Irmãs Médicas – III

Da série Irmãs Médicas
Um conto erótico de Cialis
Categoria: Heterossexual
Contém 5544 palavras
Data: 27/03/2026 23:44:53

Uma parte do seu cérebro gritava que ele não devia estar lá, que nenhuma circunstância atenuaria o quê estava acontecendo. Outra parte, bastante emocional, dizia que sua namorada havia pisado na bola (ainda que ele não tivesse prova nenhuma disso, de fato), e que o namorado da Susan havia igualmente pisado na bola (o quê, em última análise, era problema dela, e não dele), e que tudo o mais se fodesse, ele queria mais era pecar mesmo. E aquilo estava, de fato, tentador.

Sua cunhada, uma gata absolutamente deliciosa, linda e sedutora, estava agora deitada no sofá com ele, seu vestido abaixado até a sua cintura, beijando sua boca como se não houvesse amanhã. Mas, haveria. Ele sabia disso, mas o envolvimento com a cunhada estava tão perfeito, tão espetacular, tão gostoso, que ele fez muita força para afastar esse pensamento, decidindo deixar para o dia seguinte para administrar aquilo. Agora, ele estava realizando um sonho que habitara sua cabeça e coração nos últimos quinze dias.

E, nesse sentido, a mão dele, que ele em um arrobo de tesão havia movido até a bunda dela, não ajudava muito a ele querer parar. Sentiu seu pau disparar dentro da bermuda, e pensou que, agarrados como estavam no sofá, era impossível ela não ter percebido. Entretanto, se ela notou, não disse nem fez nada. Antes que ela tivesse uma crise de consciência e parasse com aquela loucura, ele pensou que, se havia entrado na chuva, iria se molhar.

Interrompendo o beijo e afastando seu corpo um pouco, voltou a tocar o seio dela, atiçando a ambos. Soltou um – “Meu Deus... Eles são perfeitos...”, para receber de volta um – “Mas o da Sônia são maiores...”. Sua namorada tinha, de fato, seios muito chamativos, redondos, empinados, frutos da vaidade dela. Sem deixar o comentário baixar a bola entre eles, ele emendou que – “Mas os seus são naturais!!! Naturais, e perfeitos...”, e antes que ela retrucasse qualquer coisa, abaixou o seu corpo, até grudar sua boca sobre o mamilo dela.

- “Shhhhhhh... Hmmmmmmm...”, ela murmurou, em aprovação ao carinho dele, que começou a brincar com a língua ao redor do mamilo, dela, lentamente, sem pressa. – “Ahnnnnn...”, ela gemeu, os dedos entrando entre seus cabelos, enquanto ele começava a revezar entre um seio e outro, não podendo deixar de notar o quanto ela se mexia no sofá, sobre ele.

O desejo de correr os dedos para dentro da calcinha dela, e explorar aquele bumbum divino, era enorme. Porém, o medo de acelerar demais as coisas e provocar um ‘STOP’ da parte dela, seguraram por uns instantes o seu ímpeto. E ainda existia aquela conversa toda da Nanda, e ele resolveu deixar aquela parte da anatomia dela razoavelmente protegida. Mas, o tesão era muito, muito grande. E ela não ajudava muito, verdade fosse dita.

Ela se virou no sofá, passando a ficar lado a lado com ele. Mais espaço para ele alisar o corpo dela, mas ela o puxou para voltar a beijá-lo. Naquele momento, a mente feminina estava absolutamente no controle das emoções dela. Fúria, raiva e vingança estavam, pouco a pouco, dando lugar a paixão, luxúria e tesão. Entre beijos, línguas e chupadas, ela estava se sentindo desejada, atendida e vingada. Era muita coisa junto, para querer interromper aquele amasso.

Ela não tinha desejo de seguir, de ir às vias de fato, com o garoto. Ele era seu cunhadinho, namorado da irmã (por quem ela nutria um ódio mortal, agora... mas ainda era), e ela jamais havia transado com outro homem. Mas, estava adorando experimentar, até aquele ponto. Não iria deixar nada evoluir além daquilo, mas não queria que parasse, de jeito nenhum. E, assim, os dois seguiam se agarrando, mas de um modo que, embora intenso, não era apressado, despojado, apenas sexual.

Havia ali uma cumplicidade, uma harmonia de desejos, de razões, de necessidades que dispensavam a fúria sexual, dando lugar a uma descoberta lenta, gostosa, e erótica sim, claro, mas em uma medida confortável para eles Na verdade, mais para ela do que para ele, que já estava ficando animadinho em excesso, mas que estava disposto a respeitar o ritmo da cunhada.

