Olá pessoal, aqui é a Carol de novo. Sei que faz tempo que não passo por aqui, fiquei devendo a continuação da minha história. Bom, depois que postei aqui, meu marido, que tinha topado eu contar tudo, surtou com os comentários e os assédios que eu comecei a receber nas redes. Foi um inferno: mensagens no DM, caras pedindo fotos, elogiando de um jeito que passava do limite. Eu respondi algumas, confesso, só por curiosidade ou pra bater papo, mas isso gerou brigas feias em casa. Ele ficava dizendo que eu tava flertando, que aquilo ia virar algo pior. No fim, a gente se separou. Foi doloroso, mas decidi dar um tempo das redes sociais e focar na vida real.
Foi aí que entrei num grupo de vôlei aqui na cidade, pra me distrair e fazer exercício. Conheci umas meninas legais, e num dia depois do treino, ficamos na lanchonete da quadra tomando cerveja. O álcool rolou solto, e eu acabei contando a história do Gabriel, não em detalhes como aqui, mas o suficiente pra animar a galera. As meninas piraram, riram, fizeram perguntas. Algumas semanas depois, numa outra saída, uma delas, que vou chamar de Luiza (não é o nome real dela), contou uma história dela com o marido que me deixou de queixo caído. Era quente, ousada, e eu me apaixonei pelo jeito que ela narrava. Convidei ela pra jantar na minha casa uns dias depois, e pedi pra ela me contar tudo com detalhes. No fim da noite, perguntei se podia compartilhar aqui no site, mudando os nomes, claro. Ela relutou no começo, disse que era pessoal demais, mas acabou concordando. Só pediu pra revisar antes de eu postar, e eu topei na hora. Então, aqui vai a história dela, do jeitinho que ela me contou, em primeira pessoa. Espero que curtam tanto quanto eu.
Olá a todos leitores! Essa é minha primeira história por aqui, meu nome não é Luiza, mas será esse nick que usarei aqui. Atualmente tenho 42 anos, apesar de muita gente dizer que pareço no máximo ter 35. Não sou do tipo toda gostosa, malho muito pouco, mais por causa do vôlei do que por me manter magra ou sarada. Apesar disso, sei que tenho uma bunda grande, noto nos olhares dos homens na rua, na academia, e meu marido elogia muito. Meus peitos são grandes, mas não são empinados nem tenho silicone; na verdade, eu gostaria de diminuir eles um pouco e deixar mais erguidos. Sou de estatura mediana, tenho 1,64m, e atualmente peso 73kg. Sou parda, mas mais pra branca.
De qualquer forma, sinto que sou uma mulher atraente, até porque, modéstia à parte, eu me visto muito bem, até por conta do meu trabalho. Trabalho na secretaria de uma escola particular. A escola não é muito grande, mas é cara; ela é voltada apenas para crianças at[é o ensino fundamental, ou seja, até o 5º ano, antiga 4ª série. Então, estou sempre muito bem vestida para lidar com pais e mães dos alunos: saias lápis, blusas sociais, salto baixo, maquiagem discreta.
Sou casada com Anderson, ele tem 40 anos, é um homem normal, tem 1,70m de altura, não é gordo, e é um homem branco. Meu marido trabalha com tecnologia, e estamos casados há 12 anos.
Nossa história começou há mais ou menos uns 3 anos. Tivemos uma crise no nosso casamento: começamos a ficar semanas sem sexo, às vezes passava 1 mês e nada. Não havia briga, de minha parte não havia traição, acredito que da dele também não, estava tudo normal no dia a dia. Aí, do nada, transávamos, e repetíamos a dose durante a semana, mas logo depois tudo recomeçava. Eu comecei a me questionar se o problema era eu mesma, ou se ele tinha outra. Até que um certo dia, resolvi encarar o problema de frente e iniciei uma conversa. Estávamos no sofá depois do jantar, e eu disse:
"Anderson, a gente precisa conversar sobre isso. Faz semanas que não rola nada entre a gente. O que tá acontecendo?"
Ele me olhou surpreso, mas não fugiu. "Luiza, eu sei... Eu também sinto falta. Mas é que o trabalho tá me matando, chego cansado todo dia."
"Ah, vai, Anderson. Toda vez é a mesma desculpa. Cansaço? Quando a gente transa, você parece super animado. Depois some de novo. Você tá me traindo? Tem outra?"
"Que isso, amor? Claro que não! Eu te amo, você sabe disso. Nunca traí você."
"Então o que é? Eu? Eu que não te atraio mais? Me diz a verdade."
"Não, Luiza, você é linda, sempre foi. É só... rotina, sabe? A gente tá casado há tanto tempo, as coisas esfriam. Eu acho que os dois estamos vivendo na rotina, sem novidade."
"Rotina? Mas a gente viaja, sai pra jantar... O que mais falta?"
"Falta empolgação no sexo, talvez. A gente sempre faz do mesmo jeito, na cama, luz apagada. Eu sinto que precisamos variar."
"Você acha que eu sou o problema? Que eu não sou criativa o suficiente?"
"Não, amor, não é isso. Somos os dois. Eu também não tomo iniciativa direito. Vamos tentar mudar?"
No final, os dois resolvemos que deveríamos começar a fazer sexo em ocasiões diferentes, explorar fetiches e tentar realizá-los. Foi um alívio, na verdade. Começamos a recuperar a libido aos poucos. Uma vez, transamos na casa da mãe dele, estávamos visitando, ela saiu pra comprar pão, e a gente se trancou no quarto de hóspedes. Foi rápido, mas intenso: eu de quatro na cama, ele me pegando por trás, sussurrando no meu ouvido pra não fazer barulho. Outra vez, fizemos sexo dentro do carro numa rua deserta perto de um parque à noite. Eu no banco do passageiro, ele reclinou o banco, eu montei nele, rebolando devagar enquanto via os faróis distantes passarem. Foi arriscado, mas aquilo nos deixou loucos de tesão.
Mas aí, comecei a notar que o Anderson estava sempre insinuando que tinha outro homem me comendo junto dele. Nas transas, ele falava coisas como "Imagina se tivesse outro cara aqui te pegando" ou "Você ia gostar de dois paus, né?". Chegou ao cúmulo de um dia mandar eu usar um vibrador enquanto fazia eu chupar ele. Foi estranho no começo, mas excitante. Depois do sexo, ainda ofegante na cama, eu conversei com ele:
"Anderson, o que foi isso? Você tá sempre falando de outro homem. Isso te excita mesmo?"
