ADESTRADO PELO MEU CHEFE (SUBMISSÃO/PODOLATRIA) - Parte 2

Um conto erótico de O Ilustrador
Categoria: Gay
Contém 2425 palavras
Data: 26/03/2026 22:47:58

Cheguei em casa transtornado, joguei minha mochila no sofá tirei a roupa e entrei direto no banho, a água quente caía nas minhas costas e eu me masturbava, meu pau pulsava, eu batia com força enquanto lembrava do Gerente Átila, de como ele me segurou, do pau e enorme dele me engasgando enquanto ele conversava comigo tranquilamente, ele sabia que eu não faria nada, aquele homem me dominou, todo aquele tamanho fez com que eu ficasse de pernas bambas, gozei muito, continuei com tesão e gozei novamente, lembrei dele me tocando, nunca vi aquele homem na minha vida, nem sabia da existência dele, eu não vou ser escravo sexual de ninguém, ele está muito enganado!

Eu devia estar preocupado com meu emprego, aquela empresa sempre foi meu foco, desde a época em que eu era estagiário, quando finalmente eu consegui acontece isso. Eu não vou abrir mão daquele emprego, mas como vou ficar lá com aquele homem? Fui deitar mas tive dificuldade para pegar no sono, quanto mais eu pensava mais tesão eu tinha, eu devia tomar uma decisão profissional, mas meu pau simplesmente não me obedecia. Adormeci.

No outro dia o despertador tocou as 6:00am fiquei pensativo, mas não ia deixar minha oportunidade de crescer na profissão passar. Levantei, me vesti, tomei meu café e fui trabalhar. Cheguei na empresa, todos receptivos, engoli seco e fui para a sala, ele já estava lá dentro, o mesmo jeito seguro, sorriso bonito, olhar sereno.

– Bom dia Lucas, vejo que você tomou sua decisão, será bom tê-lo aqui. Disse Átila.

– Bom dia! Já tem previsão de quando minha sala estará pronta? Eu posso usar uma sala compartilhada, a da equipe de estratégia ou marketing? Perguntei sem fazer muito contato visual.

– Não! Respondeu Átila com uma pausa – Prefiro que você fique aqui na minha sala na sua primeira semana, vou pedir para adiantarem a preparação da sua sala.

– Tem um prazo? Perguntei.

– Não sei, mas se é por causa de ontem isso não vai reduzir as chances de eu captura-lo quando eu tiver vontade, eu tenho acesso a todos os lugares Lucas.

– Me capturar? Eu sou o quê? Um bicho? Não vou ser seu escravo sexual, estou aqui para trabalhar, não vou deixar que isso me atrapalhe.

Átila olhou para mim sereno e sorriu:

– Escravo sexual? Não sei do que você está falando nem o que está pensando Lucas, eu não preciso de um escravo sexual. Respondeu Átila afastando a cadeira para trás e colocando os pés em cima da mesa, derrubando minhas coisas, em cima do meu notebook e dos meus papéis.

– Escute Lucas – disse Átila, você não será um escravo sexual, você será minha minha posse, aqui no trabalho você fará o que eu mando, afinal de contas eu sou seu gerente, fora daqui você também fará minha vontade, seu pauzinho babão logo estará pulsante assim que você se der conta de que eu sou seu dono, agora não vamos perder mais tempo, levante-se e vá trancar a porta, vamos começar bem o nosso dia! Terminou Átila sorrindo.

– Eu não vou fazer nada! Respondi.

– Não seria apropriado que alguém entrasse aqui enquanto estivermos resolvendo nossos assuntos de pessoais, mas se você não se importa... Sorriu Átila.

Ele era hipnotizante, eu não conseguia resistir, comecei a ter um tesão louco, ele não era bruto, não falava com raiva, não me dava ofendia, não precisava me obrigar, ele me enfeitiçava com sua postura, me fitando com os olhos, falando manso e me dando pequenos comandos, ele não se importava que estávamos no trabalho, ele sabia que ele mandava em tudo, se eu falasse que ele me assediou ninguém acreditaria em mim, eu o cara novo que chegou na empresa? Levantei da cadeira e tranquei a porta como ele ordenou.

– Muito bem, sábia decisão, venha cá e tire meus sapatos. Disse Átila sorrindo e balançando os pés em cima da mesa.

Me aproximei dele, desamarrei os sapatos, meu pau já estava duro, um tesão sem fim tomou conta de mim, não conseguia controlar, coloquei-os de lado, Átila mexia no celular como se eu não fosse nada, tirei as suas meias, estavam quentes, não havia chulé, mas a testosterona dele tomou conta de mim, seus pés eram gigantes, tamanho 44 no mínimo, seus dedos eram longos, as unhas bem cortadas, limpas, os calcanhares rosados, eram maiores que meu rosto.

– Deixe-os brilhando de saliva, comece lambendo nos calcanhares e vá até os dedos, massageie eles enquanto você lambe, quero sentir sua língua áspera nas minhas solas. Ordeno Átila.

