Estava fazendo amor pela primeira vez com minha mãe Paula, minha irmã biológica e consegui a fazer gozar a excitando prometendo a engravidar. Gozei com ela muito forte e segundos depois quando os jatos terminaram, voltei a estoca-la com vigor a balançando na cama como antes.
Seu corpo tremia tanto que a cama toda trepidava e para completar minha felicidade, minha outra mãe gozava nos assistindo sentada na cabeceira da cama se masturbando vindo em minha mente um desejo que confessei a ela semanas atrás, de comer uma das duas enquanto ela faria amor com a outra.
Pensar que não era mais impossível só aumentou meu tesão que não foi totalmente apagado com um gozo depois de tanto desejar Paula e ela ser ainda mais gostosa do que imaginei.
Meu pau não diminuía e se ela não estivesse desconfortável depois de seu orgasmo terminar e me mandasse parar, gozaria mais um vez e tentaria o impensável de a fazer gozar uma segunda vez.
Como iria continuar, decidi dar uma alivio e assim que percebi seu gozo perdendo forças, diminuiu o ritmo pela metade. A primeira coisa que fez após se recuperar de seu orgasmo foi olhar para Lorena parecendo se desculpar por ter tido aquele gozo imenso comigo. Não falou nada, mas Lorena também percebeu o mesmo que eu.
– Não se preocupe. Comigo também é assim intenso. É diferente do que temos uma com a outra, mas é impossível dizer que um é pior do que o outro.
Paula balançou a cabeça parecendo aliviada e olhou para mim. Só de minha mãe Lorena dizer que fazer amor comigo era tão bom como o que tinham entre elas, já me deixou empolgadíssimo, mas Paula me deixou ainda mais.
– Você usou muito bem suas armas e me convenceu a continuarmos, mas terá que cumprir a promessa de me engravidar.
– Com certeza eu vou, mas teremos que fazer muitas vezes pois pelo que li, seu ovulo pode ser liberado a qualquer dia. Nesse momento ainda não estou satisfeito e preciso gozar mais uma vez a não ser que você esteja desconfortável. Mais esperma, a provoquei.
– Sério isso? Me pareceu que você gozou muito forte.
– Muito, mas você é gostosa demais e esperei muito por isso. Tudo bem se não quiser.
Ela sorriu pelo elogio declarado.
– Eu te disse que ele é perigoso Lorena. Conseguiu tudo o que queria e ainda me deixou na obrigação de transar sempre que puder, falou sorrindo para minha outra mãe.
– Ele conseguiu mesmo e comigo também fazemos amor sempre que possível. Ele só tem que respeitar nossos trabalhos e quando estamos cansadas, mas teve um dia que ele me fez uma massagem ultra relaxante que ajudou muito. Peça para ele fazer.
– Eu vou. Voltando ao assunto, quem disse que eu não quero de novo? Só não acho que consigo gozar outra vez, Paula falou.
– Acho que eu consigo outro para você, agora que aconteceu o primeiro.
– Está se achando hem?
– Me diga com sinceridade. Tirando o orgasmo que não tem como esconder, me fale se gostou de fazer amor com seu filho, que por acaso é homem, sorri.
– Adorei. Adorei. Não como adoro com a Lorena porque envolve outro tipo de amor, mas por te amar foi muito bom.
Olhei para ela espantado que sorriu diante de meu choque, mas quando olhei para Lorena ela estava tão espantada quanto eu.
– Amo você duas mais do que tudo em minha vida, então muito obrigado por me deixarem participar da relação que têm. Nunca vou me intrometer e atrapalhar a relação de vocês.
Por incrível que pareça meu pau duro como pedra ia e vinha em sua bucetinha encharcada de meu esperma, mas impressionantemente ainda apertadíssima.
– Desde que nasceu, você é parte de nossa relação, só que agora mudou o modo de participar e se me engravidar vai mudar de novo pois será o pai do filho que será igualmente meu e de sua outra mãe, como você é nosso filho.
– Vou amar realizar seu sonho mãe. Será linda gravida, só espero que eu possa fazer amor com você.
– Hummmm. Se a médica permitir e eu não estiver sem vontade por estar gravida, claro que faremos, mas muito longe do jeito que você fez comigo agora, pois terei que ter muitos cuidados por minha idade e situação, falou sorrindo.
– Eu te machuquei? Me desculpe.
– A Lorena disse que ficou dolorida vários dias. Acho que vai acontecer o mesmo comigo, mas não sinto nada machucado.
– Eu quero gozar de novo, falei descarado tirando um sorriso dela.
Paula virou-se para Lorena.
– Amor, você já me ajudou demais me dando apoio em minha primeira vez, então se for de sua vontade sair estou te liberando. Veja bem, só estou preocupada com você, mas você é quem decide.
– Quero ficar. É muito emocionante e excitante ver minha esposa fazer amor com nosso filho.
Entrei na conversa lembrando que Paula não tinha visto Lorena se masturbar e gozar.
– Tão excitante que ela se tocou e gozou nos assistindo, falei para Paula.
Ela voltou a olhar para Lorena.
– Verdade amor?