Suas mãos já passeavam mais livres pelo corpo dela, embora razoavelmente comportadas. Entre beijos e, agora mordidinhas no ombro, pescoço e lóbulo da orelha dela, sua mão se encarregava de alisar seus seios, a lateral do corpo dela, provocando arrepios a cada passada por ali, além das coxas dela. Já ela se sentia totalmente entregue, adorada, e deixava seu amante improvisado explorar seus sentidos.

Subitamente, ela se sentiu na obrigação de ser honesta com ele. Aquilo estava muito bom, de verdade, e ela queria que prosseguisse pela noite toda, mas não estava pronta para transar com o cunhado... Pelo menos, não ainda, pensou.

- “Cu... Para...”, ela falou, se arrependendo na hora da escolha das palavras.

- “O quê foi?”, ele perguntou, assustado, tirando a mão do corpo dela na mesma hora.

- “Não... Não é isso, calma...”, ela falou, rapidamente. – “É que... Eu tenho que falar...”

- “Diz...”, ele respondeu, pronto para ouvir um ‘Hoje não vai rolar’, imaginando uma questão orgânica.

- “Olha... não fica chateado comigo, mas...”, ela começou, sendo interrompida por um ‘Tudo bem... eu entendo, fique tranquila’, ao que teve que continuar. – “Não, tonto... Não é nada disso. Vocês sempre acham que a gente está menstruada...”, falou, divertida.

- “Ah... foi mals.”, ele falou, sem saber o quê dizer.

- “É o seguinte... Eu não vou transar com você.”, disse, do jeito mais sincero que pode. – “Não é nada com você, mas é comigo... Por mais que eu esteja com ódio daquele puto, eu ainda tenho que processar isso tudo, entende.”, ela falou, alisando o rosto do rapaz.- “Não fica chateado comigo, não, tá.”

- “Chateado?”, ele respondeu, se levantando, apoiado no cotovelo, e encarando ela. – “Sussu... Tirando a parte filha da puta da história, que eu não vou falar, mas dizendo apenas sobre estar aqui com você...”, ele começou ganhando a atenção total dela. – “Foi, ou melhor, está sendo, a coisa mais legal, mais incrível, e mais deliciosa que me aconteceu na vida...”, exagerou. – “Você é demais, é especial, é linda, e eu adoro você, de verdade.”

O resultado foi errado, e ela recomeçou a chorar. Ele não pretendia broxar a relação, mas pensou que, afinal, ela merecia ouvir aquilo, porque no fim das contas, era verdade. Abraçou o corpo dela, e sustentou mais uns minutos de choro silencioso dela, sem interromper, como se dissesse sem falar: - “Tudo bem... eu estou aqui com você.”. Finalmente, ela parou. Em um gesto de puro carinho, ele puxou o vestido dela para cima, tentando cobrir os seios dela, enquanto beijava seus olhos, fechados.

- “Eu fico aqui com você, abraçado, até você ficar bem... Sem problema nenhum.”, disse, sincero. – “Não precisa acontecer nada... Só quero ficar aqui com você.”

Ela quase jogou por terra o quê havia dito, tal a paixão que sentiu naquela hora pelo cunhadinho, Mas em um ato de autocontrole extremo resolveu manter o quê havia falado, afinal de contas. Mas também não era esse voto de castidade que ela estava buscando, né... Debruçando-se novamente sobre ele, e no gesto fazendo seu vestido voltar a cair, mostrando novamente seus seios, disse:

- “Também não é bem assim, né...”, falou, beijando ele. – “Eu não tenho nada contra a gente continuar a fazer o quê estávamos fazendo...”

A primeira reação dele foi quase dizer um: - “Aaaahhhh, fala sério!”, mas seu bom senso foi mais forte. Logo eles estavam se beijando de novo, intensamente. As mãos dele percorriam o corpo dela, livremente, e ele finalmente sentiu a mão dela descer e apertar, por cima da bermuda, seu pau duríssimo. Quase ele joga por terra sua promessa de se comportar, mas tudo estava caminhando tão bem naquela noite, que ele resolveu seguir o ritmo da menina mais velha. Voltou a beijar o pescoço dela, prestando atenção nas reações da menina.

Ele notou que ela tirou a mão do pau dele, como se tivesse se arrependido. Parecia estar mais a vontade sendo acariciada do que acariciando, e ele podia conviver com aquilo, numa boa. Trocou os beijos molhados por mordidas no pescoço dela, e ela se arrepiou mais, inclinando a cabeça para o lado, como que se protegendo, mas sem realmente bloqueá-lo. Na sequência ele voltou a atacar o lóbulo da orelha dela. A mão dela sobre o peito dele, apertando-o, mostrava que ela estava gostando do carinho.

