Dando na frente da minha mãe
Essa história é real e aconteceu há alguns anos, o que mudou completamente quem eu sou hoje. Quem já leu meus outros contos aqui sabe como eu sou: tenho 20 anos, sou baixinha, branquinha, com um corpo de menina: cinturinha fina, bunda redondinha e sem nenhuma estria ou celulite. Meu destaque é minha boca e meus peitos, que são grandes, tipo gota, com o bico rosa.
Sou assim desde quando tinha uns treze, mais ou menos. Na escola, sempre chamava atenção, tanto dos alunos, quanto dos professores, inspetores, e homens em geral. Eu sabia que era gostosa mas não sabia muito bem o que fazer com isso.
Porém, muito antes disso, já me sentia uma safada. Hoje, me considero uma putinha de verdade. Submissa, obediente, e bem cadela. E o que vou relatar explica como cheguei aqui.
Na infância morávamos eu e minha mãe em casa. Minha mãe era solteira e é uma mulher com um corpo bonito: seios pequenos (diferente dos meus, que são enormes) e bunda redondinha. Minha mãe trabalhava com comércio, então sua vida era bem movimentada no quesito homens. Como eu sempre fui independente, fazia as coisas em casa, depois ia dormir, e ela só chegava mais tarde.
Um dia, eu já estava prontinha para dormir: banho tomado, pijama, na minha cama esperando o sono vir. No escuro. Quando de repente ouvi um barulho…era minha mãe. Ela entrou bem de fininho e em silêncio. Foi direto para o quarto.
Como eu também já ia dormir, só ignorei. Acontece que não foi o suficiente.
Alguns minutos depois comecei a ouvir uns barulhos.
Como uma menina curiosa, abri bem devagar a porta. Fui até o seu quarto. E percebi que a porta estava quase encostada, restando apenas uma fresta. Como o corredor estava todo escuro, olhei pela porta, e vi algo que mudou tudo.
Era ela. Minha mãe. Ajoelhada, de frente para um homem, e chupando seu pau. Eu não conseguia ver o rosto dele, mas o pau…nossa! Era grande. E parecia ser grosso, porque minha mãe não colocava na boca. Lambia, descia para o saco, voltava para a cabeça, e aquele barulho que denunciava que o boquete estava bem molhado.
Comecei a ficar com um tesão absurdo.
Ela então levantou e se apoiou na beirada da cama, empinando a bunda.
Aquele homem chegou por trás, com seu cacete enorme, e logo colocou nela, sem cerimônia. Ela ia gritar, mas abafou o grito na cama.
Pouco a pouco ele começou a socar, segurando sua cintura, e metendo com força. Eu ouvia:
Me come…me dá pau…vai…me fode!
Percebi que minha bucetinha estava ficando molhada, dando choquinhos, e me sentia estranha.
Por fim, após socar com força, o homem começou a gemer e ofegar. Imaginei que ele ia gozar, e foi exatamente o que aconteceu. Ele deu uma metida com força, até o fundo, e segurou, gemendo baixinho.
Enquanto me escondia, vi que ele foi tirando o pau, que estava um pouco mole, mas ainda estava grosso. Fiquei impressionada. Minha mãe era mesmo uma safada.
Alguns anos depois, minha vida sexual começou.
E claro, com toda essa influência, uma das minhas putarias preferidas é a de me exibir. Se você já leu meus contos aqui, certamente sabe disso.
Meu namorado Rômulo e eu temos uma vida sexual incrível. Ele me ensinou a ser sua putinha doméstica, particular, e me fode de um jeito que me leva às nuvens. Seu pau é enorme, 19cm grosso, e tem uma cabeça grande e inchada. Ele me arregaça, e eu amo isso.
Estávamos em casa e minha mãe tinha ido trabalhar. Como ela não voltaria tão cedo, tínhamos tempo, o que nos fez ficar com tesão e começar a se pegar. Estávamos na sala, mas como estava calor, decidi abrir a porta de vidro. O vizinho de trás é um prédio mais alto, e sempre tomamos cuidado com essa porta, fechando a cortina. Mas nesse dia eu falei: se ele estiver com sorte, vai ver essa cena linda.