– É sim. Foi lindo.
– Pena que não vi, ou teria gozado ainda mais forte.
Eu tinha terminado de realizar meus desejos e decidi ir com calma para não perder o que conquistei, mas tinha vontade de falar as duas, que poderíamos sempre repetir com elas juntas quando tivessem folgas no mesmo dia, de preferência também fazendo amor entre si me deixando assistir ou participar. Quem tem pressa come cru e decidi aproveitar o que eu já tinha. Só não esperava o que aconteceu depois, ainda mais vindo de Paula.
– Quanto mais esperma, mais chances, provoquei Paula aumentando o ritmo do tira e põe.
– Ahhhuuu. Seu safado. Desse jeito, qualquer dia vai querer suas duas mães juntas com você.
Ou ela foi muito ingênua ou muito safadinha, mas acho que ingênua não chegando e pensar nessa possibilidade. Fiz um olhar perdido tentando disfarçar que ela tinha dito o que eu realmente queria. Foi impossível Paula não perceber e me deu dois tapas no braço, nada forte.
– Não acredito. Não basta ter uma ou a outra, quer as duas juntas? Onde você ficou tão safado?
Acelerei as estocadas a uma intensidade pouco menor do que aquela anterior já a afundando no colchão e fazendo nossos corpos estalarem.
– Auuuhhnnn. Aunnmmmm. Aihhhh, ela gemia de novo, mas não era assim que conseguiria a fazer gozar de novo.
– Foi aqui em casa com vocês por serem tão gostosas. Mães gostosas deveriam ser proibidas de terem filhos homens, brinquei.
Paula sorriu.
– Ahhhhhhh. Acho que o contrário também é valido, pois se não tivéssemos tido um filho tão lindo e gostoso não teríamos caído em sua conversa. Ahhhhuuu. E com um pau tão gostoso mesmo sendo um pau.
– Eu quero que você goste tanto dele que me peça para fazer amor com você.
– Aaaiiihhhnnnnn seu safado. Não basta ter conseguido, ainda quer me dominar?
– Não quero te dominar. Só quero que você goste de meu pau da mesma forma que gosto de sua bucetinha. Ohhhhhhh. Ela é uma delicinha.
– Quem sabe? Você está no caminho certo.
– Vou te fazer gozar comigo.
– Faça isso. Me faça gostar dele como você quer. Auuuhh.
Meu truque secreto foi diminuir a intensidade de minhas penetrações, me deslocar por cima de seu corpo poucos centímetros e fazer que a cada entrada e saída meu pau saísse e entrasse torto e prensado entre nossos corpos friccionando seu clitóris. Quando sentiu pela primeira vez, seu olhar para mim foi de espanto.
– Assim é diferente. Gostoso. Ahhhhmm
– Meu truque secreto para mamães gostosas que tentam resistir, brinquei.
– Ahhimmm. Ahhhuuuu. Auuhhh. Não quero mais resistir, já me entreguei filho.
– Ohhhhh. Foi a primeira vez que me chamou de filho fazendo amor. Me chama mais.
– Filho. Filho. Você vai me fazer gozar de novo. Hummmmmmmm.
– Goza mãeee. Fico tão feliz de fazer minhas mães gozarem. Vou gozar com você e te dar mais esperma. Tenho certeza que vou engravidar um dia. Uhhhhhhh.
– Desse jeito também já estou acreditando. Ahhhhhhhhhhhuuuuuuuuuummmmmm, estou gozaaando de novo filho, gritou como se não acreditasse.
– Eu também mãeeeeeeeeeeee.
Praticamente drenei minhas bolas pois injetei mais um grande volume de esperma em minha delicioso mãe Paula, desta vez sem parar de pôr e tirar esfregando seu grelinho. Estava triste de estar acabando, mas feliz da vida de a ter feito gostar de fazer amor comigo.
Em minha mente já antevia dias muitos quentes fazendo amor com minhas lindas mães, só respeitando seus trabalhos e merecidos descansos, mas com Lorena com quem já fazia amor, fazia muito mais de 2 vezes por semana como ela estabeleceu no início. O segredo foi a fazer querer meu pau como eu queria sua bucetinha e logo Paula iria ansiar por meu pau se dependesse de mim.
Terminei de gozar e continuei meu movimento até que Paula também terminou e desta vez, para não abusar demais, saí de cima dela e deitei do lado oposto onde Lorena estava sentada e como ficamos os três lado a lado, não perdi a oportunidade.
– Essa cama nos comporta os três. Não todas as noites, é claro.
As duas sorriram, Paula se recuperando deitada e de olhos fechados e Lorena me olhando safadinha. Após nos recuperamos, eu e Paula precisávamos de um banho, então ousei.
– Sei que já ganhei muito hoje e se disser não tudo bem, mas podemos tomar banho juntos mãe, perguntei para Paula.
– Depois daquele tratamento em meu corpo antes, não tenho mais nada para esconder mesmo, então podemos.
Me senti muito ousado querendo mais.
– A Lorena poderia ir conosco. Sempre tomo banho com ela e você também deve tomar. – Nem tanto por causa de nossos horários diferentes. Por mim, tudo bem, mas sem sacanagem. O que você acha amor, perguntou a Lorena.
