Bom dia.
Meu nome é Paulo. Sou torcedor do Fluminense, e fanático por futebol. Meu amigos me chamam de tricolor, e será assim que passarei a me chamar na história.
Sempre me considerei hetero. Tive algumas brincadeiras de mostrar e olhar o pau quando mais novo, mas nada que me fizesse me sentir homo.
A história começa com um amigo meu do futebol. Toda terça-feira jogamos uma pelada, há anos, a noite, em um campo de grama sintética.
Certa vez tomando banho após o jogo notei, sem querer, que meu amigo Pedro, tinha um pau enorme. Ja tinha ouvido brincadeiras a respeito do dote dele, até sobre mulheres que nao o aguentaram. Mas como nunca foquei no pau dos outros, nunca liguei muito.
Entretanto nesse dia, ele tava tomando banho ao meu lado e tava com a caceta meia bomba. Ele tava ensaboando o pau e eu me assustei com aquilo:
- Que isso tricicolor? Ta manjando meu pau?
- Vai a merda Pedro.
Rimos e ficou por isso.
Na semana seguinte minha mulher bateu com meu carro. O mesmo tinha que ficar na oficina por um mês, tamanho o prejuízo que me deu.
Assim, perguntei ao Pedro, que morava perto de mim, se ele podia me dar carona, para ir e voltar nesse período.
Assim foi feito. Pedro me buscou em casa e fomos pro futebol. Jogo encerrado. Banho.
Pedro do meu lado novamente limpando a caceta grande dele. Pensei - PQP, por isso mulherada foge dele. Isso deve arrombar a mulher.
Achei que ele estava caprichando mais que o normal nesse dia, mas não fiquei olhando muito para não virar motivo de piada dele novamente.
Banho tomado, fomos embora.
- Tricolor, ta quente pra caramba. Topa uma cerveja no quiosque ali perto da praça?
- Cara, como estou de carona com vc, vc decide.
Fomos e tomamos uma, duas, três cervejas.
Risos soltos. Ele me solta.
- Sabe as garrotas de programa que ficam ali perto da praia?
- Sim, o que tem.
- Eu às vezes vou lá.
- Vc faz programa lá?
- Não. Quer dizer, raramente, Mas eu gosto de olhar de longe, Ve-las se exibindo aos clientes.
- Cara tu nao é normal rsrsrsr
Pagamos e fomos pro carro.
- Vamos dar uma passada la, so para ver.
- Sério? Cara, isos é coisa de adolescente.
- Não vai demorar. Coisa rápida.
Chegamos ao local e deveria ter umas 4 meninas de mini saias, ou mini vestidos, se exibindo aos carros que passavam.
Umas duas ali era bem gostosas.
- o que achou
- Bonitas
- Elas as vezes mostram os peitinhos para os caras que para para perguntar o preço, e acabam entrando nos caros.
Prestei atenção e vi uma menina se debruçar no vidro do carro e realmente colocar uma teta pra fora, para o cara ver.
Comecei a achar gostosa aquela vibe de voyeur. Estava lá entretido, qdo olho pro lado e o Pedro tinha tirado o pau de dentro do short e estava se tocando de leve.
- Tu ta maluco, Pedro. A gente vai ser preso aqui
- Relaxa, está discreto. Essa menina me deixou com tesão.
Olhei e o pau dele estava duro. Pela primeira vez via o pau do Pedro totalmente ereto. Era um monstro de carne. Branco, grosso, comprido, e com uma cabeça rosada que aparecia cada vez que ele puxava o pau para baixo na sua lenta masturbação.
Fiquei alguns segundo olhando aquela pele subir e descer.
Tirei o, olho para ele não fazer piada novamente.
Meu pauzinho ficou duro na hora. Tentei disfarçar mas, apesar de pequeno, ele marcava o short de tecido fino.
- Cara, relaxa. Nao vamos demorar. Se quiser se toca ai tb. Olha como essas maninas são gostosas.
- Prefiro não. Qdo vc acabar me avisa que vamos para casa.
Tentava me contorlar, mas o cheito de sexo ja tomava conta do carro.
Olhava fixamente para frente, evitando contato visual com o pau dele.
Pedro solta:
- Cara, vou te pedir um favor. Não leva a mal.
- Que favor, Pedro. Anda acaba logo com isso ai e me leva pra casa.
Pedro agora arregaçava o pau e deixava toda cabeça rosada exposta. Depois fazia a pele subir e voltar a tapar quase toda a glande. Para enfim retomar o movimento, e começar tudo novamente, lento e cadenciado.
