Uma das coisas que eu mais gosto no verão é quando chega o fim de março, o final da estação.
Minha família é enorme, eu tenho tios e primos à beça e é no fim desse mês que rola uma sequência de quatro aniversários seguidos. Os parentes se juntam na fazenda da tia Zilda, lá em Vassouras, e é o fim de semana inteiro fazendo festa, matando a saudade, contando as novidades e enchendo o bucho de churrasco.
Dentre todos os primos, tem três que se destacam e chamam minha atenção: Yuri, o mais novo, Teodoro, o do meio, e Sebastião, o mais velho. Yuri me ganha porque ele é sem dúvidas o mais folgado, sempre cheio de gírias e meio marrentinho na hora de contar das novinhas que comeu depois do baile, ou de como fez outra tatuagem no pescoço.
- Caralho, Pablinho, tu também brotou!? Sarneou, cria! Tamo junto, mó saudade. – ele me deu um abraço apertado assim que me encontrou na beira da piscina.
- Claro que vim, Magrão. – chamei pelo apelido. – Cê acha que eu ia perder o encontro oficial dos primos? Nunca. É canônico, todo ano tem.
- Esculachou, viado. Falou e disse, prioridade é a família.
- Antes que eu esqueça, feliz aniversário atrasado. Parabéns pelo seu dia, priminho. Tudo de bom pra você. – levantei da cadeira de praia e dei-lhe outro abraço.
- Opa, valeu. Finalmente dezoitão, tava na hora. Mas tu continua com essa mania de me chamar de priminho, hein, cuzão. Tem que chamar de primão, pô. Tô grandão, tem que ver. – ele mexeu a cintura pros lados de propósito, fez a tromba se mover dentro do calção e eu até gostaria de dizer que não olhei, mas foi impossível não dar uma boa manjada.
- Tem nem um minuto que a gente se reencontra e cê já vai começar a zoação? Hahahah.
- Sacanagem contigo. Hehehe! Fala tu, como é que tá minha tia?
- Ah, tudo certo, graças a Deus. Tirou o gesso já, agora tá na fisio. E lá na comunidade, vocês tão bem? Tio Robson, Fernando...? – voltei a sentar na cadeira à beira da piscina.
- Mó paz, morador. Passa nada e nem pode, tudo nosso. Favela tá palmeada. Hehehe. – Yuri fez um carinho de primo no pé da minha nuca e, por alguns instantes, meu rosto ficou na altura da cintura dele, a poucos centímetros de distância.
Observei seu quadril afiado, notei as tatuagens na pele parda e confesso que levei quase meio minuto admirando o brilho moreno do meu primo.
- Essa aqui é nova? – apontei pra tatuagem na descidinha da cintura, perto do oblíquo.
- É mesmo, paizão. Tem o quê? Papo de uma semana. Essa, essa aqui. – o moleque pegou minha mão e levou ao umbigo, próximo da trilha de pelinhos que levava pra dentro do calção.
Olhei pra ele, ele me olhou e rolou aquela troca de olhares silenciosa, eu olhando de baixo e Magrão me encarando de cima. Foi como se a gente soubesse que aquela posição era sugestiva, ainda mais com uma mão dele pesando na minha nuca e meu dedo deslizando na cintura afiada dele, porém nenhum de nós falou nada.
- Maneira a tattoo. – elogiei e tirei a mão.
- Bom que tu gostou. As piranha lá onde eu moro não curtiram, mas meu primo tá sempre fortalecendo. Tamo junto. – seus dedos fecharam na minha nuca, minha língua encheu d’água e eu senti a maior vontade de pôr a boca naquele volume, porém me controlei.
Yuri já foi bem magro quando mais novo, por isso o apelido de Magrão, mas acabou que ele chegou nos 18 um pouco mais encorpado, dono de um tanquinho definido, barbinha no queixo e bigodinho fino dividido no meio, combinando com o cabelinho na régua e com o risco na ponta da sobrancelha. Cheio de tatuagens espalhadas no corpo, até nas mãos e no rosto. E ali, parado na minha frente, esse filho da puta soube como me deixar aguado no contorno da rola bamba no short.
- Posso falar? Se dependesse de mim, eu te-
Comecei a falar, mas alguém surgiu berrando atrás de nós e interrompeu o momento.
- AÊÊÊ, PORRA! DEMOREI, MAS CHEGUEI! ABRE ESPAÇO, ABRE ESPAÇO! – Téo se livrou do óculos, largou a mochila no gramado e tirou a roupa. – SAI, SAI, VOU PULAR!
O primo do meio ficou só de sunga branca, fez pose, tomou impulso e saiu em disparada pra mergulhar de cabeça na piscina, jogando água em mim e no Yuri.
- Tinha que ser. Chegou o hiperativo. Não dá pra ser menos barulhento, Teodoro? – fiz cara de sério, mas falei zoando.
- Sai fora, viadão. Isso tudo é saudade do teu primo favorito, é? Vem cá, seu merda! – o loiro saiu da piscina, correu na minha direção e me pegou no colo com extrema facilidade, e olha que eu não sou levinho.
É que o Téo é o primo nerd da família, mas ele não é aquele nerdola introvertido, tímido e frágil que nem os gordinhos tetudos de antigamente não, pelo contrário. Esse nerdão acelerado e superdotado trabalha, estuda, faz academia e tem o corpo torneado na medida, sem exagero. Aquilo que o pessoal chama de sarado, sabe?
- Vai dizer que não tá com saudade do primo, Pablo? – ele me agarrou e mordeu meu ombro.