Respirei fundo, me sentei na cadeira de frente os pés dele na mesa e me abaixei, o gosto do pé dele era pura testosterona, comecei lambendo com certo receio mas o tesão tomou conta de mim, eu lambia e chupava seus dedos como se estivesse em um banquete, pulava de um pé para o outro, olhei para frente e ele acariciava o pau enquanto me via em puro êxtase.

– Abra a boca! Ordenou.

Obedeci, ele enfiou o dedão do pé direito na minha boca, começou a forçar sua entrada para que mais dedos entrassem –Abra um pouco mais a boca– seu pé era imenso não cabia, enfiou mais 3 dedos, não cabia o último, não tinha espaço para o mindinho entrar na minha boca, parecia que ela se rasgaria, minha mandíbula não abria mais, ele levou o pé esquerdo livre para cima do meu ombro depois o passou por trás da minha cabeça me prendendo, ele me puxava para frente e ao mesmo tempo empurrava o pé direito na minha boca. Ele era forte, e bem maior do que eu, suas pernas eram muito pesadas, eu não tinha força para me livrar dele, apoiei os braços na mesa e tentei me livrar mas ele me puxava de volta, segurei o tornozelo com as duas mãos e tentei tirar o pé da minha boca, eu não conseguia aguentar mais, mas ele não deixava.

– Quieto, eu ainda não terminei Lucas. Disse Átila.

Ele começou a mexer os dedos, quase vomitei, eu sentia seu dedão encostando no fundo da minha garganta, eu tossia engasgado, meus olhos lacrimejavam , estava ficando vermelho, não conseguia respirar, estava suando derrubando as coisas da mesa e ele não parava, quanto mais eu agonizava mais ele segurava, tentava abrir a boca para falar ele enfiava o pé mais fundo na minha boca. Eis que o ramal tocou – trim trim!

– Shhhhh, silêncio! Disse Átila fazendo um gesto para que eu ficasse quieto.

Ele atendeu o telefone enquanto como se nada estivesse acontecendo, não titubeou – Claro! A corretora do matutino pode acompanhar a cliente e mostrar o apartamento – ele conversava no telefone segurando com uma mão, a outra estava dentro da calça acariciando o pau e continuava me segurando enterrando seu pé na minha garganta, eu não estava aguentando mais, estava em agonia mas o tesão não me deixava ter uma reação mais abrupta para me livrar dele, eu tentava falar e ele mexia os dedos para me engasgar – Certo! Peça para ela vir aqui em 15 minutos, já estou concluindo uma demanda, é bom que ela conhece o novo encarregado da supervisão – disse Átila desligando o telefone.

Ele olhou para mim, soltou tirou o pé que segurava minha nuca e finalmente tirou o outro de dentro da minha boca, respirei profundamente, estava com a boca dolorida, os dedos dele marcados de forçarem nos meus dentes.

– É uma pena que tenhamos que interromper por causa do trabalho, vamos parar por aqui, vá até o lavabo se recompor e se for preciso se alivie, tenho certeza que você está louco para gozar. Disse Átila me olhando, ele bateu seu pé melecado de saliva na minha cara, era maior que meu rosto, meus óculos caíram, depois passou o pé na minha camisa para limpar.

– Átila isso tem que parar! Falei irritado.

– Me chama de Átila apenas quando estivermos na presença de outras pessoas, quando estivermos sozinhos quero que diga "Senhor Átila" ok?

Balancei a cabeça assentindo.

– Não ouvi Lucas. Questionou ele.

– Ok Senhor Átila! Respondi.

– Muito bom! Agora me de um beijo e vá ao lavabo gozar ou dê um jeito nesse seu pau, em 10 minutos vou te apresentar uma pessoa da equipe.

Levantei da cadeira indo em direção a ele e logo fui repreendido:

– O que está fazendo? O beijo é no meu pé, bem lento e molhado, como se estivesse me dando um beijo de língua. Engoli constrangido, meu pau estava duro, eu estava com muito tesão, sentei novamente na cadeira e beijei seu pé esquerdo como se beijasse um cara, passava minha língua entre os dedos repetidamente. Átila me deu um novamente pequeno chute no rosto me empurrando para trás.

– Está ótimo, vá se recompor! Sugeriu.

Saí da sala rapidamente com a mão cobrindo a calça e entrei no lavabo individual, lavei meu rosto, passei um guardanapo na minha camisa e arrumei minha gravata, minha calça era azul marinho, não daria para perceber nada até então. Respirei fundo.

Quando retornei para a sala havia uma moça de cabelos pretos, muito bonita sentada do meu lado.

– Você está melhor Lucas? Perguntou Átila – estava aqui falando Sarah que você estava meio indisposto essa manhã.

– Sim, estou melhor. Respondi

– Muito prazer Lucas, eu sou Sarah! Disse a moça sorrindo. Átila falava sobre mim com ela, descreveu meu currículo, falou sobre os perfis de clientes que eu estava analisando no dia anterior e elogiou meus gráficos de estratégia, apesar dos acontecimentos fatídicos ele realmente havia analisado meu trabalho e encaminhado o exercício laboral como devia ser. Repassou várias coisas com a Sarah, ambos me deixaram a par de vários clientes e imóveis para que eu gerasse combinações, o desgraçado estava de divertindo comigo, mas realmente ele trabalhava e esperava isso de mim também.

