Perdi minha esposa linda e delicada para um canalha (3ª parte)

Um conto erótico de Lael
Categoria: Heterossexual
Contém 3871 palavras
Data: 29/03/2026 16:00:41

Eu realmente estava decidido a me separar, mas deixei que a adúltera pudesse falar. Jessica começou a tentar explicar sua traição, sentou-se aflita e envergonhada no outro sofá e disse:

-Certo, vou contar toda a verdade. Uns dez dias depois daquele jantar na casa da Dani e do Oscar, o Ronaldo conseguiu meu whats com o primo e me mandou uma mensagem boba, do tipo, tudo bem, como vai? Não quis bloqueá-lo afinal de contas, não se tratava de um total estranho, pois tínhamos o conhecido naquele jantar. Cometi o erro de não te dizer isso, pois sabia que não havia gostado da cara dele e como achei que não ficaria me mandando mensagem toda hora, não vi importância. Só que com o tempo, ele passou a puxar conversa, me passou o insta dele. Admito que o papo do Ronaldo é muito bom, sabe cativar e até seduzir sem ser invasivo, não dava cantadas baratas ou indiretas, ganhou minha confiança e um pouco da minha admiração, porque é um cara cheio de histórias para contar. Sem perceber, ele passou me seduzir com jeito, nunca chegou a dizer nada concreto por whats, apenas me elogiava e dizia como era bom falar comigo, também era brincalhão. O passo seguinte dele foi o de me convidar para tomarmos um café ou um chopinho após o meu trabalho. Recusei várias vezes, mas o cara soube me convencer exatamente por saber pedir sem ser chato, convidava, eu recusava, aí ele emendava outro assunto, fazia muitas perguntas sobre meu trabalho e o dia a dia. Ok, reconheço, houve um momento que fiquei encantada com tanta coisa junta, um homem bonito, bom papo, uma vida interessante. Somente depois de praticamente 3 meses é que acabei aceitando indo tomar uma chopps e...

-Além do chopps resolveu tomar também a porra dele, essa parte já sei, mas pode seguir falando aí.

-Não seja grosso, isso é desnecessário.

-Não seja uma puta infiel. Ah! Esqueci, isso você já é. Continue, só não venha bancar a pudica porque não estou com saco e quanto mais resumir, melhor.

-Bem, a conversa se estendeu mais do que deveria e os chopps foram além da conta, não que tenha ficada embriagada, sem saber o que fazer, mas fiquei mais solta, aí somou o fato dele ser tudo o que já falei. Fomos para o carro, ele queria ir para um motel, mas recusei, porém aceitei trocarmos uns beijos numa rua escura, daí escalou...O Ronaldo insistiu muito, colocou seu pau duro para fora, pedi várias vezes que guardasse, mas acabei cedendo.

-Como assim “cedeu”? Foi obrigada? Não seja mentirosa.

Jessica ficou levemente irritada e disse:

-Cedi no sentindo de topei. Passei a masturba-lo, no começo, um tanto sem graça, mas a verdade é que do meio em diante, fiquei excitada, ele passou a me tocar, depois, por iniciativa própria me agachei e o chupei. Não engoli a porra dele, na verdade, foi em meu rosto, no máximo pegou nos lábios.

-Ah! Menos grave então! Uma mulher casada chupar o pau de outro e deixa-lo gozar em seu rosto não é nada demais, imperdoável mesmo se tivesse engolido a porra do cara, aí sim, seria uma traição. Conte o resto.

-Deixando suas ironias de lado, como falei, fiquei excitada e ele quis me tocar, chupar, enfim, então deitou meu banco e fez isso, num dado momento, quis enfiar, mas não deixei. Eu gozei sendo chupada e levando umas dedadas e logo em seguida, como o Ronaldo já estava de pau duro o punhetei e o chupei novamente e ele gozou meio que no meu pescoço e na camisa social que eu estava usando. Pode não acreditar, fiquei muito mal quando acabou tudo, quando cheguei em casa, chorei no banheiro escondida e nos dias seguintes também, além de me sentir um lixo pelo que fiz com você.