"Amor, é só um fetiche pra hora do sexo. Nada demais. Me deixa louco imaginar você assim."
"Tá bom, mas não exagera. Me incomoda um pouco."
Ele alegou que era apenas um fetiche, e eu aceitei. Ele continuo fazendo isso em praticamente todos os nossos sexos, ele insistia pra saber se eu tava gostando, queria que eu falasse algo, mas eu só gemia, fingia cara de safada.
Uma noite, a gente tava no quarto, luz baixa, e ele me beijou forte, tirando minha camisa. Eu tava deitada de costas, ele de conchinha atrás de mim, roçando o pau duro na minha bunda. "Vem, Luiza, me chupa um pouco", ele disse. Eu me virei, desci lambendo o peito dele, até chegar no pau, chupando devagar, enrolando a língua na cabeça. Ele gemia, mas aí pegou o vibrador da gaveta, ligou e me entregou.
Eu hesitei um pouco, mas resolvi testar ele, peguei, e comecei a roçar na minha buceta, gemendo com a vibração. Ele me guiava a cabeça, me fazendo engolir mais fundo, foi então que eu resolvi ousar:
"Isso, isso Lucas, me fode vai seu gostoso, amei esse seu amigo gostoso que você trouxe, tem um pau delícioso.". Ele tirou o vibrador, e veio pra cima de mim, claramente excitado como nunca vi e eu continuei.
"Precisa ser rápido, Lucas, o Ander já já tá chegando!"
Ele riu, mas acelerou, batendo na minha bunda. "Vai, safada, goza pro Lucas."
"Ah, Lucas, seu pau é tão grosso... O Anderson nunca me fode assim."
Ele me deixou de lado, uma perna no ombro dele, metendo fundo e rápido.
"Diz que vai gozar pra mim, Luiza."
"Tô gozando, Lucas! Ah, fode mais!" Ele gozou dentro, gemendo alto.
Após o sexo, deitados ofegantes, o Anderson disse: "Adorei, amor. Você me chamando de Lucas... Foi perfeito."
"É, foi demais", eu respondi, mas aí ele questionou: "Você teria coragem de fazer isso de verdade um dia? Com outro cara?"
Eu sabia que se ele tivesse mesmo querendo que eu desse pra outro, aquilo ia fazer ele se entregar, e não deu outra. Fiquei brava na hora.
"Que isso, Anderson? Você acha que eu sou puta? Que eu saio dando pra qualquer um?"
"Calma, amor, n-não é isso!"
"Não é? Você tá planejando isso há quanto tempo? Já deve até ter escolhido um amigo pra me comer. O Lucas talvez? Ou outro?"
"Não, Luiza! É só um fetiche que nasceu recente. Eu nunca fiz nada além de citar isso na cama. Nunca pensei em ninguém específico, juro. Mas percebo que os dois ficamos excitados quando fantasiamos isso."
(Ele tava certo, confesso, aquilo me excitava pra caralho, mas não falei pra ele na hora.)
A gente ficou quase 1 hora debatendo e discutindo. Ele insistia que foi um fetiche que surgiu nele recente e que jamais teria feito qualquer coisa pra que outro me comesse sem meu concentimento.
Depois de muita discussão, eu sem querer acabei afrouxando.
"E se isso destruir nosso casamento? Você vai ter nojo de mim depois?"
"Então você ta considerando isso?" disse ele.
"Responsa a minha pergunta".
"Não, amor. Eu te amo acima de tudo. Isso é só pra apimentar... "
"Anderson, eu jamais teria coragem de fazer isso, nunca traí nenhum namorado meu, jamais transei com duas pessoas ao mesmo tempo... E muito menos teria coragem de fazer isso na sua frente."
"Não precisa fazer na minha frente amor, sei lá, sai, conhece alguém, e quando você pegar confiança nele, quem sabe um sexo a três, mas tudo ao seu tempo."
"Aí é que tá: você tá me incentivando a ter um amante? É isso? Transar com outro várias vezes, sem você ver ou participar... Isso é coisa de corno!"
"Se esse é o preço a pagar pra poder te comer com outro cara, eu tô disposto a ser corno, se for o caso."
"Não sei Ander, isso ta com cara de que você ta arranjando desculpa depois me largar e por a culpa em mim..."
"Jamais Luh, nunca faria isso, confia em mim, eu to com isso na cabeça, quero te ver fodendo com outro, e fazer um DP com você, acho que isso além de ser super excitante, proíbido e gostoso, vai nos unir mais ainda amor, é uma cumplicidade que um relacionamento comum jamais terá."
Ele tava quase me convencendo...
"Não sei vida, é estranho pra mim estar com você e do nada começar a te contar sobre outros caras, sobre homens dando em cima de mim, de eu estar indo transar com outro cara.."
"Luh, faz assim, esquecemos esse assunto, vamos seguir nossas vidas como se essa conversa nunca tivesse acontecido. Você vai tentando se acostumar com a ideia, quando achar alguém, tiver flertando com ele, você começa a me contar sobre o assunto"
"Tá bom, vou pensar. Vou começar a me imaginar fazendo isso, e quem sabe no dia a dia começar a notar homens que fiquem de olho em mim...".
Ele concordou, achou aquilo o máximo, transamos novamente naquela noite, e tão cedo não voltamos a falar nisso. Ele inclusive passou a diminuir a quantidade de vezes que usava isso na cama.
Depois daqueles dias em que Anderson e eu conversmos sobe eu arranjar um amante, as coisas voltaram ao "normal" por um tempo. Ele diminuiu mesmo as insinuações na cama, e o sexo continuou bom, mas sem aquela loucura de fantasias. Eu, por outro lado, comecei a reparar mais nos homens ao meu redor. Não era nada planejado, mas a conversa tinha ficado na minha cabeça, e eu me pegava pensando:
"E se eu realmente fizesse isso? Como seria? Com quem seria?". Comecei no trabalho, porque era o lugar onde passava a maior parte do dia.