- Pera aí, cara, tá me molhando! Sai, seu ogro! Chato! Hahaha!
- Tu gosta, viadão! Tu gosta, que eu sei. Ó. – Téo flexionou os braços e exibiu os músculos destacados, depois estufou o peitoral no meu rosto e forçou o trapézio pra eu ver. – Tô ou não tô maior que antes?
- Tá, tá! Se teu ego depende disso pra me soltar, então tá ótimo! Agora me larga, porra! Bora, me põe no chão.
- Cuzão. – deu um tapa na minha bunda e riu.
Aí virou pro Yuri e eles deram um abraço de primos que me fez babar. O fato do peitoral branco do Teodoro encostar no mamilo moreno do Magrão me deixou excitado, mas o mais difícil foi ver o volume na sunga de um tocar a rola no short do outro. Essa cena definitivamente acabou comigo, só eu sei como meu cuzinho piscou nesse instante do abraço de reencontro.
- E tu, comédia, comendo muita novinha lá na Pavuna?
- Eu vivo pra empurrar buceta, Téo, tá ligado que eu amasso. Comigo é sem pena, uma atrás da outra. Tehehe! Tu que é técnico de TI nerd e não panha ninguém, vive na seca. Só sabe falar de programação, mó otário. Hehehe!
- Me respeita, Magrão, sou mais velho que tu! Ó o tamanho da minha pica! – pra me destruir de vez, Téo segurou o caralho com força e sacudiu, em tom de zoação.
Típica implicância entre héteros, já viu? Ainda mais entre primos que não se veem há tempos. Um patolou a tromba, o outro repetiu a mania de mexer a cintura pros lados e ficaram os dois se exibindo, eu no meio deles manjando e tirando todas as casquinhas possíveis.
- De que adianta ter pirocão se tu vive de punheta? Mesma coisa que ter a espada mais pica de todas e não ir pra guerra, cuzão. – Yuri não deixou fácil pro Téo.
- Foda-se, tu continua sendo meu pato. Vai ser sempre o piroquinha da família, seu otário. – Téo partiu pra ofensiva direta, certeiro no ego do moleque marrento.
- Quer ver o tamanho da piroquinha? Não sou mais pirralho, não, irmão. Tá achando que eu não imponho respeito?! Num fode, pô, sou sujeito homem.
Toda vez que Yuri mexia o quadril pra sacudir a vara, meus olhos acompanhavam o deslocamento da protuberância no calção e a língua não parava quieta dentro da boca. Teve uma hora que ele segurou o volume, o short sem querer desceu demais e deu pra ver o início dos pentelhos curtinhos, flagra que me deixou com sede na beira da piscina.
- Vocês tão parecendo dois palhaços na minha frente. Mas vai lá, continuem competindo pra ver quem tem o pau maior. Hétero é tudo igual mesmo, um bando de ego inflado do caralho. – falei com ironia, até porque tava adorando a rivalidade masculina dos dois.
- Tá rindo do quê, Pablo? Pelo menos a gente não é viado e fresco que nem tu. – Téo quis me gastar.
- E você, que cresceu e ainda não tirou esses aparelhos do dente? – tive que gastar. – Por isso que tua irmã vive zoando, tá vendo aí? Agora eu entendi.
- Ih a lá! Chamou de dente de serra! Hehehe! – Yuri botou lenha na fogueira. – Botou a irmã no meio, meu parceiro, eu não deixava. Esse negócio de botar na irmã duzoto não dá certo. Neguinho vira pai assim, vai nessa. Hehehe!
- Quem é que vai ser pai, égua? – a voz grossa e quase rouca veio de trás de nós.
Eu, Yuri e Téo viramos ao mesmo tempo pra ver quem era. Eles mataram a charada de cara, enquanto eu demorei um tempo pra reconhecer o primo mais velho no meio de tanto pelo, suor e galhos.
- Bastião! Quanto tempo, cara! – corri pra dar um abraço.
- Fala, Pablim. Tudo nos conforme cocê? Faz tempo que nós num vê, ocê sumiu. – ele abriu a mão calejada na minha cabeça e seus dedos cobriram meu crânio.
- É a correria da vida, primão. E aqui na fazenda, como tá a vida?
- O de sempre, piá. Cês sabe que nós de cá num para nunca, nós trabaia o tempo todo. – Sebastião largou as madeiras na grama, tirou o chapéu de fazendeiro e foi educado pra cumprimentar nossos primos. – Yuri. Teodoro. Tão bão?
- Tô bem, Bastião. Bom te ver. – Téo o abraçou.
- Também tô mec, primo. Tamo junto, saudade. – Yuri fez o mesmo, os três se cumprimentaram de uma só vez.
Não sei qual dos três mexeu mais com a minha imaginação, se foi o marrento do Yuri e seu bichão criado solto no short; se foi o nerd do Téo e a sunga branca peso pesado dando seta; ou se foi Sebastião e seu corpo rústico encharcado de suor no macacão de trabalho rural.
- Hoje tá um calor da disgrama. Daqui a pouco até eu vou dar um pulo na piscina cocês, pode?
- Pode, mano. Contanto que tu não venha com a mania de ficar pelado na frente dos outros. Hehehe! – Yuri lembrou dos hábitos naturistas do caipira.
- Ôxi! Só por que eu gosto de nadar peladão? Quê que tem?
- E precisa nadar nu, Bastião? – Téo cruzou os braços.