Pelo menos, Jessica estava contando a verdade até ali, pois o que estava narrando batia com o que ouvi no chalé quando os dois conversavam. Não que isso diminuísse um milésimo de sua culpa, mas mostrava que não estava criando histórias da carochinha. Ela prosseguiu:

-O Ronaldo passou a me mandar mensagens direto, tanto que resolvi bloqueá-lo. Achei que com o tempo, esqueceria aquilo, mas aí veio aquela notícia, quando já estávamos no chalé, de que ele apareceria no dia seguinte.

-Ah! E o simples fato dele chegar lá, fez o seu arrependimento passar e dar para o cara? Tenha dó.

-Não, não é isso! A verdade é que não há uma justificativa para explicar tanto o que rolou no carro como depois naquela maldita noite, além do bom papo dele, talvez eu tenha sido levada, sem perceber, por uma necessidade de fazer uma loucura. Nossa vida é maravilhosa, raramente temos uma discussão, o sexo é magnífico, fazemos nossos passeios, temos um filho perfeito, mas, como disse, talvez, em meu inconsciente, quisesse fazer algo diferente, uma loucura. Passei a me envolver com você com 22 anos, não tive tempo antes para meter o pé na jaca como dizem, ter conhecido mais caras, até porque era focada nos estudos. Falando agora, vejo como é absurdo ter corrido tantos riscos à toa, mas Wagner, menos de 5 minutos depois de transar com o filho da puta do Ronaldo, eu já estava arrependida, primeiro porque fui uma cretina e segundo porque vi o imbecil que ele era, toda aquela fachada de gentil, contador de histórias interessantes e atencioso era uma farsa. Em termos de sexo, ele não foi ruim, mas passa longe da sua performance. Sei que pedir perdão a você é um puta clichê, mas o que tenho a dizer é que juro por nosso filho que isso nunca mais se repetirá com ele ou com qualquer homem no mundo, porque agora sei que não vou aguentar te perder, tá doendo demais. Vamos deixar a poeira baixar e não tomar nenhuma atitude precipitada, por favor, pensa no meu pedido, eu te imploro, me ajoelho aqui se quiser.

-Bom, você já contou o que eu queria saber e a minha resposta é que não tem perdão. Ainda que estivéssemos vivendo uma crise com brigas, falta de sexo ou sexo ruim, já não seria aceitável, mas no nosso caso, estávamos bem em todos os segmentos. Essa desculpinha de que quis fazer algo diferente, uma aventura, ah, vá se foder. Vou querer uma aventura assim também uma vez por semana para fugir da rotina. Vamos nos separar e isso é inegociável. Todas as pessoas que foram com a gente para o chalé já estão sabendo e, claro, a essa altura, os amigos, dos amigos, dos amigos delas, também estão, ou seja, quase todos que nos conhecem estão falando sobre o escândalo e nesse tipo de situação, o marido é o alvo do deboche, o corno, trouxa que dormiu enquanto a mulher dava para o “Ricardão”. De você, o máximo que falarão é “ a safada não perdeu tempo e enfeitou o testa do otário até durante o passeio”. Mas ainda que apenas eu tivesse descoberto a sua safadeza, seria o suficiente. Eu nunca parei para pensar em como agiria caso fosse traído, mas uma coisa é certa, não serei o bobão que perdoa e antes que insista com promessas e de que aprendeu a lição, vamos encurtar isso. A gente se separa sem quebra pau, dividimos o que temos, que não é muito, essa casa, mais o dinheiro investido, carro, você fica com o seu e eu com o meu, quanto aos móveis, depois a gente analisa isso, porque não tô com cabeça para coisas menores. Não vou deixar a casa até tudo ser resolvido, se você for ficar, só peço que não me dirija a palavra em nenhuma hipótese, exceto se for um problema sério com o Gustavo, deixa que me viro com comida, roupa e outros detalhes. Amanhã ou depois, vou atrás de um advogado, providencie um também, quanto mais rápido, melhor para os dois.