Na primeira semana, olhei com mais atenção pros dois professores da minha faixa idade que trabalham na escola. Um deles, o Zeca, era bonito, mas sério demais, sempre com cara fechada, não conversava com ninguém. O outro, o Thiago, era mais descontraído, mas não rolava química nenhuma, apesar de bonito, ele não parecia ser bom de cama. Pensei também no Seu Chico, o faz-tudo da escola, mas honestamente, ele não era bonito, tinha uns hábitos meio nojentos, eu não me prestaria a isso.
Foi numa manhã, tomando café na sala dos professores com algumas colegas, que a minha desgraça começou.
Eu tava distraída, olhando pro nada, quando o Seu Carlos entrou. Ele é o diretor, filho da dona da escola, deve ter uns 52, 53 anos, alto (uns 1,85 fácil), sempre impecável de terno, cabelo grisalho bem cortado, barba aparada. Não é um homem lindo, tipo modelo, mas tem uma presença... poderosa. Intocável, sério, rico e manda em tudo ali.
Pensei: se for pra fazer sexo só por fazer, pra transformar meu marido num corno de verdade, talvez não seja só sobre beleza. Poder, dominação... isso poderia ser bem mais excitante. E apesar de não ser um homem lindo, Seu Carlos representa ser forte, ter pegada.
"Bom dia, Luiza!"
Aquela voz grossa e autoritária me pegou de surpresa. Eu tava perdida nos pensamentos.
"Oi?" respondi, meio atordoada
"Eu disse bom dia, você parece meio aérea", ele riu baixo, olhando pra mim com aqueles olhos penetrantes.
"Ai, desculpa Seu Carlos, tava aqui perdida nos meus pensamentos."
"Tudo bem, me desculpa interromper seu café, mas tem uma mãe lá na secretaria que tá com pressa e quer resolver uma pendência financeira. A Miriam não tá dando conta sozinha, você pode auxiliar ela? Depois você volta, pode até fazer mais tempo de intervalo se precisar."
"Claro Seu Carlos, só vou escovar os dentes e já vou, não dá pra atender as mães com bafo de café", brinquei, rindo.
"Eu gosto desse seu cuidado, Luh. Muito obrigado." Ele saiu, me chamando de Luh de um jeito casual, como se fosse íntimo.
As professoras que tavam ali (a Ana e a Carla) me olharam com cara de safadas assim que ele saiu.
"Menina, o que foi aquilo? Você tava babando no Seu Carlos?", disse a Ana, rindo.
"Eu? Não! Tava só... pensando."
"Pensando nele, né? Ele teve que dar bom dia duas vezes, Luiza! E você olhando fixo pra ele como se fosse comer o homem com os olhos", completou a Carla.
"Vocês tão loucas! Eu tava distraída, só isso."
"Ah, vai... E o 'Luh'? Ele nunca chamou ninguém por apelido aqui. Tá rolando algo aí?", provocou Ana.
"Não tem nada rolando! Para de inventar."
"A gente só tá zoando, mas cuidado, Luiza. Ele é casado, você é casada, e a mãe dele é a dona da escola. Se rolar confusão, quem perde o emprego é você."
Saí dali brava, resmungando: "Vocês inventam coisa onde não tem. Ridículo." Mas no fundo, o comentário delas me deixou pensando ainda mais na possibilidade.
A partir daí decidi que ia começar a investir no Seu Carlos pra ser meu amante, era perfeito, ele sendo casado também iria querer manter o sigilo. Passei a priorizar blusas com botão, saias com zíper, e sempre que a gente ficava sozinho, eu aumentava o decote, aumentava a fenda na saia, tudo para me insinuar pra ele. E ele... percebia. Olhava. Sorria de um jeito que não era só profissional.
Numa tarde, ele me chamou na sala dele pra revisar uns documentos de matrícula.
Estava sentada do lado da Miriam, então virei de costas pra ela, olhando pra parede, abri um botão da minha blusa, deixando parte do sutiã preto aparecendo, levantei mais ainda a saia, estava bem acima do joelho.
Entrei, fechei a porta (como sempre). Ele tava sentado, me olhou de cima a baixo.
"Luiza, você tá linda hoje. Essa blusa realça muito s... você."
"Obrigada, Seu Carlos, ouvir um elogio de um homem tão elegante como o senhor é sempre gostoso".
Ele me questionou sobre alguns documentos que havia enviado pra ele assinar, eu notava que volta e meia eu estava falando e os olhos dele saiam dos meus olhos e viam pra minha boca, e claro, sempre disfarçando, mas ele olhava ao meu decote também.
Não tive coragem de insinuar nada, mas senti que alguma coisa tinha mudado, claro, sempre tive postura de mulher decente, nunca deixei ninguém se insinuar pra mim, e essa minha mudança de atitude, logo já teve efeito.
Outra vez, na sala do café, cedo da manhã. Eu tava sozinha enchendo a xícara quando ele entrou.
"Bom dia de novo, Luh."
"Bom dia, chefinho. Café?"
"Com você? Sempre." Ele se aproximou, pegou a xícara da minha mão, roçando os dedos nos meus. "Você tá diferente esses dias. Mais... confiante."
"Tô tentando me cuidar mais sabe? Me senti valorizada...", respondi, disfarçadamente me inclinei pra pegar o açúcar, deixando o decote à mostra. Não pude ver se ele tava olhando, mas era óbvio que estaria.
"E você precisa ser valorizada? Um mulherão lindo desses, não deveria sentir que tava desvalorizada, isso é papel do seu marido."
"Pois é Seu Carlos, mas nem tudo é como queremos ou merecemos, mas eu agradeço seu carinho, você é um homem muito bom, eu gosto muito de nossa amizade Seu Carlos." Disse isso fazendo carinho eu seu braço, e como não tinha ninguém na sala, dei um beijo eu seu rosto em forma de agradecimento. Deixei ele lá e sai antes que algo mais acontecesse ou alguém visse.
Esse flerte entre nós ocorreu por semanas. Como era eu quem abria a escola, ao invés de deixar os documentos pra ele assinar no final do dia pra ele assinar no outro, passei a deixar no dia seguinte de manhã, e quase sempre deixava um bilhetinho pra ele.
"Para o melhor chefe do mundo assinar"
"Que seu dia comece muito bem :)"
"Aqui estão seus documentos, se precisar de mim estou na copa"
Como a copa, é separada da sala dos professores, não era incomum eu acabar tomando café sozinha, então ele quase sempre chegava e ia direto lá. E sempre que a gente tava sozinha se cumprimentava com abraços, beijos no rosto. Ele sempre tinha uma desculpa pra encostar em minha, olhar meu decote. Nos dias que tinha gente na sala, ele apenas chegava, cumprimentava as pessoas, pegava água e café e voltava pra sua sala. Esses dias eram os mais frustantes.