– Eu topo.
– Vou dar banho nas duas, sem sacanagem. Vou achar que morri e estou no céu.
Elas riram.
– Nem nos dá chance de recusar, falou Paula brincando.
– Quem sabe depois minhas duas mães me deem banho ao mesmo tempo. Nunca tive isso.
Elas riram de novo, parecendo felizes como eu.
– Você não lembra, mas já demos sim. Na banheirinha uma segurava e outra lavava, falou Lorena.
– Eu devia adorar esse banhos, brinquei.
– Adorava nada. Só chorava.
Rimos e nos levantando fomos para o banheiro do quarto delas onde havia um box bem generoso. Depois que Lorena se despiu o contraste entre duas mulheres tão visualmente diferentes, mas ao mesmo tempo lindas e perfeitas era um privilégio sem igual. Molhadas elas estavam um tesão incontrolável, mas como Paula falou ensaboei e enxaguei aquelas duas deusas com o mínimo de sacanagem, porque sem nenhuma foi impossível, mas não fui chamado atenção.
Tomamos o café da manhã animados e saímos para almoçar fora juntos, o que não era sempre que conseguíamos e mais tarde queria fazer amor de novo, mas sentia que não deveria abusar com Paula e não queria tirar Lorena da companhia de sua amada porque não tinham muito tempo para namorar. Fiquei quieto em meu canto revivendo aquele dia que fora um dos melhores de minha vida.
Nos dias seguintes, sempre por iniciativa minha, comecei a fazer amor com Paula frequentemente e ela foi mais receptiva do que imaginei que seria, pois parecia mesmo empenhada em tentar engravidar. O frequente dela era menos do que o de Lorena por ser chefe de UTI e ter mais carga horária.
Com seu corpo maior e mais tonificado, podia ser mais intenso com ela, que surpreendentemente gostava e se ainda não tinha coragem de contradize-la, em minha mente já sabia que não era só lésbica, pelo menos comigo seu filho.
Estávamos fazendo naqueles primeiros dias amor apenas no papai e mamãe porque não queria ir para posições em que a mulher fica muito submissa não a assustando. Por mais que ela tenha dito que eu devia usar minhas armas, as usaria progressivamente afinal ela era uma lésbica convicta até há poucos dias.
Uma manhã de sábado quando ela chegou cansada, estressada e toda dolorida pela manhã e Lorena tinha saído para seu turno, ofereci-me para massageá-la como Lorena tinha sugerido a ela. Sério que minha intenção era mesmo só a relaxar pois na situação que estava não teria vontade de fazer amor. Ela reclamava muito da tensão nas costas, ombros e pescoço durante o café da manhã.
– Mãe, quer que eu faça massagem? Lembra que a Lorena falou que faço bem. Prometo que só massagem mesmo porque você está muito cansada.
Ela pensou um pouco.
– Quero sim, só que talvez eu durma durante.
– Será ótimo, pois mostrará que consegui te relaxar um pouco. Assim que você terminar o café, deixe que depois arrumo tudo, vamos lá para seu quarto. Você fica nua e eu de roupa para não achar que estou querendo algo.
– Você sempre quer, falou sorrindo.
– Com as duas mães lindas e gostosas quero mesmo, mas sei a hora certa e nesse momento minha intenção é só mesmo te relaxar. Com certeza vou ficar duro, mas não passará disso, por isso ficarei com o pijama.
Quando fomos para seu quarto, Paula pegou 2 toalhas grandes e esticou no centro da cama e pegou um óleo que usava para fazer massagens nas pernas me pedindo para usá-lo. A ver se despir era sempre um espetáculo da natureza, mesmo de sua roupa de enfermeira e lingeries muito básicas e confortáveis para o trabalho. Por eu sempre babar por sua nudez ela já parecia gostar de atrair minha atenção, afinal é uma mulher.
Como suas dores eram quase todas nas costas, primeiro pedi para que se deitasse de costas para fazer sua frente. Me ajoelhei ao lado de seu corpo sem conseguir tirar o olho de tanta beleza e já estava duro antes de toca-lo. Comecei por cima. Pescoço muito rígido, parte frontais dos ombros doloridos e depois os braços bem doloridos. Quando voltei ao tronco minhas mãos começaram a descer pelas laterais e passando dos seios fui para sua barriga sarada. Por nada queria que ela pensasse que eu tinha segundas intenções, mas eis que ela me surpreende. Seus olhos estavam fechados e ela tinha dado muitos gemidinhos até aquele momento de dor e de alivio, mas queria também cuidados com seu corpo.
– Passa também nos seios porque é hidratante.
Era um pedido nada sexual como minha intenção, mas como tocar aquelas perfeições sem esses pensamentos. Enchendo minha mão massageei seus seios como carinhos pois não tinham músculos para serem aliviados. Para meu deleite, Paula gemeu e seus mamilos se eriçaram, mas assim que espalhei o óleo, voltei para sua barriga e minha massagem nos pontos de músculos tensos.
