Repetindo com o casado ativo - Passivo 7ª vez

Um conto erótico de Curto Coroas
Categoria: Gay
Contém 1803 palavras
Data: 27/03/2026 04:44:21

Desde que saí pela última vez, mantive as conversas com o Marlon. Foi a primeira vez que mantive conversas com um homem que me relacionei.

Logo no dia seguinte que a gente saiu (https://www.casadoscontos.com.br/texto/já tinha mensagem perguntando se eu havia gostado de sair com ele. Ficamos conversando ainda pelo Skype revivendo a nossa transa, todas as safadezas que fizemos.

Nossos compromissos foram impedindo um novo encontro, mas por várias vezes, atendendo seus pedidos, brinquei com meu cuzinho na Cam. Dedos, banana, cenoura e frasco de vitamina C.

Numa dessas vezes, já estando brincando com a cenoura, ele pediu para eu pegar uma cenoura mais grossa e substituir. Fiz e ele gozou na câmera. Uma quantidade de porra absurda.

As cobranças foram aumentando por um novo encontro, inclusive comentou que saiu com outro cara, mas só teve seu pau chupado e que se eu não quisesse mais, ele iria procurar outra pessoa.

Nesse intervalo também quase saí com outra pessoa, mas pela confiança já adquirida pelo primeiro encontro, esperei chegarem as férias do início do ano e marcar nosso encontro.

Janeiro de 2026, início da segunda quinzena.

“Então, às 09:00 já estarei te esperando no mesmo lugar. Ah, e com o flat liberado. Consegue vir?”

Combinamos e antes de sair do Teams, ele disse: “Traz as calcinhas novas que você comprou que vou te vestir aqui. Traz também as camisinhas.”

Após minha confirmação, peguei meu carro e fui para sua cidade, 30km de distância.

Passei na farmácia e comprei um pacote com camisinhas de sabores sortidos, como ele gosta. Em seguida estacionei o carro um pouco antes de onde iríamos nos encontrar e mandei mensagem avisando que já estava no local.

“Já vou!”

Como já havíamos saído, nervosismo zero, só aquele frio na barriga tradicional.

Carro parou, abriu a porta e seguimos para o flat, aquela velha conversa inicial de amenidades, sem pé e sem cabeça, mas que logo vai para outro sentido.

“Hoje vamos matar a vontade de ter um lugar só nosso. Vou te comer em todos os cômodos. Você não queria isso?”

Eu ria baixinho e só respondia: “Seu safado!”

Paramos o carro em frente ao prédio e ele pediu para esperar dentro do carro que ele ia abrir a portaria para eu entrar em seguida, evitando curiosos. E assim fizemos.

Levei uma mochila e dentro estavam três calcinhas que separei pra usar com ele. Uma branca de renda tipo caleçon, uma vermelha tipo tanga, bem cavada atrás e uma fio dental preta, na parte de trás com pingentes escrito “safada”.

Subi na frente dele na escada, ouvindo: “Bunda gostosa. Vai ser só minha.”

Assim que entramos trancou a porta, olhou em todos os cômodos e já foi tirando o calçado, bermuda, camisa e, por fim, a cueca. O pau já apontado para cima todo babado.

Fiquei parado esperando seus comandos.

“Tira o tênis e a meia.” Fiz e já senti ele levantando minha camisa, ajudado por mim... em seguida desabotoou minha bermuda, me deixando só de cueca.

“Vem, vira essa bunda pra mim!”

Marlon se encosta por trás e sinto seu pau cutucando minha bunda, enquanto suas mãos passeiam pelo meu corpo, parando na cintura, dando apertos e sua língua me lambendo as costas, pescoço, orelha... “Tesão! Vontade de comer você todo, toda semana.”

Marlon estava muito excitado, dava pra sentir através do seu pau, óbvio, mas principalmente pela forma em que ele me segurava, tovaca meu corpo, me beijando, sua voz quase como um sopro dizendo baixinho a vontade que ele estava.

Tirou minha cueca, abriu minha bunda e senti seu pau cutucar, já muito babado.

“Calma, sem camisinha não...”

“Só vou brincar aqui na portinha...”

Seu pau chegava melar a entrada do meu cuzinho, piscante, querendo dar.

Marlon sentou no sofá com o pau pra cima... “Vem, chupa!” Deu um tapa no pau que chegava tremer.

Pedi pra chupar meu cú e ele disse que faria depois... “Vem, chupa logo!”

Fiquei de joelhos entre suas pernas e lambi muito a cabeça, deixava bem molhada e depois lambia de volta. Depois engoli tudo! Senti seu encostar no final da boca, quase engasgando.

Sua voz me mandando chupar como ele queria, depois me chamando de safado, puta, puxando meu cabelo... puta que pariu, que tesão!

“Levanta quero chupar esse cú!”

Na mesma hora me levantei, apoiei as mãos na parede e direcionei minha bunda para ele, que sentado no sofá só abriu as bandas e se deliciou... Quase gozei! Chupava e falava as safadezas guardadas pra mim...

“Me mostra as calcinhas!”

Saí dele com a bunda toda babada e peguei na mochila, mostrando todas pra ele, deixando em cima da mesa que estava ali na sala.

“Pega a vermelha!”

Entreguei a ele. Na mesma hora ele se abaixou e indicou pra enfiar uma perna de cada vez, assim que terminei, sou virado de costas pra ter a calcinha ajeitada. Muito tesão nessa hora!! O pau pulsava, mesmo estando meia bomba.

“Caralho!! Que tesão! Vamos para o quarto.”

Enquanto ele colocava a camisinha, me mandou ficar de quatro na cama.

Fico de quatro empinando a bunda olhando para trás.