Aquele joguinho, descobrindo aos poucos as reações dela, o quê a excitava mais ou menos, o satisfazia demais. Entregue aos beijos e carinhos na cunhada, ele agora mesclava a parte erótica, sexual, com um lado mais pessoal, de conquista... Estar satisfazendo uma mulher mais velha, linda, gata, e ainda por cima comprometida, colocava seu ego em estado de alerta máximo. E nessa pegada, enquanto descia novamente a boca para o seio nu dela, deslizou sua mão pela coxa da garota, subindo por baixo do vestido dela, até tocar sua calcinha.

- “Rôôô...”, ela exclamou, travando suas pernas, segurando minha mão.

- “Eu sei...”, ele falou, deixando o bico do seu seio que sugava gentilmente, para voltar perto do seu ouvido. – “Nós não vamos transar... Fique tranquila... Confie em mim.”, disse, sem tirar a mão de cima da sua xoxota.

Ela não respondeu, mas relaxou um pouco, afrouxando o aperto das pernas, e buscando a boca dele boca para outro beijo. Após uns segundos assim, o rapaz voltou para junto da orelha dela, e sussurrou:

- “Quer saber um segredo?”, o quê é uma pergunta quase desnecessária para uma mulher.

- “Fala...”, ela disse, virando o corpo no sofá para ficar deitada de lado, de frente para ele, o quê o frustrou, porque limitava o acesso à sua xaninha.

- “Naquela madrugada, quando ajudei você a ir para a cama...”, ele começou, despertando o interesse imediato dela.

- “Sei...”, ela respondeu, querendo apressar a conversa, curiosa.

- “Quando eu vi a sua calcinha preta...”, ele prosseguiu, para ser interrompido por ela, que falou com uma voz sacana:

- “Pensei que você estivesse com os olhos fechados...”

- “Estava...”, ele retrucou, alternando as palavras no seu ouvido com mordidinhas no lóbulo da sua orelha, e pontadas com a língua. – “Eu quis dizer ‘quando vi a sua calcinha preta com os meus dedos...’”, falou, para ganhar uma cutucada nas costelas. – “Fiquei pensando...”, deixou no ar.

- “O quê? Fala...”, ela pressionou, no melhor estilo feminino.

- ‘Fiquei pensando como ‘ela’ era...”, disse, forçando a mão entre a suas pernas, por cima da calcinha mas tocando sua xana. – “A calcinha era tão pequenininha, que pensei... Não pode ter muitos pelos ali...”, falou, percebendo claramente ela diminuir a pressão nas pernas, deixando-o roçar os dedos por ali.

- “Aiiiii, Cuuuu... Você não presta...”, ela falou, virando o rosto dele em direção ao dela, e grudando sua boca sobre a dele, cutucando sua língua com a dela, enquanto ele deslizava safadamente a mão para dentro da sua calcinha.

Ele achou que sentiu ela travar, sutilmente, as coxas. Mas, ele prosseguiu, junto ao ouvido dela.

- “Pode até ser... Mas estou doidinho para descobrir isso.”, falou, deslizando os dedos para baixo, por dentro da sua calcinha.

- “Shhhhhh...”, ela conseguiu emitir, em um gemido baixinho, virando o corpo para cima um pouco, e afastando as coxas, deixando os dedos dele tocarem sua boceta.

Ele sentiu o ventre dela, quente, até tocar os seus lábios, já muito úmidos, sentindo ela gingar a cintura, empurrar a bunda contra o sofá, como que tentando fugir do toque invasor dos seus dedos, mas apertando a boca contra ele. Sentiu a bocetinha dela quente, molhada, e mexeu lentamente seus dedos, em movimentos circulares, cadenciados, provocando uma reação imediata dela. Ela abriu as pernas, como que convidando-a a explorá-la, enquanto seus abraços apertavam o corpo dele, e sua língua apertava furiosamente a dele, em um beijo lascivo e tesudo.

Interrompendo rapidamente o beijo para poder sussurrar um – “Hmmmmm... Lisiiiinha... QUE TESÃO!”, antes de voltar a dedilhar a bocetinha da menina, ele seguiu, alternando alguns segundos de beijos em sua boca, com outros mordiscado e chupando seu pescoço, para finalmente morder seus mamilos, sugando-os, e então voltar para a sua boca e repetir todo o ciclo, seus dedos se mexendo cada vez mais rápido, a cintura dela já descolada do sofá, esfregando a xoxota contra seus dedos, ela teve um orgasmo lento, intenso, libertador para ambos:

- “Ahhhhhnnnnnn... Uffffsssssssssssssss... Ahhhh, ahhhhh, ahhhhhhh, Ahhhhhhhhhhhhh... Hummm... Shhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!”, gozou, lambendo a boca dele, as coxas abertas, a cintura se mexendo para frente e para trás, intensa, entregue, tesuda.