Descendo para as pernas, sabendo que queria ser também hidratada, passei o óleo por sua bucetinha lisinha sem tocar sua fenda e então fui para a parte frontal de suas coxas musculosas e femininas lindamente combinando com o todo de seu corpo. Por ficar muito em pé e andar o tempo todo estavam bem rígidas e aos pouco ia sentindo que relaxavam.
Sempre de olhos fechado, Paula gemia como qualquer um de nós geme durante uma massagem de relaxamento e talvez pelas dores dos toques não dormia. Terminada toda a frente a virei de bruços expondo aquele bumbum monumental e como teria que por muita força nos dedos precisava de uma posição melhor.
– Posso sentar em suas costas para ter uma posição mais cômoda para colocar pressão?
– Pode. A Lorena tinha razão. Você faz isso muito bem. Está ajudando muito.
– Agora vem o pior e se doer muito peça que diminuo a pressão.
– Pode apertar mesmo que doa, pois sei que vai relaxar mais.
– Só não estranhe como estou lá embaixo. Te avisei que aconteceria.
– Nada que eu não tenha sentido bem mais fundo, brincou.
Me sentei sobre suas costas bonitas e coloquei tudo que tinha aprendido no corpinho de minha mãe Lorena, só que em Paula a intensidade da massagem tinha que ser mais forte. Fiquei por mais de meia hora soltando seus músculos do pescoço, ombros e alto das costas e o óleo ajudava muito a escorregar e passaria a usar também quando massageasse Lorena.
Paula sofreu muito, sendo impossível dormir e talvez a adrenalina na verdade a tenha despertado. Quando me avisou que estava bem relaxada naqueles pontos comecei a descer sabendo que ainda precisaria aliviar sua lombar, parte traseira das coxas e panturrilhas. Até a lombar foi bem e sabia que por trás daquele bumbum redondo haviam os músculos dos glúteos que eu deveria aliviar.
Desci por seu corpo ficando sentado em suas coxas próximo aos joelhos e comecei a massagear seu bumbum e mesmo sendo muito carnudo cheguei a seus músculos que estavam doloridos.
Paula gemia dizendo onde mais doía, mas também quando estava gostoso a relaxando. Fiz o impossível para resistir não transformar as apalpações em seu bumbum, em um momento sexual, mas logo após a batalha foi perdida.
Para massagear entre suas coxas, não daria com as pernas fechadas com as minhas por cima as prendendo, então saí de cima delas e me sentei ao lado de seu corpo novamente, mas na altura de suas coxas. Fiz um pedido que parecia sexual, mas era sério.
– Mãe, abra um pouco as pernas para que eu massageie o interno de suas coxas.
Não fazia nada de novo porque fazíamos amor e dias antes beijei e lambi cada pedacinho daquele corpo delicioso. Paula me atendeu abrindo-as sendo suficiente para minhas mãos grandes massagearem, mas ver seu lábios rosinhas melados detonou minha boa intenção e eu queria a comer naquela posição, o que ainda não tínhamos feito.
Mesmo a desejando iria me conter pois prometi não abusar da situação e Paula aceitava menos do que Lorena que seu filho quebrasse a palavra. Enchendo minha mão de mais óleo, comecei a massagear de leve a sensível região interna da coxa, até 1 centímetro de sua bucetinha e então voltava até a parte de trás do joelho.
Depois de 3 subidas, na quarta quando quase encostei em sua bucetinha e ia voltar, ela gemeu.
– Ahhhmmm.
Na seguinte gemeu de novo e na outra arrebitou o bumbum quase me fazendo toca-la, além de gemer.
Continuei cumprindo sua promessa para minha mãe Paula, pois tudo o que eu não queria era perder sua confiança, mas suas arrebitadas e gemidos, estavam me desestabilizando. Terminei uma coxa e fui a outra e ela continuou seus gemidos e arrebitadas. Sendo o filho mais respeitoso do mundo, com meu coração acelerado e meu pau pulsando desenfreadamente terminei as coxas e continuaria para finalizar em suas panturrilhas, mas quando ela percebeu, falou sem levantar o rosto do colchão e nem abrir os olhos.
– Espera, ela também quer ser massageada e hidratada, falou se referendo a sua bucetinha. Ahhhnnnn.
Paula não viu quando dei um sorriso enorme como um bobo, mas além do tesão, havia uma emoção sem igual porque pela primeira vez, algo sexual partia dela e não de mim, pois com certeza era sexual seu pedido com aqueles gemidos que deu antes. Alguns dias atrás disse a ela que meu sonho era que desejasse meu pau como eu desejava sua buceta, e se não fosse ainda o que estava acontecendo era um começo.
Não hesitei 1 segundo e liberei o desejo por minha mãe gostosa que tinha sido dolorosamente segurado até aquele momento. Fui atrevido pois em algum momento queria ser aquele que tomava as atitudes em nossos momento de sexo, mesmo que ela não fosse submissa como Lorena.
– Abra mais as pernas mãe, para que minha mão grande possa espalma-la.
– Ahhhmmmm, Paula gemeu abrindo muito suas pernas deixando um espaço que eu poderia me ajoelhar entre elas e era o que eu faria.