Fui em direção ao quarto que tínhamos de hóspede. Já havia colocado umas coisas minha lá no dia anterior e me tranquei. Jessica começou com seu show, bateu bastante na porta dizendo que precisávamos conversar mais, pensar melhor. Chorou desesperadamente por um longo tempo, se jogou no chão até finalmente se dar por vencida.

Nos dias seguintes, minha esposa tentou de todas as formas retomar a conversa, mas eu simplesmente não respondia. Demorou um tempo para ela entender que realmente não teria volta. Certamente, ficaria cansativo para o amigo leitor ler tudo o que ocorreu nesses dias, pois basicamente se resumia a implorar por uma chance, mostrar que estava arrependida e chorar de se acabar. Já eu fui uma rocha e permaneci inflexível, porém longe da mesma ou por dentro estava espatifado, chorava, praguejava e não via mais graça em nada. Ninguém que ainda ama, gira uma chave após uma traição e sai “tacando o louco”, comendo mulheres, indo a grandes farras.

Claro que não poderia me esquecer de meu grande amigo Oscar que ajudou o primo a se aproximar da minha mulher, soube que os dois estavam se envolvendo e ainda debochou naquela fatídica noite, fazendo piadinhas de corno. Numa tarde qualquer, liguei para Daniela e lhe contei algumas coisas bem interessantes, além de lhe passar um endereço. Seu marido tinha não só uma amante, mas mais sério ainda, uma segunda família com direito até a filho. A merda espirrou feio nele, separação da esposa, descoberta de que tirava dinheiro sorrateiramente da empresa da família dela para bancar os custos de sua vidinha paralela e uma baita surra dado pelos cunhados, além de sair do casamento oficial sem um puto no bolso.

A minha separação com Jessica foi consumada, mas passamos dois meses sob o mesmo teto, sofrendo, porém evitando que Gustavo percebesse. Por morarmos em um bairro de alto padrão, chamado Jardim Anália Franco, conseguimos um ótimo preço pela casa e dividimos tudo. Comprei um apartamento no mesmo bairro, mas longe de ser os de luxo que não paravam de surgir ali, mesmo assim, foi um bonzinho e rapidamente me mudei para lá. Dois meses após o fatídico dia em que descobri tudo, estava morando em outro lugar e agora sozinho.

Jessica foi morar em uma casa no Tatuapé (bairro que era colado ao que vivíamos antes e que agora eu seguiria), assim ficaria perto de seus pais que eram os que mais tempo passavam com Gustavo.

Antes de entrar no novo apartamento, comprei alguns móveis, mas outros, deixei para escolher com mais calma, incluindo o armário da cozinha. Havia uma loja no bairro que era bem afamada pela beleza e qualidade do que vendia. Decidi ir lá já na primeira semana. Naquele momento, qualquer tipo de distração poderia me ajudar a esquecer, ainda que momentaneamente, o que estava enfrentando. Gostei muito da beleza de um armário que estava em um dos vários showrooms.

Passei a tratar com o próprio dono da loja, já tinha o visto rapidamente algumas vezes por ali. Giuliani, um italiano que veio com 1, 2 anos para o Brasil. Tinha uns 50 anos, era baixinho (1,68m no máximo), tinha uma pança impressionantemente grande, olhos enormes azuis e uma careca lustrosa que lhe rendeu o apelido de Kojak do bairro (um personagem de seriado policial do tempo dos nossos pais ou avós). Usava um relógio dourado enorme no braço, cuja pulseira era tão folgada que parecia que o mesmo passaria pela mão e cairia no chão, e era bom de grana. Tenho que falar um pouco sobre essa peça, pois muitas coisas que ocorreriam em meu futuro próximo estariam ligadas ao mesmo.

O que Giuliani não tinha de beleza física, tinha de lábia, me enrolou por mais de duas horas e me fez comprar o armário e mais um jogo de sofá de couro caro para cacete. Disse que em 10 dias úteis estariam em meu apartamento.

