ADESTRADO PELO MEU CHEFE (SUBMISSÃO/PODOLATRIA) - Parte 1

Um conto erótico de O Ilustrador
Categoria: Gay
Contém 1520 palavras
Data: 26/03/2026 14:50:33
Última revisão: 26/03/2026 15:26:49

Tudo começou no segundo semestre do ano, estava feliz iniciando em um novo escritório, meu ramo era imóveis, trabalhei como corretor a vida toda, e finalmente uma empresa consideravelmente grande aqui da capital abriu uma vaga, me candidatei e fui aceito. A entrevistadora era muito simpática, era gerente regional, pela minha localização e experiência me encaminhou para a equipe G, que ficava na região leste aqui da cidade, o escritório estava em um bairro mais elitizado então fui ao shopping a noite e garanti um bom terno, como eu tenho 1,62m e sou magro achei uma peça com facilidade, um terno slim, na cor cinza, combinou com meu cabelo castanho e meu tom de pele mais claro, estava escolhido o terno!

– Poderia me dar um par de sapatos marrons tamanho 37/38 por favor? Pedi a atendente que gentilmente me entregou. Fui para o carro e dirigi para casa, precisava dormir bem para me preparar, amanhã seria um importante.

No dia seguinte, acordei bem cedo, tomei um café, me aprontei, coloquei um perfume discreto, garanti que meu cabelo estava bem penteado, entrei no carro e fui. Chegando na empresa fui bem recepcionado por uma moça na recepção que logo me levou até a sala do Gerente da equipe G, o nome dele era Átila, ela bateu na porta me anunciou e saiu para que eu pudesse entrar.

Quando passei pela porta e olhei para frente fiquei imóvel, quase hipnotizado, Átila era quase tão jovem quanto eu, devia ter uns 36 anos, era muito alto, acho que quase 1,93 de altura, levantou-se sorrindo gentilmente e veio em minha direção para me cumprimentar, sua mão era grande, dedos firmes, unhas bem cortadas e limpas, ao me cumprimentar minha mão sumiu em meio aos dedos dele, sua boca era rosada, cabelos pretos e brilhantes de pomada, terno bem passado, estava apertado nos braços e coxas, ele devia se exercitar bastante, seu perfume era marcante e notei que ele não titubeou ao me cumprimentar com um leve abraço após o aperto de mão, fez uma tour comigo no prédio, e me passou vários protocolos e orientações da empresa, confesso que memorizei muito pouco, ele falava, gesticulava e eu me hipnotizava com ele, ia pra outro planeta.

– Você conseguiu compreender ou fui muito rápido? perguntou Átila. Assenti que sim com a cabeça.

– Ainda estão organizando uma sala para você, tudo bem se essa semana você trabalhar na minha? Pode usar o Notebook aqui, você fica de um lado da mesa e eu do outro, certo?

– Cla...Claro Átila...! Respondi gaguejante.

– Vai ser bom que eu vou avaliando como você dispõe os dados dos clientes, dos imóveis e vou te "adestrando" para o serviço. Disse ele dando risadinhas pela brincadeira.

– Claro! Respondi.

O dia seguiu normalmente, Átila nao falava muito, mas se mexia bastante ao trabalhar, pelo seu tamanho a mesa e a cadeira pareciam limitar seu espaço, e pra piorar eu ainda estava usando uma parte da mesa, hora ou outra ele esticava sua perna e me acertava um chute – Desculpe! Essa mesa é muito estreita! Disse ele se ajeitando na cadeira. Mais tarde acho que ele se esqueceu que eu estava do outro lado, se aconchegou na cadeira, esticou as pernas para ler umas folhas, suas pernas atravessaram pro outro lado da mesa e seus pés me acertaram as canelas, ocuparam todo os espaço das minhas pernas, fiquei sem jeito porque ele não havia percebido, mas segui trabalhando e analisando o perfil dos clientes, fiquei com as pernas um pouco encolhidas, mesmo, por um momento comecei a olhar disfarçadamente, seus sapatos pretos eram muito bonitos, seus pés deviam ser tamanho 44 ou 45, imagino que são muito bonitos, acabei me excitando incontrolavelmente, eu transpirava a testa de nervoso, não podia me mexer, não podia levantar, mas não queria que ele tirasse os pés do meu espaço, a maneira como ele ocupou tudo me deixou todo arrepiado. Finalmente (infelizmente) ele percebeu que estava todo largado e mais uma vez se aprumou na cadeira e me pediu desculpas.

– Vamos tomar um café? Perguntou

– Vamos sim! Respondi.

Quando levantamos quase ao mesmo tempo, ele falou sorrindo para mim e acenando para minha calça:

– Acho que você estava um pouco animado!

Quando olhei meu pau havia babado tanto que atravessou minha cueca e manchou minha calça, como ela era cinza, a mancha estava bem aparente, fiquei vermelho de vergonha, não sabia o que fazer, não sabia o que falar, tapei a calça com as mãos e dei a volta na mesa para ir ao banheiro. Antes de sair senti que ele agarrou meu braço com força, olhei para ele assustado, ele tinha um sorriso safado no rosto.

– É melhor você ficar aqui até que sua calça esteja apresentável para sair, no seu primeiro dia a impressão que você deixa é a que fica. Falou calmamente com a voz aveludada.

– Vo...Você tem razão... me descul..pe não vai voltar a acontecer, não sei o que houve – eu sabia sim.

– Acho que vai voltar a acontecer sim, eu nem te encostei direito, só cruzei seu espaço pra entender se você ia brigar por ele ou se ia me permitir assumir o controle, e sinceramente me parece que não vou ter tanto trabalho para te adestrar. Disse Átila, me jogando sentado na cadeira.

Ele foi até a porta, trancou e voltou parando na minha frente de pé, eu estava sentado paralisado, no momento que olhei para cima, antes que pudesse me justificar ele cuspiu no meu rosto, assustei, imediatamente levei a mão e ele me agarrou pelo punho novamente:

– Eu mandei você limpar? Perguntou Átila.

Eu estava paralisado, não estava acreditando que aquilo estava acontecendo, mas ao mesmo tempo eu estava com tanto tesão que parecia que meu pau ia explodir.

Ele tirou o cinto, abriu o zíper da calça e tirou o pau pra fora – era gigante – tinha a cabeça rosada, cheio de veias, pulsava como um monstro, ele o jogou em cima do meu rosto, era pesado, limpou o cuspe do meu rosto com o próprio pau, passou ele pelo meu nariz, pelos meus olhos, eu sentia aquele cheiro de urina e fiquei louco, meu pau pulsava, minha calça estava novamente manchada, ele claramente percebeu, desceu o pau até minha boca e sem me mandar abrir enfiou até o fundo da minha garganta, não entrou nem a metade e eu já tive um espasmo de vômito, ele segurou minha cabeça com a mão por trás da minha nuca e falou:

– Sem vomitar, não queremos mais sujeira no seu terno não é mesmo?

Ele falava calmamente, parecia que estávamos em uma atividade normal do trabalho, que nao tinha nada demais acontecendo, como se o fato dele estar empurrando o pau dele na minha garganta enquanto eu lacrimejava tentando não engasgar fosse algo corriqueiro no trabalho.

– No momento que você passou pela porta, eu sabia que você ia ser muito útil pra mim, e claro, próspero para você, a empresa é a maior da capital. Disse Átila enquanto empurrava o pau na minha garganta, não havia espaço para eu respirar, não havia espaço para minha saliva sair, eu nem piscava, apenas o encarava enquanto ele segurava minha cabeça e se inclinava em cima de mim me prendendo na cadeira, eu estava imobilizado.

Ele tirou o pau da minha boca devagar lambuzado com a minha saliva, pegou minha gravata e o limpou, guardou aquela coisa imensa, fechou a calça e se ajustou, ajustou o cinto, seu pau estava marcando na calça, estava muito duro, o meu também parecia que ia explodir, minha calça tinha uma mancha gigante do tanto ele ele babou dentro da minha roupa. Ele segurou novamente minha cabeça pegando no meu rosto com força e se abaixou colocando seu rosto próximo do meu, eu estava muito excitado, toda a ideia de vergonha, constrangimento, desconforto que eu tinha havia dado espaço para um tesão sem limites.

– Por hoje é só, se amanhã você voltar saiba que além das suas atividades para a empresa você terá obrigações comigo, eu serei seu dono, mas claro você deve ser absolutamente discreto, se eu sonhar que você falou alguma coisa, vou garantir pessoalmente que você nunca mais consiga emprego no ramo, mas pelo jeito você não vai falar nada, você é bem obediente. Se não quiser, apenas suma! Fiquei em silêncio.

Ele pegou o celular em cima da mesa, a chave do carro na gaveta e saiu apagando a luz da sala e me deixando sentado no escuro. Eu não sabia o que fazer, não estava me aguentando de tanto tesão, aquele homem me hipnotizou desde o momento que eu passei pela porta, como ele sabia que eu era gay? Como ele sabia que eu não reagiria? Nem eu sabia que eu não reagiria, fiquei incrédulo, eu nao tinha ação, fiquei 15 minutos sentado, retornei à órbita quando ouvi sons das pessoas saindo, peguei minha mochila, minhas chaves e fui para o estacionamento, não sabia se eu retornaria ou não amanhã, só pensava que eu precisava me aliviar de todo aquele tesão, dei partida no carro e fui para casa

– CONTINUA.

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