Antes melei minha mão de seu óleo de massagem e ainda ajoelhado ao lado de seu corpo a levei e espalmei toda sua bucetinha e a palma da mão próxima ao pulso estava em seu rego cobrindo seu cuzinho.
Ela disse que sua bucetinha queria ser massageada e hidratada, então comecei a esfregar a palma de minha mão para frente e para trás a massageando. Sentia seu calor infernal e seu caldinho se misturando ao óleo deixando tudo mais escorregadio.
– Ahhhuuuuu. Ohhmmmmm, Paula gemia e se contorcia.
A satisfação que eu sentia por minha mãe mais lésbica estar se entregando desse jeito, era como um gozo muito forte. Decidi que seu pedido também incluía massagear o interior de sua fenda pois fazia parte “dela” que foi como ela me pediu aquela massagem erótica.
Levei dois dedos ao interior fervente de sua rachinha e comecei a esfregar seu interior o massageando, não chegando ao clitóris para que não gozasse, mas chegando a seu rabinho escorregadio colocando muita pressão nele, sem o penetrar. Paula não poderia dizer que não era uma massagem aquele meu vai e vem de seu buraquinho vaginal até sua estrelinha clarinha como sua pele.
De repente mais uma das surpresas que quase me matou do coração.
– Aiinnn. Uhhmmmm. Está tão gostoso e relaxante. Acho que ficaria ainda mais se massageasse lá dentro, mas não com seu dedo. Ohhhuuuummmm.
Minha mãe Paula disse o que eu pensei ter escutado? Ela queria meu pau. Claro que sempre haveria a desculpa que eu era seu filho e uma exceção entre os homens, mas sua convicção de ser lésbica parecia estar ruindo. Foi tão impactante, que meus dedos e minha mão pararam por um tempo.
– Vem filho. Me come e me deixe mais relaxada me fazendo ter um orgasmo e assim aproveitamos mais uma chance de me engravidar, falou desta vez com os olhos abertos olhando para mim safadinha ainda com o rosto no colchão.
Saí daquele quase transe e se ela me pedia de bruços, queria naquela posição, mas eu tentaria algo mais ousado também, já que estava tão excitada. Dei mais umas esfregadas em sua fenda e cuzinho e tirando a mão passei por cima de sua coxa esquerda e me ajoelhei entre suas pernas.
– Ahhhhhhmmm mãe. Você nessa posição, de pernas abertas e toda cheia de óleo é do outro mundo e fui um herói resistindo até agora.
Ela girou um pouco o pescoço olhando por cima do ombro sorrindo.
– Foi mesmo. Essa é sua diferença para outros homens e se controlou como prometeu mesmo nessa situação mostrando que posso confiar em você cegamente.
Empurrei meu short e minha cueca até os joelhos e melei meu pau, já que ela pediu para que massageasse também o interior. Fui me inclinado e quando cheguei a seu rego e comecei a tentar achar a porta e penetrar, estava tudo tão melado de óleo que escorregava esfregando pressionando seu clitóris ou do outro lado seu cuzinho.
Paula não ficou brava e até brincou.
– Porta errada.
Eu poderia ter aproveitado a oportunidade de insinuar que um dia gostaria de usar aquela portinha, mas estava tudo tão perfeito que não quis arriscar, até porque queria muito mais do que só a comer de bruços.
Para me ajudar ela arrebitou aquele bumbum muito cheio e arrebitado pressionando minha barriga, mas meu pau achou o caminho e começou a escorregar para dentro. Mesmo com todo aquele óleo e sua lubrificação natural, foi entrando apertado naquele receptáculo tão perfeito para meu pau.
Deliciosamente tarada, Paula começou a jogar o bumbum para cima engolindo mais e quando chegou ao fundo se encaixando com perfeição colocando muita pressão em suas paredes vaginas, achei que ela não gozaria sem uma ajuda e fui com minha mão direita novamente para sua bucetinha por baixo de seu corpo arrebitado, mas ela a puxou de volta.
– Ahhhaaaaaa, estou tão excitada com essa massagem deliciosa que estou prestes a gozar e com certeza um só não vai dar. Não precisa me ajudar, mas me come gostoso com esse pau enorme.
Paula estava mesmo com muito tesão e nunca a vi tão excitada naqueles dias como naquele momento. Estiquei os braços e me apoiei para ter mais amplitude e comecei a estocar sua bucetinha oleosa aumentando o ritmo. Não entrava todo porque meu púbis era amortecido por seu bumbum muito redondo antes que chegasse ao fundo, mas não precisou ir. Não tinha dado um minuto.
– Estou gozaaaaaaaando tãoooooo forteeeeeeeee.
Estava tão excitado quando ela, muito por seu comportamento durante aquele ato como se tivesse sido a vida inteira hetero. Por ser eu, mamãe Paula não se inibiu em mostrar que estava adorando fazer amor comigo. Fui novamente um herói me segurando, pois queria gozar de outro jeito, se ela permitisse, e seria inesquecível.