A verdade é que eu já deveria ter contado tudo pro Ander, o combinado era contar quando começasse a flertar com alguém. Mas eu sentia que se contasse, um pouco da magia da traição se perderia, eu tava amando aqueles flertes, na bem da verdade, eu tava até gostando do Seu Carlos, antes de mesmo de ficar com ele.
Ander chegou a perguntar duas vezes nesse período se eu tava com outro homem.
"Vida, sobre aquele nosso assunto, de você dar uma fugidinha, nada ainda?", perguntou ele um dia pós sexo.
"Nada amor, tentei pensar em alguém na escola, mas no trabalho é perigoso e não tem ninguém interessante lá".
"E nos teus grupos de vôlei?"
"Ai amor, tem muito homossexual nesse meio, e quem não é, é casado. E outra, é um meio de convívio muito próximo né?".
Outro dia ele questionou de novo, e após minha negativa ele perguntou:
"Amor, não seria o caso de a gente procurar um profissional?"
"O que? Pagar pra alguém me comer? Ta de brincadeira né? Não sou puta nem nada".
"Mas Luh, 2 meses já se passaram, e até agora você não me contou nenhum flerte, não é possível que tu não conheceu ninguém interessante nesse tempo"
"Pois é, não achei e ai? Que pressa é essa pra ser corno, eu não falei que ia te contar quando tivesse conversando com alguém? Pra que eu mentiria? Se surgir alguém eu vou contar. Aliás, vou ficar mais atenta, se surgir alguma oportunidade vou dar logo e depois te conto, pode ser?".
Depois dessa bronca, ele não perguntou mais sobre o assunto, passou só a perguntar.
Alguns dias depois dessa última conversa, Seu Carlos saiu de viagem a trabalho, estava visitantdo outras escolas das quais temos parecerias. Pelas redes sociais eu vi que ele foi com a vadia da esposa. Fiquei com muito ciúmes e ranço daquela loira aguada.
Nessas duas semanas de ausência do Seu Carlos, eu perdi as contas de quantas vezes eu me masturbei pensando nele. Eu me masturbava tanto, e a todo tempo, que mal tinha vontade de transar com o Ander, minha cabeça era só no Seu Carlos. Passei a me imaginar com os dois na cama, o Ander com o seu pau na minha boca, enquanto eu rebolava no seu Carlos. Nas vezes em que transamos, eu jamais citei o nome do Seu Carlos (apesar de querer muito) na cama pois meu marido sabia quem era ele, e certamente já ia desconfiar.
Eu já estava morrendo de saudades dele, quando chegou o dia de sua volta. Coloquei um vestido tubinho preto, quis usar a versão tomara que caia, mas não tive coragem, então usei um de alça, também cogitei ir sem calcinha, mas não tenho personalidade pra isso, então coloquei um fio dental que só usava pra dar pro meu marido.
Aliás, homens valorizem uma coisa: a mulher que usa um fio dental só pra dar pra vocês, pensa numa coisa que incomoda, só compensa por que dá muito tesão.
Eu estava apreensiva esperando ele, até que ele surge pelo corredor, eu logo levo meus olhos a ele, ele passa e nos cumprimenta com formalidade.
"Bom dia Luiza, Miriam, tudo bem meninas"
"Bom dia Seu Carlos" respondemos as duas.
Ele entrou na sala dele, e não se vimos mais, não se cruzamos no café, na saída pro almoço nada.
Eu já tava pensando que ele tava me ignorando, ou então tudo foi coisa da minha cabeça...
Era 4 da tarde, resolvi pegar mais um café. Eu entro na sala, e menos de 1 minuto depois ele entra, eu tava de costas pra porta, até tomei um susto, olho pra ele com os olhos arregalados e um sorriso certamente apaixonado. Ele vem em minha direção, e me cumprimenta com um beijo no rosto e um abraço apertado, eu retribuo o abraço ficando com a cabeça no peito dele por uns segundos, é como se eu tivesse revendo meu marido depois de muito tempo, uma cumplicidade que eu jamais pensei em ter com o meu chefe.
Enquanto estávamos assim abraçados, ele começou a fazer cafuné no meu cabelo, devagar, os dedos grossos deslizando pelas mechas, massageando o couro cabeludo. Eu fechei os olhos, sentindo o cheiro forte do perfume dele misturado com o cheiro de homem maduro, de quem manda em tudo.
“Senti muita falta de você nesses dias, Seu Carlos…”, falei baixo sem tirar a cabeça do seu peito. “Pensei em você todos os dias… em vários momentos.”
Ele apertou mais o abraço, a mão esquerda descendo até minha cintura, ele entou se afastou um pouco, e com a mão direita na minha nunca me olhou nos olhos e perguntou . “Em quais momentos, Luh?”
“Em todos… .”, respondi, as minhas pernas tremiam, não era só o medo de alguém entrar, mas era aquela dominação, ele me tinha em suas mãos.
Ele deu uma risada. “Mesmo quando estava com seu marido?"
"Principalmente quando estava com ele...”, admiti, desviando o olhar e sentindo o rosto queimar.
Ele pegou na minha mão e me puxou pra mesa:
“Vem cá, senta aqui comigo pra tomar um café.”
Sentamos lado a lado na mesinha da copa. Ele pegou minha mão direita na dele, entrelaçando os dedos por baixo da mesa. Começamos a falar sobre a escola, como se fosse normal.
“Fechei uma parceria nova com a Universa… vão mandar professores pra dar curso de extensão aqui. Acho que vai ser bom pro currículo dos alunos.”
“Que legal, Seu Carlos. E o que mais você viu nas outras escolas que quer trazer pra cá?”
Ele começou a explicar, falando de laboratórios novos, de reforma na quadra, mas o tempo todo a mão livre dele subia pelo meu braço, acariciava meu ombro, descia pro meu rosto. Eu virava o rosto pra mão dele, deixava ele roçar o polegar na minha bochecha, no canto da boca.
“Você fica linda quando presta atenção em mim assim…”, ele murmurou, olhando pros meus lábios.
