Recebi Meu Colega de Quarto Senegalês Só de Lingerie e Ganhei Um Enorme Presente

Um conto erótico de Lienz
Categoria: Crossdresser
Contém 1458 palavras
Data: 28/03/2026 19:20:02

Parte 3

A semana toda foi uma tortura pra mim.

Jamal me tratava exatamente como antes. “Bom dia, irmãozinho.” “Quer café?” “Passa o controle aí.” Ele ria das minhas piadas ruins, comentava o jogo do fim de semana, me chamava pra malhar na sala improvisada e jogar futebol na quadra. Nem uma palavra sobre sábado. Nem um olhar mais demorado. Nada. Era como se Micaela tivesse sido um sonho que ele decidiu esquecer.

Mas eu não conseguia esquecer. À noite, deitado na cama, eu fechava os olhos e virava ela de novo na minha mente: Micaela, de joelhos, as mãos pequenas envolvendo aquele pau preto imenso, a boca se abrindo devagar pra tentar engolir só a cabeça. Eu me masturbava, enfiando dois dedos na cuceta enquanto imaginava o gosto salgado, o peso da pica, o jeito que ele ia pulsar quando gozasse. Acordava com a calcinha molhada de pré-gozo e o coração acelerado. Durante o dia, no trabalho, eu olhava pro nada e via flashes: as veias grossas, a pele escura brilhando, o cheiro de macho que eu sentia só de encostar a mão. Eu não conseguia tirar aquilo da cabeça. Era obsessão.

Por mais que eu fosse o Lucas a maior parte do tempo, não conseguia deixar de entregar meu corpo, coração e mente para Micaela. Simplesmente não podia mais silenciá-la dentro de mim. Micaela estava sedenta por Jamal e eu já não queria, nem conseguia impedi-la de aflorar no meu corpo. Antes, eu podia simplesmente ligar minha versão menina e desligá-la quando quisesse.

Mas agora, por causa do Jamal, já não tinha mais esse controle sobre ela. Eu me deitava para dormir como Lucas, mas no meio da madrugada Micaela acordava, colocava lingerie, pegava o dildo preto e mamava até a mandíbula cansar. Ela gozava sobre o dildo, deixando-o cheio da sua porra, e depois voltava a chupar, lambendo cada gota e gemendo o nome de Jamal. E foi assim por duas semanas que pareceram meses: dormia de cueca e Micaela me forçava a acordar com plug no cuzinho e calcinha de renda.

Sexta-feira chegou e eu tinha um plano, (na verdade, a safada da Micaela tinha🫠). Mal cheguei em casa, tranquei a porta e corri pro quarto. Banho quente, depilação completa de novo, pele cheirosa e hidratada de óleo de coco. Escolhi a lingerie mais puta que eu tinha: calcinha fio-dental vermelha minúscula que mal cobria nada, espartilho preto de cetim ainda mais apertado. Minha cintura ficou ridiculamente fina e o bumbum empinado como nunca. Sem sutiã dessa vez, meus peitinhos pequenos ficaram livres. Prendi muito bem a peruca loira, comprida até a cintura, cacheada nas pontas. Maquiagem pesada: delineador preto grosso, sombra esfumada, batom vermelho sangue, cílios postiços longos e saltinhos nos pés. Quando me olhei no espelho, sorri para mim mesma. Eu era uma boneca safada. Uma putinha pronta pra ser usada.

Jamal chegou por volta das oito, cantando alguma música em francês. Ouvi a chave, o “Oi, irmãozinho” habitual… até ele entrar na cozinha e me ver de costas, mexendo no fogão de calcinha e espartilho, com meu bumbum grande balançando de leve enquanto eu fingia preparar um chá.

Ele parou na porta.

— Caralho… — comentou de forma explícita, com a voz grave e rouca.

Eu virei devagar, apoiando as mãos na bancada, empinando mais o quadril.

— Oi, Jamal… — respondi com a voz fina e melosa de Micaela.

Ele se aproximou devagar, e como eu esperava, seus olhos estavam devorando cada centímetro.

— Olha só pra você… — Ele parou atrás de mim, perto o suficiente pra eu sentir o calor do corpo dele. — Tá parecendo uma atriz de filme pornô. Esse cabelo loiro… esse bundão… esses peitinhos durinhos… Porra, Micaela...

Ele passou a mão grande pela minha nádega direita, apertando com força, com os dedos afundando, sem vergonha ou receio algum. Minha aposta estava certa: ele queria a Micaela.

— Que delícia de bunda… — sussurrou no meu ouvido. Depois deu um tapa forte. O som ecoou na cozinha. Eu soltei um gritinho, meio dor, meio tesão.

— Jamal! — protestei, fingindo indignação, mas minha voz tremia de excitação.

Ele riu baixinho atrás de mim.

— Fica quietinha aí, boneca. Vou tomar banho. Não mexe nisso — disse, dando outro tapa mais leve antes de sair.

