Beta da Helô 2 - Fraco Demais - Part 3

Um conto erótico de Augusto
Categoria: Heterossexual
Contém 2121 palavras
Data: 30/03/2026 15:14:07

Cheguei na casa de Helô entrei sem chamar, certamente ouviu eu abrindo a porta pois quando eu entrei no seu quarto estava em pé só de calcinha e sutiã, estava linda olhei nos seus olhos e fiquei com o coração acelerado e quando abracei cheirava a sexo.

“Que saudades de você!”

“Meu Betinha.” ela sussurrou no meu ouvido.

Realmente era um beta de mão cheia, (o que eu estava fazendo?) Ela tinha acabado de transar com outro e ainda me humilhava bem na minha cara.

“Então você estava se masturbando enquanto eu estava transando?” Ela parecia eufórica com o seu jeito de falar, o seu olhar, o seu sorriso. “Ele foi tão agressivo comigo, diferente de você.”

Dei uma engolida seca, eu olhei diretamente para sua virilha imaginando o estrago.

“Você está pensando no pênis dele?... Você quer saber se é grande e grosso?” Ela me provocava, parecia que podia me controlar com um estalo no dedo, ela me abraçou “tô brincando seu bobo.”

Só que eu senti sua mão passando no meu pênis para confirmar se estava duro, ela me olhou e sorriu. “Estava com saudades?”

“Sim.”

“Estou vendo mesmo.” Com um sorriso malicioso.

Ela se deitou de forma confortável com as pernas abertas, sua calcinha marcava seu pacote “bola um baseado que a mãe tá com saudades.”

Na hora de bolar percebi a minha ansiedade, minhas mãos tremiam.

“Que cara é essa?” ela pergunta.

“Tô com ciúmes do Diego.” tento falar pra não perceber a minha ansiedade.

Ela riu, “aí meu Deus, porque meu amigo tá com ciúmes?”

“Você é incrível, seu sorriso, seu corpo é belo.” Toquei na sua barriga e passei a mão e fui descendo até chegar na sua calcinha, ela me olhando com atenção. “Nem em 100 mil anos me esqueceria dessa.” Eu desci encostando o dedo. “Fico com ciúmes de pensar nele enfiando seu pau duro em sua buceta molhada e receptiva.”

“Fica é?”

“Saber que ele pode transar enquanto eu literalmente não posso.”

Ela riu “alguns de nós somos mais livres que os outros.”

Fiquei morrendo de vergonha e voltei pro baseado só faltava acender.

“Preciso do bic.”

Helô ficou em pé no colchão e se apoiou em mim e se esticou para pegar o Bic em cima da cômoda. Minha boca salivou quando a sua virilha estava perto demais do meu rosto, podia sentir o cheiro dela.

(Qual seria gosto da sua bucetinha?)

Foi quando ela colocou a mão na minha cabeça e eu olhei pra cima, seus peitos empinando no sutiã era lindo.

“Aqui cachorrinho, não se distraia.” falou brincando.

Comecei a rir “acende você.” eu falei.

Helô em pé acendeu o baseado como se fosse uma modelo pronta para tirar fotos, e me passou o baseado e sentou.

“Fuma idiota.” Talvez foi uma frustração? Ela falou de uma forma diferente

Dei um trago e comecei a tossir

“Você é muito fraco mesmo.” Certamente era duplo sentido, não sei.

“Você me acha fraco?”

“É sério? Você não é homem de verdade.” Ela continuava me provocando.

“Eu estou me esforçando, até parece que se você desse um trago de verdade não iria tossir.”

Ela fez um negócio incrível, soltou fumaça pela boca e voltou pelo nariz e depois solta pela boca de novo a mesma fumaça.

Eu fiquei olhando assustado.

“Sem tossir.” ela falou se gabando.

E quando peguei o baseado ele acabou caindo na cama e ela deu um tapa nele que foi pro chão.

“Quase pegou fogo na minha cama.”

“Baseado está na ponta não tinha onde mais pegar.” Ela me olhou insatisfeita. “Há algumas limitações básicas de tamanho né.” Insisti.

Ela virou os olhos “alguns limites básicos de tamanho, certo?” Ela inverteu as palavras.

Ela olhou diretamente para minha virilha e percebi a indireta e com um sorriso no rosto se inclinou fazendo um pose e me deu uma ordem: “Pega o baseado do chão meu pequeno gafanhoto.”

“Tá achando que isso é um filme de comédia.”

“O problema não é tamanho da ponta, o problema é tamanho minúsculo do pacote.”