Foi aí que começaram os problemas. O sofá até foi entregue no prazo, mas o armário virou uma novela, primeiro pediu mais 5 dias, depois 10, 20. Fui à sua loja, umas 4 vezes e claramente via que o cara estava me enrolando. Giuliani estava em seu segundo casamento, agora com uma ex-vendedora da própria loja, uma morena cabocla chamada Ana Paula que era um tesão, tinha metade da idade dele (25) e, certamente, era muita areia para o caminhãozinho do Kojak do Anália Franco. Eu também já a tinha visto pelo bairro, minha esposa e ela frequentavam a mesma academia, mas não tinham amizade.

A partir da 2ª vez que fui à loja, comecei a exigir que me devolvesse o dinheiro, tinha comprado à vista e estava sem armário na cozinha. Mas Giuliani, além de bom de conversa, tinha um estilo todo teatral, fazia caretas, arregalava os olhos, emendava um assunto no outro, bancava o amigável, culpava a fábrica no Rio Grande do Sul, o frete e o cacete a quatro.

Foi nessa 2ª vez que notei que sua esposa, me olhava de um modo provocador e até esboçava um sorriso sedutor, porém, mesmo achando-a uma cavala gostosa, minha cabeça ainda não estava legal, e queria apenas resolver aquele rolo.

Para resumir, dois meses após a compra, o filho da puta não tinha me entregado ainda o armário.

Aí voltamos ao começo da trama, quando narrei o dia em que estava indo para a universidade no Uber era um segunda-feira. Na sexta daquela mesma semana, no começo da noite ao passar em frente a sua loja que já estava fechando, resolvi quebrar o pau para valer. As aulas do noturno tinham sido canceladas em virtude de uma palestra.

Quando o vi andando, todo cheio de ginga, pela loja, como quem diz: “Hoje, foi um dia bom, enrolei muita gente”. Senti uma raiva grande. “Ele vai me devolver o dinheiro agora ou vou detonar essa loja toda”.

Junto com ele, estava sua esposa Ana Paula. De rosto, era bonita, mas não digo que fosse parecida a uma modelo ou atriz, mas muito bela, digamos 8/10, porém de corpo, puta que pariu. Já a tinha visto indo para a academia que fica na mesma rua da loja. Tinha os cabelos negros, lisos e cumpridos, olhos negros, rosto arredondado, pele morena ao estilo cabocla, como citei, seios fartos, coxas grossas, uma bunda espetacular que fazia com que homens mexessem incessantemente quando a mesma saía sozinha, coxas grossas e uma cara de safada. Ela estava saindo junto com 3 vendedoras, me deu um meloso “boa noite” levando um tempo enorme para parar de me olhar e entrou no carro para esperar o Kojaquinho fazer sei lá o quê.

Assim que entrei, Giuliani veio com a mão estendida, mas já com a cabecinha tombada no pescoço como quem está triste por não ter boas novidades:

-Professor Wagner, que honra recebe-lo novamente. Olha, acabei de ligar para a fábrica e me disseram que dentro de 5 dias seu...

-Não quero desculpas, quero que me devolva o dinheiro! Paguei 9 mil à vista e estou há 2 meses esperando, só saio daqui com a minha grana.

Giuliani tentou me enrolar como sempre, contando histórias, mostrando uma pasta com outros modelos, mas o cortei com rispidez. Passamos, então a discutir feio e ele veio com aquele papinho que muitos comerciantes têm. “Vai procurar seus direitos então. Quer o telefone do Procon? Não tenho medo! Se for para o tribunal vai levar mais tempo do que se esperasse mais uns dias para receber o armário e ainda te daria um lindo puff para me desculpar pelo atraso, coisa de primeira”.

Aquilo me irritou e somado pelo contexto que estava vivendo, passei a falar grosso, num tom imperativo, usando adjetivos que não me orgulho. Sem contar que usei uma linguagem corporal que fez com que o mesmo se sentisse intimidado e se sentasse na cadeira de uma das mesas expostas e ficasse me olhando com os olhos esbugalhados.