Eu sorri, tímida, ele tinha soltado a minha mão pra comer uma fatia de bolo, então apoiei ela na coxa dele, bem no meio, sentindo o tecido da calça social esticada. Deslizei devagar pra cima, procurando… senti o volume endurecendo debaixo da cueca. Meu coração disparou. Cheguei a erguer um pouco os dedos, roçando de leve a cabeça do pau dele por cima do tecido, mas desisti na hora, puxando a mão de volta como se tivesse levado choque. Ele percebeu e sorriu de lado.
“Covarde…”, brincou.
“Não sou covarde… só… cautelosa.”
“Você devia ser mais ousada, Luh. Homem nenhum merece uma mulher como você se contendo.”
“Nem o meu?”
“Principalmente o seu homem... Você merece um macho, um homem que te pegue de jeito. Não um frouxo como seu marido.”
Desconversei, eu tava indeciva. Tava louca por ele, me sentia de certa forma uma adolescente apaioxonada de novo. Por outro lado, ali ainda era meu local de trabalho e ele me chefe. Se desse merda, sobraria apenas pra mim.
A conversa voltou pros assuntos profissionais, ele falando de metas pro próximo semestre, eu respondendo, mas os toques não paravam. Ele passava o dorso da mão no meu decote, roçando de leve o bico do peito por cima do vestido. Eu mordia o lábio, apertava as coxas uma contra a outra.
De repente ele parou, olhou pro meu rosto e disse:
“Você tá com um farelo de bolo no canto da boca.”
Eu peguei o guardanapo, limpei um lado.
“É no outro...”
Eu então entreguei o guardanapo pra ele. “Você pode limpar pra mim?”
“Posso limpar do meu jeito?” perguntou ele todo se insinuando.
"Comigo o senhor pode fazer do jeito que quiser".
Ele se aproximou devagar, os olhos fixos nos meus, colocou a mão na minha nuca, me puxou um pouco pra frente, e então… botou a língua pra fora, lambendo devagar o cantinho da minha boca. Uma lambida lenta, demorada, como se estivesse provando. Eu fiquei paralisada, hipnotizada, sentindo o calor subir pelo corpo todo. Abri a boca um pouco, pus a língua pra fora esperando um beijo…
O celular dele tocou.
Ele olhou a tela, praguejou baixo. “Merda… tô atrasado pra reunião com o Antony. Até foi bom, Luh… a gente já correu risco demais hoje.”
Eu concordei com a cabeça, mas por dentro tava pegando fogo. A calcinha completamente encharcada, as coxas melando uma na outra.
Quando íamos nos levantar pra sair, eu vi: o zíper da calça dele aberto, a cabeça grossa do pau forçando a cueca boxer pra fora, marcando tudo. Ele percebeu meu olhar, riu baixo. “Tá vendo o estrago que você faz?”
Eu ri também, nervosa. Ao me levantar, invés de abaixar o vestido como é o natural, levantei mais ainda – se tivesse alguém atrás, já veria metade da bunda. Nos abraçamos de novo. Fiquei na ponta dos pés, ele abaixou um pouco o quadril… e senti o pau duro dele forçando direto na minha calcinha, roçando na entrada, separando os lábios por cima do tecido fino.
“Ai Seu Carlos… isso tá errado… eu sou fiel ao meu marido.”
Ele me apertou mais contra ele, voz grave no meu ouvido: “Tá tudo bem, Luh. Se o seu marido não tá dando conta, não tá te valorizando… não é errado você ser feliz. Você merece ser desejada, fodida direito, tratada como a mulher que é.”
E então, olhando nos meus olhos: “Você pode ficar até mais tarde hoje? Tenho muita coisa pra acertar com você no fim do expediente.”
Antes que eu respondesse, ouvimos gente chegando. Me arrumei e fui pra outra mesa, Seu Carlos também se ajeitou a tempo de a porta abrir.
Miriam apareceu: “Seu Carlos, o Antony da Universa tá esperando o senhor. Vocês têm reunião agora.”
Ele agradeceu o aviso e saiu. Miriam me olhou preocupada.
“Luiza, você tá bem? Tá vermelha…” perguntou se aproximando.
“Sim… tomei uma bronca feia. Mandei uns documentos errados pro Seu Carlos assinar, deu prejuízo pra escola. Vou ter que refazer tudo, vou ficar até mais tarde hoje.”
“Ai que chato… eu fiz algo errado? Você delega tanta coisa pra mim…”
“Não, Miriam, você tá ótima, foi erro meu mesmo."
"Nossa Luh, mas a bronca deve ter sido grande, você ta suando frio menina, quer que eu fique com você pra te ajudar?" ela estava sendo solicita, mas eu já tava pegando ódio nessa boa vontade dela.
"Não precisa, você tem seu filho pra buscar na escola. O meu o Anderson pega.”
Voltamos pro escritório e liguei pro Anderson.
“Amor, vou voltar mais tarde hoje, tá? Deu umas coisas erradas aqui, vou precisar ficar refazendo uns documentos com o Seu Carlos. Você pode pegar o Jr na escola? Não sei que horas eu volto.”
Ele nem desconfiou, não era incomum eu ficar até mais tarde. Apenas questionou
"Tudo bem amor, que horas eu te pego? 7:30, 08:00?"
"Não sei amor, te aviso, qualquer coisa vou ver Uber"
As horas não passavam, até que depois de uma eternidade, deu 17:30, as crianças começaram ir. Logo Miriam foi embora também.
Eu estava suando frio, eram 18:25, o último professor passou se despedindo. Segundos depois Seu Carlos abre a porta e me chama.
Ai nessa hora me bateu o medo, será que eu teria coragem de transar com outro homem? Ainda mais no meu trabalho?
Fiquei pensando em todas as consequencias e cenários, mas a buceta piscando falou mais alto. Entrei, fechei a porta sem trancar – um gesto de resistência fingida. Ele já estava de pé, encostado na mesinha, braços cruzados, me olhando com aquele sorriso de quem já venceu a partida antes de começar. “Você demorou… tava pensando em fugir?”
“Eu não fujo, Seu Carlos. Só… pensando duas vezes.” Me aproximei devagar, peguei uns documentos só pra ter algo nas mãos, mas ele veio por trás, colou o corpo no meu devagarinho, sem pressa. Senti o pau dele já meio duro roçando na minha bunda, a respiração quente no meu pescoço. Ele não me agarrou de uma vez; só ficou ali, pressionando de leve, deixando eu sentir o volume crescendo.