Voltei a olhar o pau dele hipnotizado. Subo o olhar e cruzamos olhares.
Pedro ja co cara de tesão:
-Tricolor, da só uma uma seguradinha de leve. Só para eu sentir outra mão me tocando.
- Tá louco Pedro. Não sou gay, não.
- Ninguém aqui ta falando isso. Só uma mão amiga para eu imaginar outra pessoa me tocando. Assim podemos ir embora mais rápido. Só uma seguradinha.
- Não, Não vou dar seguradinha nenhuma. Vamos embora. Guarda isso.
- Então vc guarda ele para mim, e te prometo que vamos embora.
Pegou minha mão e levou ate o pau dele. Puxei de volta, mas ele me segurou firme.
Meus dedos tocaram o pau dele. Gelei.
Minha mão foi conduzida até quele monstro duro de carne. Fez minha mão envolver seu pau e só ai me largou. Pousou minha mão. Qdo me largou achei que era mina deixa para puxar a mão de volta, mas algo mudou.
Minha mão envolvei seu pau. Era quente, duro como rocha.
Institivamente comecei a subir e descer lentamente. Ele gemeu.
Meu pau explodiu de tao duro.
-Isso tricolor. Sobe e desce. Sente ele duro.
Apertei mais o pau como que quisesse testar a rigidez de pedra dele.
-Isso, agora sobe e desce mais rápido.
Ele falava e eu obedecia, até que me dei conta do que estava fazendo.
- Pedro, chega. Já fiz muito. Chega, vamos embora.
- Calma tricolor, já vou acabar. Faz mais forte.
Eu que pedi para acabar me vi obedecendo aquele macho, e comecei a punhetar, mais e mais. Não so mas forte como mais rápido.
Ele demorava.
- Pedro termina logo. Alguém pode aparecer.
- Me da uma chupada que eu termino logo.
- Ta louco. Já passei muito os meus limites aqui. Não vou te chupar.
- Desce e da só um beijinho de leve. Já resolve
- cara não faz isso
Pedro pegou minha cabeça com força (ele e muito mias forte que eu) e foi levando ate seu pau.
Eu ainda lutava, mas incrivelmente não tinha parado de punhetar ele.
Meu nariz e meus lábios se viram frente a frente com seu pau lindo. O cheiro dele me excitava. Eu lutava contra essas sensações, tentando manter o que restava da minha heterossexualidade.
- Só um beijinho. De leve
-Se eu der um beijinho vc me deixa ir?
- Sim, pode confiar.
Já a centímetros daquele pau, dei uma bitoca na cabeça dele. Minha boca se abriu.
Outra bitoca
- Me chupa
- Vc prometeu.
-Tricolor eu vi vc olhando meu pau no banho. Relaxa, nao vim a aqui a toa. Aqui é o local para vc se soltar. O que acontecer aqui morre aqui. Pode confiar. Eu quero ser chupado e está claro que vc quer chupar. Ninguém ficará sabendo.
Indo contra todas minhas virtudes, abri a boca e deixei aquele pau escorregar para dentro.
Deitei a cabeça no colo dele e comecei a chupar igual uma daquelas garotas de programa deveriam estar fazendo com seus clientes.
Pedro aproveitou enfiou a mão por dentro do meu short, por trás, e apertou minha bunda, como se fosse propriedade dele.
Eu tentava engolir o máximo o pau enorme dele mas tinha dificuldade e golfava. Ele ria e apertava mais minha bunda.
Quando eu ia pedir que ele me avisasse quando fosse gozar, senti os jatos batendo na mina garganta, quase me afogando em tanto leite.
Esperei ele parar de jorrar e pulsar. Acabei engolindo seu esperma.
Me endireitei no meu banco, ajustando meu short que ele puxou e fez quase de calcinha. Peguei o pau dele e guardei no short.
Ele ficou respirando fundo, até que ligou o carro e fomos em silencio.
Eu morrendo de vergonha saltei em casa e fui direto para outro banho.
Pensava - O que eu fiz? que vergonha
Entrei no chuveiro e a imagem daquele pau não saia da minha mente. Meu pintinho endureceu e acabei me masturbando e gozei chamando o nome dele....
Depois nos falamos, eu tentando melhorar minha imagem e disse que foi uma experiência que jamais se repetiria.
Na semana seguinte, carona, cerveja, GP´s perto da praia e mais.....