- Nasci careca, sem dente e pelado, cabra. Eu, ocê e todo mundo, nada de mais. – Bastião abaixou de cócoras pra organizar a lenha no gramado e eu quase passei mal quando vi a verdadeira lenha tomando o espaço entre suas coxas.
Chegou a formar o volume exagerado da rola entulhada e das bolas amontoadas na virilha do macacão. Pra você ter noção do tamanho da genitália, Yuri disfarçou, fingiu que não viu e se jogou na piscina, enquanto Teodoro desconversou e foi no casarão buscar cervejas. Fiquei sozinho na grama com o Sebastião, vendo sua pele escura brilhar sob o sol e seus músculos enrijecerem mediante o esforço físico.
- Caramba, homem! Na última vez que eu te vi, você não tinha essa barba toda, não. Tá com maior barbão. É o quê, brigou com o barbeiro? – puxei assunto.
- Ah, primim. Se eu contar, ocê num acredita. – ele ficou de pé, mas o pacotão permaneceu volumoso e deformando o jeans surrado.
- Pois conte, Bastião. Tô curioso. – meus olhos não deram descanso pra mala dele.
- É promessa, Pablim. Só vou fazer a barba depois que Rosinha casar mais eu.
- Meu Deus, primo! Você ainda tá nessa de Rosinha? Já são anos e anos, cê sabe que ela não te quer.
- Mas há de querer. Rosinha ainda vai amar eu, ocê vai ver. Nós vai casar e ocês vão ser padrim. É questão de tempo até ela vê que nós nasceu um pro outro.
- Misericórdia... – eu balancei a cabeça e não soube o que dizer.
Pra ser sincero, senti pena. Desde os 15 que Sebastião é apaixonado pela Rosinha, mas ela não dá a mínima pra ele e pisa no coitado sempre que pode. É daquelas mulheres espertas que usam o homem quando precisam e depois jogam fora, sabe? Foi por causa do comportamento tóxico dela que hoje Bastião virou esse peão recluso que só vive pro trabalho pesado da fazenda da tia Zilda.
- Ruim demais trabaiá no calor, arremaria. Fico suando e incomoda. Com a barba, então... Tô que nem leão. – ele desatou as alças nos ombros do macacão, desceu a roupa até a cintura e eu pirei no visual musculoso peludão.
Aos 31, meu primo mais velho chegou no auge da desenvoltura física, com o corpo imponente construído na raça da labuta diária na fazenda. Ele esfregou a mão na floresta de pelos do abdome, seu cheiro de cowboy amadeirado nutriu minha respiração e eu hipnotizei nas axilas cabeludas.
- Às vez dá vontade de rapar tudo fora, tirar tudim. Mas eu fico pensando, fico pensando... Meió não. Meió deixar.
- Lógico! Nunca, jamais, em hipótese alguma pense em tirar os pelos, Bastião. – apertei seus braços, senti o vigor e percebi que os músculos dele são diferentes dos músculos do Téo.
É que a musculatura do morenão é de acordar antes do sol raiar, de carregar caixote de insumo, arar chão, operar máquina, montar touro e semear terra. São músculos que suam pra fazer semente germinar no solo adubado, braços que fincam raízes no seio do chão pra ver a colheita abundante meses depois.
- Num é pra tirar os pelo? Por que, primo? Ocê acha eu feio sem barba, é? – ele não entendeu meu pedido e fez cara de dúvida.
- Feio, você? Nunca, Bastião. Você é bonitão. E ficou melhor peludo, vai por mim. – não perdi a chance de alisar aquele peitoral rígido e suado de homem da terra.
Diferente do Téo, que é nerd de TI e tem os músculos desenvolvidos em academia.
- Ocê num acha pelo nojento? Tem muié que acha.
- Não, claro que não acho. Pelo dá um... Como posso dizer? Dá algo a mais no homem. Um charme, sabe? – tentei explicar.
- Hmm, sei... – ele fez que entendeu, mas continuou me olhando meio desconfiado.
Sebastião foi terminar de juntar a lenha, eu ofereci ajuda, mas ele recusou. Téo voltou da cozinha com um balde de gelo e várias garrafas de cerveja, colocou do meu lado na beira da piscina e abriu quatro pra gente brindar.
- Toma, Magrão, pega a tua. – o loiro sentou à minha esquerda e chamou Yuri, que estava do outro lado da piscina.
Assim que meu primo sentou, a mala tombou na sunga branca e ocupou o espaço livre entre as coxas lisas dele. Não sei se Teodoro fez de propósito ou se foi sem querer, só sei que ele beliscou a pica, deu aquela desafogada pro saco espalhar e ainda passou o dedo em mim, querendo me zoar.
- Sai fora, cara. – fingi que não gostei.
- Ué, tu não gosta de rola? Hehehe!
- Cadê minha cerva? – Yuri apoiou as mãos na margem da piscina e tomou impulso pra sair.
O peso da água fez o short quase cair, seus pentelhos curtos apareceram e eu me deliciei com a visão do talo do piru dele. Mais um pouquinho e o moleque teria ficado sem roupa. Foda é que o calção molhou, o caralho transpareceu, ele não percebeu e começou a beber, o combo perfeito pra me atiçar.
- Coé, paizão. Bota um funk aí, na moral. Nunca te pedi nada. – o novinho me cutucou.
- Tá, pera. – peguei o celular, fui nas playlists de baile e dei play na primeira que encontrei.