“Você pensa duas vezes… mas sempre vem.” A voz dele era grave, quase um ronronar. “Sabe que uma hora vai acontecer, né? Eu sei que você sabe. Seu corpo sabe. Tá tremendo só de eu encostar assim.”
Tentei me virar um pouco, como se quisesse escapar, mas na verdade só queria sentir ele me segurar mais forte. “A gente não pode… o Anderson… a escola… sua mãe…”
Ele riu baixo, passou a mão pela minha cintura, subiu devagar até roçar o lado do meu peito por cima do vestido. “Seu marido não te toca como eu toco. Ele não te olha como eu olho. E aqui dentro… ninguém vai saber. Só você e eu. Até você parar de fingir que resiste.”
Eu me inclinei pra trás de leve, encostando mais nele, deixando ele sentir que eu estava molhada – dava pra perceber pelo jeito que ele respirou fundo. “Você é perigoso, Seu Carlos… me deixa louca.”
“E você adora isso.” Ele virou meu rosto com a mão no queixo, me olhou nos olhos. “Para de se fazer de difícil, Luh. A gente sabe que vamos acabar fazendo, aqui nessa mesa, no chão… onde for. Você quer tanto quanto eu. Só tá esperando eu te convencer de vez.”
Eu mordi o lábio, fingi hesitar mais um segundo, mas abri um sorriso safado. “Talvez… mas não hoje. Ainda não.”
Ele apertou minha cintura, me virou de frente pra ele, colou nossos corpos. O pau duro pressionando minha barriga. “Não hoje? Hoje sim, e quando acontecer, você vai implorar pra eu não parar.”
Fiquei na ponta dos pés, rocei os lábios nos dele sem beijar de verdade, só provocando. “Talvez eu implore… talvez eu mande você ir mais devagar… quem sabe?”
Ele gemeu baixo, me apertou contra a parede ao lado da porta. “Você vai mandar nada. Vai gemer meu nome e abrir as pernas pra mim. E vai adorar cada segundo.”
"Não posso Seu Carlos, eu amo o Anderson, isso era só pra ser uma brincadeira".
Ele trancou a porta por garantia, e me puxou pela mão, sentou em sua cadeira e me levou pro seu colo, me sentou nas pernas dele, de frente. Começou a beijar meu pescoço devagar, mordiscando, lambendo.
“Você pode sim… você quer. Eu vejo nos seus olhos. Deixa eu te mostrar como é ser comida de verdade.”
Eu gemia baixo, me mexendo no colo dele, sentindo o pau duro roçando em mim. “Não posso… sou fiel ao meu marido…”
Mas por dentro eu pensava: era perfeito. Ele era poderoso, mandão, experiente. Certamente aceitaria foder na frente do Anderson, mostrar quem era o macho de verdade.
Ele desceu as alças do vestido devagar, os dedos grossos roçando minha pele arrepiada enquanto o tecido escorregava pelos ombros. Meu sutiã preto de renda apareceu, os seios pesados quase pulando pra fora. Ele parou um segundo só pra olhar, os olhos escuros brilhando de desejo. “Olha esses peitos, Luh… seu corno nem deve saber o que fazer com eles direito.” Ele abriu o fecho nas costas com uma mão só, como se já tivesse feito isso mil vezes, e os jogou pra cima da mesa. Meus mamilos já estavam duros, latejando, apontando pra ele. Ele gemeu baixo: “Porra, que delícia… vou chupar esses peitos até você implorar pra eu parar.”
Ele se abaixou, segurou um seio com as duas mãos como se fosse pesar, apertando de leve, fazendo a carne transbordar entre os dedos. A boca quente envolveu o mamilo esquerdo primeiro, sugando forte, a língua rodando em círculos rápidos ao redor da aréola. Eu arqueei as costas na mesa, gemendo alto: “Ai, Seu Carlos… isso… chupa mais…” Ele alternava chupar com mordidinhas leves, puxando o bico com os dentes, soltando e vendo ele voltar pro lugar. “Seu marido já chupou assim, vadia? Aposto que ele só lambe de leve, né? Covarde.” Eu neguei com a cabeça, ofegante: “Não… nunca… ele não faz assim… ah, meu Deus…”. Eu me tremia e arrepiava toda.
Ele passou pro outro seio, repetindo tudo: chupando com força, lambendo devagar a parte de baixo, depois mordendo de leve a lateral. Minha respiração estava curta, o corpo inteiro tremendo. Ele apertava os dois peitos juntos, enfiando o rosto no meio, lambendo o vale entre eles enquanto murmurava: “Esses peitos são meus agora… vou marcar eles com a boca, deixar vermelho pro seu corno ver amanhã e não entender por quê.” Eu gemia sem parar, as mãos no cabelo grisalho dele, puxando de leve: “Chupa mais forte… por favor… tô louca…” Ele obedeceu, sugando tão forte que doeu um pouco, mas o prazer era maior. E o desgraçado fez questão de deixar dois chupões, bem do lado de dentro de cada peito. Eu teria trabalho pra esconder aquilo em casa.
Ele alternava entre os dois mamilos sem parar, deixando eles inchados, vermelhos, brilhando de saliva. Uma mão descia pela minha barriga, roçando por cima da calcinha encharcada, enquanto a boca continuava trabalhando. “Tá pingando aí embaixo, né, sua safada? Enquanto eu chupo esses peitos gostosos, sua buceta tá implorando pelo pau do chefe.” Eu confirmei gemendo: “Tá… tá molhada demais… por sua causa… o Anderson nunca me deixa assim…”
Ele me virou de bruços na mesa, empinando minha bunda. Levantou o vestido até a cintura, rasgou o fio dental com um puxão seco. “Olha essa buceta… toda aberta, vermelha de tesão… seu marido nem imagina o que tá perdendo.” De repente ele me pegou pela cintura e me virou de costas com um movimento firme, me deitando na mesa fria. Tirou de vez me vestido, e o fio dental rasgado. Minhas pernas se abriram sozinhas, a buceta latejando bem na frente do rosto dele. “Que buceta linda e rosadinha… toda molhada pro pau do chefe, né, sua vadia? Seu corno nunca viu ela assim, aposto”.