- “Caralhooo, Cu...”, ele falou, junto ao ouvido dela. – “Noooossaaaa... Como você goza gostoso, meu... Delíííííciaaaa...”

- “Ai, Rôôô... a gente não... Porra, eu disse que não iríamos...”, ela falou, ofegante. – “Meu deus, o quê a gente fez...”, falou, preocupada.

- “Hey, menina...”, ela respondeu, acariciando o rosto dela. - “A gente, na real, não fez nada... Ao dois estão vestidos... Você nem me tocou...”, ele argumentou, aproveitando para provocá-la. – “Quer dizer... só uma vezinha... de leve...”, falou, não conseguindo arrancar o riso que esperava. – “Relaxa... A gente só trocou uns carinhos...”, falou, parando de falar em seguida, deixando-a processar tudo.

Nos minutos seguintes, ela retomou o fôlego, e ficou deitada sobre o peito do cunhadinho, ainda vestido. Pensou rapidamente sobre tudo o quê vinha acontecendo. Ela havia descoberto que seu namorado a traia, descarada e sistematicamente, até mesmo com a sua irmã caçula. Seu mundo havia ruído nas últimas semanas, e nada na atitude dele mudara, fazendo-a pensar há quanto tempo isso acontecia. Todos os pensamentos já haviam passado pela sua cabeça, da separação pura e simples, a enforcá-lo em praça pública. Atualmente, além da dor de corno, ela vinha encontrando no cunhadinho o carinho que necessitava. E, acabara de descobrir, um pouco mais do que isso...

- “Posso te confessar uma coisa, também?”, ela perguntou, roçando os dedos no peito dele, mas sem olhar diretamente para o rapaz. – “Mas, temo que não seja tão bonitinha quanto à sua...”, falou, os olhos já cheios de lágrimas outra vez.

- “Claro que pode, Sussu...”, ele respondeu, sentindo as lágrimas dela sem nem mesmo vê-las. - “Fala...”, incentivou.

- “Sabe quando foi a última vez que eu gozei, sem ser sozinha?”, ela perguntou, provocando um arrependimento no rapaz, que percebeu que aquela conversa tinha tudo para não terminar bem. Ela não prosseguiu, enquanto ele não perguntou – “Quando?”, após um constrangedor momento de silêncio entre eles. – “Na viagem que fizemos para Nova York, a família toda, ano passado... Quase 8 meses.”, detalhou, causando uma grande surpresa no rapaz.

Ele lembrava dessa viagem. A família toda fora aos EUA, menos ele. Na verdade, havia uma distinção grande dentro da família. Os dois irmãos mais velhos, Ronaldo e Susan, tinham ‘direito’ de ter os namorados dentro de casa, inclusive nos seus quartos, para dormirem ali. A sua namorada, Sônia, filha caçula, não tinha esse direito, porque ainda era ‘jovem demais’ segundo o critério dos pais. Assim, ele ficara de fora na viagem da família à Terra do Tio Sam. Ele ficara frustradíssimo, óbvio, e imaginava agora a cunhada, se entregando ao namorado, em lençóis luxuosos em plena Nova York.

De repente, se pegou sentindo ciúmes da cunhada, por transar com o próprio namorado. Afastou a ideia da cabeça, tentando se concentrar no momento.

- “Mas por quê isso, Cu?”, perguntou, sabendo que ela queria falar sobre o tema.

- “Por quê o bosta do meu namorado só pensa nele...”, ela falou, realmente brava. – “Ele goza, e foda-se o resto... Lá, em Nova York, foi a última vez que tivemos uma noite diferente, curtindo cada coisa, o lugar, o jantar, o quarto, a música, sabe... tudo perfeito... Ali ele ‘estava’ realmente comigo.”, ela falou, as lágrimas escorrendo sobre a camisa do rapaz. – “Mas faz meses que é só sexo barato, tipo, pá-pá-pá, goza, vira para o lado e dorme.”

- “Cu... Viver a dois é foda.”, ele contemporizou, pensando no porque estava fazendo aquilo. – “manter a ‘chama acesa’ é complicado... Não tem fórmulas mágicas, cada casal precisa encontrar seu ‘encanto próprio’...”, falou, sentindo que não estava agradando. Acertou.

- “Vai tomar no cu... Esse ‘Encanto vale só para vocês, é?’”, perguntou, pondo o rapaz no bolo. – “Tipo – ‘As duas princesas não dão a bunda...’, é? O quê importa é isso? O quê ele quer, o quê é ‘encanto’ para ele? Vão se foder, todos vocês...”, concluiu, se virando no sofá, de costas para ele.

