Eram quase duas da manha dessa quinta-feira quando acordei . Cama vazia, eu todo pelado na minha cama. Vejo ao redor e relembro que estou no litoral e que vou subir de manha pra Curitiba. Tento dormir um pouco mais e não consigo.
Levanto e tomo um banho morno. Na parede do box ainda está grudado, o consolo que eu brinquei bastante antes de ir dormir. Ao vê-lo ai, ainda bem firme, penso em como é bom estar sozinho na casa. Me divirto bastante e praticamente, me fodo gostoso.
Passo um pouco de óleo corporal na bunda e vou encaixando a ponta do silicone no meu rego. Encosta e provoca um sentimento gostoso. Empurro minha bunda contra o azulejo e assim, a cabeça do pau entra. Solto um gemido. Entra o resto. Solto mais gemidos. Começo a rebolar minha bunda na parede fria e sino dentro de mim, todo meu amigo de silicone. Pela claraboia, consigo ver o luar enquanto me preencho gostosamente sob o chuveiro.
Minutos se passam e eu chego a quase gozar. Mas paro ali. Acabo o banho e saio. Não me seco e com o corpo úmido, passo creme e vou pra área ver meu lindo quintal. Lembro que ali já tive algumas boas transas ( descritas em contos aqui ) e logo o fogo chega novamente. Pego o celular e começo a mexer no Bate-papo. Mesmo sendo quase 04h da manha, na cidade próxima, Paranaguá, sempre tem gente para conversar. Aparece na tela um “ OLA” e começo a conversar com ele.
Magno se diz motorista e está no posto da BR onde aguarda a chamada para carregar no Porto. Longe de casa a vinte dias, com saudade da esposa, mas sobre tudo, com o tesão acumulado. Abriu a câmera e vi um corpo de uns 35 anos, moreno, nada barrigudo. Mas o que me chamou a atenção foi um elo exemplar de pau duro. Conversamos mais um pouco e notei nele uma pessoa legal e confiável. Como ele não poderia deixar o caminhão sozinho, me propôs a ir até ele.
Marquei de chegar antes das cinco da manha. Assim seguiria viagem de volta a Curitiba após me encontrar com ele. Até então, estava com vontade também, mas nunca se sabe. Tudo pode dar errado.
Disse para ele cuidar quando eu chegasse, descrevi o carro que estaria e como estaria. Assim, arrumei tudo, fechei a casa e segui em frente.
Quase quatro e meia da manhã, chego ao posto da BR onde tem vários caminhões parados. Paro na bomba e abasteço meu carro. Já percebo que Magno se aproxima e vai até a parte de dentro da conveniência. Entro para pagar a gasolina e passo perto dele.
- É você do Bate-papo?
- SIM. SOU. Tudo previamente acertado para ser assim.
Paguei a gasolina e pedi ao caixa a permissão para tomar um banho no posto e seguir viagem. Permissão dada, disse que deixaria meu carro no estacionamento enquanto tomava banho e descansaria um pouco.
Assim, tinha tempo suficiente para ir a boleia do Magno. Antes disso, paro na mesa dele e conversamos baixo sobre poucas coisas. Em menos de 5 minutos, saio da conveniência e magno vem junto.
Ele me conduz por entre os caminhões e chegamos, sem muito barulho ao caminhão dele. Subi naquele espaço e vejo uma boleia limpa com uma grande cama atrás do banco. Com cortinas fechadas, teríamos ali nossa privacidade.
- Só não podemos fazer muito barulho. Vai que alguém escuta e vem incomodar. Sorri concordando com ele, enquanto vejo ele se despir na cama. Tiro apenas minha camiseta, subo na cama e levo minha boca ao encontro do pau que estava como exatamente pedi. Limpinho e cheiroso.
- Tomei banho quando você falou que vinha.
- DELICIA. ASSIM QUE GOSTO. E sem cerimonia nenhuma, afundei meus lábios na carne quente e dura daquele moreno.
- Ah... Como estava precisando de uma boa chupada. Chupa cadelinha.
Falava bem baixinho quase imperceptível. Chupei gostosamente da base até a ponta, as bolas e claro, deixei bem úmido e ainda mais duro.
Magno me coloca de costa na cama e começa morder meus peitinhos me levando a loucura. Eu chegava a morder os dedos para evitar gemer alto e gritar de prazer.
Aos poucos ele vem descendo em meu corpo e começa a tirar meu short de nylon. Ao baixar, viu na pouca luz do recinto que eu estava de calcinha fio, vermelha. Isso o fez sorrir e claro, me deixou feliz também. Finaliza de tirar meu short e já levanta minhas pernas e volta a me morder levemente, agora, na região debaixo.
- Hum... delipadinho, lisinho e de calcinha.. Putinha você.
Magno chega ao meio da bunda, cheira e aprova o frescor dos cremes que uso. Enfia um dedo, gemo gostoso. Colocou dois dedos e recebeu dois gemidos.