Ele se ajoelhou entre as minhas pernas, segurou minhas coxas com força e puxou minha bunda pra beira da mesa. A língua quente e grossa dele lambeu devagar de baixo pra cima, abrindo meus lábios melados, saboreando cada gota do meu tesão. Eu arqueei as costas, gemendo alto: “Ai, Seu Carlos… isso… lambe minha buceta…” Ele chupou o clitóris inchado, sugando forte enquanto enfiava dois dedos grossos bem fundo, girando, abrindo caminho. A barba dele roçava minha pele sensível, o nariz pressionando meu monte, e ele gemia contra mim: “Porra, que buceta gostosa… doce pra caralho… teu marido lambe assim ou só enfia o pauzinho e goza rápido?”
"Só coloca aquele pauzinho e goza rápido, ele não me trata como o senhor trata", respondi forçando um pouco.
Ele acelerou, a língua batendo rápido no clitóris enquanto os dedos metiam junto e forte, fazendo um barulho molhado ecoar na sala. Eu segurava a cabeça dele, puxando o cabelo grisalho, rebolando contra a boca dele: “Chupa mais… ai, meu Deus… vou gozar na sua boca…” Ele enfiou a língua toda dentro de mim, fodendo minha buceta com ela, chupando com força, os dedos curvados acertando meu ponto G sem parar. “Goza, sua puta… goza na boca do teu macho de verdade… mostra pro corno o que ele nunca conseguiu”, ele mandou rouco. Eu explodi, tremendo inteira, gozei forte, não é do tipo squirtch, a buceta pulsando forte contra a língua quente que não parava de me devorar.
Ele se levantou, abriu a calça e tirou o pau pra fora, grosso, veiudo, a cabeça brilhando de pré-gozo. Sua vez de me agradar vadia:
Eu me ajoelhei no chão da sala dele, ainda tremendo do orgasmo, e puxei de vez a calça social dele pra baixo junto com a cueca. Cheguei bem perto daquele pau gostoso latejando bem na minha cara. Segurei ele com as duas mãos, olhando pra cima enquanto lambia devagar da base até a ponta. “Olha esse pauzão, Seu Carlos… meu Deus, como é grosso… o Anderson nunca teve nada parecido com isso. Ele tem um pauzinho de corno, pequeno e mole, que mal me enche.” Ele gemeu, segurando meu cabelo: “Isso, sua puta… chupa o pau do teu chefe direito. Mostra pra mim como você nunca chupou aquele corno manso.”
Abri a boca bem grande e engoli o máximo que consegui, sentindo a cabeça grossa bater no fundo da minha garganta, cheguei a ficar com ânsia. Comecei a chupar com força, subindo e descendo rápido, babando tudo enquanto olhava nos olhos dele. “Mmm… que delícia… chupa mais fundo, vadia… teu marido deve gozar só de você lamber a cabecinha, né? Corno inútil.” Eu tirei o pau da boca só pra responder, cuspindo no pau e esfregando: “Ele goza sim, Seu Carlos… goza rapidinho e me deixa na vontade. Mas esse pau aqui… ai, eu quero engolir tudo enquanto penso no corno do Anderson esperando em casa sem saber que a mulher dele tá virando puta do chefe.” Ele apertou minha cabeça e meteu fundo, gemendo: "Vai sua vadia, chupa tudo seu chefe vai!"
Notei que ele tava quase gozando, dei uma segurada, me afastei um pouco, nunca deixei ninguém gozar na minha cara, muito menos na minha boca.
Ele então me empurrou com força pra trás, achei bem violento e desnecessário, mas ignorei pra não perder o tesão.
Ele então se aproximou da minha buceta, e cuspiu lá dentro: "É pra lubrificar bem, meu pau é muito grande pra você".
Novamente não gostei, achei nojento, parece coisa de quem vê porno e acha que é assim que se faz, mas novamente, escolhi ignorar pra poder continuar.
Ele entou pegou seu pau, e roçou a cabeça na minha entrada molhada, provocando: “Quer esse pau, Luh? Maior que o do seu corno, né?” Eu levantei as costas, empinando a buceta: “Quero… mete logo… por favor…, meta tudo!” Ele meteu devagar no começo, só a cabeça, me fazendo sentir cada centímetro esticando. “Isso… sente como abre você toda… seu marido nunca chega nem na metade.” Eu gemia louca de tesão: “Não… ele é menor… fode fofo…”
Depois de ficar roçando a cabeça e a metade do pau, ele segurou meus quadris com força e meteu até o talo de uma vez, me fazendo gritar de prazer. Começou devagar, depois estocadas longas, saindo quase todo e voltando inteiro. “Toma, sua puta… toma o pau que teu corno nunca vai te dar.” Eu rebolava contra ele: “Fode mais forte… me fode como ele nunca fodeu…” Ele acelerou, batendo a virilha na minha bunda, o som ecoando na sala. “Você é minha agora… minha vadia particular… diz pro seu marido que tá sendo fodida direito.”
“Olha pra mim enquanto eu te como… olha quem tá te fazendo gozar de verdade.” Eu gemia sem parar: “Seu Carlos… seu pau é tão grosso… o Anderson nunca me enche assim…” Ele metia forte, o pau batendo no fundo, uma mão apertando meu peito, a outra no meu clitóris. “Goza no pau do teu macho… goza pensando no corno em casa esperando.” Eu gozei gritando, apertando ele dentro de mim, as paredes pulsando.
Ele continuou metendo mais umas dez estocadas fortes, gemendo: “Tô quase… vou gozar dentro dessa buceta gostosa… marca ela de porra.”
O barulho do pau dele dentro da minha buceta gozada, era delicíoso, aquele cheiro característico de sexo subia. Confiante que o anticoncepcional não me deixaria engravidar eu implorei:
“Goza… enche minha buceta… mostra pro meu marido quem manda…” Ele gozou forte, jatos quentes enchendo tudo, gemendo alto: “Toma tudo, vadia… toma a porra do teu chefe.” Ficamos ofegantes, ele ainda dentro de mim, pulsando os últimos pingos. O tapete logo estava todo gozado.
Depois de um tempo, ele saiu devagar, o pau ainda meio duro brilhando de nós dois. Passou o dedo no meu cu apertado: “Agora quero esse cu gostoso"
Eu tremi: “Não… nunca fiz… dói só de pensar…”
Ele riu baixo: “Então quero esse buraco virgem… quero ser o primeiro e o único. Vai doer no começo, mas depois você vai implorar por mais… relaxa, vadia.”