-Escuta aqui, seu filho da puta, Kojak da Shopee do caralho, enfia o puff e todas as tuas lorotas no teu cu. A minha vontade é de ir chutando essa bunda gorda pelo bairro todo. Você adora foder com a vida dos teus clientes, mas quem você deveria foder mesmo é com a tua mulher, aquela cavalona morena parece estar precisando e muito de um homem com pique para dar conta do fogo todo que não deve ser pouco e você com panca de pateta aí nem devem saber trepar direito, vai ver que só goza contando dinheiro, enquanto a esposa fica na seca ou entregando marmita para fora.

Eu segui falando todas as merdas possíveis e desnecessárias sobre ele não ter palavra, ser pilantra, 171, frouxo, corno, a mulher ser uma gostosa, mas mal comida. Acho que foram uns 10 minutos de xingamentos sem argumentação, só ataques toscos. Quando me dei conta, o Giuliani estava mexendo a cabeça e os braços, num movimento estranho, parecia que estava balançando o corpo levemente ao som de uma música ou assistindo a um jogo e torcendo agoniado num lance para que o gol saísse, como que dizendo mentalmente “Vai, vai, vai”. Seu olhar parecia em transe me encarando, o maxilar inferior estava projetado para a frente, dava até para ver os dentes, era estranho demais, porém imaginei que seria um tique nervoso disparado pelo fato de estar se sentindo intimidado. Resolvi parar de xingá-lo e perguntei:

-O que é que você tem? Tá dançando para tirar onda com a minha cara ou fazendo teatrinho de que está passando mal? Conheço seus dotes artísticos e espalhafatosos, seu malandro.

Giuliani ficou alguns segundos sem dizer nada, até que pareceu voltar do transe e disse já se levantando da cadeira e dando um tapinha na mesa:

-Não, não, professor Wagner, o senhor está certo, vou lhe fazer um PIX e resolver esse problema já. Me passa seus dados, pois assim não preciso procurar no sistema, vamos ganhar tempo.

Fiquei de cara por ele ter aceitado devolver o dinheiro, depois de me enrolar tantas vezes, e pensei: “Será que esse monte de merda que disparei assustou o coroa ou tem armação nisso?”

Fato é que em menos de 5 minutos, o dinheiro estava em minha conta. Fiquei levemente sem graça e apesar de ter motivos, decidi me desculpar com Giuliani e pedi que não levasse a sério os ataques grosseiros que lhe proferi e, de quebra, até à sua esposa, pois eram da boca para fora, mas o mesmo me cortou e já voltando ao seu estilo falador, me estendeu a mão de maneira efusiva:

-Não há do que se desculpar, professor. O senhor agiu como um homem! Um comandante que sabe ser duro! (erguendo a voz). Senti que o senhor sabe como tratar quem faz algo errado, cheguei até a imaginá-lo dando uma bronca em sala de aula em alguns alunos mal-educados. Vá na paz, mestre!

Saí dali totalmente confuso, cheguei a olhar para trás, sem acreditar e pensei: “Essa porra deve ser louca ou achou que eu o agrediria e resolveu devolver o dinheiro. Agora, eu é que estou me sentindo mal”.

No dia seguinte, por volta das 13h, estava almoçando em um restaurante próximo de casa, quando meu celular toca. Era Giuliani. Na hora, imaginei que era para oferecer outro armário ou vir com alguma patacoada:

-Professor Wagner, desculpe-me por incomodá-lo, mas preciso que assine um documento para eu mandar lançar depois no sistema e ficar tudo certinho na contabilidade, mas fique tranquilo, posso pedir para alguém ir ao seu apartamento só recolher a assinatura. O senhor está em casa agora?

-Não, estou almoçando fora. Pode mandar alguém lá pelas 3 e meia ou então passo aí na segunda, pode ser?

-Vamos fazer assim, 3 e meia mando uma pessoa e desculpe pelo incomodo.

Achei estranho demais, ainda mais vindo de um cara cheio de lero-lero, mas como já tinha recebido o dinheiro mesmo, só trataria de dar uma bela olhada no que teria que assinar.