“Puta que pariu, que delícia!”

Marlon se aproxima puxando a calcinha para o lado, brinca com a entrada do meu cuzinho e em seguida enfiou o pau devagar, mas sem parar. Entrou tudo! Doeu quando chegou ao fundo. Parecia que estava me alargando por dentro. Dessa vez doeu, mesmo tendo um pau tamanho normal.

Antes dele começar a me comer pedi para esperar porque estava bastante incômodo. Assim que passou a dor empurrei a bunda contra seu pau. Na mesma hora Marlon cravou suas mãos na minha cintura e começou a me comer. Caralho!! Que delícia!!

Aos poucos fui me abaixando até ficar com as mãos livres para abrir a bunda. Marlon só gemia e dizia “Isso, safado, abre a bunda para o teu macho!”

Existia um silencio no quarto, só dando para ouvir seu corpo de encontro ao meu, sua respiração ofegante e a minha também, que alterava cada vez que ele cutucava mais forte.

Passando um tempo me comendo, ele sai de mim e pede para gente ir para a sala. Chegando na sala ele se senta no sofá e manda eu subir nele e cavalgar.

“Você quer de frente ou de costas?

“Senta de costas, safada!”

Me encaixei entre suas pernas, abri a bunda e fui me sentando até entrar tudo. Com o pau dentro, Marlon me abraça e começa a lamber minhas costas, nuca, orelha... “Cara, quanta vontade de te comer. Desde a outra vez não via a hora de te enrabar de novo.”

Começo a me mexer e peço para ele me comer. “Safado! Também estava com vontade me fuder comigo? Tava com vontade de me dar esse cuzinho?”

“Sim! Muita vontade!”

Lembrei de uma conversa que a gente teve no Teams em que perguntei se a gente poderia transar tomando banho se algum dia nos encontrássemos no flat. Na hora!

“Sua mulher não vai notar que você tomou banho?”

“Não!”

Deu uma risada safada e me puxou para o banheiro.

Ele foi na frente abriu o box, ligou o chuveiro e convidou me chamando com as mãos.

Já entrei deixando a água cair no meu corpo, virando a bunda para ele.

Sou puxado de frente e iniciamos um beijo. Eu beijava um pouco e sai do beijo e era lambido no pescoço, orelha ... ele puxava meu cabelo e voltava a me beijar.

“Me come de novo!”

Ele sorria bem safado e me virou de costas para ele. Me abaixei o máximo que pude, me apoiando com a cabeça na parede e abri a bunda.

Ele sorria dizendo que eu era muito safado e já foi colocando seu pau na entrada e, dessa vez, enfiou bem devagar. Que delícia!

Desde que dei a primeira vez aos 22 anos https://www.casadoscontos.com.br/texto/, essa foi a vez, ou melhor, a posição, em que mais tempo fiquei sendo comido. Ele não parava e nem dava sinais que iria gozar.

Saiu de mim, desligou a água... Eu olhava para ele esperando o próximo passo.

“Senta no vaso!”

Tirou a camisinha e seu pau estava muito babado. Chegava a escorrer... Segurei e apertei próximo da cabeça aparecendo uma gota de gosminha, não perdi tempo e enfiei na boca.

Chupei com gosto, chegava babar em seu pau de tanta saliva que foi acumulando em minha boca. Se ele gozasse provavelmente não ia resistir e lamberia tudo até engolir a última gota. Estava tomado pelo tesão.

Parei com o pau dele na boca e ele entendeu o que eu queria. Aos poucos ele começou a fuder minha boca. Tirava até quase a cabeça sair e em seguida enfiava bem devagar até chegar no final, me fazendo encostar o nariz em sua barriga. Em algumas vezes dessa penetração, de tão fundo que estava indo chegou me deu ânsia de vômito.

Ele só ria: “Safada! Vai, se acaba nessa pica!”

A baba chegava a escorrer da minha boca de tanta saliva que estava acumulando.

Parece que ele percebeu que poderia gozar a qualquer momento e falou para irmos à sala, me levantou e se atacou em minha boca. Que beijo safado! Sua barba me espetava enquanto me dizia o quanto queria me comer. “Se pudesse queria te ter sempre aqui”

Chegamos na sala novamente: “Vai, fica de quatro no sofá!”

Fiquei na posição esperando enquanto ele colocava uma nova camisinha e logo já foi me engatando, entrou fácil. Tesão! Socava num ritmo incrível.

“Essa bunda acaba comigo, puta que pariu!”

Fiquei empinado sentindo cada estocada dele. Meu cuzinho piscava sem parar.

Ele saiu de mim e se sentou ao meu lado com o pau para cima. “Vem, senta de frente para mim.”

Na mesma hora fiz o que ele me pediu e seu pau escorregou gostoso. Começamos a nos beijar enquanto eu subia e descia no seu colo.

A gente já havia conversado sobre muitas coisas que fizemos na vida e uma das coisas que ele mais tinha interesse em saber das minhas experiências eram as coisas que fiz quando era mais novo. E do nada ele começou a me perguntar se o cara que queria me comer era safado e seu eu queria dar para ele.

Comecei a contar os ocorridos enquanto ele gemia e mexia sem parar me fazendo cavalgar nele. Que tesão! Acho que nunca senti isso.

Fui contando e logo senti que seu gozo estava se aproximando.

“Ele era gostoso? Ia te comer igual eu faço.”

“Você é mais gostoso. Ia adorar que você me comece nessa época.”

Ele explodiu dando a estocada final e me beijando na boca.

Ficamos um tempo ali curtindo seu orgasmo até acalmar os batimentos.

Depois ele se limpou e fomos embora.

casado32souza@outlook.com

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