Formações e Transformações - Nono Capítulo

Um conto erótico de Astrogildo Kabeça
Categoria: Grupal
Contém 2629 palavras
Data: 27/03/2026 17:09:57

Com isso, Helena foi ainda mais acolhida do que já estava pelo grupo e assim, foi se encontrando cada vez mais, todos juntos, aproveitando ao máximo o que a forte conexão entre eles proporcionava. Ela não quis falar que achava que Lucas de alguma forma estaria ressentido, ou algo do tipo, em relação a eles - desconfiança dela. Melhor então aproveitar geral.

Assim, Lucas desembarcou em Rio Branco buscando um novo sentido para a vida e outras possibilidades. O escritório era recente, então quase todo mundo estavam começando meio que ao mesmo tempo, um sinal de que muitas relações se iniciariam do zero. O trabalho era pesado, mas todos estavam a fim de contribuir para o negócio evoluir. Com o tempo, um chamava o outro pra um happy hour, e formava um coleguismo legal. Não demorou muito e os homens acabaram marcando num puteiro.

A casa noturna era nova e não muito badalada, mas não era um pardieiro não. Tinha bom atendimento, preços razoáveis, e belíssimas mulheres. Pra quem estava longe de casa e não era acostumado a esse tipo de ambiente, Lucas resolveu chutar o balde e curtir as delícias de um lugar como esse. Seus colegas também aproveitaram.

Lucas contratou uma morena com características amazônicas: olhos puxados, cabelos longos e negros, pele aciganada, boca carnuda, corpo formoso. O nome? Bem clichê para quem exercia essa atividade: Lorraine, 22 anos. Os primeiros encontros foram na boate, mas a coisa rendeu e Lucas passou a chamá-la para encontros em sua residência, um apartamento com vista para o Rio Acre. A moça passou a gostar muito de atendê-lo. Ele não era exigente, a tratava bem, não tinha fetiches malucos, e não enrolava pra pagar. Melhor ainda: ela dormia lá às vezes. Lucas estava carente e por vezes esquecia que ela era uma profissional do sexo. Até conversava sobre a entrada dela nesse mundo.

- Olha, aqui é um local muito explorado, os seringais já não produzem tanto, a pescaria não está tão produtiva, então você trabalha como condenado pra ganhar uma merreca. Na minha família, sexo era que nem futebol, todo mundo gostava e praticava, tenho muitos primos e devo ter irmãos que não conheço. Então meio que fui pegando esse jeito e vou levando desde então...

Ela tinha jeito humilde, não possuía aqueles trejeitos forçados de uma mulher da zona. Com o tempo, ela nem cobrava algumas fodas. Com ele, Lorraine se sentia acolhida e o elogiava bastante.

- Você tem boa pegada, não quer mostrar que está pagando, que está no poder e fica mandando fazer as coisas como se fosse me agredir. Dá até vontade de largar tudo e viver aqui lhe ajudando a levar a vida.

- Lorraine, não vou mentir, até dá vontade de fazer isso, mas também não tô procurando algo sério, por enquanto, acabei de chegar, tenho que me consolidar. Você vai, retorna, tá sempre por aqui, o que precisar, conte comigo. Mas realmente, estaria lhe enganando se dissesse que quero uma mulher pra morar agora.

- Eu sei, lindinho, falo isso, mas tenho muita coisa ainda por fazer. Quem sabe futuramente? Deixar tudo de vez seria imprudente.

As fodas entre eles eram intensas, Lucas comia ela com vontade, se sentia renovado, esforçado, fazia ela esquecer às vezes que estava meio que trabalhando.

E assim, pelo menos umas duas a três vezes por semana ela dormia lá, ele fazia questão de pagar, mas quase sempre ela não aceitava porque também acabava comendo por lá.

Os meses foram passando, e Lorraine passou a levar uma amiga novata,de nome Shirley, uma branquinha de olhos claros, baixinha, carinha de sonsa.

- Essa é a Shirley, Lucas, veio lá de Xapori. Você é ótimo pra começar com ela, deixa ela a vontade, e ainda come nós duas! Ela pega a manha com nós aqui depois ela faz o serviço dela, com maior noção das coisas. Ela vai encontrar péssimos clientes por aí, mas vai estar mais tarimbada, com certeza.

