MINHA ESPOSA PROFESSORA E SEU ALUNO MEU SÓCIO.PT 3

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Heterossexual
Contém 2370 palavras
Data: 27/03/2026 12:17:00

No outro dia, logo cedo, Viviane saiu pra trabalhar como sempre. Beijou o Pedro na testa, me deu um beijo rápido na boca — daqueles frios que viraram rotina — e foi embora no HB20 novo. Eu fiquei em casa, coração batendo forte, esperando.

Por volta das 10h, Moisés apareceu na porta. Sem camisa, só de short de academia, carregando uma bolsinha pequena. Entrou sem pedir licença, fechou a porta e falou baixo:

— Faltei hoje por causa do nosso plano.

Mostrou umas câmeras pequenas, tipo aquelas de segurança caseira, do tamanho de um isqueiro.

— Vou colocar essas aqui pela casa. O link vai pro seu celular. Viviane chega das 14 às 18, né? Eu chego antes, como ela. No meio do ato, você entra, flagra a gente. Mas meu único pedido: espera eu gozar. Depois você chega bravo, eu saio correndo. Entendido?

Eu assenti, boca seca.

— Sim. Vou chegar bravo. Quando eu entrar, você sai correndo. Vou deixar o portão aberto.

Ele sorriu.

— Ok. Tudo planejado.

Mas eu perguntei:

— Uma coisa: como você vai convencer ela a dar pra você?

Ele deu de ombros, confiante.

— Deixa comigo.

Colocou as câmeras rapidinho: uma na sala, uma no corredor, duas no quarto (uma no criado-mudo, outra no armário entreaberto). Testou no celular dele, linkou tudo pro meu também. Saiu dizendo:

— Às 14h liga as câmeras. Fica de olho. Eu chego logo depois dela.

Fui pra um café pouco longe de casa, onde tinha Wi-Fi forte. Sentei numa mesa no canto, abri o app das câmeras no celular. Coração na garganta. Às 14h05, Viviane entrou em casa. Vi ela no vídeo: uniforme de educação física, short curto, top justo, cabelo preso. Entrou no quarto, jogou a bolsa no chão, deitou na cama e ficou mexendo no celular. Cara de medo, mordendo o lábio, olhando pro nada. Parecia ansiosa, nervosa. De repente levantou, saiu do quarto. Voltou uns minutos depois... trazendo Moisés atrás.

Caralho. Ele conseguiu.

No vídeo, som claro:

Moisés fechou a porta do quarto, voz grossa:

— Então vim aqui pra te comer. Sem papo.

Viviane sentou na cama, voz baixa:

— Tudo bem... mas não vai contar pra ninguém, né? Nem mostrar pra ninguém.

Ele assentiu.

— Sim. Prometo.

Mandou:

— Se despe.

Ela tirou devagar. Primeiro o top, seios cheios caindo livres, bicos endurecidos. Depois o short e a calcinha. Ficou nua, pele clara brilhando na luz da janela. Moisés ficou olhando, olhos pretos devorando ela.

— Caralho... gostosa pra caralho.

Ele tirou a regata, mostrou o peito largo, músculos definidos. Depois baixou o short. Pau saiu duro, 25 cm, grosso, veias pulsando. Viviane olhou fixo, olhos verdes arregalados.

— Vai devagar...

Ela queria que ele metesse logo, dava pra ver no jeito que abria as pernas um pouco, mas Moisés sorriu torto.

— Não. Vem chupar primeiro.

Ela ajoelhou na frente dele, devagar. Pegou o pau com as duas mãos, tentou abocanhar. Cabeça mal cabia na boca. Moisés segurou o cabelo dela com força, puxou pra frente.

— Mais fundo.

Ela engasgou, saliva escorrendo pelo queixo. Ele empurrou devagar, entrando mais. Viviane gemeu com o pau na boca, olhos lacrimejando. Ele puxou o cabelo mais forte, obrigando ela a ir até onde conseguia. Ela tossiu, mas não recuou. Pelo contrário: começou a chupar com vontade, língua rodando na cabeça, mão batendo na base.

Moisés gemia baixo, voz rouca:

— Isso... engole mais, vadia.

Ele puxava o cabelo dela pra trás, depois empurrava de novo. Ritmo cruel, mas controlado. Não batia, não xingava alto. Só dominava. Viviane gemia alto com cada estocada na garganta. Lágrimas escorrendo, mas ela não parava. Pelo contrário: apertava as coxas uma na outra, buceta molhada brilhando. Dava pra ver no vídeo: ela gostava da dor, do jeito que ele controlava tudo. Masoquista sem precisar de tapa ou chicote. Só a força dele, o tamanho, o domínio.