Começou a tocar pagodão baiano, Yuri fez a coreografia que aprendeu com os colegas e mexeu a cintura pra frente e pra trás devagarzinho, meio que acompanhando o ritmo da música. Sua gingada imitou movimentos de foda, o bicho pulou solto no calção e eu não consegui parar de olhar, foi informação demais pra mim.
- O baiano tem o molho. Nós já nasce com a pimenta na cabeça da chibata, ó. – o danado segurou a penca da rola, sacudiu e me atiçou.
Ele mexeu o quadril tipo batedeira e fez a trolha chacoalhar. Como tava molhado, o pano grudou no corpo e balançou junto com a pica, tipo pêndulo, mas eu continuei não dando confiança e fingi que não era comigo, da mesma forma que fiz com o Téo.
Por falar nele, os outros primos foram chegando na fazenda e, cedo ou tarde, Teodoro acabou sendo questionado sobre o assunto do momento na vida dele.
- E tu, Téo, como tá o tratamento? Dando certo? –um primo nosso quis saber.
- Ah, tô seguindo. O foda é que eu trabalho o dia todo no computador, é difícil não ver pornô. Esse vício é foda, irmão, acaba com o cérebro de qualquer maluco. Tu fica pensando tudo em duplo sentido, sacou? Parece que qualquer bobeirinha vai terminar em sacanagem. É tenso... – o loiro falou sem vergonha de se expor, nem percebeu que apertou a pica na sunga.
- Tava baixando muita putaria, Téo? – outro primo perguntou.
- E como! Teve época que eu tinha mais de mil fotos e vídeos no celular, só pensava em sexo o dia inteiro. Batia muita punheta, nem conseguia trabalhar direito. Bagulho constrangedor, dava nem pra emprestar o celular pra ninguém. – Téo respondia e se patolava discretamente, dando leve afofadas com os dedos no caralho.
Talvez por conta do vício em pornografia, ele não conseguiu falar daquele assunto sem se tocar, meio descontrolado. O mais perverso nisso é que eu não senti compaixão pelo distúrbio dele, só pensei no volumão da pica me chamando e no formato da cabeça estampada na roupa de banho.
E o saco? Deu pra ver nitidamente a divisão das bolas, e aquilo tudo não podia ser rola mole. Se fosse, então o primo nerd é um verdadeiro jumento.
- Já tá há quanto tempo sem pornô, Téo? – perguntei.
- Três meses, Pablo.
- Três meses sem ver pornografia?! Caralho, recorde!
- Pra tu ver. De vez em quando dá vontade e a rola coça pra tocar umazinha vendo vídeo, mas acho que aprendi a controlar os gatilhos. – mais uma vez, ele amaciou a caceta nos dedos, deu aquela pegada boa e eu quase morri de sede.
- Caralho... – falei baixinho, torto de tesão.
Teve uma hora que o Téo deu uma patolada tão forte que o elástico da perna da sunga subiu sem querer. O sacão espalhafatoso, fanfarrão e liso quase vazou, eu manjei com força e, como sempre, a boca lotou de saliva.
- Que foi, tudo certo? – ele me olhou e provavelmente percebeu minha secura.
- Tudo, por quê? – me fiz de inocente.
- É que tu fez uma cara de fome aí. Quer que eu pegue linguiça pra tu? Hehehe. – o sacana zoou e deu a terceira pegada no volumão pesado.
- Para de graça, o churrasco ainda não saiu. Hahaha. – desconversei.
Na realidade, tudo que eu queria era enfiar o nariz na sunga do meu primo e inalar o cheiro da testosterona que só um técnico de TI maludo e gostosão pode oferecer. Minha vontade era sentir o tempero do saco do Téo e encher a boca na piroca grossa dele, mas logicamente me contive e fiquei apenas nas olhadas mesmo.
Papo vai, papo vem, as horas foram passando e a sexta-feira avançou com muita conversa, música alta, resenha, bebedeira e churrascada entre primos. Zoação daqui, risadas dali, desce gelo e eu de olho nos meus três preferidos: Yuri dançando e jogando rola no short; Téo desabafando sobre pornografia enquanto se patolava na encolha e Sebastião finalmente descansando do trabalho.
A noite chegou, deu sete horas e o povo se reuniu na sala de estar pra comer, menos o Yuri, que continuou dançando e enchendo a cara na piscina. Ele saiu de lá direto pro chuveiro da suíte no quarto de hóspedes, não demorou muito e começou a gritar pedindo toalha, que eu fiz questão de levar pro moleque.
- Pronto, tá aqui a toalha. Tá na... – você não imagina minha cara de espanto quando abri a porta do banheiro e dei de cara com Yuri descascando a mão na rola. – Mão...
Ele tava debaixo do chuveiro, não tirou o short e sua mão descia e subia em movimentos de esfregada na pica. O que me deixou com tesão foi que o filho da puta não parou quando eu entrei, pelo contrário, ele deixou o calção descer ainda mais, seus pentelhos apareceram e meu cuzinho piscou quando a cabeça rosinha marcou no pano molhado.
- Yuri, Yuri. Se controla, cara, é pra tomar banho. – adverti.
- Coé, pô. Tô lavando só, nada de mais. – ele insistiu nas mãozadas, ensaiou o início da punheta e eu só faltei ajoelhar na porta do boxe, tão guloso que fiquei.
- Só lavando? Sei...
- Vai ficar aí me manjando, viado? – ele riu.
- Tô tentando não olhar, mas com esse teu volume aí fica impossível. Ó o tamanho disso, não é normal! – tive que dizer.