- “Calma, Sussu... Eu entendo o quê você está falando...”, ele falou, procurando não piorar as coisas. – “Você tem todo direito de explodir... Suas vontades, suas necessidades, seu pensamento e sua forma de encarar a relação pesam demais... Você está super certa.”, disse, sem saber mais o quê falar, e querendo desaparecer dali, porque percebeu que dali para frente, iria sobrar para ele também, só pelo fato de ser homem.

Ela ficou cerca de cinco minutos quieta, se falar nada, de costas para ele. Ele mal tinha coragem de tocar nela, muito menos de encoxá-la, sua maior vontade. Apenas se apoiou sobre seu braço, e ficou olhando para a nuca dela, coberta por seus cabelos ruivos curtos. Esperava apenas ser mandado embora dali, para sair. Mas...

- “Nossa, Rô...”, ela falou, se virando para ele. Os braços encolhidos em frente aos seus seios, cruzados, buscando se aninhar no peito do cunhadinho. – “Me perdoe... Você não tem nada a ver com isso. Desculpe!”, ela falou, se aninhando junto a ele.

- “Para...”, ele respondeu, abraçando as costas nuas dela. – “Estamos além disso, Cu...”, falou.

Ela esticou o pescoço para cima, beijando os lábios dele. Ele, como qualquer homem, estava meio perdido com relação aos sentimentos dela, sem saber direito se devia ir embora, seguir ouvindo ela, ir para cima com tudo, ou apenas vender seu carro, como se isso importasse. Deixando-a conduzir as coisas foi sendo beijado por ela, até sentir a mão dela novamente pressionando o pau dele, já meio para baixo à essa altura.

- “Ai, meu deus... Com essa minha conversa, eu até derrubei ele...”, ela falou, incomodando-o com a constatação, ferindo o amor próprio do rapaz.

- “Sussu... Se você quiser ficar de boa, tudo bem para mim.”, ele falou, tentando fugir do assunto. – “Eu só quero que fique bem...”, disse, achando que estava acertando na abordagem.

- “O quê foi, Rodrigo?”, ela falou. E, se queria causar impacto ao usar o nome dele na frase, conseguiu. – “Está arrependido de estar aqui?”, ela perguntou, desafiando-o, e fazendo-o pensar como a vida com uma mulher era complexa e complicada.

- “Eu nunca me arrependo...”, ele falou, deslizando a mão para a cintura dela, enquanto a outra abraçava seu pescoço. – “Você é divina, e essa é a noite mais legal que eu já tive...”, disse, puxando-a pelo pescoço e beijando seus lábios. – “O meu limite, é o respeito por você...”, continuou, trazendo-a de volta à realidade. – “Eu prometi que não iria transar com você... Fora isso, meu limite é o seu limite...”, disse, e ao falar isso deslizou a mão pelo vestido já muito amassado dela, chegando à bunda da menina, e correndo a mão para dentro da calcinha dela, apalpando à nadega dela.

- “Hummmm... Gostoso...”, ela sussurrou, correspondendo o beijo dele. – “Desculpe, Cu... Eu estou muito chata hoje, acho que...”, ela tentou falar, mas ele a calou, intensificando o beijo.

- “Você é uma delícia, Sussu, e seus seios estão me deixando louco.”, falou, voltando a atacar os mamilos que estava apalpando, sentindo-os eriçados. Ela ficou quieta, curtindo o carinho, enquanto ele foi virando o corpo dela de novo no sofá, colocando-a de costas, enquanto, sem pudor, começou a puxar a calcinha dela para baixo. – “Quer saber? Estou cansado de conhecer ‘ela’ só na minha mente, ou nos meus dedos...”

- “Rôôô...”, ela falou assustada, mas sem segurar a mão dele, que já tinha a calcinha dela nos joelhos das suas pernas.

- “Eu quero ver essa xana gostosa, com meus próprios olhos...”, ele falou, tentando acalmá-la quanto a uma ‘quebra de contrato’, entre eles.

Ele puxou a calcinha dela para baixo, ao longos das pernas torneadas dela, enquanto ela erguia o vestido até a sua cintura, acabando de vez com a forma dele. Escorregando para baixo, com uma estratégica e gostosa parada na altura dos seios dela, voltando a sugar seus mamilos até deixá-los completamente duros, o rapaz viajou para baixo até se deparar com a xoxota da cunhada, totalmente desnuda e ali, à disposição dele. Aproveitando a luz generosa da sala, ele passeou os olhos por seus lábios, uma fina linha rosa, muito delicada e bonita, em um ventre perfeito de tão liso e brilhante. Objetivamente, e ele não pode não fazer a comparação, a boceta da cunhada era muito, mas muito mais sensual, bonita e tesuda, do que a da sua próxima namorada.

