Balada Num Dia De Chuva

Um conto erótico de netossa2016@gmail.com
Categoria: Gay
Contém 1893 palavras
Data: 28/03/2026 12:46:05
Última revisão: 28/03/2026 15:03:59

Eu tinha marcado com um amigo para sairmos na sexta-feira. Ele até me chamou pra irmos ao cinema ou a um show que estaria rolando, mas eu estava querendo sossego e preferi ir a um bar, de preferência sem muito barulho, nisso ele sinalizou para que fossemos a um boteco de um conhecido dele, topei. Cheguei por volta das 21h e ele estava lá me esperando. O local era como eu gosto, simples, sem muita gente, som ambiente e a frequência era de pessoas que pareciam morar por perto. Curti muito o local. Iniciamos nossas conversas e o celular dele tocou, era a esposa dele avisando que o cunhado havia passado mal e pedindo ajuda para levá-lo a um pronto socorro. Ele se desculpou, mas pediu para esperá-lo porque ele voltaria. Como eu não queria ir pra casa, resolvi ficar. Por sorte havia levado os fones de ouvido, fiquei ouvindo música, tomando cerveja e observando ao redor. Pedi um tira gosto e enquanto aguardava, resolvi ir ao banheiro deixando a cerveja na mesa e avisei ao garçom que voltaria. Retornando à mesa, me deparei com um rapaz sentado nela, então avisei que eu estava lá e ele, meio desajeitado (acho que já tinha tomado algumas) pediu desculpas e saiu levando seu copo e a cerveja. Coloquei os fones e o garçom trouxe o tira-gosto e pedi outra cerveja. O tempo seguiu e de repente eu já tinha tomado três cervejas sozinho! Percebi que o rapaz que havia sentado em minha mesa, agora estava com outros rapazes na mesa um pouco atrás de mim. Ele falava alto, então não tinha como eu não acompanhar o que conversavam. Entre uma ida ou outra ao banheiro, acabei me esbarrando com ele e ele me cumprimentou. Voltei pra mesa e ele puxou conversa me incluindo nos assuntos que conversavam, achei interessante. Era perceptível que ele estava um pouco alto devido ao álcool, mas não parecia embriagado. Era como aqueles caras que não são acostumados a beber, mas quando seguram um copo demoram a largar. O tempo foi passando e começou a cair uma chuva forte, fiquei preocupado pois meu amigo não me deu mais notícias, daí mandei mensagem pra ele perguntando em que pé estaria a emergência que ele fora atender. A chuva intensificou, isso me deixou em alerta por causa dos valores das corridas pelos aplicativos! Geralmente elas passam a ficar mais caras.

- Você mora onde? Me perguntou o meu novo conhecido.

- Paralela, respondi.

- Eu te deixo lá.

Fiquei surpreso pois não tinha a menor intimidade com ele e já foi me oferecendo carona, então lhe disse que era melhor eu pegar um Uber porque ele havia bebido e poderia cair em alguma blitz, além de ficar mais exposto ao perigo uma vez que o álcool nos fragiliza ao volante, mas ele insistiu e pediu mais uma cerveja para nós.

- Como é seu nome? Perguntou e eu respondi.

Ele continuou.

- O meu é Gustavo, moro aqui no bairro, mas nunca te vi por aqui.

- Eu vim encontrar um amigo, mas ele teve uma emergência e teve que ir embora, então resolvi dar um tempo.

Começamos uma conversa amena e aos poucos fui me entrosando com ele. Era um cara agradável, mas não um exemplar de beleza, pelo contrário, mas ele tinha uma ingenuidade autêntica e modos de macho, isso me atraiu. Ele estava com uma camisa de manga e um short de tactel, achei até que estaria sem cueca pois quando levantava, dava pra perceber o pacote balançando, rsrsrs. Durante a conversa ele me perguntou se eu era casado, não me escondi e falei que era gay, mas ele não pareceu surpreso.

A chuva foi diminuindo, a cerveja acabou e ele me chamou para dar a carona. Fui pagar a conta e ele já tinha feito isso! Só surpresas...