Exatamente às 15h30, meu interfone tocou e o porteiro disse que era Ana Paula, a jovem esposa de Giuliani. Avisei que já iria descer, mas o mesmo disse que ela pediu para subir. Por educação, obviamente aceitei.

Abri a porta e Ana Paula já foi entrando, toda simpática, como se me conhecesse bem. Estava vestida de maneira bem casual, uma blusinha preta que deixava os ombros morenos de fora e destacava bem seus seios volumosos, uma minissaia verde clarinha e uma rasteirinha. Ela começou a falar a mesma coisa que seu marido já tinha me dito, da fábrica do Rio Grande do Sul que estava atrasando e que lamentava, blá, blá, blá. Expliquei que pela demora, tive que arrumar um armário mixuruca daqueles de pezinho para poder ter onde guardar os objetos da cozinha.

Ana Paula quis ver, levei-a até à cozinha, ela brincou dizendo que realmente não dava para ficar com aquele tendo comprado um de alta qualidade, em seguida se agachou para ver a parte de baixo, e bem entrona abriu uma das portas, mas abriu também outra coisa que me fez engolir seco: suas pernas e de onde eu estava pude ver perfeitamente sua bocetona enorme, estava sem calcinha!

A safada fez de propósito e ainda abriu mais as pernas, falando algo sobre o móvel, mas eu só conseguia prestar atenção em sua boceta morena com apenas um fiozinho de pelos pretos. Acredito que há muito tempo não tive uma ereção tão feroz quanto a que tive ali, o fato de ser tudo tão inesperado, dela ser uma cavalona e de sua xana ser deliciosamente grande e bonita, me deixaram doido.

Cabe aqui uma informação, nesses 4 meses de separação, só voltei a transar quase no final do 3º mês com uma professora também divorciada. Era sempre uma trepada por semana no apartamento dela, geralmente, aos sábados ou domingos, só não as detalharei, pois não foram espetaculosas, minha cabeça não estava legal, mas agora, diante daquela cena insólita, meu apetite para foder e lamber uma boceta e um cuzinho voltaram a mil.

Segui olhando sua boceta e Ana Paula passou a me encarar e disse:

-Está gostando da vista?

Não respondi, apenas me aproximei, apesar do tesão, estava achando aquilo estranho. Talvez, o mini Kojak estivesse armando alguma para mim. Ana Paula se levantou com calma, me olhou de uma maneira bem sensual, sorriu, caminhou para a sala e em seguida até a sacada, dizendo:

-E por falar em vista, olha essa aqui, dá para ver tudo! À noite deve ser lindo.

Caminhei até ela, que decidiu ousar ainda mais e de costas para mim, ergueu sua minissaia deixando sua bunda grande e perfeita, quase toda exposta. Ao ver aquele rabo com marca de biquini e aquele rego, perdi o receio e abracei-a firme pelas costas, já encoxando meu pau em seu rego moreno e disse:

-Por que você está fazendo isso, sua safada?

Ana Paula virou um pouco o rosto para trás e disse baixo:

-Quero te fazer uma proposta, já adianto que é maluca, mas se topar, não vai se arrepender.

Ana Paula me faria a tal proposta e me revelaria coisas que me deixariam espantado. Jessica não sumiria de minha vida, ainda voltaria e com força no futuro, mas uma nova fase estava prestes a começar

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Foto de perfil de Lael Lael Contos: 319Seguidores: 850Seguindo: 12Mensagem Aviso: o site está infestado de contos produzidos por IA e/ou copiados de sites gringos. Mais grave: a maioria desses contos está sendo postada apenas por UMA OU DUAS PESSOAS, porém com nicks diferentes. Resta saber o que e se será feito algo realmente enérgico para que o site volte a ter apenas contos produzidos por autores de verdade. Aos leitores atentos e decepcionados que vêm falar comigo, quero dizer que entendo a frustração, mas o que poderia fazer, já fiz: informar e mostrar provas ao dono do site. Se algo será feito, já não depende mais de mim.

Comentários

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Conto bom de ler demais , 4 mil palavras e passou voando rs

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Conto com a marca Lael simplesmente espetacular

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