Rômulo deitou no tapete com aquele cacete em riste, e eu sentei, pouco a pouco, centímetro por centímetro, até chegar no fundo e bater no colo do meu útero.
Com isso, comecei a cavalgar.
Esfregava para frente e para trás, e gemia gostoso:
Vai, caralho. Seu filho da puta. Come sua putinha, come! Come pro vizinho ver!
Estava tudo uma delícia mas, com a intensidade, não ouvi o barulho do portão.
Era minha mãe.
Tiveram um problema no sistema e ela voltou pra casa mais cedo.
Como não ouvi o portão, só consegui ouvir o barulho da chave na porta. Ao ouvir, levantei rapidamente e tentei pegar minha roupa, mas não deu tempo. Ela entrou e nos viu. Ali. Sem roupa. No tapete da sala dela.
Não acredito! O que vocês estão fazendo? Estão doidos?
Ah mãe…desculpa, não era a hora de você chegar!
Não! Não é isso! Vocês são adultos, podem transar quando quiserem. Mas o que é essa porta aberta? Perderam a noção?
Tá calor…
E se o vizinho resolver ficar na janela? Já pensou?
Aí ele vai ter um show particular - e ri meio sem querer
Filha…sério? Você gosta da ideia?
Desculpa, mãe, mas gostamos sim. A gente gosta de se exibir
E se ele tiver uma câmera? Se for pra internet?
Nem ligo…somos gostosos mesmo!
Minha mãe olhava sem acreditar, Rômulo com aquele pau pra cima vestia o shorts, e eu sentada no sofá, com a buceta melada, melando tudo.
Ela foi para o quarto e nós ficamos ali.
Até que ela voltou:
Vocês gostam de se exibir então?
Gostamos, mãe. Mas isso é particular, é uma coisa nossa.
Então tá. Podem continuar.
Ahn? Como assim?
Vou ficar aqui. E vocês vão se exibir. Pra mim.
Fiquei em choque…lembrei na hora da cena dela transando, só que jamais imaginei que o contrário aconteceria.
Agora já vi vocês sem roupa mesmo, não tem vergonha nenhuma
Nossa, mãe…você quer mesmo ver a gente assim?
Claro… - e ela sentou na poltrona, com as pernas abertas, tipo espectadora
Para mim, tudo isso soava muito estranho. Mas ao mesmo tempo, por alguma razão, me dava uma sensação de tesão pela cena.
Ajoelhei então na frente do Rômulo, e abaixei seu shorts.
Com o pau meia bomba, comecei a chupá-lo com tesão. Gemendo enquanto chupava.
Ele olhava para cima e respirava fundo, curtindo o boquete, e eu sentindo aquele cacete crescer na minha boca.
Quando o pau dele ficou bem duro, olhei para minha mãe. Ela olhava fixamente para minha mão segurando e não conseguindo nem fechar naquela rola grossa.
Grosso né, filha?
Muito…eu adoro!
Então, chegou a hora de ele meter.
E já que a ideia era fazermos o show…subi no sofá, fiquei de quatro, e empinei minha bundinha pra ele chegar com tudo.
(posso mandar essa foto para quem se interessar. Mas tem que ter confiança antes)
Meus peitos balançavam, pra frente e pra trás, e eu fazia aquela cara de putinha levando rola. Que delícia que estava.
Percebi que minha mãe prestava muita atenção, e se mexia, mudava de posição na poltrona. Devia estar com muito tesão em ver a filhinha cadela que ela criou sendo fodida de acordo por um macho daqueles.
Na hora de gozar, ele tirou seu pau e eu rapidamente me abaixei em sua frente.
Sem pensar duas vezes, abocanhei a cabeça daquela rola enorme (já que é a unica parte que cabe na minha boca) e recebi seus jatos quentes de porra. Que delícia beber meu leitinho.
Minha mãe, sem dizer nada, foi para o quarto, e foi para o banho.
Acho que já entendi o que ela foi fazer.