Chegamos ao seu veículo e era um carro top! Entrei e ele arrastou. Começamos a conversar de assuntos diversos e ele começou a falar da família, sobretudo da esposa. Se queixou que trabalhava muito para dar conforto às filhas e à esposa, mas parecia que nunca ela estava satisfeita, por isso ele aparecia no bar e até evitava chegar em casa mais cedo para não entrar em discussões. Deixei-o desabafar, acho que ele queria isso. A chuva voltou e ele diminuiu a velocidade. Enquanto dirigia, eu ficava observando aquele homem e já estava muito atraído por ele, mas não me ousei a avançar o sinal. Preferi ir sugerindo situações para ver se ele começaria a entrar em sintonia comigo. Perguntei se ele ainda tinha intimidades com a esposa e ele foi rápido em responder que não. Muitas vezes ele acordava todo melado porque nem pra se masturbar ele tinha tempo, ele me confessou.

Eu achei que poderia tornar a conversa mais picante, mas ele não retribuía com algo que eu pudesse apimentar o papo e isso me deixava sem alternativas. Já estávamos no meio do caminho e eu resolvi arriscar algo que talvez ele percebesse as minhas intenções.

- Você não usa cueca, é?

- Uso sim! Respondeu de imediato.

- Porque no bar parecia que você estava sem.

- Uso sim, aqui ó. Ele respondeu puxando o short e exibindo a cueca daquelas de seda por baixo.

A reação não era a de um cara que queria se insinuar, mas a de uma pessoa que não via nada demais em ilustrar o que estava me respondendo. Resolvi arriscar mais...

- Você raspa os pentelhos?

- Sim! Não gosto de cabelo. Barba eu faço todo dia e os pentelhos eu mesmo raspo. Minha mulher me recomendou ir numa depilação, mas eu fico com vergonha.

- Vergonha?

- Sim. Sou acanhado e também tem um negócio comigo. Toda vez que eu tiro a roupa que não seja pra ir ao banheiro, meu pau sobe.

- É mesmo?

- Tô dizendo!

Não estava resistindo a tanta tentação, então sugeri a ele tomar uma saideira, ele perguntou onde e eu joguei na lata!

- Num motel!

Olha, meu coração estava disparado, ao mesmo tempo sabia que o não eu teria, mas...

- Vamos sim. Ele respondeu numa calma que parecia não ter entendido a proposta.

Fui indicando o caminho e chegamos ao motel Dom, que fica numa transversal da Avenida Paralela. Chegamos na portaria, pegamos a chave e seguimos para o quarto. Eu entrei enquanto ele fechava o carro, e fui ao banheiro muito mais para dar um tempo para ele pensar o que estaria fazendo ali e ao mesmo tempo fui aliviar a bexiga. Voltei e ele estava com uma cerveja na mão e me ofereceu outra. Liguei a TV e por sorte não estava num canal de sexo. Eu queria manter o clima ameno apesar de estarmos num local que todos vão para fazer sexo e nunca para uma conversa informal.

- Eu nunca havia entrado num motel. Ele confessou.

- Sério?

- Sim. Eu vim do interior e lá não tem essas coisas, muitas vezes a gente ia pro mato mesmo.

- Acho excitante fazer sexo no mato...

- Você já fez?

- Sim, algumas vezes e acho o máximo ver o parceiro só de cueca, isso me dá muito tesão.

- É mesmo? Se quiser eu fico de cueca já que você gosta.

- Então pode ficar, apesar de estares com uma samba canção, rsrsrs

- Eu uso das outras, mas hoje eu quero chegar em casa e já cair pra dormir.

Gustavo ficou de pé, tirou a camisa e o short. De fato era uma samba canção de seda com abertura na frente. Ele era meio parrudo, barriga acentuada, um pai de família tradicional. Creio que uma pessoa que respondia às suas necessidades, sem se preocupar com dogmas e segundas intenções, ele queria ser feliz.