- É que eu tô lembrando de uma mina que eu empurrei esses dias. Mina como, mó bucetão. Peguei ela aqui assim, ó. – o marrento repetiu os movimentos da dança, mexeu a cintura e a vara cresceu sozinha, pronta pra briga.
Yuri se ouriçou com as lembranças das fodas recentes. De repente a caceta ameaçou empenar, a roupa levantou e deu pra ver que ela é mais escura que a pele morena dele, além de ser apontada pra frente e de ter a glande ligeiramente menor que o corpo.
- Nada de punheta, escutou? E não é pra demorar no chuveiro quente. – tentei puxar assunto só pra passar mais tempo admirando o crescimento da tora.
- Tá me confundindo com o viciado do Téo? Sai fora, cuzão. Já falei que tô só limpando, pô. – ele ficou meia bomba, a pica levantou e a ponta da cabeça apareceu na saída da perna do calção.
- De nada pela toalha, Yuri.
- Brigado, viado. Valeu, tamo junto.
Saí dali, lembrei do Teodoro e resolvi passar no quarto dele pra ver qual era a boa. Bati na porta algumas vezes e não ouvi resposta, daí abri, meti a cara lá dentro e me deparei com tudo escuro, só o barulho do ar condicionado ligado em clima de montanha. A TV ligada num pornô hétero em volume mudo, Téo largadão na cama e roncando alto, seu peitoral subindo e descendo devagar.
- Essa coisa de dormir com a televisão ligada é de família. – falei sozinho.
Entrei pra desligar a TV e sair, mas infelizmente olhei pro loiro dormindo e reparei num detalhe que foi impossível de não ser visto: a piroca dele tava inchada na sunga, duraça e pulsando, com a uretra cavalar torta pra cima e a ponta da cabeçona vazando na cintura. No abdome, pontes e pontes de babosa que foi cuspida pela trolha durante o sono.
- “Depois diz que superou o vício em pornografia...” – pensei. – “Bom, melhor sair. Deixa ele dormir.”
Antes de me mandar pra cama, fui no último quarto do corredor do segundo andar e respirei fundo antes de bater na porta. Quando ergui a mão, Sebastião pisou fundo do meu lado e me assustou com sua chegada repentina.
- Ocê tá procurando eu, Pablim?
- Caramba, Bastião!
- Assustou, foi? Huhuhu! O que ocê quer mais eu?
- Nada, vim ver se você já tava deitado.
- Só parei agora, primim. Tô morgado de cansado, doido pra tomar uma ducha. – ele abriu a porta do quarto, entrou e me chamou.
Na maior naturalidade, o primo caipira começou a tirar o macacão, removeu as botinas imundas e sua cama pareceu pequena demais pra um peão graúdo e forte feito ele. Sebastião tirou as meias, esticou o corpo, se despreguiçou e eu só tive atenção pros dedos dos pés se afastando, pra não falar do cheiro forte de madeira que subiu.
- Esse cheiro... – respirei fundo.
- Ê, égua. Perdoa eu, tô com cheirão nos pé. Chulezão da peste, Pablim.
- Tá não, nem tô sentindo. – menti.
- Tá sim, primo. Cheira só procê vê. – ele levou a botina no meu rosto, eu inalei que nem viciado e quase passei mal, tomei nocaute da testosterona vencida do primão.
As narinas entupiram, meu cérebro sentiu a pancada certeira no cerebelo, os neurônios fritaram na fedentina da biqueira de aço e meu nariz ficou vermelho com o cheiro de uma semana inteira de trabalho rural. Aquilo ali era suor puro, a testa até ficou dormente com a bomba que caiu no meu olfato. Meus olhos lacrimejaram, o cuzinho piscou e a rola subiu na bermuda, foi inevitável sentir tesão no cheiro do Sebastião.
- Futum podre, tô não?
- Tá nada, duvido. Cheiro bom.
- Bão? Ocê é doido, piá. Mó cecê de peão.
- Nem ligo. É o seu cheiro, cheiro de trabalho.
- É. Nisso ocê tem razão, cheiro de trabaio. Trabaiei o dia inteirim. – ele ignorou minha presença, tirou a roupa e ficou nu, pro meu desespero.
Nu mesmo, peladão. Sem macacão, sem cueca, sem roupa íntima, sem nada, apenas Sebastião, sua melanina, seu corpo escultural de cowboy e o excesso de pelos. E a paz terrível, claro, porque ele tirou a roupa tranquilão na dele, como se fosse a coisa mais natural do mundo nudez entre primos. Só depois que viu minha cara de assustado é que o morenão percebeu o que fez.
- Cara é essa, Pablim? Inté parece que nunca viu homem pelado, ora.
- J-J-Já vi, lógico que já. Mas igual você... Nunca.
- Igual eu? O que tem neu? – ele se encarou no espelho do quarto e procurou o que estava errado, sendo que não havia um mero defeito sequer.
- Ah, é que você... Você é diferente, né, Bastião? Você trabalha noite e dia, vive pra fazenda. – dei a volta ao redor do meu primo e observei a firmeza dos glúteos, a tração nas coxas e o prepúcio amarrotado quase revelando a cabeça da pica.
Os testículos folgados e imensos captaram minha visão e eu tive a certeza de que nunca vi um homem tão sacudo e pentelhudo que nem ele. Sebastião não tem filhos, mas seu culhões pesados são dignos de um pai de família, super combinam com a relva bruta que ele cultiva no púbis parrudo. É muito pentelho!
- Na boa, Bastião... Fala sério, teu pau é uma piada.
- Piada por quê? Achou minha pomba feia, Pablim?