Humilhado peguei a ponta “ainda bem que apagou porque se tivesse acessa eu iria queimar o dedo não tem onde pegar.”

“Agora estamos chegando a algum lugar aqui.”

“Tá certo, gosta de insultar os menores.”

“Ainda bem que sabe.” falou com um sorriso no rostom

Me sentei na cama e como estávamos chapados ficamos só com os pensamentos.

“Você gosta de mim?” ela perguntou.

Olhando fixamente para a parede “Gosto sim.”

“Me conta algo para provar o seu amor.” ela falou com uma voz de bebê era uma chantagem emocional.

“Você sabe como é vergonhoso essas coisas.”

“Então não tem nada pra me contar?” ela fez uma birra.

“Tenho sim.”

Ela me abraçou por trás “me conta.”

Olhando para parede e ela me abraçando por trás não resisti e contei.

“Todas as vezes que você me pede carona e entra no meu carro com o seu aroma doce, eu fico feliz e toda vez que você desce eu fecho todas as janelas do carro, só pro seu cheiro durar alguns minutos a mais.”

Senti sua respiração no meu ouvido “Fica de cueca e vem se deitar comigo.”

A gente se deitou de conchinha a coisa mais gostosa que pode existir, minha respiração forte no seu pescoço, minha virilha estava colada igual duas notas de dez na sua bunda, minha mão na sua cintura me fazia sentir ela novamente.

“Você sabe que estou em um relacionamento, não acha que seus dedos estão muito perto da minha virilha?”

Quando percebi que minha mão tinha avançado da cintura para sua barriga e virilha, eu subi a mão para o meio da sua barriga e segurei.

“Assim parece que eu estou grávida.”

“Você quer que eu coloque a mão onde?” Fiquei meio irritado.

Ela ficou silêncio, eu pensei (como mulheres são difíceis).

“Não te entendo.” Fiquei irritado.

“Eu acho que desde novinha eu sempre gostei de pênis, do formato, de como fica duro, eu sou uma menina boa mas o pênis faz eu fazer coisas ruim.”

Caralho eu já estava morrendo de tesão e agora ela vinha falando besteira, queria me deixar com tesão reprimido demais. Ela deu uma certa rebolada em mim e pegou minha mão e juntou para perto dos seus peitos fazendo eu relar neles.

“O pênis do Diego.” ela falou e ficou em silêncio, pensei (o que tem o pênis dele) não aguentei e acabei perguntando “Você acha pau dele bonito?”

“Sim! O pênis dele.”

“Entendi.”

Ela deu outra rebolada e meu pau duro como pedra.

“Você gostaria de ver?”

“O pênis dele? Tô fora.”

Ela riu “tô sentindo o seu duro, ficou duro porque?”

Caralho meu pau chegou a tremer, devo ter dado outro sinal diferente.

“É isso que você deseja?” ela falava com um ar de provocação.

Fiquei em silêncio.

“Eu quero saber o que você deseja, já que sabe que não vai transar comigo.”

Tinha que responder algo e no impulso. “Eu quero fazer o que ninguém faz, eu vou fazer você se sentir a mulher mais desejada do mundo.”

“Uii, então faz!”

“Agora?”

“Não vou esperar.” ela se virou e me olhou nos olhos a sua boca era provocativa me dava vontade de beijar. “Você não passa de um garoto fraco, ansioso para fazer qualquer coisa que me agrade… então faça!”

“Não vai se apaixonar pelo garoto.” eu falei confiante e fechei os olhos e encostei minha boca no seu corpo e beijei e chupei e fui descendo cada vez mais e quando cheguei perto de sua vagina que havia desfrutado de outro pênis horas atrás. Minha boca se encheu de saliva, senti o olhar dela sobre mim, beijei a sua barriga. Como ela poderia pensar que eu sou um alfa? Eu estava como um submisso pegando as sobras.

Helô passou a mão no meu rosto “você imaginou como estaria minha vagina depois de transar com Diego?”

Minha vontade falava mais alto e com a mão peguei nos seus peitos e fui descendo passando as ponta dos meus dedos na sua barriga e com delicadeza tirei a sua calcinha, fazendo a voz feminina de Helô sumir e devagarinho tirei a sua calcinha. Nesse momento senti o cheiro da Helô no ar, ela ficou com tanto tesão que estava perceptível, ela literalmente estava esfregando a buceta na minha cara mostrando que estava indisponível para meu pau, mesmo sabendo que ela estava excitada e que o meu pau estava explodindo dentro da cueca, ela não transaria comigo.

“Você não faz tudo por mim?” Me olhando sorrindo “não faz.”