Com ela suspirando alto de ansiedade e tesão, ele afastou as coxas da menina, admirando a fina linha vertical rosada, no ventre dele. Aproximou sua boca e, esticando a língua para fora, percorreu a linha dela, para cima e para baixo, medindo a reação da menina, que descolou a cintura do sofá, empurrando a xoxota em direção a boca dele. Ele inspirou profundamente, sentindo o perfume da boceta dela, querendo guardar aquela sensação para se lembrar no dia seguinte. Com gestos medidos e contidos, foi judiando dela, lentamente percorrendo a lateral das suas coxas, seu ventre, mudando a intensidade do toque da sua língua, provocando arrepios nela.

A sessão prosseguiu por muitos minutos, com ele aumentando a proximidade e a intensidade, alternando com toques sutis, leves. Ela mergulhou os dedos entre os cabelos dele, tentando guia-lo, fazê-lo aumentar a intensidade, mas ele caprichosamente foi judiando dela, negando o prazer direto, raso, simples. Notou que a pele das coxas dela estava totalmente arrepiada, quando se dedicou a deslizar com maior intensidade a língua pelos seus lábios, até se concentrar com dedicação sobre o clitóris dela.

Ela gemeu, rebolou, sussurrou, xingou, e puxou ele para ela. Parando a chupada, ele deslizou seus dedos pela boceta molhada dela, provocando-a. Ela pediu, explicitamente: - “Chupa ela... Caralho... Chupa... Tesão...”, ao que ele atendeu. Ao tirar os dedos de cima da sua xoxota, deslizou o dedo médio, já. muito molhado, por cima do ânus da menina, ousando, para ver até onde ela iria. Ela seguia rebolando em frente à língua dele, e ele não parou o carinho, embora não ousasse mais do que apenas circundar levemente o buraquinho dela. Seguiu nesse joguinho, sentindo o tesão dela crescer, pouco a pouco, e seu dedo rodeando o ânus dela, sem retroceder.

- “Ufffssssss... Ahhhhnnnnnnn... Ahhhhhh, ahhhhhhh, ahhhhhhh...”, ela gemeu, rapidamente, e ele reconheceu o padrão dela, antecipando o orgasmo.

Com tanta delicadeza quanto possível, mas sem retroceder, começou a pressionar o cuzinho dela com a ponta do dedo, logo introduzindo a primeira falange do dedo médio, sentindo o cuzinho dela piscar, nervoso, no seu dedo. Ao aumentar a pressão sobre o grelinho dela, ela explodiu no seguindo orgasmo da noite,

- “Aaaaaahhhnnnnnnnnnnnn... Shhhhhhhhhhhhhh... Ufffffsssssssssss...”, gozou, a cintura totalmente levantada do sofá, empurrada contra a boca dele, e o seu ânus apertando tão forte o dedo do rapaz que ele achou que ele fosse cortar fora a última falange.

Na sequência do orgasmo dela, ele se deitou entre as pernas dela, roçando a bermuda (e o pau dele, duríssimo) contra o ventre da menina, excitando-a ainda mais. O roçar do pau dele contra sua xana, mesmo que separado pelo tecido da bermuda, a arrepiava ainda mais. Percebendo isso, ele passou a esfregar o pau contra a xoxota dela, arrepiando-a e prolongando o orgasmo. Safado, ele encolheu uma perna dela, como se estivesse penetrando-a mesmo, e ela rapidamente entrou em uma nova sequência de tesão, as mãos dele percorrendo suas pernas, coxas e bunda, enquanto ele friccionava o cacete duro contra sua xoxota.

- “Ahhhhhh... Seu demônio... Você é do mal, é um safado...”, ela falou, travando as pernas nas costas dele, tentando travar seu movimento.

- “Caralho, Sussu... Você é demais, é uma deusa, um tesão... Você é perfeita!”, ele falou, sua boca atacando, pela enésima vez, o pescoço dela.

Finamente eles foram arrefecendo o ritmo e a intensidade até, enfim, deitarem lado a lado, descansando um pouco. Seguiram trocando beijos, ela voltando ao tema de que não se lembrava de ter sentido tanto prazer, os dois já meio largados, quando ela perguntou:

- “Que horas são? Daqui há pouco o Ronaldo vai...”, e não teve tempo de acabar a frase. O barulho do portão da garagem se abrindo denunciou a chegada do irmão mais velho. – “CARALHO! FUDEU...”, ela conseguiu falar.

- “Calma... Pega toda a sua roupa...”, ele conseguiu falar. – “Corre... para o quarto da Sônia!”, falou, pegando seu tênis.

- “Tá louco? Vou para o meu...”, ela falou, sem pensar.