- DUVIDO! Maior pirocão, tá maluco! Hahaha! Desculpa se isso te deixa sem graça.
- Que nada, bão escutar elogio. Mas ocê achou bonito mesmo ou só tá querendo elogiar eu?
- Você ainda pergunta?! Olha o tamanho da tua rola, cara! Além de grande, é bem feita. Pesada, veiúda... Isso que nem tá dura ainda, imagina dura! Deve ser maior ainda. – não poupei elogios, mesmo sabendo que ele poderia entrar numa de achar estranho e se afastar.
Mas eu conheço bem o Sebastião e sei que seu visual casca grossa esconde o quão inocente e ingênuo ele é. O primo mais velho gostou de eu ter elogiado o instrumento, se aproximou de mim e arregaçou o caralho pra mostrar o cabeção escuro, aí sim o cheiro da pica exalou forte e encharcou minhas narinas.
- Ó o tamanhão, piá. Tá com cadim de queijo porque eu só vou tomar ducha agora, mas faz parte. Culpa dos mijão gordo que eu dei no dia, teheheh! – o macho exibiu os rastros esbranquiçados na glande, esfregou o dedão neles e os espalhou.
- É... Faz parte... – senti a mistura do nojo com o tesão e minha boca ficou nervosa.
Achei a piroca dele linda. O formato da cabeça deu vontade de mamar e eu não vou mentir: chuparia até naquele estado, se fosse oportunidade única. Enfim... Me despedi, saí do quarto e deixei Sebastião à vontade pra tomar banho, mas minha mente só pensava uma coisa.
- “Esse fim de semana dos primos promete...”
Eu sabia que passar o fim de semana no reencontro dos primos não daria certo. Afinal de contas, qual é o gay que aguenta estar na presença de um trio de gostosos ao longo de três dias seguidos, numa fazenda com bebida liberada, piscina e geral de sunga? Impossível.
Aliás, geral de sunga não. Yuri repetiu o calção molinho e sem cueca no sábado, ostentou marra e jogou a cintura afiada de molecão cria da Pavuna pra rolo. Sem vergonha na cara, exibido por natureza e achando graça de tudo enquanto dançava passinho de funk na beira da piscina.
- E aí, qual a boa do sábado? – aproveitei que estávamos todos reunidos em volta da piscina e puxei assunto.
- Trabaiá. – Bastião respondeu.
- No sábado? Não, claro que não. – Téo não aceitou.
- E se a gente jogasse esconde-esconde, que nem antigamente? – um primo deu a ideia.
- Pique-esconde? Qual é a graça, pô? Nós fazia isso quando era menor, hoje em dia nada a ver. – Yuri recusou.
- A graça é que geral cresceu. E tem bebida também, pode ser divertido. – falei.
Aí sim a galera entendeu que não era só pela nostalgia dos velhos tempos, era também pela diversão da vida adulta e os efeitos do álcool na mente. A fazenda da tia Zilda é gigantesca, facinho se perder lá dentro, e o único que conhece todos os cantos é Sebastião, que trabalha e mora lá, mas ele disse que tava atarefado e não quis se envolver no nosso jogo.
- Eu já era maió quando ocês brincava disso. Tenho tempo não, piá. – resmungou.
A maior parte da primarada topou a brincadeira, cada um pegou seu copão cheio e se preparou. Escolhemos o primo que deu a ideia pra ser o primeiro a contar até cem, ele virou três goladas de uísque com energético, fechou os olhos e iniciou a contagem.
- Um, dois, três, quatro...
Peguei minha caipirinha, corri em qualquer direção e me esforcei pra lembrar do passado e de cada parte da fazenda de titia, o foda é que anos se passaram e tudo mudou de lugar. Resultado: achei que estava me escondendo no celeiro, quando na realidade fui parar no galpão de maquinário. Me senti entrando num ferro velho.
Por pouco não me perdi entre tratores enguiçados, carcaças de semeadoras, sucatas e roçadeiras enferrujadas, mas pelo menos o lugar tava vazio e sem movimentação de gente naquela tarde de sábado.
- Do jeito que a fazenda é grande, nunca vão me achar aqui. – abaixei atrás de uma moenda velha, me escondi e fiz silêncio.
Não deu um minuto e sinto aquela presença chegar sorrateira por trás de mim. O peitoral dele me cobriu, o filho da puta deixou o volume da pica sarrar na minha bunda de propósito e me encoxou, até mexeu pros lados pra roçar com gosto. Depois apertou minha cintura e me puxou pra trás, na intenção de encaixar nós dois.
- Que porra é essa?!
- Calma que eu tô ligado que tu gosta, viadão. Hehehe!
- Aff, Yuri! Tinha que ser. Já veio esculhambar meu esconderijo, né?
- Teu não. Nosso.
- Eu cheguei primeiro, mete o pé.
- Mete o pé é o caralho, sempre me escondi aqui. Fora que... – ele tirou o cigarro de trás da orelha, acendeu o isqueiro e puxou a fumaça branca pros pulmões. – É daqui que eu legalizo, tu que tá invadindo minha área. Cai fora, tchola.
- Esse cheiro é de...? – respirei fundo e senti o perfume da erva queimando. – Cê tá maluco, cara?! Vai explanar a gente na brincadeira e ainda vamo tomar esporro da tia Zilda, porra! Apaga isso, seu-
- Ah, ô, dá um tempo! Larga de viadagem, Pablo! Vai começar a frescurada?
- E se descobrirem, Yuri? Isso deixa cheiro. Vão perceber seu olho vermelho, não inventa ideia. Por favor, tô pedindo.
