Comendo a Sobrinha CAVALA na Festa da Família

Um conto erótico de BunnyBlond
Categoria: Heterossexual
Contém 1699 palavras
Data: 30/03/2026 13:17:37
Última revisão: 30/03/2026 13:18:22

Era um jantar em família, todos reunidos e aquele clima chato de parentes que a gente mal se fala. Você não parava de me olhar a festa inteira. A sobrinha safada que cresceyu e tinha virado uma cavala de academia.

Loirinha, 23 aninhos, 1,55 de altura e a carinha de ninfeta sapeca querendo rola.

Um vestidinho curto, deixando as minhas pernas de fora. As coxas grossas a bunda grande, a calcinha fio dental marcando na traseira do meu vestido. Um sorriso de menina comportada e olhar de safada provocadora. Você sabia muito bem a cachorra que se escondia na sua sobrinha inocente.

As cruzadas de perna com o vestidinho curto, as coxas grossas brilhando na sua cara, a troca de olhares em silêncio, a família toda em volta e você só lembrava de como me socou todinha empinada na pia do banheiro. Os nossos olhares nunca mais foram os mesmos depois daquele dia.

Você me ofereceu uma carona pra casa e a gente sabia muito bem em como aquilo ia terminar...

Olá, sou a Bunny. Patricinha comportada, escritora de contos e viciada em provocar os tarados. Vou postar umas fotos do conto de hoje no meu Telegram @bunnycontos pros leitores imaginarem melhor o tamanho da minha sainha e as minhas coxas grossas de fora.

Também posso mandar vídeos peladinha e de sexo dos contos. Quem quiser, pode me pedir no meu telegram ou no email bunnycontos@gmail.com

Uma carona pra casa no seu carro. A luz da noite do lado de fora. O meu sorrisinho de sobrinha sonsa querendo te provocar. Eu retocava o meu batom, me olhando no espelho, esperando borrar ele na sua boca em alguns minutos. Você me perguntava como andavam as coisas, só pensando em comer de novo a sua sobrinha da bunda grande.

Eu puxava a barra da saia do meu vestidinho pra cima. Cruzando mais as pernas e deixando as minhas coxas todas de fora. A cada cruzada e descruzada, eu deixava a mnha calcinha aparecer. Voc~e não sabia se olhava pra estrada ou pro meio das minhas pernas.

A minha risadinha de putinha sonsa adorando a sua reação. Abrindo mais as pernas e deixando a minha bucetinha na sua cara. Passando o batom como se fosse uma piroca na minha boquinha.

Com o meu telefoninho filmando e fazendo selfies. Puxando o vestidinho pra cima, com carinha de safada pra câmera do meu celular. Os leitores tarados que quiserem esses vídeos podem me pedir nos meus contatos.

Uma música tocando no radio. Eu dançava rebolando sentadinha, sem sair do lugar. Os meus peitinhos quicando dentro do meu decote. Batendo um no outro. Te provocando ainda mais. A sobrinha piranha queria pica!!!!

Acabamos parando numa rua vazia e escura no meio da madrugada. Você me olhava com cara de tarado. Eu entendi a sua intenção. O silêncio deixando a tenbsão sexual explodir dentro daquele carro.

A gente se beijou ali mesmo...

As suas mãos foram direto nas minhas coxas. A minha mente divida entre o certo e o errado, e a minha bucetinha só querendo pica pra apagar meu fogo. Você me segurava firme pela cinturinha e eu jogava as minhas pernas no seu colo. No banco do carro, sem muito espaço e com muito tesão.

A rua escura, apenas as luzes dos prédios em volta e as pessoas dormindo em suas casas. O silêncio da noite sendo quebrado pelos barulhos de beijos e amassos no banco do carona. A sua mão entrando por dentro do vestidinho de uma ninfeta e sua calcinha branca, toda babada de tesão pela minha xaninha de sobrinha comportada.

Apesar de mais nova, eu era a mais tarada naquele carro. Você conduzia a situação, mas era eu quem te dominava com o meu olhar e as minhas pernas enroladas em volta do seu corpo. As minhas mãozinhas abrindo a sua calça e puxando o seu pau pra fora. Eu te encarei com cara de cachorra, te olhando no fundo dos seus olhos, segurando a sua piroca na minha mão.

As alcinhas do meu vestidinho caindo pelo meu ombro, a minha respiração ofegante, as mordidinhas que eu dava na própria boquinha, fazendo carinha de putinha querendo rola com seu pau na mão. Eu arranhava a base do seu caralho grosso com as minhas unhas. Te arrancando gemidos e fazendo seu corpo tremer.

Minhas pernas abertas, meu vestido levantado, a minha calcinha branca escancarada na sua frente, o meu olhar de piranha provocadora segurando o seu pau. Algumas janelas com luzes de TV com pessoas em suas casas, e a gente se pegando, protegidos apenas pelo vidro escuro do carro.

A alcinha do meu vestido já tinha tombado pro lado, deixando um dos meus seios escaparem na sua frente. Você segurou, apertou e deu uns beijos nele. A noite caindo lá fora do carro e eu segurando uma rola lá dentro. A sobrinha gostosa com os peitinhos de fora e uma piroca na mão.

Era tanta coisa de uma vez só, que eu só desliguei o cérebro e deixei o tesão comandar as minhas ações.

O vestidinho de menina de família já tava todo levantado e a minha calcinha branca arrastada pro lado. A minha bucetinha tentando respirar do fogo que saia de dentro dela. O meu peito sendo chupado com fome e vontade, ao mesmo tempo que eu sentia os seus dedos esfregando os lábios da minha xaninha.

