A namorada que não sabe dizer não #2

Um conto erótico de Diabo
Categoria: Heterossexual
Contém 980 palavras
Data: 27/03/2026 13:51:13

De modo que a casa era bem antiga e simples, o único banheiro funcional ficava do lado de fora, mas relativamente próximo, totalmente separado da casa, era inteiro feito de madeira com um portinhola que nem dava pra fechar direito. Tinha frestas por todos os lados, ou seja, não era o melhor lugar pra quem gostava de privacidade. Dani e eu fomos tomar banho, mas chegando lá notei que tinha esquecido minha toalha e voltei na casa pra pegar, disse a ela que fosse tomando banho que eu já voltava. Quando estava retornando ao banheiro para me juntar a minha namorada, peguei Ruan e Henrique espionando Daniela pelas frestas das madeiras, me escondi antes que eles pudessem me ver e fiquei observando de longe. O banheiro era tão tosco que mesmo eu de longe, podia ver partes do corpo de Dani pelada e despreocupada no banho. Os garotos olhavam de fora atentos e sedentos pelo corpo da minha putinha. A cena me deixou de pau duro e depois de assistir por um tempo resolvi ir até lá.

Quando notaram o movimento de alguém se aproximando, se esconderam num ângulo atrás do banheiro de modo que quem se aproximava não os notaria (se tivesse distraído), e foi justamente no personagem de distraído que eu apareci. Entrei no banheiro.

Daniela: – Nossa, demorou pra quem só ia pegar uma toalha.

Eu: – Cê sabe, clima de férias, sem pressa pra nada.

Daniela: – Percebi.

Entrei no banho com ela e logo comecei a dar uns amassos, os moleques já tinham apreciado o corpão da minha namorada, agora queria que eles passassem mais vontade vendo ela em ação. Me posicionei atrás dela deixando-a de frente pros olhares indecentes dos garotos, alternando entre beijos de linha e beijos no pescoço, apertava e acariciava de todas as formas possíveis seus peitos enormes enquanto disfarçadamente observava a platéia que nem imaginava que tinha ganhado um ingresso vip. Então com umas das mãos seguia brincando com os peitões e com a outra comecei a dedar a buceta melada de Daniela. Os olhos de Ruan e Henrique pareciam dilatados como quem tinha fumado maconha e estava alucinado. Fiz Dani se inclinar e ela apoiou suas mãos na parede que dava justamente de frente para a platéia oculta atrás das ripas de madeira velha. Encaixei meu pau e comecei a torar a buceta dela. Ela gemia e seus peitos fartos balançavam selvagens diante dos olhos dos garotos que prendiam a respiração pra não ser notados e estragar a vista daquele paraíso de luxúria.

Daniela: – Ahhh…! Ahhh…! Ahhh…! Ahhh…! Ahhh…!

Eu: – Toma sua cadela! Gosta de pica, não gosta? Então toma!!

Daniela: – Gosto!!! Não pára! Não pára!!

Eu: – Ah se o pessoal da casa soubesse a puta que você é, hein! Que por trás dessa carinha de boa menina, tem uma vagabunda louca por pau.

Daniela: – Sua vagabunda! Todinha sua.

Quando senti as pernas de Dani estremecerem acelerei a comecei a socar com mais força e gozamos juntos. Ela tapou a própria boca pra conter os gemidos, morria de vergonha da possibilidade de alguém ouví-la trepando.

Terminamos a foda e o banho e voltamos pra dentro. Quando entramos os garotos já estavam lá sentados na sala, olharam meio atônitos para nós, um olhar de deslumbramento de quem viu a maior maravilha do mundo. Daquele dia em diante fizeram de tudo para se aproximar de Daniela, sempre solícitos e, às vezes, atrevidos. E de fato Dani foi criando um vínculo com os garotos, uma amizade que eventualmente daria espaço para mais atrevimentos.

No mesmo dia, Seu Dito perguntou se gostaríamos de andar a cavalo, que era um passatempo comum por ali já que eles mesmo era proprietário de um. Faceiro, já com o cavalo preparado ofereceu primeiro pra minha namorada:

Seu Dito: – Então, Daniela. Vamos dar uma volta?

Daniela: – Eu quero, mas tenho medo.

Seu Dito: – Se preocupa não, eu vou te ajudar guiando o cavalo, pode ficar tranquila.

Depois de um pouquinho de insistência do velho ela acabou aceitando, mas já na hora de montar teve dificuldade. Ele então a deu um “empurrãozinho” erguendo ela pela bunda, ficou claro que aproveitou para tirar uma casquinha e apertar aquela raba grande gostosa. Ela deu um sorrisinho tímido e logo em seguida me lançou um olhar malicioso meio disfarçado. Seu Dito então também subiu no cavalo deixando seu corpo bem junto ao de Dani que usava um shortinho de algodão e uma blusinha de alcinhas bem decotada. Saíram então pra cavalgar pela mata e voltaram uns minutos depois.

Quando estávamos a sós, perguntei como foi o passeio:

Daniela: – Foi legal, mas…seu tio é meio safado.

Eu: – Como assim? - Perguntei com um sorriso malicioso.

Daniela: – Primeiro que ele já pegou na minha bunda pra me subir no cavalo. Depois ficou atrás de mim, arrochado me encoxando. E nem fez questão de disfarçar o pau duro minha bunda.

Eu: – Eita, porra! Sério?!

Daniela: – Sim, ficou me encoxando com aquele pau enorme roçando minha raba, e além disso, ele segurava as rédeas de um jeito que seus dedos, como que por “acidente” roçavam na minha buceta.

Eu: – Carai, que veio safado!! - Disse fingindo estar chocado, quando na verdade estava excitado com a história.

Daniela: – E ainda, no meio do passeio, resolveu falar do meu corpo. Falou que eu era uma potranca, e que tinha um “belo par de peitos”. Dizendo que você passava muito bem comigo.

Eu: – Mas que cara de pau! Se bem que ele sempre foi meio assim, sem filtro.

Daniela: – É um descarado! Mas apesar disso, valeu a pena, o passeio foi legal. Não imaginava que andar a cavalo era tão divertido.

Eu: – Hum, gostou, né. - Disse pensando que depois de falar de todas as safadezas do meu tio ela ainda, praticamente, passou um pano pro velho. É uma piranha mesmo.

A tensão sexual no ambiente só aumentava e renderia ainda mais situações “peculiares”...

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