- Relaxa e goza, primo. Fuma essa porra. – o molecão largou o beck na minha boca, eu inventei de dar duas tragadas e é a partir desse ponto que a fazenda da tia Zilda vira fumaça na minha mente.
Eu já tava sob a tensão sexual dos meus primos e tirando várias casquinhas desde sexta-feira, só que a erva fez meu sangue borbulhar, a carne entrou em febre e meus pensamentos sublimaram junto com a nuvem densa. O tesão veio à tona, fiquei à flor da pele e passei a enxergar o primo marrento com outros olhos.
- Pablo? – ele me chamou e eu não ouvi.
Ou melhor, até ouvi, mas não reagi. O baseado me relaxou demais e eu concentrei em observar o corpo magro e veiúdo do Yuri, vulgo Magrão. Sua pele morena e tatuada transpirou, ele ajeitou o short na cintura e deixou as descidinhas de fora, junto com a trilha de pelinhos sob o umbigo. Quando dei por mim, já estava na quinta tragada, perdido em manjar e admirar suas veias dos braços, mãos e pés.
- Pablo? Tá olhando o quê, cuzão? Passa a bola, porra! Nem queria fumar, agora casou com o baseado? Viciado do caralho. Hehehe! – ele gastou minha onda.
- Cê não vale nada. Vem cá, tem vergonha de andar sem cueca não? – eu tava chapado, saiu sem querer.
- Coé, viado, dá pra ver?
- Claro que dá! Ó só a cabecinha. – apontei na direção do short, cheguei o dedo perto da glande e o cretino não se intimidou.
- E tu fica manjando, é, vacilão? Mó manja rola do caralho. Fica olhando não, pede pra ver que eu mostro.
- SÉRIO?! – caí na brisa dele.
- Não! EUHEUHE! Comédia. Perde a linha fácil. Se orienta, Pablo. Pega visão, pô. – Yuri empurrou o dedo na minha cabeça e implicou comigo.
- Sai, sossega. Me deixa, quero curtir a onda sozinho e preciso me esconder. Faz silêncio aí.
- Hm, já é.
A brisa não acertou só a mim, pelo visto pegou ele também. O sem vergonha sentou de costas pra um caixote, esticou as pernas e deixou os chinelos Kenner caírem dos pés, ficando com as solas branquinhas viradas na minha direção. Depois fechou os olhos, deu mais puxadas no beck e sua mão esquerda deslizou em direção à mala deitada.
- Foda é que... – Yuri falou baixinho, enquanto o dedo rodopiou por cima da glande.
- Foda é que...?
- É que eu fumo um e dá logo vontade de meter. Ó como é que eu fico, viado. – ele pegou o volumão da piroca no pano, suspendeu e eu me senti aterrorizado com o tamanho da protuberância dentro do short.
Esse movimento de erguer a pica também fez o sacão se deslocar, daí eu vi o par de bolas do meu primo se mover no tecido conforme ele apertava a rola. Meu instinto falou alto, eu saí de onde estava e fui pro caixote, na intenção de ver mais de perto. Sentei do lado dele, manjei na cara de pau e o sacana riu.
- O que tu quer aqui?
- Cê tá galudo, né? Aposto.
- Hehehe. Tô mesmo, paizão. – esticou o calção pra tentar se ajeitar e dar uma disfarçada, porém a massa de caralho continuou curvada e chamativa.
Mais uma tragada, seus olhos diminuíram de tamanho, avermelharam, e Yuri relaxou no chão, de pernas abertas e largadão. Ficou à vontade na minha presença, me olhou e não disse nada. Mas a vara disse: a caceta pulsou sozinha na roupa, deu um tranco violento e ele desistiu de esconder o tesão.
- Sabe que... – elaborei bem as palavras pra não desperdiçar nosso momento a sós. – Ontem eu te chamei de priminho, mas agora tô vendo que cê cresceu mesmo. Bem que você disse que agora é primão, Yuri.
- Não tenho por que mentir, meu parceiro. Bagulho aqui é grande. – ele segurou no talo da peça, apontou ela pra cima e eu fiquei SECO de sede pra mamar, e olha que vi apenas o volume na roupa.
- Posso ver?
Minha pergunta deve ter quebrado o clima, porque ele me olhou de cara feia, não respondeu e eu fiquei no vácuo. Nem soube o que dizer depois disso, então achei melhor sossegar no meu canto e seguir no esconde-esconde dos primos. Foi aí que aconteceu.
- Tu pediu com tanto jeitinho que eu vou deixar. – Yuri ensaiou a punheta no short e respondeu baixo, como se fosse o mais absoluto segredo. – Mas tu dá tua palavra que esse bagulho fica entre nós?
- Claro. Só entre a gente, ninguém precisa saber que eu vi teu pau.
- Já é. Se liga como é grande, viado. – puxou a saída da perna do calção, atravessou a madeira pra fora e...
Não sei nem por onde começar.
- MISERICÓRDIA, YURI!
- Qual foi? Curtiu não?
- Você tem 17 e tá andando armado na fazenda, moleque?! – zoei.
- 17 nada, fiz dezoitão já. Esqueceu? Aqui não tem de menor, não, já sou de maior. Ó o de maior, ó. Hehehe! – ele abriu minha mão e deu com a pilastra nela.
Chegou a fazer aquele barulho de carne batendo, sabe? Por conta do peso exagerado. Meu primo é moreno jambo e magro, mas a piroca dele é coisa de MALUCO, totalmente desproporcional ao corpo.
