu precisava fazer as coisas que o Léo pedia.

​— Sim, eu sei disso, mas não consigo. Me diz uma maneira de fazer algumas coisas que vocês homens gostam, menos dar atrás e engolir.

— Tu já tentou fazer? — perguntou o moreno.

— Não.

— Então como tu diz que não gosta e que é nojento? Tenta hoje quando ele chegar, e esqueça desta visão que não é real.

— Mas e se não conseguir e o Léo ficar mais chateado ainda?

— É o risco que tem que passar. Se não tentar, não tem como.

— Suas namoradas fazem em você?

— Hum, claro.

— Nunca falaram que é nojento?

— Bem pelo contrário, gostam muito.

— Tu nunca experimentou a tua?

— Porra, Raquel, que pergunta difícil, mas tudo bem, sim, já experimentei a minha.

— E aí, qual é o gosto?

— Hum, não é nojento não. Tem gosto de... um gosto estranho, mas não é ruim.

​Ainda estava na dúvida.

​— Raul, tu pode fazer um favor pra mim? Tem como tirar uma gotinha pra mim experimentar?

— Tá louca, Raquel? Não, tu é a mulher do meu melhor amigo.

— Só uma gota, Raul, por favor. Tenho que saber se vou conseguir engolir a do meu marido.

— Raquel, é muito difícil fazer isso sem... tu sabe. Amanhã deixo um pouco pra você.

— Não dá pra esperar até amanhã, tem que ser agora.

— Não tem como.

— E se eu fizer em você! Que tu acha?

— Tá dizendo que tu vai... vai...

— Sim, Raul. Chupar direto da fonte.

— Meu Senhor! Mulher, tu é louca, vai acabar fazendo merda entre nós. O Léo nunca poderá saber desta conversa, hein? Mas não dá mesmo!

— Raul, é só isso e nada mais, te prometo. Só uma gota e pronto. Já vi seu pau, não precisa ficar com vergonha.

— Porra mesmo, Raquel, tu tá me deixando excitado e nervoso. Mas tá bem, tu é louca, vou fazer.

​Levantou e seu pau já estava duro. O vizinho pensou, sorriu e o tirou pra fora. Seu pau é do mesmo tamanho do Léo, só que mais grosso e branco. Pedi mais uma dose de uísque; quando saiu, fiquei olhando pra sua bunda, que bunda linda, durinha e redonda.

​Bebi aos poucos. Segurei seu pau, fiquei cheirando e passando a língua. Aos poucos fui chupando; o safado estremecia. Comecei a bater e chupar junto. O rapaz falou que tinha que sentar; fiquei de joelhos no meio de suas pernas e voltei a chupar. Depois de uns 20 minutos chupando direto, o moreno falou que ia gozar. Não dei ouvidos e continuei; estava com um tesão desesperador. Senti um gosto delicioso e chupei com mais vontade. Era muita porra; o macho urrava dizendo pra não parar. Era muito bom.

​Tirei a blusa; o parceiro arregalou os olhos e fez um sorriso de quem tinha ganhado um prêmio. Sorri e falei que precisava saber como é atrás. O cara deu um pulo e se encaixou atrás de mim. Pedi pra ir devagar. O vizinho foi na estante, pegou o lubrificante e passou em mim e no seu pau. Disse que tem anestésico. Ficou dedilhando a entrada, ajeitou-se bem atrás de mim, pincelou bem e foi empurrando aos poucos. Tirava e metia a cabeça toda dentro. Estava doendo, mas era muito bom. Quando tudo já estava dentro, começou a socar bem devagar. Fiquei me masturbando enquanto o moreno socava no meu cuzinho. Era incrível tudo que estava acontecendo. Fudeu por um tempo meu cuzinho e gozou dentro.

​Fomos pro banho juntos; me chupou tanto que gozei duas vezes na sua boca. Saí e o deixei lá. Sentada na sua cama secando os cabelos, olhei pro criado-mudo e vi uma caixinha de madeira antiga. Abri e tinha muitas fotos do moreno com sua ex-mulher. Estavam pelados, ela era linda. Fui olhando uma por uma; a maioria era de seu pau duro, com porra na barriga... e quando vi, fiquei nervosa: tinha umas do Léo peladão dormindo, da sua bunda no banho, dele deitado pelado no sofá. O Raul desligou o chuveiro, fechei rápido e voltei pra sala.

​Ficamos agarradinhos conversando e logo voltamos a fuder. Meteu tanto na minha buceta que fiquei toda dolorida. O vizinho falou que era uma mulher trapaceira, que tudo o que aconteceu foi planejado. Não falei nada, só dei um beijo na sua boca.

​Era quase 19 horas; fui pra casa esperar o Léo. Nesta noite não teria como fazer nada com o marido. No dia seguinte, o esposo trabalhava até as 14h. Fui na casa do Raul e fudemos das 9 horas até as 13. Quando o Léo chegou, mais uma vez estava exausta e não aconteceu nada.

​No sábado, estava pronta pra fazer pela primeira vez com meu marido. Se passaram dois meses e já estávamos fazendo de tudo. Foi que surgiu uma idéia de brincadeira diferente. Poderia tentar um trio, mas será qual deles é bissexual?

​Mas logo conto isso.

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Comentários

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Coitado desse marido, com uma esposa e melhor amigo desses… inimigo pra que né?

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