Alimentei seu orgasmo a estocando com vigor, mas quando ela terminou, deixei sua bucetinha e me ajoelhei. Paula estava totalmente relaxada e esparramada na cama quando levei as mãos por baixo de seu corpo na direção dos ossinhos da barriga e comecei a levantar seu quadril do colchão.
– Agora fica de 4 mãe. Quero gozar assim, falei novamente de um jeito que parecia não permitir ser contrariado, mas é claro que ela tinha todo o poder de me contrariar.
Minha mãe Paula não fez isso e foi levantando o quadril com minha ajuda e esticando os braços para apoiar-se na cama. Quando ficou de 4, soltei se sua barriga e fui me sentando em meus calcanhares tendo aquela visão espetacular.
Apesar de curvas lindas, as de Paula não eram tão profundas com as de Lorena, mas naquela posição ficaram marcantes. Impossível descrever o que eu estava vendo e com certeza era o paraíso para mim.
– Eu não deveria ter posto você nessa posição mãe, me lamentei.
– Porque, não gostou, me provocou.
– Você elevou todos meu padrões e fora a Lorena que é tão gostosa, nunca vou me excitar com ninguém mais do que vocês duas.
Evidente que ela adorou o elogio, mas como mãe ficou preocupada com que eu falei.
– Vai ter que achar alguma que te excite, pois em 20 anos terei 60 e sua mãe Lorena 58. Você só terá 38 e será muito jovem ainda.
Achei que minha felicidade naquela manhã não poderia ficar maior depois de tudo que tinha acontecido até aquele instante, mas ela conseguiu. No que falou, ficou implícito que considerou fazer amor comigo para sempre, desse ou não um filho a ela e disse o mesmo sobre Lorena.
– Sei que vocês ainda estarão lindas e gostosas com essas idades e nesses 20 anos que teremos, já terei gasto 95% do meu estoque de gozos, então poderemos ir mais devagar sem que eu precise de mais ninguém.
Olhar para aqueles lábios rosinhas, seu cuzinho acima no centro daquele bumbum magnifico, já era de perder o controle, mas suas costas, seus ombros e suas coxas complementavam aquela obra de arte. Não resistindo mais fui me aproximando até que minha glande tocou seus lábios e os abriu. Era a primeira vez que via naquela posição meu pau grande demais para aquela bucetinha tão delicada. Devagar comecei a penetra-la sem dificuldade por ter saído há pouco dela.
– Ahhhmmm. Sério mesmo que você pensa assim sendo tão jovem?
– Muito sério mãe. Fui eu quem fiz vocês gostarem de fazer amor com um homem especial para vocês e tenho que me responsabilizar por isso a vida toda. E se eu conseguir engravida-la, para os outro serei só o irmão, mas em meu intimo saberei que sou o pai e não vou abandonar meu filho nem a mãe dele.
– Ohhh filho, estou emocionada. Tenho tanto orgulho pela pessoa que você se transformou. Você é tão jovem e pode mudar de ideia quando quiser, que estaremos bem, mas até lá você será o homem dessa casa.
Com duas coisas tão maravilhosas acontecendo ao mesmo tempo, também me emocionei.
– Sério mãe?
– Sério e não o homem da casa como conversamos naquele dia, fazendo só o que eu e a Lorena não conseguimos fazer como mulher. Você assumirá as responsabilidades e cuidará de nós. Vai ser tão mais fácil nossas vidas. Agora me come desse jeito que você queria, seu safadinho gostoso. Uhhhhhmmmm.
– Antes preciso te dizer algo mãe, falei terminando de enterrar meu pau parecendo ter ido mais fundo do que jamais foi pela pressão maior que sentia na ponta dele.
– Fale.
– Vai ser meu primeiro gozo e também não vai dar com todo esse tesão. Se você não estiver cansada demais vou querer outro com você em meu colo e depois mais um no papai e mamãe. Vou te pôr para dormir bem relaxada e bem cheia de esperma, falei safado.
– Vamos fazendo e vendo o que acontece. Não fizemos ainda sentada em seu colo. Deve ser bom.
– Muito bom, porque posso mamar ao mesmo tempo.
– Ahhhh, acho que vou querer.
Como fiz com Lorena no box quando a massageei enquanto a comia por trás, estiquei meus braços até seus ombros e comecei a massageá-los aproveitando todo aquele óleo. Meu pau fazia a massagem que ela pediu mais uma vez lá no fundo de sua bucetinha indo e vindo. Com meus polegares, atingia seus músculos os relaxando.
– Ahhhuuuu. Ahhhummmm. Tão bommmmm.
– Se está bom deveremos repetir. Ohhhhh
– Com certeza nós vamos. Nunca estive tão relaxadaaaa.
– Se o estresse estiver mais baixo dever ser mais fácil engravidar.
– Deve mesmo e já estou achando que você vai conseguir.
– Eu vou mãe. Quero muito te dar essa alegria.
– Sabe, você me fez gostar muito de fazer amor com você.
Minhas mãos foram massagear a base de seu pescoço enquanto o encontro de nossos corpos estalava no ar.
– Que bom mãe, pois adoro. Adoro fazer amor com você.
– Mammmmmm. Acho que já gosto do seu pau o mesmo tanto que você gosta de minha bucetinha, como você queria.