- Você é um homem bem interessante.

- Já sei que não sou bonito, ele brincou.

- Beleza é um conceito de cada um e eu gosto de pessoas interessantes como você.

Gustavo desceu um pouco a cueca e pude ver a área de seus pentelhos raspados.

- Tá vendo aqui, desse jeito eu já começo a me incomodar. Fica coçando e aí eu vou e raspo mais ainda.

- Mas você tem que tomar cuidado para não irritar a pele e ficar com aqueles caroços ou pelos encravados.

Eu cheguei perto, pedi licença, e fui conferir de perto...Passei a mão e senti uns pelos saindo. Olhei pra cara dele e sugeri que ele usasse uma loção pós barba toda vez que raspasse os pentelhos. Fiquei ali e alisava a área enquanto o entretia com conselhos, ao mesmo tempo aproveitava pra ir dando uma passada de mão em suas coxas. O volume entre suas pernas começou a ganhar vida! Esse momento foi silencioso e eu pude ouvir sua respiração ofegante. Seu membro estava duro querendo pular da cueca. Sem pedir permissão, o retirei pela abertura da cueca. Pude conferir uma pica de responsa! Grande e grossa, não pensei que ele fosse dono de tudo aquilo, mas já tinha chegado até alí, não iria voltar mais. Comecei a chupar com calma e carinho, alisava suas coxas e tratei de deixá-lo pelado assim ele estaria totalmente ao meu dispor. Levei-o até a cama e o fiz deitar enquanto tirava minha roupa. Voltei a dar um trato naquele mastro e o homem parecia estar num momento que nunca pensou que pudesse acontecer com ele. Deixei seu pau bem lubrificado e fui me preparar para sentar. Sabia que seria trabalhoso diante do exemplar de pica que ele tinha entre as pernas, mas eu queria que ele sentisse muito prazer. Fui sentando, deixava entrar uma parte e eu tirava depois recomeçava o procedimento até sentir que estava tudo dentro de mim. Sentando em seu membro, rebolei para que meu cu acomodasse todo aquele volume de carne e nervo. Eu sentia sua pica pulsar dentro de mim, era um sinal de que ele estava curtindo tudo aquilo. Comecei a cavalgar devagar e eu olhava seu rosto, era como um menino que estava tendo sua primeira noite com alguém mais experiente que ele. Quando comecei a acelerar, ele começou a corresponder e fazia questão de me segurar para ajudar nos movimentos, era divino. Me apoiei em seu peito e acelerei para sentir seu leite dentro de mim e perceber suas reações quando tivesse o aguardado orgasmo. Gustavo revirava a cabeça, passou a socar mais rápido em compasso com minha ânsia de fazê-lo gozar e aí ele explodiu gemendo baixinho, como um menino que tem seu primeiro gozo. Eu me deixei sobre ele, a pica ainda dura encaixada em mim e ele me abraçou. Ainda socou alguma vezes e eu acabei gozando com nossos movimentos. Relaxamos.

Alguns minutos depois recobramos as forças e fomos para o banho, a chuva ainda caía. Trocamos de roupa, ficamos deitados e retomamos nossas conversas. Ele olhou o relógio e eu falei para irmos embora. No carro, nem parecia que horas antes éramos perfeitos estranhos e depois ele estava com seu mastro todo enterrado no meu rabo! Gustavo voltou a falar de sua rotina e eu emendava a conversa pois senti que ele gostou, mas era muito tímido para falar do assunto ou preferia que eu o despertasse para mais emoções dentro desse terreno de sexo entre homens. Ele me deixou em casa e ao sair me deu seu cartão.

- Me mande mensagem para eu anotar seu número. Quero tomar mais cervejas com você.

E tomamos mais algumas, sempre terminando com ele me inundando com seu leite quente.

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Comentários

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Bem excitante teu conto li dois ou foi três vezes em todo tempo de p*******

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Uber é minha grande tara! Peguei alguns e um deles me comia sempre, até que veio a pandemia e perdi o contato.

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