Ele segurou a cabeça dela com as duas mãos, fodia a boca devagar, fundo. Ela engasgava, tossia, mas voltava pra chupar mais. Saliva pingando nos seios dela. Moisés olhava pra baixo, sorriso sádico leve:

— Olha pra mim enquanto chupa.

Ela levantou os olhos verdes, cheios d’água, obedecendo. Ele empurrou mais uma vez, até o fundo da garganta. Ela segurou uns segundos, depois recuou ofegante, cuspindo saliva.

— Por favor... agora me fode...

Moisés riu baixo.

— Calma. Ainda não.

Continuou fodendo a boca dela mais uns minutos. Puxando cabelo, empurrando devagar, deixando ela engasgar de propósito. Viviane gemia alto, mão descendo pra buceta, se tocando enquanto chupava. Corpo tremendo de tesão misturado com desconforto. Ele não deixava ela respirar direito, mas nunca passava do limite. Sádico na medida certa: controlava, humilhava com palavras baixas, mas sem machucar de verdade.

— Isso... engole tudo, professora. Mostra como você gosta de pau grande.

Ela obedecia, olhos fixos nos dele, gemendo com o pau na boca. Até que Moisés parou, tirou devagar.

— Agora fica de quatro. Vou meter na buceta.

Ela obedeceu na hora, empinando a bunda na cama, pernas abertas. Buceta rosada, molhada, pulsando. Moisés se posicionou atrás, pau duro encostando na entrada.

Eu assistia tudo pelo celular, mão tremendo. Raiva queimando no peito, pau duro na calça. O plano tava rolando perfeito. Agora era só esperar o momento de entrar.Moisés se ajoelhou atrás, segurou o pau pela base e encostou a cabeça grossa na entrada dela. Não entrou de uma vez. Ficou ali, roçando devagar, só a cabecinha abrindo os lábios.

— Pede — ele mandou, voz baixa e fria.

Viviane gemeu, rebolando um pouco.

— Por favor... mete...

Ele riu baixo, sádico.

— Mais alto. Pede direito.

— Mete na buceta, Moisés... por favor... eu quero...

Ele empurrou só a cabeça. Ela abriu a boca num gemido longo, corpo inteiro tremendo. Apertada pra caralho, mesmo depois de anos casada. Moisés segurou a cintura dela com as duas mãos grandes, unhas cravando de leve na pele clara. Empurrou mais um pouco. Uns 8 cm entraram. Viviane choramingou, mistura de dor e prazer.

— Devagar... tá grande demais...

Ele ignorou. Empurrou mais. Metade do pau dentro. 12, 13 cm. Ela apertava forte, paredes pulsando em volta dele. Moisés parou, deixou ela sentir. Depois puxou devagar pra fora, quase todo, só a cabeça ficando. E empurrou de novo, mais forte dessa vez. Entrou até o meio de novo. Viviane gritou baixo, cabeça caindo no travesseiro.

— Ai... caralho...

Ele começou um ritmo lento, cruel. Entrava até a metade, saía quase todo, entrava de novo. Cada estocada fazia ela gemer alto, corpo balançando pra frente. Moisés segurava firme, não deixava ela fugir. Puxava o cabelo dela pra trás com uma mão, obrigando ela a arquear as costas mais.

— Olha pra trás. Me olha enquanto eu te fodo.

Ela virou o rosto, olhos lacrimejando, mas obedecendo. Ele sorria torto, olhos pretos cravados nos dela.

— Isso... sente o pauzão te abrindo. Você gosta, né? Gosta de ser dominada.

Viviane assentiu rápido, gemendo.

— Gosto... mais forte...

Ele acelerou um pouco. Estocadas mais profundas, ainda não todo, mas chegando perto. Cada vez que batia no fundo, ela gritava, buceta apertando mais forte. Moisés cuspia na bunda dela, passava o polegar no cuzinho apertado — só roçando, sem entrar. Ela tremia toda vez que ele tocava ali.

— Tá molhada pra caralho, professora. Escorrendo no pau.

Ele puxava pra trás com força, batendo a virilha na bunda dela. Som molhado alto no quarto. Viviane gemia sem parar, unhas cravando no lençol.