Após me fuder com seus deliciosos dedos e eu já implorando por pau, Magno me vira de bruços, morde minhas carnes da bunda e alisa os montes. Abraço o travesseiro e sinto ele pegar a camisinha enquanto eu rebolo sob ele.
Ao encapar o cacete, ele vem descendo devagar. Se ajeita como pode sobre meu corpo que se mexe lentamente provocando o macho. O pau vai marcando território entre a pele e a calcinha que ele não quis tirar, até encontrar o canal lubrificado.
A cabeça do pau entra enquanto a minha cabeça afunda no travesseiro. Mesmo tendo brincado bastante com meus consolos, até maior que o pau dele, o contato da carne quente e verdadeira, me faz arrepiar e sentir realizado.
Magno afunda aos poucos e cola o corpo nas minhas costas.
- Isso putinha, aceita seu macho.. falava
- VAI QUERIDO. AIIIIIII. AFOGA SEU PAU EM MIM... E assim, baixinho trocávamos palavras de carinho e ofensa... “ Vai cadela...ME FODE GOSTOSÃO.. Piranha”..... e tantas outras que nem mais me lembro.
Sei que foram uns cinco minutos dele sobre minhas costas me socando, ora lentamente, ora rápido e fundo.
Eu já estava completamente suado de novo quando ele me coloca de frente a ele e levanta meus pés.
- Gosto de fuder estilo frango.. Uma galinha como você deve ser gostoso gozar dentro.
- VEM MEU HERÓI..ME FODE ... AGORA, respondi abrindo bem minhas pernas lisas e oferecendo o meu mais prazeroso buraco.
Ele coloca minhas pernas no ombro dele, puxa a calcinha do lado e aponta a rola. Soca fundo. Entra tudo. Viro a cara e mordo meu dedo para não gritar. Senti lá no fundo a cabeça do pau. Ele faz de novo, tira até a ponta e soca até os ovos espremerem na bunda.
Magno brincou comigo nessa posição até que desceu forçando tudo e não mais levantou. Me abraçou e falando baixinho no meu ouvido enquanto seu quadril socava fundo..
- To gozando minha puta... aiiiiiiiiii
- GOZAAAA... TUDO....DELIIICIA.... disse enquanto sentia o pulsar do cacete entre minhas entranhas.
Magno ficou me abraçando como não querendo mais soltar. Mas logo o pau amoleceu e saiu de rabo. Nossa transa não tinha passados de trinta minutos. Mas tinha me levado ao céu dos desejos.
Ambos nos arrumamos e saímos do caminhão. Silenciosamente seguimos pro banheiro, sob os primeiros raios de sol. Ao chegar na área de banho, tudo vazio. Me dirijo pra uma cabine e ali tiro minha roupa e entro embaixo do chuveiro.
Um banho relaxante para me recompor. Magno abre a porta do box e de pau em riste, pede para eu chupar novamente, pois o tesão havia voltado. Me ajoelho e começo o boquete. Sei que não podíamos demorar pelo risco de ser pego ali.
Chupo gostoso, misturando saliva e agua.. Vou até o saco e subo.. várias vezes. Logo ele força minha cabeça para a base do pau e segura. Sinal que o gozo estava pronto.
Ajoelhado no piso frio daquele banheiro escuro, engulo todo o cacete dele e tomo, diretamente da fonte, a vitamina dos putinhos, o néctar do macho, o meu leite daquela manha, ou simplesmente, o gozo quente de Magno que despeja em minha garganta. Assim que gozou, tirou o pau pra fora, lavou na agua e saiu do box. Volto a ficar em pé e acabo o banho. Me enxugo e arrumo minhas coisas na mochila de banho que sempre levo comigo. Saio do box, paro frente ao espelho.
- Que belo exemplar de bunda você tem... Disse magno parado num canto.
- OBRIGADO. BELO CACETE VOCÊ TEM TAMBEM. GOSTEI. MAS PRECISO IR. Vejo que ainda estamos sozinho no banheiro, pego na minha mochila meu plug com joia vermelha, passo creme nele, vou ao entro de magno e peço.
- COLOQUE EM MIM. VOU SUBIR A SERRA COM ELE DENTRO.
Magno pega meu brinquedo e delicadamente, enfia no meu cu enquanto gemo baixinho. Ao sentir todo ele dentro com a joia pra fora, puxo meu shorts para cima e deixo bem marcado minha bunda.
Jogo a mochila nas costas, saio do banheiro quando outros começam a sair de seus caminhões.
São quase 60 km de estrada até chegar em Curitiba, que se percorri fácil. Subi a serra com um sorriso nos lábios e um brilho no olhar. Meu coração estava calmo e feliz. Meu rabo havia sido aberto e saciado e agora mastigava meu plug nos movimentos da estrada que me fez gozar gostoso na serra. Magno deve estar tranquilo. Gozou gostoso.. duas vezes. E me prometeu voltar a me encontrar.. Afinal seu caminho sempre leva ao pátio do posto. Mas minha tara, sempre me leva pras mais deliciosas aventuras e gostosas picas de machos.
claudiobiguerra@gmail.comCURITIBA -PR