Aquela manhã acompanhei a Sarah, era minha chance de ficar longe dele um tempo, saí da sala sem pensar duas vezes, analisei algumas coisas com ela, falei com a equipe de vendas, trabalhei da sala de reuniões, matei um pouco de tempo na copa, até acompanhar a equipe de campo de corretores eu fui. O dia havia sido longo, eu precisava encarar o Átila só mais uma vez. Ia entrar na sala, pegar minha mochila e ir embora, respirei fundo, fechei a cara e passei pela porta.

– Oi! Já estou indo! Falei.

Ele assentiu com a cabeça e continuou olhando o computador. Abri um armário lateral onde estava minha pasta e não a vi, tinha certeza que tinha deixado lá.

– Átila, você viu minha pasta? Não está aqui! Perguntei.

– Você deve ter esquecido. Respondeu.

– Não esqueci, eu estava com ela de manhã!

– Você deve ter esquecido como falar comigo quando estivermos sozinhos – completou Átila.

– Senhor Átila, você viu a minha pasta? Perguntei rispidamente.

– Vi sim! Estava jogada no chão agora pouco. Respondeu.

Me abaixei para olhar e a vi de longe, estava embaixo dele, ele estava sentado trabalhando e pisando em cima dela, não tinha como ignorar, a chave do meu carro, da minha casa estavam lá, como ir embora?

– Senhor Átila, você pode devolver minha pasta? Perguntei irritado.

– Claro, venha até aqui, se ajoelhe do meu lado e pegue-a.

– Eu não tenho tempo para isso, pode devolver por favor? Perguntei impaciente.

Átila se espreguiçou na cadeira e me olhou. Eu não tinha escolha, fui até ele e me ajoelhei, aquele homem era irritantemente educado e manipulador, parecia um Deus sentado naquela cadeira, seu porte, seu cabelo, tudo nele me dava tesão. Ele se virou para mim e fez carinho na minha cabeça como se eu fosse um cachorro – Bom garoto! Ele começou a acariciar meu rosto, minhas orelhas, meus lábios, eu comecei a ficar excitado, de repente sua mão desceu e se encaixou no meu pescoço, em silêncio ele começou a apertar lentamente.

– Você hoje esteve bastante ocupado, tive excelentes feedbacks de você, o pessoal disse que você foi bastante participativo, bom para a empresa mas ruim para mim, fiquei um pouco entediado sem você, mas o trabalho é importante, na verdade é uma prioridade não é? – ele falava comigo calmamente enquanto sua mão me tirava o ar, eu não conseguia respirar, segurei sua mão e tentei tira-la do meu pescoço, ele me empurrou e me jogou sentado no chão, meu crachá que estava pendurado na minha camisa caiu. Ele se levantou, pegou suas chaves na gaveta, seu celular na mesa e saiu de cima da minha mochila, passou por mim e pisou no meu crachá como se fosse lixo.

– Aproveite e leve o tempo que precisar. Disse ele, saindo da sala e fechando a porta. Me levantei, peguei meu crachá, ao pegar minha mochila olhei sua cadeira e não acreditei no que o desgraçado havia armado, era sua cueca, estava em cima da cadeira, eu não ia aguentar, o tesão tomou conta de mim, tranquei a porta da sala e ajoelhei novamente na cadeira como se ele estivesse lá, peguei a cueca e cheirei, parecia uma droga viciante, ela era preta, box, de um tecido grosso absorvente, a parte da frente tinha um cheiro enlouquecedor de suor de saco e traços de urina, a pura testosterona, a parte de trás tinha cheiro de rabo, fiquei louco, coloquei a cueca no rosto, cuspi na mão e bati uma ali mesmo no chão da sala, eu respirava a cueca dele, parecia que aquele cheiro penetrava em mim, eu estava explodindo de tesão, gozei tanto que quase molhei minha camisa, peguei a cueca me limpei todo, coloquei ela na minha pasta, me recompus e levantei. O que eu estava fazendo? Ali era meu lugar de trabalho. Nunca fiz isso na minha vida, só estava lá a dois dias e estava completamente fora de mim, tenho 30 anos e estou agindo como um adolescente inconsequente. Peguei minhas coisas e fui para o elevador, no estacionamento fui para o meu carro, entrei e respirei, o que me esperava no dia seguinte? Eu vou aguentar ficar nessa empresa? O carro ao lado do meu buzinou para mim, um SUV branco, os vidros escuros, eu não conseguia ver quem era. Eis que o vidro baixou, baixei meu vidro também para ver, o desgraçado surge com seu semblante sorridente.

– Traga de volta limpa amanhã, é uma das minhas cuecas favoritas, certo? Tive um ímpeto de raiva, subi o vidro, dei partida no carro e fui embora. Dirigi pelo caminho mais longo, não queria que ele me seguisse e descobrisse onde era minha casa, depois caí na real, ele tinha meu currículo, tinha meu telefone, endereço, tudo. Não sei o que fazer, esse homem está dominando minha cabeça.

–CONTINUA.

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