Minhas mãos foram para suas costas, pois logo a seguraria pela cintura querendo gozar nela a segurando assim.
– Ohhhhh mãe. Você não sabe como me deixou feliz.
– Nunca vou deixar gostar mais de fazer amor com Lorena, mas também agora gosto muito, muito de fazer com você e as vezes vou ser eu quem vai querer começar. Goza em mim, goza filho.
– Quero que você goze junto.
– Não sei se consigo de novo sem me tocar. Acabei de gozar assim.
Por causa de sua bunda espetacular, comer Paula naquela posição sempre foi um de meus sonhos, mas a realidade estava sendo muito melhor. Mesmo sendo sonhos, sabia que por ser lésbica nunca se entregaria totalmente, mas naquele momento estava entregue a meus desejos.
Parando de a massagear com a mão direita fui a escorregando pelas costas, cintura e ventre até espalmar sua buceta escorregadia.
– As costas estão bem relaxadas, então vou continuar massageando aqui, falei começando a esfregar meu dedo em seu clitóris e com a outra mão a segurando pelo ombro para que eu pudesse estocar com mais força.
– Uhhhhiiiii, assim você vai me fazer gozar, falou olhando para mim por cima do ombro.
Sorri para ela feliz aumentando a intensidade das estocadas e da fricção em seu clitóris oleoso e escorregadio.
– É exatamanete o que eu quero que você faça para mim, porque estou gozaaaaaaaaaaaando. Muito forteeeeeeee.
Era pela manhã e não tinha gozado antes, então um tsunami de esperma começou a se espalhar por seu útero. Eram jatos atrás de jatos fortes de meu esperma fértil, o que talvez a tenha feito pensar na possibilidade de estar para ser engravidada, pois gozou muito mais forte do que o anterior gritando e gemendo sem freios.
– Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhiiiiiiiiiii. Huhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, Mammmmmm.
Nem consegui segurar em sua cintura, mas tinha a certeza que teria outra oportunidade. Seu orgasmo foi explosivo e bem longo, mesmo tendo parado de esfregar seu clitóris sensível continuando o tira e põe delicioso.
Quando terminou, era hora de dar um descanso prolongado e saí me deitando a seu lado e quando ela ia se deitar de bruços, a puxei para ficar sobre parte de meu corpo e assim pude acariciar suas costas enquanto curtíamos aquele anestesiamento pós-orgasmo. Minutos se passaram até que nossas respirações voltassem ao normal.
– Mãe, por tudo que você fez, aceitou que eu fizesse e me falou, esse é um dos melhores dias de minha vida.
– Da minha também. Pelo amor que você sente por mim e por ser como é, percebi que não preciso ficar me reprimindo e me culpando pelo que sinto, pois você é um filho muito especial que me dá muita segurança. Além disso, ganhei um protetor pela vida toda, brincou.
– Você e a Lorena e é muito sério o que eu disse.
– Sei que é. E pelo jeito que ejaculou em mim, acho que se o ovulo estiver no lugar certo, certeza que ficarei gravida. Não se preocupe que não tenho falsas esperanças pois a chance é 1%, se for.
– Você querer fazer amor, ajuda bastante, pois tem horas que não sei se você está ocupada ou não e se você vai querer fazer ou me recusar.
– Tem alguns truques para a mulher descobrir se está ovulando e elas podem ter uma noção dos dias que pode acontecer, agora quem tem ovários policísticos tem muita dificuldade pois pode ser qualquer dia, mas vou começar a observar os sinais e se perceber algum, com certeza faremos amor, mesmo se eu chegar de madrugada, brincou.
– Sério, pode vir me acordar, mas depois vou querer que você durma comigo. Isso se a Lorena não se chatear.
– Não acho que vá e tem dias que ela está no turno dela.
– Gostaria muito poder dormir com vocês duas. Não ao mesmo tempo é claro. Tem tantas noites que uma de vocês dorme sozinha.
– Eu até gostaria, mas sempre tenho que dormir mesmo por causa do trabalho no outro dia ou na noite.
– Não quero mesmo atrapalhar. Agora mesmo era para você estar dormindo.
– Só vou trabalhar amanhã pela manhã, então tenho o dia e a noite para dormir. Por isso aceitei a massagem e me aliviou muito as dores. Sério, falou sorrindo.
– Fico contente. Se uma noite você for dormir e a Lorena estiver de plantão e no dia seguinte for folga sua, poderíamos dormir juntos sem te atrapalhar. No caso dela também se acontecer isso. Nem que fosse uma vez ao mês, ficaria muito feliz de dormir com uma de minhas mães. Não me lembro muito de ter feito isso com esses horários malucos de vocês.
– Infelizmente foram poucas vezes mesmo, não por falta de vontade nossa. Só dormir mesmo, me perguntou com cara de safadinha, que ficava muito bem nela, ao invés daquela cara séria que ostentava quando estava preocupada com o trabalho.
– Claro que não, mas se a condição for só dormir, vou aceitar e gostar muito.
– Logo você vai comprar uma cama maior, então podemos dormir aqui também. Vou conversar com a Lorena, mas é claro que ela vai concordar, falou sorrindo.