Lucas gostou da novidade e transavam a três. Mas nem tudo era essa moleza toda. A menina usava drogas, Lorraine passou a usar e Lucas - achando que tudo estava legal e no controle - passou a consumir também algumas substâncias. Como a trepança entre os três estava em alta, aparecia algum entorpecente e era só festa. Seus colegas reclamavam que ele deixou de ir à boate e assim ele retornou, ficou com outras, bebia e curtia de montão. Sozinho, com grana própria, e achando que estava vivendo muito bem, se deixou levar. Shirley passou a aparecer sozinha, sem Lorraine, e cada visita era um papelote, um comprimido diferente.

Um dia, Lucas levou um colega próximo, do trabalho. Estavam na boate. Lorraine estava lá com Shirley, fazendo show juntas. Receberam muitos convites, mas Lucas quem levou a melhor. Chamou as duas e mais o colega.

- Mano, vamo nessa. Essas duas aqui são minhas velhas conhecidas. Topa dar uma esticada lá em casa?

O colega foi e os quatro cairam na gandaia. Lucas estava cada vez mais eufórico, fodia com uma, com a outra, as vezes o colega tava comendo uma e ele puxava a garota deixando o colega a ver navios. Mas no fim das contas, todos curtiram. O colega adorou, estava na seca, prometeu retornar mais vezes, o que não acabou acontecendo.

Mas não era só Lucas quem curtia. Nesse mesmo dia, Helena estava com Marcelo e a turma dela num veleiro alugado, no meio do mar. Depois de muita música, dança, brindes e alegria, começou o que todos faziam bem: trepar em grupo. Helena estava de quatro com Ferdinando comendo sua buceta, enquanto Luan dava o pau pra ela chupar. A loira urrava e seus olhos semicerrados lacrimejando de prazer, recebendo solavancos de pica lhe devorando a cada estocada profunda. Luan fodia sua boca e ela já estava sem ar quando gozou forte no pau do musicista. Luan espancava seu rosto com seu pau e ela gemendo alto e gostoso, pronta pra dar mais uma gozada.

Karina estava sendo fodida deitada e Marcelo bombando seu pau grosso e rosnando em cima de seu rosto. A putinha mandava ele meter mais. Ele estava deitado sobre o corpo da jovem metendo com gosto.

- Mete, Marcelo, quero mais, vai, mete gostoso, mete tudo, lhe quero todo...

Ângela já cavalgava Zeca, subindo e descendo e arfando cada vez que o pau sumia em sua buça gulosa. Michele puxou Luan, que a passou a foder. Ela estava de quatro, cabeça levantada ao máximo, sofrendo de prazer com aquele pau de jumento lhe castigando as entrenhas. Ferdinando tirou o pau de Helena e ofereceu a Michele e as duas passaram amamr e disputar cada pedaço de musculo peniano. As duas lambiam a trolha, babavam ora uma chupava a cabeça ora, outra, enquanto Michele jogava o corpo pra trás pro loiro cabeludo mandar bala.

- Vai, cadela, lambe essa vara... que pica gostosa, vai vadia, rebola e chupa pica,vai...

- Abocanha também, puta, daqui a pouco vou levar essa rolona também... puta merda, Luan, estoca assim, vaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiii...

Os parceiros rodavam, Karina passou a mamar Luan, tentava engolir aquela trolha imensa, fazia cara de puta, tentando aproveitar o máximo aquele cacete que tanto conhecia; Marcelo tinha o pau chupado por Ângela e Michele ao mesmo tempo, enquanto Zeca metia em sua namorada; Helena passou a montar em Luan e acelerava as quicadas, jogando a cabeça pra trás, alucinada sentindo aquele rolão castigar sua buça encharcada; Karina estsva rebolando com a buceta na boca de Luan, enquanto tentava apertar os peitões de Helena, que flutuavam aceleradamente com as montadas ferozes que dava em Luan.

- Ohhhhhhhh, que cacetão, que cecete!Atola tudo, animal!

- Vai, Helena, quica nessa pica, vai Luan, fode ela, mostra pra ela como se aprtoveita sua jebona, ahhhhhhhh, me lambe, amor!!