Ele pegou uma pomada na gaveta, lambuzou o dedo indicador e enfiou devagar, girando. Eu gemi de dor misturada com tesão: “Ai… devagar… por favor…”
Ele lambeu ao redor do anel, a língua quente me deixando louca, depois enfiou dois dedos, abrindo devagar. “Olha como abre… seu cu tá virgem pro meu pau grande… seu corno nunca sonhou com isso.” Eu choraminguei: “Dói… mas… continua…” Ele passou mais pomada no pau, posicionou a cabeça grossa na entrada e empurrou devagar. A cabeça entrou com um estalo, rasgando as pregas. Eu gritei: “Para! Dói muito!” Sangue escorreu um pouco, quente na coxa. Ele parou, mas não saiu: “Respira, vadia… relaxa o cu… vai ficar bom.”
Ele empurrou mais, centímetro por centímetro, gemendo: “Porra, que cu apertado… melhor que buceta… toma tudo.” Eu chorei, lágrimas escorrendo: “Tá rasgando… por favor devagar…” Mas ele continuou firme, até enterrar tudo, não aliviou nem por um segundo. Ficou parado um tempo, deixando eu me acostumar. “Sente? Todo dentro… seu cu é meu agora.” Aos poucos comecei a sentir prazer misturado com a dor, mexi o quadril de leve tentou ajeitar: “Ai… tá doendo ainda, por favor para…”
Ele começou a mexer devagar, estocadas curtas, saindo só um pouco e voltando. “Não existe parar… rebola no pau do teu macho… mostra pro corno como você gosta de dar o cu.”
Eu gemia alto começando a sentir um pouco de prazer: “Tá doendo muito… mas fode meu cu… mas por favor, com mais carinho, ta doendo ainda…”
Ele simplesmente ignorou, e acelerou, metendo fundo, batendo as bolas na minha bunda. “Toma, sua puta… goza com o pau no cu… goza pro chefe.”
Apesar de começar a ficar gostoso, eu tava incomodada, mas fingi um orgasmo. Apertei o cu forte em volta dele, gritando: “Tô gozando… ah, Seu Carlos!”
Ele meteu mais rápido, gemendo: “Vou gozar nesse cu virgem… encher de porra… toma!” Gozou forte dentro, jatos quentes enchendo tudo. Ficou parado, pulsando, até sair devagar, deixando o cu aberto, vermelho, escorrendo porra e um pouco de sangue. “Olha como ficou… marcado pelo pau do macho de verdade.” Eu tremia, ofegante: “Nunca senti nada assim… doeu… mas gozei tanto…” Ele sorriu: “Seu corno nunca vai saber o que perdeu.”
No final ele tirou, me virou de joelhos. “Abre a boca.”
"O que? Como assim?"
"Vamos, quero gozar na sua boca"
"Mas Seu Carlos, você meteu esse pau no meu cu"
"Foda-se, é seu cu mesmo, vai ficar com nojinho agora?"
"Mas nunca deixei ninguém fazer isso, e com o pau sujo, é nojento, não quero"
"Não tem querer, eu ia só gozar, agora você vai ter que engolir, abre essa boca"
Dominada, sem saber o que fazer, eu abri. Ele enfiou o pau na minha boca, era possível sentir um gosto ruim de bunda. Eu quase vomitava, não só pelo gosto, mas pela situação e por que ele forçava minha garganta. Ele gozou forte na minha boca, jatos quentes. Tentei cuspir, ele segurou meu queixo com força.
“Engole tudo, sua puta safada.”
Engoli chorando de humilhação…
Já passavam das 22h. Estávamos deitados no chão da sala dele. Eu disse: “Vou no banheiro me limpar…”
“Não. Vou te levar pra casa assim mesma. Cheia de porra, com o cu ardendo.”
“Não posso… o Anderson vai notar…”
“Não me importo. Levanta.”
Debati, mas ele foi firme. Me vesti como deu, limpei o que consegui com papel umedecido que tinha.
No carro, silêncio pesado. Ele dirigia seco, sem carinho. Eu não entendia. Antes era romântico, apaixonado… agora parecia outro homem.
“Ninguém pode saber disso”, ele disse.
“Claro.”
“E nem vai acontecer de novo.”
“Como assim?”
“Foi um erro. Eu amo minha esposa. Não vou largar ela por uma secretária qualquer.”
Eu congelei. Percebi tudo: ele me seduziu o tempo todo. Eu nunca o conquistei.
“Você não pode fazer isso comigo…”
“Cala a boca.”
“Vou contar pra todo mundo que você abusou de mim!”
“Cala a boca. Foi tudo consensual. E não esquece que a sala tem câmera. Só eu tenho acesso. Mas nunca vou apagar. E você é bom ficar quietinha, senão o vídeo vai pros grupos de pais de aluno.”
“Canalha…”
Só consegui responder isso, nervosa e assutada, pensando em como fui burra de esquecer a merda da câmera.
Ele estacionou na frente da minha casa, eu desci. Ele arrancou cantando pneus.
Entrei destruída, fedendo a sexo, cu ardendo e sangrando e alma rasgada. Rezei pro Anderson estar dormindo. Eram quase 23h. Ouvi barulho no quarto do Jr, dei sorte, o Anderson ainda tava colocando ele pra dormir, corri pro banheiro da suíte, entrei no chuveiro.
Tomei um banho longo, me lavei bem, tentei me limpar o máximo que poderia, mas a sujeira da alma não saia. Quando saí, Anderson já estava em nosso quarto tentou me abraçar, me beijar. “Tá tudo bem, amor?”
“Tô muito cansada… preciso dormir.”
Ele aceitou. Não desconfiou.
Deitei na cama, olhando pro teto. Sabia que nunca contaria pra ele aquilo, e não sabia se tentaria achar outro homem. Vocês são todos nojentos, todos são como Seu Carlos e o Anderson, só querem nos usar, comer...
Não contive as lagrimas e chorei, chorei de raiva de mim, de raiva dos homens, de dor no cu, da humilhação, tudo.
Mas antes de adormecer, tomei uma decisão, nunca mais outro homem me dominaria ou me faria de trouxa, agora eu estaria no comando de tudo, e o Anderson seria o que mais iria sofrer, ele era o culpado disso tudo.