A cada mordiscada nos meus peitos, eu só me arrepiava toda e abria mais as pernas pra sentir os dedos maliciosos me bolinando gostoso.

A gente se contorcia no banco do carro, e eu nem sei mais descrever em que posição que eu tava. Sentadinha, de pernas abertas, com a sua mão na minha xota e um cacete na minha. O banco todo abaixado, você me beijando meu corpo, eu toda arrepiadinha, e alguns carros passando na rua de vez em quando.

Uma boca no meu peito, uma mão na minha buceta, a respiração quente no meu pescoço e uma pegada firme na minha cintura. Eu queria pica, eu já começava a gemer pedindo isso...

- Vaiiinnn tioooooonnnn... Me coooooooooome....

Eu sabia fazer beicinho de patricinha manhosa pra pedir as coisas. Pedindo rola só surtava mais a sua mente, querendo devorar a sobrinha safada que te provocava sempre.

Você enfiou uma mão de cada lado, segurando as laterais da minha calcinha e puxando, enrolando ela pelas minhas coxas. Tirando de uma vez por cada pezinho, e me deixando toda exposta e oferecida pro meu tio pervertido. A sua sobrinha de pernas abertas e bucetinha de fora pedindo pica. Você não ia me negar isso rs.

Com meus braços me segurando em volta do seu pescoço, e as minhas pernas enroladas na sua cintura. Eu sentia a cabecinha da pica encostar na minha xaninha de ninfeta. A família toda na festa, e você comendo a filha da sua irmã no meio da rua. Isso era sacana demais, por isso que me deixava alucinada de tesão!!!

- Vaaainnnnn tioooooooonnnnnn..... Me come gostosooonnnn...

Eu falava manhosa e ofegante. Você me apertava e empurrava o caralho na xota da novinha. No banco do carro, no meio da rua, no meio da noite. NO MEIO DAS MINHAS PERNAS.

Eu suspirava, prendia a respiração, mordia a boquinha e contorcia os dedinhos dos pés, tudo ao mesmo tempo. Deitadinha no banco do carro com você por cima de mim. Eu te segurava firme com as minhas coxas enroladas em volta do seu quadril. Você me abraçava com os braços em volta do meu corpo e empurrava pica na sua sobrinha safada.

Metade da piroca dentro de mim, eu queria logo todo o resto. Eu tava bêbada, tarada e pedindo pica!

- Ainnn caralho gostosooonnnn... Soca com força, socaaann...

- Sua novinha safada... Cachorra gostosa!

- Sounnn... Sou uma cachorra... Come a sua cachorra, come!

- Cachorra! Vagabunda!

- Ainnn tioooooonnnn...

A minha bucetinha alargando sentindo a sua piroca toda dentro. As minhas perninhas enroladas em volta da sua cintura. A minha boquinha tremendo de tesão e nervosa. A minha respiração ofegante. Os beijos dele no meu pescoço. O vai e vem ritmado do seu quadril pra dentro de mim.

UM CARALHO GROSSO ME COMENDO TODINHA!!!

- Ainnn socaaannn... Ainnnn me fóóódii... Ainnn tioooonnnnnnnnn...

No banco do carona do carro. Com o vestidinho levantado na minha cintura, a calcinha perdida e meus seios de fora. No meio da rua, com as luzes dos apartamentos no meio da noite. Não estava muito confortável, mas eu tava curtindo. O tesão fazia a gente esquecer o espaço apertado. A minha bucetinha era mais apertada que o carro e cabia toda a sua piroca dentro.

As pessoas em casa vendo TV nos prédios em volta, e você metendo pica na sua sobrinha vagabunda.

Meus peitinhos chacoalhando a cada cravada que você me dava. Os meus gemidinhos ficando mais alto. O vidro do carro ficando embaçado. Os meus pezinhos balançando no ar. A piroca me comendo todinha. E a minha bucetinha toda babada levando vara do meu tio tarado. Você me olhava com fúria, tara e prazer.

Deve ter durado uns 5 minutos, mas pareciam 5 anos na minha cabeça. Eu não sabia se torcia pra acabar logo, ou tentava aproveitar o momento. Levando trancos, gemendo alto, revirando os olhinhos e sentindo o caralhão grosso do meu tio tarado. Eu gemia escandalosa, querendo gozar e te provocar ainda mais

- Ainnn ainnnnnnnnn soca soca soca soca... me FÓÓÓÓÓÓDIIIIIIIIIIIIIIIIINNNNNNNNNNN!!!!

Você me fodeu. E me fodeu gostoso. Se acabando enroscado no meio das minhas pernas. Com a gente caindo sem forças e sem fôlego no banco do carro. Eu ainda precisava da minha carona pra casa. E a gente não podia demorar, pra ninguém perceber nada. Essas transas inconsequentes e escondidas são sempre mais intensas e gostosas.

Você me deixou na porta de casa, mas ficou com a minha calcinha branca de presente. Eu dei um xauzinho de sonsa me despedindo e um sorrisinho de putinha que sabia que ainda ia levar mais pica do meu tio safado comedor de novinhas.

Eu escrevo mais contos pra vocês sobre isso rs. E quem quiser as minhas nudes e vídeos dos contos, só mandar mensagem nos meus contatos

telegram @bunnycontos

ou email bunnycontos@gmail.com

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive BunnyBlond a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários