Neste exato momento, estou parado na porta do meu quarto digitando no meu celular enquanto minha esposa está trancada lá dentro dando a buceta para o vizinho.
Vocês acreditam que foi ela quem trancou a porta, dizendo que não tinha coragem de fazer na minha frente. E eu aceitei, como um bom marido que respeita os limites da esposa.
Mas não é fácil.
A cama range lá dentro. Devagar, depois rápido, depois mais rápido. O som da respiração deles chega até aqui, abafada pela porta, mas ainda assim audível. Às vezes mais pesada, às vezes mais leve.
Eu preciso confessar uma coisa para vocês: a vontade de abrir essa porta e ver outro homem comendo minha mulher é absurda.
Sério!
E há um som que começa a dominar tudo lá dentro, mais alto que o ranger da cama e mais presente que a respiração: o choque dos corpos durante o sexo, um impacto audível, úmido, repetido. Um ploc abafado contra outro ploc, seguido por gemidos ainda tímidos da minha esposa.
Não resisti, coloquei o pau para fora e comecei uma punheta deliciosa, só não gozei porque o celular quase caiu.
A cama range alto.
Uma pausa.
Sussurros que não consigo entender.
Silêncio.
Eles param por alguns instantes, colei o ouvido na porta para prestar o máximo de atenção a cada som que vem de lá de dentro. Foi aí que consegui ouvir a voz da minha esposa, pedindo para o filho da puta do vizinho comer o cu dela devagar. Sim, outro homem estava tirando a virgindade do cu da minha esposa. Admito para vocês que fiquei com uma pontada de ciúmes, mas passou rápido, dando lugar a um tesão tão grande que meu pau começou a gotejar porra sem eu sequer tocar nele.
Vocês não sabem o esforço gigantesco que fiz para evitar gozar, quero prolongar esse momento, por isso resolvi escrever, não só para compartilhar com vocês o exato momento que estou tomando o meu primeiro corno, mas também para aguentar o máximo possível sem gozar.
Vou focar nas palavras, no texto, nas frases que estou montando neste exato momento. Cada linha que eu escrevo é um segundo a mais que eu resisto. Cada parágrafo é uma decisão de continuar esticando o nascimento do meu chifre.
Ouvi a voz do vizinho, as primeiras palavras não deu para entender, mas logo ficou nítido ele chamando minha esposa de puta que dá o cu com o marido esperando lá fora. Minha cabeça começa a imaginar o que não vê. Minha mulher de quatro, a bunda para cima, o vizinho martelando a pica sem dó naquele cu, os movimentos do quadril dele, indo e vindo, dando de presente para mim o som do impacto da pelves contra a bunda dela.
A punheta é quase automático agora, como se minha mão tivesse vontade própria. Um impulso praticamente impossível de resistir.
Minha esposa geme alto, logo depois o vizinho.
Respiração.
Silêncio.
Minha mão ainda está na pica.
Eu sabia o que tinha acabado de acontecer: eles gozaram.
Quando eu me preparei para deixar o celular de lado e bater uma, A porta do quarto abriu devagar.
Minha esposa saiu de pontinha de pé, com aquele gesto do dedo nos lábios pedindo silêncio. Olhei pela fresta da porta e vi o vizinho cochilando na nossa cama.
Eu não disse nada.
Vocês também teriam ficado em silêncio?
Ela se ajoelhou com cuidado, colocou a mão no meu pau, e então senti o boquete mais gostoso da minha vida.
Preciso contar para vocês que parei de escrever por um tempo. O celular ainda estava na minha mão, mas era impossível escrever.
Posso dizer que gozei rápido, duas chupadas e já derramei tudo. Ela olhou para mim, sorriu de leve, passou a ponta dos dedos na boca como quem acabou de saborear algo muito gostoso, era a primeira vez que ela bebia minha porra.
Ela levantou com calma, sem fazer barulho, sussurrou um boa noite no meu ouvido.
Depois se afastou.
Caminhou de volta para o quarto, novamente de pontinha de pé, abriu a porta apenas o suficiente para entrar e a fechou com o mesmo cuidado de antes. O som do clique da chave foi quase inexistente.
E eu fiquei aqui.
Sozinho do outro lado.
Com o celular na mão.
Respirando devagar.
Então acho que vou para o sofá, estou me sentindo o homem mais sortudo do mundo, um corno manso completo.