E quando eu saboreei a sua bucetinha, Helô deu uma gemida, eu olhei ela tinha um ar de confiança e poder.

“Ele te fez gozar?”

Ela me olhou “fez.”

“Eu imaginei, a seu gosto é tão gostoso.”

“Será que é só meu gosto?”

Fiquei sem entender.

“Você sabe que Diego não me come mais de camisinha né.”

“Eu sei que você está se divertindo e provocando, mas estou decidido a mostrar meu valor.”

Voltei a chupar olhando nos seus olhos e ela mordia os lábios percebendo que ela estava gostando fui fundo e comecei a chupar e sugar sua bucetinha sem parar, aquilo era sujo e excitante, minha idéia era deixar ela tão pervertida a ponto de penetrá-la.

Me empenhei e continuava a chupar bem onde o penis do Diego estava entrando e saindo sem camisinha, pele na pele. Talvez pudesse sentir ou imaginar a carne do pau dele bem onde minha língua e boca estavam.

Helô me puxou e quase me beijava era uma tentação e ela falou bem pertinho.

“Como você pode ser tão sujo, você não se importa?... Você me deixa tão excitada.”

Eu tinha uma respiração alta estava pronto para beijá-la na boca e para evitar ela forçou meu rosto contra os peitos dela, fazendo seu sutiã se esticar, fui removendo enquanto ela falava.

“ A essência” ela gemia e repetiu “a essência de um homem mais dominante e mais dotado… me chupar e lambe meu corpo inteiro, saboreei a sobra do meu namorado.”

Meu pau doía dentro da cueca, Helô se excitou ainda mais porque sabia que eu não iria parar, ela tinha me dado uma tarefa perversa, não tinha como eu competir contra ele, mas mesmo assim não tirava o meu time de campo e continuei o meu trabalho árduo.

“Porra se masturbar Vini, mostra como gosta do sabor.”

Ela estava quase gozando e eu tirei meu pau pra fora e chupei o seu clitóris sem parar, e quando ela me viu me masturbando ela afundou meu rosto na sua bucetinha, e teve um orgasmo intenso no meu rosto.

Enquanto ela se recuperava, dei uma pincelada com o meu pênis.

“Vai transar? Você prometeu que não iria.”

“Não tem mais sobra do seu namorado, qualquer vestígio que você diga eu eliminei todos com a minha boca.”

Helô ficou surpresa com a minha declaração.

“Não irei trair meu namorado.”

“Mais eu preciso gozar.”

“Se você quiser gozar vai ao banheiro.”

“Banheiro?”

“Algumas pessoas são muito fáceis de substituir sabia!”

“Não, por favor deixa eu ficar aqui sem penetrar.”

“Você promete?”

“Sim.”

“Dei uma mexida.”

Ela gemendo “para com isso.”

“Por que amor?”

“Minha buceta está tão melada qualquer deslize seu pau pode entrar”

“Helô.”

Ela colocou a mão na minha “vem bebê coloca a cabeça no meu ombro.”

Meu duro tremia encostado na sua bucetinha, deitei em cima do seu ombro, e mexi meu quadril pra cima pra baixo meu pau envolvia seus lábios da bucetinha aberta.

“Para! Ele vai acabar entrando.”

“Como pode ter certeza.”

“Porque eu sei.”

“Você não vai resistir.” Tentei provocar.

“Você se esqueceu? Transei com Diego! Ele deixou minha bucetinha toda aberta.”

“Aberta?”

“Sim seu idiota ele arrombou minha bucetinha.”

Caralho que tesão da porra.

“E como se me deixou toda melada e o seu pau é pequeno qualquer movimento ele entra.”

Meu pau tremia de tesão, ela me provocava sem parar.

“Você já matou a sua vontade, agora sai antes que pau entre.”

“Helô.”

“Eu não vou aguentar tirar o seu pau da minha buceta por favor, você prometeu! Não quero trair meu namorado.”

Caralho meu tesão me matava mesmo eu saí de cima dela e fiquei de barriga pra cima com um tesão reprimido.

Ela pegou no meu pau “obrigado.”

Eu respirei fundo e fechei os olhos.

“Só uma punhetinha não mata né.”

“Não.”

Ela em silêncio me masturbou por uns 30 segundos até eu explodir, voou esperma pra todo lado “aí caralho, se estava no limite mesmo.” ela falou sorrindo.

Eu não consegui fazer nada e fiquei deitado na cama enquanto ela pegou uma toalha e limpou minha barriga e meu pau e deitou comigo.

“Vamos dormir meu betinha.”

Eu apaguei com ela abraçado na cama.

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