Parte 24: Apresentações Familiares, Tensões e Defesas Apaixonadas

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 968 palavras
Data: 26/03/2026 16:10:36

O Natal se aproximava, mas antes disso, Rufus decidiu enfim apresentar sua amada aos pais. Seu pai, Jerônimo, de 47 anos, era um homem safado e hipócrita – se achava o dono da razão, mas era esforçado e trabalhador, nunca deixando nada faltar para o filho e para a esposa. Fora um grande incentivador de Rufus ser ativo e estudioso, ajudando financeiramente sempre que necessário. Sua mãe, Maria, de 46 anos, era doce, mas carregava um fundo amargo por saber das traições constantes do marido, sem nunca brigar ou se impor.

Rufus marcou um jantar na casa deles no sábado à noite. Já vinha preparando o terreno nas últimas semanas: "Pai, mãe… tô com alguém especial. Ela é mais velha, mas é incrível – me faz feliz de verdade." Não revelou o quanto mais velha nem que era a mãe de Gislaine, para evitar julgamentos prévios. "Vai ser uma surpresa boa", pensou ele, nervoso mas determinado.

E enfim o jantar chegou. Rufus e Sara entraram de mãos dadas, o cheiro de lasanha caseira no ar. Jerônimo e Maria os receberam com abraços, mas o susto foi inevitável ao verem Sara – elegante, usando um lindo vestido azul marinho, mas visivelmente mais madura. "Prazer… Sara, né? Rufus falou tanto de você", disse Maria, forçando um sorriso, enquanto Jerônimo piscava: "Bem-vinda! Senta aí, a comida tá quase pronta." Eles quase disfarçaram bem o choque, e logo conversavam sobre trivialidades – o trabalho de Sara na loja, a faculdade de Rufus. "Você parece tão… experiente, Sara. O que faz da vida?", perguntou Maria, curiosa. Sara sorriu: "Trabalho com artesanato, montei uma lojinha que tá crescendo. E adoro cozinhar, como vocês."

Após comerem, tocaram no ponto delicado: a diferença de idade. "Então… quantos anos você tem, Sara? Rufus disse que era mais velha, mas…", indagou Jerônimo, direto. Sara hesitou: "41… sei que é uma diferença muito grande, mas o que importa é o que sentimos." O clima pesou; Maria franziu a testa: "41? Rufus tem só 19… isso não é… complicado?" Sara ficou desanimada, acuada, mas Rufus a amparou, segurando sua mão: "Ei, mãe… a gente se ama. E pra provar: vamos nos casar em abril." Um silêncio pesado caiu na sala naquele momento. Jerônimo ergueu as sobrancelhas: "Casar? Já?" Maria balançou a cabeça: "Filho, pensa bem… a vida é dura com essas diferenças." Mas Sara, com experiência e jogo de cintura, tranquilizou: "Entendo a preocupação… eu também hesitei no início. Mas amo o Rufus de verdade – ele me faz rir, me apoia, e tô disposta a enfrentar tudo pra fazê-lo feliz. Não sou uma aventura; sou parceira." Rufus adicionou: "Não vou largar a faculdade, ao contrário – tô determinado a terminar e empreender com ela. A loja dela tá crescendo, e a gente vai construir juntos." Aos poucos, o clima desanuviou; Jerônimo assentiu: "Se é assim… boa sorte." Maria suavizou: "Que sejam felizes, então."

No quarto de Rufus, enquanto os pais lavavam a louça, eles conversaram baixinho. "No fim, tudo terminou bem… esperava pior", disse Sara, aliviada. Rufus riu: "Eu também. Mas não mudaria nada – meus pais gostando ou não, você é minha escolha." Sara sorriu, beijando-o: "Você é incrível." O beijo esquentou; fizeram uma rapidinha gostosa – Sara o empurrou na cama, despindo rápido, montando no pau duro e rebolando ritmada na boceta úmida: "Ahh, amor… quietinho pra não ouvirem." Rufus gemeu baixo, estocando de baixo: "Delícia!" Ela gozou tremendo, sucos escorrendo, e ele a virou de missionário, penetrando fundo e gozando jatos quentes dentro: "Te amo… minha noiva." Ofegantes, se arrumaram e voltaram pra sala, onde os pais assistiam TV.

Lá, Sara revelou casualmente: "Me lembro até hoje quando a Gislaine levou o Rufus lá em casa. Confesso que achei o Rufus muito atraente, tinha ficado feliz por ela. Mas quando eles terminaram, nós dois acabamos nos envolvendo. Foi algo quase natural e, ao mesmo tempo, foi mágico." Uma tensão se alojou de novo. Maria ficou chocada: "Gislaine? Você é mãe dela?! Rufus, você traiu a menina com a sogra? Que decepção!" Rufus negou: "Não foi traição, mãe… a gente terminou antes. Foi natural." Surpreendentemente, Jerônimo defendeu: "Ei, Maria, para com isso. O garoto tá bem servido – uma mulher séria, muito bonita e trabalhadora. Gislaine é passado; não desanima o rapaz." Maria rebateu: "Você sempre defendendo safadezas!" Jerônimo brigou: "Cala a boca… é a vida dele! A Gislaine era uma safada, que tenho certeza que encheu nosso menino de chifre. Agora ele tá bem." Sara e Rufus defenderam Gislaine: "Ei, ela não merece isso", disse Sara. "Gislaine tá dedicada aos estudos agora, namorando sério… e ela é uma garota ótima", completou Rufus. Jerônimo desdenhou: "Ah, eu sei que ela era uma vadiazinha. Rufus aguentou foi é muito." Rufus se irritou: "Pai, respeita ela, por favor! Não aceito falta de respeito nem com Gislaine, nem com Sara. Elas são incríveis." O ar ficou pesado; eles se despediram irritados, saindo dali. "Desculpa, amor… meus pais são assim", murmurou Rufus no carro. Sara suspirou: "Tudo bem… não vou deixar isso nos afetar. Ouvir a verdade... machuca as vezes. Mas que mãe gosta de ouvir falarem mal de sua filha, né?"

Ao final, o pai de Rufus enviou mensagem: "Filho, no fim é sua vida. Seja homem e encare as consequências. Eu e sua mãe abençoamos o casamento – sejam felizes." Rufus tranquilizou: "Valeu, pai… significa muito. Amo vocês." Ele mostrou pra Sara, que ficou menos chateada: "Seus pais não são moleza, hein? Mas isso não me impede de casar com você." Ambos riram: "Nossas famílias têm muitas doidices… mas a minha é mais gostosa", brincou Sara. Rufus gargalhou: "Verdade… tanto mãe quanto filha são mulheres espetaculares." Sara corou, enciumada mas grata: "Ei, cuidado com o elogio… mas obrigada por defender a Gislaine. Mesmo ela tendo sido uma péssima namorada." Rufus a beijou: "Gislaine é passado… você é meu futuro."

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