E o fimd e tarde era só gemedeira. Ângela montava Ferdinando de costas pra ele, ao lado dela Karina recebia Zeca num frango assado bravo, as pernas dela as vezes esbarrava na cabeça da mãe; Helena de quatro levava vara de Marcelo, com as mãos apoiadas nas costas de Zeca, que fodia Karina; Michele cavalgava Ferdinando, apoiada nas costas de Marcelo, que comia Helena de quatro. Os oito ensandecidos fodiam juntos e misturados, o que estavam fazendo com muita frequencia.

Ângela era fodida de quatro por Luan, as bombadas finais fizeram a pianista quase chorar, tamanha era a violência das estocadas. Ele tirou o pau e jorrou na cara de Karina, que também estava de quatro próxima ao pau dele, enquanto Ferdinando a comia. Ele também acelerou e gozou na cara de Michele, que estava deitada sendo comida por Marcelo num frango assado; Por fim, Helena mamava Zeca com vontade, até que o ex-vizinho dela gritou e ersporrou jatos diretamente na garganta da loira, que não tirou o pau e foi bebendo tudinho. Só tirou quando não havia mais nada e ela ficou batendo o pau na cara dela, sorrindo de pura felicidade. E assim finalizava mais uma foda daquele grupo. Já era quase noite quando mergulharam no mar, brincando e celebrando mais um bacanal de puro sucesso.

Lucas e Helena se falavam cada vez menos. Não havia novidades entre eles, cada um vivendo sua vida. Helena até pensou em visitá-lo nas férias, mas tinha prometido que faria um cruzeiro marítimo com Marcelo, na companhia de Ângela e Ferdinando. Lucas, por sua vez, nem queria essa visita. A distância tava fazendo com que ele se refugiasse em meio à Floresta, como índio fugindo do cativeiro. E estava bem, sem saudades ou momentos de recordações que fizesse com que viajasse pra uma visitinha.

Eis que as coisas começaram a sair do controle. Lucas trabalhava híbrido, uma semana remoto, outra no escritório, e passou a se atrasar, tanto presencialmente como on line. Suas farras estavam passando dos limites e estava sendo alertado pelos colegas. Foi chamado atenção pela diretoria e prometeu se endireitar. No entanto, a diversão em estar com duas mulheres, drogas, e alguns passeios pela noite tranquila de Rio Branco cobraram o preço. Shirley sumiu, estava desaparecida. Teve até reportagem na TV com a família a procurando, pois há dias não entrava em contato e ninguém com quem ela estava convivendo sabia do seu paradeiro. A polícia passou a investigar e o nome de Lucas foi mencionado.

- Olha, tem um cara que aparece aqui sempre e ele saia com uma de nossas meninas. Depois, Ele passou a sair com Shirley também.

- Vocês tem câmaras pra mostar quem é esse cidadão? Queremos todas as filmagens até o dia que ela desapareceu.

Ao mesmo tempo, Lorraine em depoimento, falou a mesma coisa. Lucas também teve que depor. A polícia apareceu no trabalho dele.

- Lucas, a polícia está aí lhe procurando.

- O que?? A polícia???

- É melhor você ir lá

Lucas foi, tremendo. Ele não esperava por isso. Foram pra delegacia.

- Olha, seu delegado, ela ia lá em casa sim, mas não sei nada da vida dela, a Lorraine, que depôs, levou ela lá, e passamos a nos ver sempre.

- Escuta aqui, meu jovem... não sei se você é tapado ou ingênuo, mas essa jovem é ligada a um cartel boliviano. Já identificamos que ela recebia drogas e contrabando na fronteira. Você devia ter cuidado em levar puta pra sua casa, porra! Já sabemos que ela desapareceu devendo grana e ai se estiver viva ainda. E a outra puta também de nada sabia, a tal da Lorraine, ela já deu no pé, pois o pessoal da boate tá desconfiando dela também. Então, cabra, acho melhor tu tomar cuidado, porque se esses caras souberem onde você mora e trabalha, a coisa vai complicar pro seu lado!

Lucas ficou em pânico, não esperava que as coisas chegassem a esse ponto. Foi chamado pela direção no trabalho.

- Lucas... a polícia teve aqui, disse que a garota desaparecida frequentava sua casa e veio aqui pedindo seu endereço! Querem fazer uma busca e apreensão. No que que você se meteu, rapaz!