- E aí, gostou? Tá com essa cara de espanto até agora, cuzão. – ele deu a primeira descascada e mostrou o prepúcio folgadão, com a pele carnuda, delgada e mais escura.
- Tô chocado, cara! Sem palavras! Me diz uma coisa, já mediu alguma vez?
- Nunca. Medir pra quê?
- De curiosidade, ué. Pra saber qual é o tamanho do teu brinquedo, nunca?
- Preciso disso não, viado. O importante é usar, pô.
- Deve ter o quê, uns 20, 21cm? Olhando daqui, com certeza. Cê tem mais centímetro de rola do que anos de idade, isso não existe!
- Iiiih, qual foi? Tá viajando, Pablo! Tehehe! É só um pau, filhão, segura a onda.
- Só um pau não, é o seu pau. E que pauzão da porra! Ó. – peguei na base, arregacei e a cabecinha rosa deu o ar da graça.
Yuri permitiu meu toque e eu me deliciei com o cheiro forte da pica, até lambi os beiços. Mas na mesma medida que deu permissão, ele ficou me olhando atravessado e desconfiado, pois percebeu que foi difícil eu conter a emoção com um cacetão em mãos.
- Fala tu, tô aprovado?
- 100% aprovado! Aprovado com menção honrosa!
- Se eu fosse viado, teria chance contigo e com teus amiguinho que dão a bunda?
- Posso ser sincero? Não tô nem aí se essa for mais uma das suas zoações e você me gastar depois. Eu engoliria uma piroca dessas O DIA TODO, Yuri. Não deixaria você sair da cama pra nada, fala sério! – me empolguei no vai e vem da minha mão no porrete.
- Heheheh! Gosta muito, né, viado? Puta merda... Tô de gastação não, pô, perguntei sério. Papo é reto.
- Pena que você é hétero. Rola nem uma chupeta no sigilo? Prometo que ninguém fica sabendo, segredo nosso. – tentei.
- Pronto, começou a frescura. Já deixei tu ver e pegar, não tá bom? – o marrento ficou de pé e a giromba pareceu ainda maior nessa posição.
- Tá bom, tá ótimo. Mas sempre dá pra melhorar, não acha? – eu ajoelhei e fiquei na altura certa dela, praticamente cara a cara com aquela penca de caralho monstro me olhando.
Mais comprido do que grosso, maior que um palmo de extensão e com a glande soltinha parecendo um morango. A ideia do Yuri era só mostrar e deixar eu pegar, mas eu disfarcei o início de uma punheta gostosa pra ele, acabei deixando a marreta animada demais e ela massificou nos meus dedos.
- Só uma linguadinha na cabeça, vai? Ninguém vai saber, primo.
- Não, Pablo, não viaja.
- Poxa... – segui nas mãozadas, extraí os primeiros filetes de babão e viajei na curvatura do pau. – Tá até babando, ó.
- Falei que tô com tesão, pô. Isso que dá ficar mexendo na minha pica, ela baba logo.
O caralho passou da meia bomba, entrou no início da ereção e cresceu curvado pra baixo, no ângulo perfeito pra escorregar na garganta. Alisei as pernas do meu primo com uma mão, segurei os culhões dele na outra, voltei à punheta e foi aí que ele se ligou no que eu tava fazendo.
- Brinca muito, viado. Quer ver leite, né?
- Já que cê não deixa eu mamar, podia pelo menos gozar na punheta, vai?
- Pablo, Pablo... Tá cada dia mais sem noção, seu fresco. – ele amarrou a cara, cruzou os braços e ostentou a marra de sempre, mas não se afastou, tampouco tirou minha mão do cacete.
Aproveitei a oportunidade pra ficar mais à vontade, cuspi na mão e massageei as bolas dele enquanto fiz movimentos circulares na glande, como se estivesse espremendo laranja no espremedor. Yuri se abriu todo, mordeu a boca, esticou o corpo e seus pelos das pernas arrepiaram, os dedos dos pés contorceram de tesão.
- SSSS! Filha da puta! Se continuar nessa, vai acabar vendo mingau mesmo! – ele suou de tesão na mão amiga.
O novinho se empolgou na masturbação, debruçou na ponta dos pés e começou a fazer movimentos pra frente e pra trás com a cintura, meio que fodendo minha mão. Ele não se contentou em ficar parado e ser masturbado, Yuri teve que se sentir metendo.
- Pior que dá pra fingir que é uma bucetinha quente no meu pau, ó! Hehehe! FFFF! Não se compara, mas dá pra enganar.
- Sei de uma coisa muito mais quente que a minha mão, Yuri.
- Mané mamada, Pablo, cismou com essa porra. Não vou deixar tu mamar meu pau, esquece.
- Tudo bem, o pau não. Mas e o saco? As minas chupam teu saco? – tentei.
Ele abriu bem os olhos vermelhos, ergueu uma sobrancelha e me encarou, de braços cruzados e cara fechada.
- Tu acredita que as mina da Pavuna não chupam bola, cuzão?
- Não?! – me fiz de incrédulo.
- Papo reto, filho. Fico bolado. Pior que me amarro que chupe meus ovo.
- Gosta, primo? – botei a mão no volume do calção.
- Meu ponto fraco, mano. Não viu que eu fiquei galudo quando tu pegou meu saco lá no galpão? Gosto muito. Como, bagulho doido. Hehehe. – ele chegou o corpo pra frente e me deixou patolar à vontade.
- Bom, já que é assim...
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