— Vai... me fode... mais...

Moisés riu baixo, sádico. Parou de repente, pau todo dentro agora. Ficou parado, pulsando dentro dela.

— Quer gozar?

— Sim... por favor...

Ele começou a mexer devagar de novo, círculos com a cintura, esfregando o pau nas paredes dela. Viviane rebolava pra trás, desesperada. Ele segurou os quadris dela com mais força, unhas marcando a pele.

— Goza no pau, então. Mostra como você goza gostoso.

Ela começou a tremer forte. Buceta apertando em espasmos. Gemidos viraram gritos abafados no travesseiro. Gozou duro, corpo convulsionando, porra dela escorrendo pelo pau dele. Moisés não parou. Continuou metendo devagar, prolongando o orgasmo dela. Ela choramingava, sensível demais.

— Isso... goza tudo... boa menina.

Quando ela parou de tremer, ele puxou o pau pra fora devagar. Cabeça vermelha, brilhando de gosma dela. Viviane caiu de bruços na cama, ofegante, bunda ainda empinada.

Moisés passou a mão na bunda dela, abriu as nádegas com o pau dentro da buceta ainda. Olhou o cuzinho apertado, rosado.

— Agora o cu.

Viviane virou o rosto rápido, olhos arregalados.

— Não... por favor... no cu não...

Ele sorriu torto, dedo roçando o anel apertado.

— Por que não? Você aguenta.

Ela balançou a cabeça, voz tremendo.

— Não... dói... eu nunca...

Moisés ficou quieto um segundo, pau ainda duro batendo na coxa dela. Depois se inclinou, voz baixa no ouvido dela:

— Hoje você vai aprender.

Mas parou ali. Não forçou mais. Só ficou olhando, esperando a reação dela, pau pulsando ainda na buceta, pronto pro próximo passo. Moisés parou de repente, pau ainda dentro dela até a metade, pulsando. Ele puxou devagar pra fora, deixando ela ofegante na cama, bunda empinada, buceta vermelha e molhada escorrendo. Olhou pro cuzinho apertado, rosado, intocado.

— Agora o cu.

Viviane virou o rosto rápido, olhos arregalados, voz tremendo.

— Não... por favor... no cu não.

Eu, assistindo pelo celular no café, senti um aperto no peito. Sempre pedi isso pra ela durante anos de casamento. Sempre negou, dizia que doía, que não queria, que era demais. E agora... ali estava ela, nua com outro homem, negando de novo. Pensei que ia negar até o fim, como sempre fez comigo.

Moisés riu baixo, voz grossa.

— Então vai liberar?

Ela balançou a cabeça, quase chorando.

— Não... por favor...

Ele deu de ombros, se levantou da cama, foi até o chão onde a blusa dela tinha caído. Pegou a blusa, começou a vestir devagar, como se fosse embora.

— Trato desfeito.

Viviane congelou. Olhou pra ele vestindo a regata, pau ainda duro balançando. Mordeu o lábio forte, corpo tremendo. Depois, voz baixa, quase sussurrando:

— Tudo bem... só que vai devagar. Eu nunca dei.

Moisés parou no meio do movimento, jogou a blusa de volta no chão com um sorriso torto. Voltou pra cama, olhos pretos brilhando.

— Você vai gostar. Eu sei bem como comer um cu.

Ele pegou o óleo de cozinha que tinha deixado na mesinha (o mesmo da churrasqueira da área de lazer, trouxe junto). Passou devagar no pau dele, deixando brilhar. Depois cuspiu no cuzinho dela, passou o polegar roçando o anel apertado, abrindo um pouco. Viviane gemeu baixo, corpo inteiro tenso.

— Relaxa... respira fundo.

Ela tentou. Moisés posicionou a cabeça grossa na entrada. Empurrou devagar. Só a cabecinha entrou. Viviane gritou baixo, unhas cravando no lençol.

— Ai... dói... para...

Ele parou, mas não saiu. Ficou ali, pulsando, deixando ela se acostumar. Mão na cintura dela, segurando firme.

— Respira. Solta o corpo.

Ela respirou fundo, trêmula. Moisés empurrou mais um centímetro. Ela choramingou, cabeça caindo no travesseiro, lágrimas escorrendo. Mas eu conhecia ela bem demais. Aquele gemido não era só dor. Era o mesmo gemido que ela soltava quando eu apertava os bicos dos seios forte demais, ou quando mordia o pescoço na hora certa. Corpo dela tremia, mas as costas arqueavam levemente pra trás, como se quisesse mais. Buceta pingando ainda mais, coxas molhadas. Ela fingia não gostar, gemia “não... dói...”, mas cada músculo traía: apertava o cu em volta dele, depois relaxava devagar, convidando.