Lucas se explicou, o que deixou a direção preocupada.

- Puta merda... vamos entrar em contato com a matriz de onde você veio e contar tudo isso. Reze pra ainda se manter aqui porque a coisa vai inchar pro seu lado!

Lucas foi pra casa possesso, ele se deixou levar pelo clima de putaria e agora estava envolvido em desaparecimento não só de uma, mas de duas. Como a polícia alertou, Lorraine também deu no pé. Recebeu um chamado da matriz.

- Lucas, entraram em contato conosco e vou falar uma coisa... sai logo daí que a coisa vai complicar pra você. Trabalhamos juntos à órgãos de fiscalização, como é que vamos manter um funcionário que se envolveu com puta metida com contrabando e cartel!! Porra!! Tá maluco??? Cadê aquele cara responsável que saiu daqui! O clima equatorial queimou seus neurônios??!! Você pediu pra sair do sossego que você tava aqui pra procurar bronca nesse fim de mundo!! Sai daí logo, porra, a parada tá tensa!

Lucas ficou apavorado. A polícia fez buscas na sua casa, mas não encontrou nada. Um dia, ele estava retornando do trabalho e viu uma movimentação estranha próximo da sua rua. Um vizinho que estava passando lhe viu, arregalou os olhos e falou gestualmente pra ele.

-Vaza, vaza! Arrombaram sua casa!

Ele deu meia volta e sumiu. Da beirada do rio dava pra ver sua casa, no alto. Saíram de lá três homens. Não deu pra identificar, claro, estava muito distante, mas parecia que aquele pessoal não tava pra brincadeira. Foi pra casa de um colega que frequentava a boate com ele e contou o que tava rolando.

- Tem certeza que ninguém viu você vindo pra cá? Não quero problema pro meu lado, brother!

- Não, cara, juro! Mandaram eu vazar antes de eu chegar na minha rua.

Lucas passou dois dias na casa dele. Apavorado, pagou o restante que tinha do aluguel e não mais voltou. Deixou roupa, móveis, tudo lá. Por sorte, os documentos todos estavam com ele. Dias depois, recebeu a notícia esperada: foi demitido. Também não tinha como voltar. Seu chefe da matriz deu a deixa.

- Desde que você saiu estamos com um trainee, o cara daí que veio pra cá, e estamos testando IA em 10% do trabalho. Portanto, não há mais lugar por aqui. Sinto muito, Lucão, mas você vacilou feio.

Desesperado, Lucas não tinha como permanecer em Rio Branco. Achava que estava sendo seguido e ficou alguns dias com uma leve síndrome de pânico. Pegou um carro por aplicativo até uma cidade chamada Tarauacá. Sem muito dinheiro e com roupas emprestadas, gastou algumas economias e se instalou numa pensão com uma missão apenas: voltar pra sua cidade, o mais rápido possível, não sem antes procurar um emprego pra quando retornasse. Retornou pra Rio Branco pra fechar o contrato de aluguel num juizado. Pagou uma multa, que só não foi maior porque ele deixou todo o mobiliário lá pro proprietário. Após alguns dias, uma funerária entrou em contato com ele.

-Lucas, gostamos do seu currículo, e como estamos entrando no ramo de planos funerários, vamos precisar dos seus serviços, ainda mais que você aceitou ganhar menos do que merece, disposto que está pra retornar.

Não havia outra alternativa. Um dos principais motivos era que havia kitnets para alugar em cima do estabelecimento, onde ele poderia morar. Do salário que receberia, foi descontado já o aluguel pra ele. Ia ganhar muito menos do que ganhava, mas ele precisava recomeçar na cidade que conhecia. Não queria ir pra outro lugar desconhecido, como aventureiro, sem referências, sem conhecer ninguém, arriscado a se meter em outra confusão. Comprou passagens no cartão de crédito, que custaram o olho da cara. Agora sim, ele teria que ser forte, pra recomeçar do zero novamente. Voltou só com a roupa do corpo, com uma mão na frente, outra atrás.

- Meu Deus... cheguei ao fundo do poço...

(continua...)

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Comentários

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eu senti uma falta de uma passagem no conto em que provavelmente

helena teria discutido o evento do quase flagra do filho com a turma não é...quer dizer, é uma situação que não deveria passar despercebida na historia.

porque foi um evento que causou preocupação a eles. afinal de contas eles ficaram assustados ao ver o lucas na porta.

então, porra...não é possível que a helena não teria comentado sobre a situação ou manifestado sobre a preocupação das diferentes consequencias que poderia ter ocorrido.

embora esse capitulo seja destinado ao lucas, ainda assim o autor fez uma paralelo, mesmo que seja breve, da helena e turma. mas ele focou exclusivamente no bacanal. acha que daria para dar uma encaixadinha dessa conversa na passagem, ou até mesmo no primeiro parágrafo. ja que a viagem no velejo foi meses após. acho que teria deixado o capítulo um pouquinho ainda mais rico.

mesmo que seja uma passagem rapida. não tem como dizer que não é relevante.

ah não ser que helena esteja tão, mas tão distante emocionalmente que o lucas não significa mais nada para ela.

ou seja, ela teria tanta consideração por ele quanto teria por um prestador de serviço. indiferença total. um completo NPC para a mesma.

sendo que é evidente e expressado nesse capítulo que a conexão entre os dois está quase inexistente.

e essa é a parte mais triste de todo o conto.

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Sabe o que eu acho?? Que o Lucas vai se tornar um morador de rua, viciado. A mãe vai vê-lo na rua e vai ter um choque de realidade

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Te contar, se o rumo for esse, nem choque de realidade ela vai ter.

ela vai reconhê-lo fodido no chão e vai fingir que nem viu.

conexão emocional dos dois esta quase inexistente.

é bizarro

vida dela agora é único e exclusivamente rodízio de piru.

lucas para ela é a ultima de suas preocupações. trise que ele é filho único. filho uuuunico dela hein. legado dela no mundo. talvez a unica familia que ela tem.

ela esta jogando fora como se não significasse mais nada.

mas eu to começando a achar que ele não vai ficar ruim de vida. eu to apostando que no final vai ficar bem. esses perrengues são fundamentais para voce se desenvolver como pessoa.

ficaria mais facil ele encontrar uma pessoa de bom coração; experiente de vida para ajudá-lo na superação desses traumas e orientá-lo contra as mazelas da vida, ele vai chegar lá.

pode ser até uma nova namorada. uma mulher mais velha, com experiencia de vida.

ela vai moldá-lo e ele finalmente vai se tornar um homem verdade.

mas só estou ficando cada vez mais pessimista em relação a uma reconexão entre ele e helena.

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Mano… tô me perdendo nas histórias, Sodoma e Gomorra de uma lado, do outro o filho certinho virando um viciado sem responsabilidade (totalmente diferente do que sempre foi) a mãe dele pouco se fodendo, com eles né? Pq no sentido literal da palavra tá com rola em todos os buracos possíveis, é namorado, marido da amiga, amigos e amigas de infância do filho!!! Caralho… foda de acompanhar hein!!!

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bom pelo menos um avanço consumado expresso no capítulo

é que se ele era um soco fofo e sem pegado (eu suspeitava) antes, agora, sim, ele está sabendo meter.

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eeeeesse é o tipo de experiencias que eu tava falando.

ele não tinha maldade nenhuma. sendo assim era lógico que mais cedo ou mais tarde ele ia se fuder. e se fudeu com força.

quase que virou mulherzinha na prisão ou esquertejado pela cartel boliviano.

e olha hein... se ele conseguiu ser engolido em Rio branco Acre,

imagine que aconteceria nas grandes metropoles.para tu ver quao ingenuo ele era.

o cara era um coelhinho capenga no meio da savana. questão de tempo para cair numa emboscada e ser estraçalhado.

contudo, é evidente, que para o próximo passo, somente tomar porrada, não é o suficinete para amadurecer. pois apenas os a má experiencia,só vai deixá-lo ferido, confuso e traumátizado e isso vai travar o desenvolvimento dele.

ele tem que processar o ocorrido e superar os grilhões do trauma.e isso só será possível atráves de orientação.

aí que entraria uma figura de uma pessoa vivida, sábia e de bom coração para conduzí-lo nesses momentos para o seu amadurencimento.

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Po, é sério isso?? O cara só vai se fuder nessa porra dessa vida?? Sacanagem!! Mas se meter com droga da nisso.

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