Eu fiquei ali, ofegante, o cu piscando em volta do plug que eu tinha colocado mais cedo e a calcinha vermelha encharcada. Ofendida? Nenhum um pouco. Impaciente? Muito. Meu corpo inteiro tremia de excitação, (um sonho virando realidade para uma sissy🥹).

Quando Jamal voltou, o ar mudou.

Ele estava só de cueca box preta e regata branca justa, marcando cada músculo do peito e dos braços. O volume na cueca já era obsceno. Ele se sentou na poltrona da sala, com as pernas abertas, olhando pra mim com fogo nos olhos.

— Vem cá, Micaela — disse, sem rodeios. — De joelhos.

Fiquei completamente fraca. Não hesitei. Larguei o que estava fazendo, caminhei rebolando até ele e me ajoelhei entre as pernas musculosas. Minhas mãos subiram pelas coxas dele, sentindo os pelos cacheados, o calor da pele.

— Tira… — implorei, com a voz doce.

Ele puxou a cueca pra baixo devagar. O pau saltou livre, já duro, pesado, balançando na frente do meu rosto. Eram quase 28 centímetros de pura delícia. Grosso, veias pulsando, a cabeça brilhando.Eu lambi os lábios.

— Puta merda… que pau gostoso…

Segurei na base com as duas mãos e ainda sobrava muita rola. Comecei lambendo devagar, da base até a cabeça, sentindo o gosto salgado, o cheiro forte de macho. Ele gemeu baixo.

— Isso, putinha… abre a boca. — ele ordenou.

Eu abri o máximo que dava e ele colocou, ou melhor, empurrou, a cabeça dentro da minha boquinha. Era grande demais. Meus lábios esticaram, a mandíbula doeu um pouco, mas eu forcei mais. Desci devagar, babando, gemendo em volta dele.

— Porra, Micaela… que boquinha gulosa… — Ele segurou minha peruca loira, guiando o ritmo. — Chupa mais fundo, vai… engole esse caralho preto todo.

Eu obedeci com lágrimas escorrendo pelo delineador borrado, mas não parei. Subia e descia, babando, as mãos apertando as coxas dele. Ele gemia alto, me dando ordens, mas eu só conseguia engolir até um pouco mais da metade.

— Engole a pica... Mantenha assim, princesa... Respira pelo nariz devagar.

Eu obedecia, com a boca cheia de rola, me fazendo chorar, e o meu cu pulsando de tanto tesão.

Ele me segurou pela cabeça assim por bastante tempo, até eu começar a engasgar na rola e ele tirar de dentro da minha boca, me deixando ofegante.

— Isso respira, boneca.

— É muito grande, não consigo engolir tudo, Jamal.

— Vamos treinar sua boquinha até conseguir. Abre a boca.

Obedeci, coloquei a língua para fora. Ele bateu com o pintão nela, depois enfiou tudo que eu consegui engolir de volta.

Comecei a brincar com a língua, fazendo parafusos, lambendo como se fosse sorvete derretido. Jamal me pegou pela nuca, se posicionou... E começou a foder minha boca como se fosse uma bocetinha. Eu gemia alto, engasgando na pica.

— Isso… mama como a vadia que você é… Tá louca por essa rola, né? Confessa.

— Sim… — tirei da boca, ofegante. — Não paro de pensar nela… quero ela na minha boca… no meu cu… em tudo…

— Então mama direito, boneca. Faz eu gozar nessa boquinha pintada.

Eu acelerei. Chupava com fome, lambendo as bolas pesadas, voltando pra cabeça, engolindo até onde dava. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos, fodendo minha boquinha devagar, mas fundo.

— Tá quase… porra… vou encher essa boca de leite…

Eu gemi alto em volta dele, sentindo ele inchar mais. Ele grunhiu.

— Toma… toma tudo, sua putinha…

O primeiro jato veio quente, grosso, enchendo minha boca. Eu engoli o que dava, o resto escorreu pelo meu queixo, pingando nos meus peitinhos. Ele gozou muito, gemendo rouco, segurando minha cabeça até o último espasmo; me deliciei com cada gota de porra que desceu pela minha garganta.

Quando ele terminou de me alimentar, me soltou devagar. Eu caí pra trás, ofegante, com a boca inchada, o rosto todo melado de porra e batom borrado.

Jamal respirou fundo, e fez algo que eu, verdadeiramente, não esperava: me puxou pro colo dele e me aninhou contra seu peito largo, ainda ofegante.

— Boa menina… — murmurou, beijando minha testa.

Eu me encolhi ali, derretida, exausta, satisfeita, o gosto dele ainda na boca. Dormimos os dois no sofá daquele jeito: eu deitada no colo dele, meu cabelo loiro espalhado, corpo mole de prazer; ele com os braços me envolvendo, o pau encostado na minha coxa.

Ele satisfez (e muito) a minha fome de pica preta. Eu ainda não sabia disso, mas no momento em que engoli a porra do Jamal, eu havia me tornado propriedade dele. E por causa disso, muitas coisas deliciosas iriam acontecer comigo, Micaela, daquele dia em diante...

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