O dia 23 de dezembro enfim chega – véspera de Natal, com o churrasco marcado na casa de Eliseu. Sara fechou a loja e só reabririam no dia 27, dando tempo pra curtir as festas. João partiu cedo com Gislaine, e Sara ficou pra trás, pra ir com Rufus no carro dela – um modelo preto de 16 anos, quase a idade de Gislaine, que vivia quebrando mas era fiel, ajudando no dia a dia.
Eles dois conversam trivialidades na estrada – o clima natalino, planos pro Ano Novo. "João deixou a máquina de bordado digital automática em casa, escondida… vai revelar com fotos no churrasco", diz Sara, animada. "Curiosa pro seu presente, né? Eu tô tranquilo", responde Rufus, sorrindo misterioso. Ela cutuca: "Ah, vai… me dá uma dica!" Mas a conversa muda de rumo, voltando ao ciúme que Sara tinha de Rufus com sua filha, e o tesão que sentia só de imaginar eles transando. "Relaxa, amor… não vou te trair nunca", diz Rufus. Sara ri: "Eu sei… mas lembra? Foi lá na casa do Eliseu que a gente transou junto, no aniversário dela. Dessa vez, a namorada sou eu!" Sua fala é um misto de ciúme e excitação, voz tremendo levemente. "Me sinto uma adolescente… excitada e boba ao mesmo tempo." Rufus provoca: "E se a gente repetisse a dose? Toparia?" Ela nega: "Não… claro que não", mas não convence, com um sorriso malicioso no canto da boca.
Rufus coloca a mão na coxa dela, subindo devagar: "Hmm… Imagina a gente lá, com a Gislaine assistindo…" Sara suspira rápido, pernas se abrindo involuntariamente. Ele continua, bem safado, subindo a mão: "Suas pernas são uma delícia, sabia?" Seus dedos alcançam a calcinha sob o vestido, roçando o tecido úmido. "Ahh, Rufus… você tá me atrapalhando na direção!", reclama ela, mas não pede pra parar, gemendo baixinho. A conversa volta pra Gislaine: "Imagina ela cavalgando em mim de novo… você assistindo, excitada", provoca Rufus. Sara fecha as pernas, visivelmente excitada: "Para… isso é loucura. Mas… e se eu brincasse com ela? Uma tesoura gostosa…" Rufus ri: "Delícia… você topava?" Ela nega: "Não faria… mas amaria ver ela montada em você." Ele pergunta: "E o João? Não quer provar?" Sara logo responde: "Não sinto vontade… mas se rolasse, não recusaria." Ambos riem, corados e ofegantes.
Ela para num trecho deserto da estrada: "Não aguento mais… vem!" Se agarram no banco do passageiro – Sara desabotoa a calça dele, chupando voraz o pau duro, lambendo da base à cabeça, engolindo fundo: "Mmm, delícia… goza na minha boca!" Rufus geme: "Ahh, safada… chupa assim!" Ele goza jatos quentes, e ela, de sacanagem, o beija logo em seguida, porra nos lábios. Rufus aceita, rindo: "Não tenho nojo de mim mesmo… sua safadinha gostosa!" Sara retruca: "O Eliseu queria fazer o mesmo com você." Rufus gargalha: "Isso não rola nunca!" Arrancando risadas dela: "Eu sei… tô só zoando. Mas meu genrinho novo curte" - e ambos riem. Então é a vez de Rufus, que levanta a saia de Sara e puxa sua calcinha de lado. Chupa-a com vontade, acariciando seu cuzinho suavemente. Não demora muito e ela goza, gemendo alto. Ambos estavam satisfeitos por hora e retomam a viagem.
Enfim chegando na casa de Eliseu por volta das 11h, todos agitam o churrasco e o almoço – carnes na grelha, saladas sendo preparadas. Eles já chegam ajudando, e Eliseu ri, cheirando o ar: "Que bafo é esse de vocês dois? Rufus, andou aprontando?" Rufus zoa de volta: "Culpa da Sara… ela que provocou!" Sara cora, rindo: "Ei, para! Vai escovar os dentes, amor! Alias, vamos." - mas ele retruca: "já vamos almoçar, depois escovamos. Não mata ficar assim por mais uns 30min". Isso provoca gargalhadas em João e Eliseu, que os chamam de casal de safadinhos.
Gislaine chega perto de Rufus, cheirando seu hálito pra entender: "Que cheiro é esse?" Sente um leve traço de porra e cheiro e boceta e logo ri, corando igual camarão, excitada – quase o beijando, olhos brilhando. "Hmm… safados!" Sara manda: "Filha, sossega… vai ajudar na salada!" Mas a tensão sexual já estava instalada, olhares trocados e risinhos.
Em dado momento, enquanto a carne assa, João chama Rufus pra sala: "Vem cá, cara… preciso que veja uma coisa." Deixam Sara e Gislaine vigiando o churrasco, demorando um pouco. Sara fica intrigada: "O que eles tanto tramam?" Quando voltam, Rufus está satisfeito, ar triunfante. "O que foi?", pergunta ela. Ele desconversa: "Nada… segredo nosso."
Quando enfim tudo fica pronto, pouco antes de comerem, Jorge chega num carro novo, preto – uma versão atual do mesmo modelo do carro de Sara, com vidro elétrico, ar-condicionado e automático. Todos elogiam: "Que máquina, Jorge! Tá chique hein?", diz Gislaine. Sara fica admirada com a beleza do carro, só tinha visto de longe ou na TV. Mas Rufus revela a surpresa: "Sara… isso não é do Jorge. João, Eliseu, Jorge e eu nos unimos e compramos pra você, meu amor – seu presente de Natal!" Sara chora emocionada, abraçando todos: "Meu Deus… um carro novo? Vocês são loucos!" Ela beija Rufus profundamente: "Te amo… isso é perfeito!" Ela estava saltitante, João e Eliseu rindo e abraçando Sara. Gislaine está surpresa por Rufus armar aquilo e nem ela ou sua mãe descobrirem. E o abraça, agradecendo por ele amar e cuidar tão bem de sua mãe. O abraço é apertado e demorado. Sara resmunga e logo os dois a abraçam também. Sara definitivamente não esperava aquilo e estava muito feliz.