Moisés percebeu. Sorriu sádico, mas controlado.

— Tá fingindo que não gosta, né? Mas teu corpo tá pedindo.

Empurrou mais. Metade do pau dentro agora. Uns 12 cm. Viviane gritou mais alto, corpo convulsionando. “Ai... caralho... tá rasgando...” Mas não pediu pra parar de verdade. Moisés puxou devagar pra fora, quase todo, só a cabeça ficando. Depois empurrou de novo, mais fundo. Ritmo lento no começo, cruel. Cada estocada entrava mais um pouco. Ela chorava baixo, mas rebolava de leve pra trás, encontrando o movimento dele.

Ele acelerou. Estocadas mais fortes, batendo a virilha na bunda dela. Som alto de pele contra pele, misturado com os gemidos dela. Moisés segurava o cabelo dela com uma mão, puxando pra trás, obrigando ela a arquear mais. Com a outra mão, apertava a nádega, abrindo pra ver melhor o pau entrando e saindo.

— Isso... aguenta... toma tudo.

Viviane gemia sem parar, voz rouca. “Dói... mas... continua...” Ele riu baixo, empurrando mais forte. Chegou quase todo dentro — uns 20 cm. Ela tremia inteira, lágrimas escorrendo, mas buceta pulsando, gozando só com o anal. Corpo convulsionando, gemidos virando gritos abafados.

Moisés não parava. Fodia violento agora, mas com controle: estocadas profundas, rápidas, batendo fundo. Puxava o cabelo, batia leve na bunda, sussurrava coisas baixas: “Toma... isso é teu agora... goza no cu.” Ela gozava de novo, apertando forte em volta dele, corpo mole de tanto prazer misturado com dor.

Eu não aguentei mais. O tesão e a raiva queimando juntos. Saí do Wi-Fi do café correndo, entrei na caminhonete, acelerei pra casa. Via o vídeo no celular enquanto dirigia — pauzão entrando e saindo do cu dela, ela gemendo alto, corpo suado tremendo. Parei perto da entrada da rua, desliguei o motor, esperei uns segundos pra recuperar o fôlego. Cheguei no portão de casa a pé, peguei o Wi-Fi de novo. Entrei quieto pela porta da frente que deixei entreaberta.

No vídeo: Moisés acelerando mais, gemendo rouco. “Vou gozar... toma tudo...” Empurrou fundo uma última vez, corpo colado no dela. Gozou dentro do cu dela, pau pulsando forte, enchendo tudo. Viviane gemeu alto, corpo mole na cama, porra escorrendo devagar quando ele saiu.

Era o sinal.

Entrei no quarto gritando:

— Que porra é essa?!

Moisés pulou da cama rápido, pegou a roupa no chão, saiu correndo pela porta dos fundos que eu tinha deixado aberta. Fingiu pânico perfeito.

Viviane ficou lá, nua na cama, olhos arregalados, tentando cobrir o corpo com o lençol.

— Vítor... eu...

Eu gritei mais, voz tremendo de raiva fingida (mas com um fundo real):

— Como você pôde? Com esse moleque? Na nossa casa?!

Ela começou a chorar, voz baixa:

— Foi... erro... por favor...

Eu bati a porta do quarto com força, saí pisando duro pela sala, entrei na caminhonete e saí acelerando, como se estivesse puto da vida. Dirigi sem rumo por uns minutos, coração disparado, pau ainda duro na calça, imagens dela gemendo no cu dele rodando na cabeça.

O plano tinha dado certo. Mas agora... o que viria depois?

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Foto de perfil genéricaGabriellllContos: 336Seguidores: 438Seguindo: 28Mensagem Escritor nas horas vagas se tiver ideias de conto me mande no e-mail lxvc1987@gmail.com ou lxvc1987@hotmail.com

Comentários

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Agora o adúltero flagrou a mulher dando para outro. Agora estão quites. Será que isso vai melhorar mesmo o relacionamento deles?

Eu acho que Moisés e a adúltera armaram tudo isso. Quando ela não quis dar o cuzinho, ele disse: "trato desfeito". Papo estranho da porra.

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