- “NÃO!”, ele respondeu. – “Lá ele vai olhar, porque seu carro está na garagem... No da Sônia ele não vai olhar... Vai, corre...”, falou, vendo a calcinha dela no chão e, por alguma razão estúpida, enfiando-a embaixo da almofada do sofá. Na sequência correu atrás da ruiva, segurando a mão dela que tentava desligar a luz da sala (-“Ele já viu a luz acesa... Melhor fazer de conta que você esqueceu de apagar, antes de pegar o Uber para a balada.”), falou, recebendo um olhar intrigante dela, ao entrar no quarto da namorada e fecharem a porta, sem trancá-la.

Ela olhou para ele, intrigada, enquanto ouviam, dois minutos depois, o barulho do irmão na casa, vindo da garagem pela escada interna. Com ouvidos atentos, notaram vozes, sem conseguir entender o quê diziam. Na sequência, passos. Começaram distantes, se aproximaram de onde estavam, já que o quarto da caçula era quase em frente à sala. Uma pausa, inquietante. Então, veio o chamado – “SUSSU!!! VOCÊ ESTÁ AÍ?... SUSSU???”. Nada... Por baixo da porta, viram a luz ser apagada, e a voz do irmão falar: - “Pode subir... Acho que ela saiu, e ainda não voltou...”

- “Aiii... que emoção... Entrar assim, escondida...

- “Vem cá, que eu já vou te emocionar de verdade...”, ele falou, com os passos se afastando deles, e finalmente o barulho de uma porta se fechando.

- “Filho da puta!!!”, ela falou, baixinho, para o rapaz ouvir. – “Ele trouxe alguma vagabunda para casa!!! Eu não acredito...”, ela falou, fazendo ele pensar se ele não seria o ‘vagabundo’ dela. Afastou a ideia. Ela fez menção de sair do quarto, mas ele a segurou, firme.

- “Não... Deixe eles começarem lá... Ai eu vou embora, e você faz uma horinha, para não dar na cara. Ai abre a porta, fazendo barulho, como se estivesse chegando da balada agora, de Uber.”, assim ele não vai desconfiar de nada, porque vai querer ficar quietinho lá, no quarto dele, com a companhia dele.

- “Viado, puto... Eu quero saber quem é a vagabunda, para contar para a noiva daquele corno.”, ela falou.

- “Relaxa... Esquece isso... Um dia por vez... Deixa isso para outro dia.”, ele falou, contemporizando.

- “E o quê a gente vai fazer?”, ela sussurrou, irritada... – “Ficar aqui esperando ele trepar com ela?”

Ele não respondeu... Apenas a prensou contra a parede, beijando sua boca enquanto deslizava a sua mão pela coxa dela, levantando seu vestido.

- “Safado...”, ela murmurou, mordendo a ponta da orelha dele.

- “Gostosa...”, ele respondeu, sua mão chegando às nádegas dela, e ele percebendo, animado, que ela estava sem calcinha. Ia mencionar sobre a peça escondida no sofá, mas ela enfiou a língua na boca dele.

- “Você voltou a ficar animadinho, né?”, ela falou, apalpando o pau duro dele, por cima da bermuda. Ele olhou de modo significativo para ela, percebido pela luz da rua que entrava pela janela, – “Quê é?”, ela perguntou, vendo o sorriso no rosto dele. – “O quê foi?”

- “Conhece o ditado, né?”, sussurrou, respondendo ao ‘Qual?’ que ela sussurrou. Junto ao ouvido dela, seu pau ainda seguro pela mão delicada da futura médica... – “Um copo d’água e um boquete , não se nega a ninguém...”, ele disparou.

Ele duvidou muito que o casal, dois quartos para o lado, não tivesse ouvido a saraivada de tapas e socos que a ruiva desferiu contra seus braços e peito, quase provocando um ataque de riso denunciador por parte dele. Ele fez um esforço enorme para segurar os braços dela, junto ao corpo deles, tendo que grudar sua boca à dela, para evitar os risos dela própria. ( - “Você não presta, mesmo...”) .

Eles recomeçaram a se beijar, suas mãos explorando os corpos, um do outro, tão em silêncio quanto podiam. Ele olhou para a cama da namorada, a meio metro de distância, a única da casa que não era de casal (um ‘rito de passagem, nas tradições da família’). Pensou nele junto com a namorada, um sem número de vezes ali, e concluiu que nenhuma transa com a caçula, por mais intensa que tivesse sido, chegava aos pés da aventura que estava vivendo com a cunhada.

A Susan se aproximou da porta, pateticamente encostando o ouvido na madeira, como se pudesse ouvir o casal no quarto do irmão. O rapaz se aproximou dela, por trás, e gentilmente a encoxou. Ela olhou para trás, brava, e ele pôs o dedo sobre os lábios, dizendo para ela manter silêncio. Ela voltou a tentar ouvir pela porta, e ele entendeu o joguinho dela. Se esfregou na bunda na garota, seu pau dando um pinote dentro da bermuda. Sem cerimônia, de novo, ele deslizou a mão para cima, levantando o vestido dela e expondo suas nádegas. Ela aceitou, passiva, as mão apoiadas contra a porta do quarto, a bunda arrebitada, nua.