Tendo tido só um gozo e termos decidido e acertado tantas coisas que me beneficiavam em nosso relacionamento, fiquei novamente excitado pensando nela em meu colo pela primeira vez.
– Agora você vai sentar em meu colo, falei a afastando de meu corpo e me sentando com as costas na cabeceira.
Ela sorriu.
– Você está abusadinho hoje, me dando tantas ordens. Me confundindo com a Lorena, falou sorrindo vindo de gatinho em minha direção.
Senti um frio no estomago pensando que ela poderia ter ficado chateada.
– Me desculpe. É que fico empolgado em fazer as coisas com você e tomo a atitude. Fica estranho pedir por favor, para você sentar em meu colo, por exemplo.
– Não se desculpe. Não fiquei brava. Sendo você, é até excitante, então pode continuar. Nunca tive ninguém para agir assim comigo e estou sentindo um pouquinho do que a Lorena sente quando sou eu quem faz isso e ela gosta.
– Ahh mãe, você tirou o dia para me surpreender mesmo.
Paula passou uma das pernas sobre as minhas e sentou sobre elas.
– Porque decidi parar de me preocupar com tudo e relaxar e aproveitar e se vamos tentar fazer um filho, quero que seja gostoso, afinal nos amamos.
– Boa decisão. Então já que posso fazer isso, pegue meu pau e se enterre nele, falei impositivo, mas sorrindo.
Paula “me obedeceu” e o colocando como um poste, se levantou sobre suas pernas lindas e tonificadas e se encaixou.
– Ahhhnnn. Sabe, estou curtindo o fato de sentir um tesão maior por estar fazendo amor com meu filho e também meu irmão, falou começando a soltar o peso.
– Te disse que era especial. Uhhhhhhh.
– É sim e o seu com a Lorena deve ser ainda mais especial por serem mãe e filho. Ahhuuuu, gemeu começando a engolir meu pau em sua bucetinha toda apertada.
– Não é mais especial. É igual, pois você é a mãe que me quis tanto e minha irmã.
– Ahhhh, te amo tanto filho. Não vá ficar triste se eu engravidar, pois você não será menos especial que um filho nosso.
A bucetinha de Paula já tinha engolido quase todo meu pau e quando chegou ao fundo senti seu bumbum redondo e firme sentado em minhas coxas. Tarado agarrei seu quadril e comecei o levar para trás e para frente com muito vigor e até paramos de conversar só gemendo com a excitação crescente.
– Ahhhiiii. Ahhhiiii. Ahhiiiiii, Paula gemia a cada enterrada.
Com seus seios em meu rosto realizei meu desejo de os mamar, mas só depois de beijar e lamber por tudo. Com aquele tira e põe intenso e tendo seu mamilos devorados um por vez, minha deliciosa mãe Paula teve outro orgasmo e me levou junto com ela.
– Estou gozaaaaando filho. Tão forteeeee.
Com minha boca quase arrancando seu mamilo, não pude dizer que estava gozando, mas ela sentiu mais uma vez meu esperma fervente em seu útero dando mais intensidade a seu orgasmo que foi muito além do meu, explosivo, mas curto.
Antes mesmo de terminar ela se inclinou se apoiando em meu peito e a cabeça em meu ombro e assim ficamos grudadinhos esperando que aquela sensação do pós orgasmo durasse o máximo possível.
Quando nossa energia voltou, eu queria mais pois nunca me saciaria de fazer amor com aquela maravilha de mulher, por acaso minha mãe afetiva e irmã de sangue. Tudo nos unia e naquele momento também o sexo delicioso
Sem que saísse de meu colo com meu pau semiduro preso por suas paredes apertadas, ficamos conversando de como eram bons aqueles sentimentos que estávamos tendo com o amor acima de tudo.
Talvez tenhamos ficado quase uma hora a tendo em meu colo com nossas mãos fazendo carinho no outro nos tornando mais próximos e íntimos do que jamais fomos. Foi tão bom que por conta própria meu pau voltou a ficar duro em seu canal apertado e a segurando firme com meu braços em suas costas no viramos até estarmos em um papai e mamãe que foi absolutamente um ato de puro amor sem precisar de estímulos extras para chegarmos a um orgasmo tranquilo e incrivelmente longo sendo o último e foi finalizado com um beijo amoroso que marcava nossa nova relação.
Quando tudo acabou, sabia que minha mãe estava cansada do trabalho de uma noite e do sexo intenso com muitos orgasmos. Ela também estava muito relaxada e totalmente sem forças, então saí de cima dela, puxei o lençol e dei beijinhos no rosto.
– Eu te amo muito mãe. Durma bem e descanse porque você merece. Espero ter ajudado a relaxar.
Quase sem conseguir, ela respondeu.
– Você não imagina como ajudou. Depois conversamos. Também te amo.
Levantei da cama, peguei minha roupa, apaguei as luzes e fui para o banheiro tomar um banho, porque estava suado demais, pois por mim ficaria com Paula lá na cama, sem tomar banho mantendo seu cheiro e seus fluidos secos em mim.