O rapaz aproveitou a proximidade com o corpo dela e, além de encoxá-la, mordeu seu pescoço, seu ombro... Desceu pelo corpo da menina, agora coberto pelo vestido, até se ajoelhar, atrás dela. Coma a cabeça na altura das nádegas dela, levantou a perna direita dela, deixando-a totalmente exposta. Abaixando mais o corpo, esticou a cabeça e grudou sua boca na boceta dela, por trás, fazendo-a gemer, mais alto do que a prudência recomendava. Na sequência, sem aviso, foi subindo a boca, a língua percorrendo a boceta dela em toda a sua extensão, até ele passar para cima, seguindo até atingir o ânus da futura médica. Sem nenhum pudor, ele esticou a ponta da língua e acariciou o mesmo cuzinho que quase cortara a ponta do seu dedo fora, fazendo-a tremer, gemer, se arrepiar, e chamar o nome dele: - “Affffffff... R-ô-ô... caralho, seu doido... Hummmm, pa-aaa-raa...”

Ele não parou... Seguiu linguando o botãozinho dela por mais dois minutos, acariciando sua xoxota, fazendo-a gemer, não tão baixinho. Finalmente, ela conseguiu puxá-lo para cima, grudando-o na parede lateral à porta, e decretando: - “Você é o capeta encarnado... Filho da puta, você me tira do sério, caralho... Você não existe...”, falou, beijando a boca dele, para completar: - “Você é do mal, de verdade.”

- “Eu vou embora...”, ele decretou. – “Mas você tem que saber... Você é a mulher mais incrível, mais top, mais fantástica e gostosa que eu já encontrei, na minha vida.”, começou. – “Eu não sou tonto... Sei que você é comprometida, e que tudo isso foi uma loucura, uma coisa única, que aconteceu de modo pontual... Eu nunca vou te atrapalhar, te encher o saco, ninguém jamais vai saber disso, nunca.”, completou, olhando-a nos olhos. – “Mas você tem que saber... Uma coisa é eu jamais te dar trabalho... Fique em paz com isso. Mas nunca, não importa o quê aconteça, eu vou esquecer essa noite.”

Na sequência ela a beijou a ponto de, quase, tirar o fôlego dela. – “Você é demais, Sussu... E você terá o mundo aos seus pés, porque você merece isso.”

Abriu a porta do quarto, pedindo com um gesto que ela olhasse antes, se estava tudo bem. Afinal, ela morava ali. Como ela apenas saiu para a sala, ele saiu atrás (- “Sapatos na mão...”, ele falou, com ela segurando sua sandália, e ele seu tênis). Com extremo cuidado, abriram a porta da sala. Saíram, para o ar frio da madrugada. Ela o acompanhou até o portão que dava para a calçada. Foi impossível não beijá-lo de novo.

Ele abraçou o corpo dela. Ela sussurrou um – “Obrigada”, no ouvido dele. Os dois se olharam. Iam se separar, mas ela puxou ele de novo, para perto dela. Levou a mão para o seu pau, de novo... ( -“Wow... Sério que você ainda está animadinho, assim?”) . Ele não podia deixar barato o comentário... Foda-se o quê ela vai pensar:

-“Chegando em casa, juro que vou ‘pensar’ em você...”, falou, alisando o bumbum dela, por cima do vestido.

- “Desperdício...”, ela falou, alisando o pau dele, para cima e para baixo.

- “O combinado não é caro...”, ele retrucou, seus dedos deslizando pelo rego dela.

- “Você não existe, Cu...”, ela falou.

- “Você é um tesão, Cu...”, ele devolveu, saindo pelo portão aberto.

Ela começou a voltar pela passarela que levava à porta da sala, quando ele sussurrou, a chamando: - “Cuuuuu”. Ela olhou, e ele fez um sinal com ambas as mãos, abaixo da cintura. Ela não entendeu, e ele repetiu o sinal, apontando para ela, deppis para o ventre dele, e na sequência um sinal usando ambas as mãos, com uma entrando embaixo da outra. Ela fez uma cara confusa, até que entendeu. Entrou na casa, batendo a porta com estrondo, denunciando a sua chegada. Acendeu a luz da sala. Então, na grande janela que dava para a rua, ela grudou as mãos, expondo uma coisa:

Grudada na janela, ela mostrava a calcinha de renda branca dela, fazendo-a dançar para ele.

Ele não sabia o quê, mas aquela noite ainda teria consequências.

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