Essa é uma história um pouco antiga, mas verídica, que aconteceu na época da faculdade e envolve minha melhor amiga de infância, a Karen (nome fictício).
Nós sempre fizemos tudo juntos, sem maldade nenhuma, mas certo dia tudo mudou. Nesse dia, ela estava com uma saia preta um pouco acima do joelho e uma blusa branca de botões. Tinha a pele branca queimada de sol, coxas grossas, seios médios e 1,60 m, no auge dos seus 20 anos. Eu tenho 1,80 m, sou pardo, com um corpo atlético, mas não definido, e algumas tatuagens.
Nesse dia, que estava muito quente, pedimos umas cervejas para beber e tomamos mais ou menos 8 garrafas de 600 ml. Saímos de lá muito bêbados em direção à casa dela de ônibus, pois eu não queria que ela fosse sozinha.
Quando entramos no ônibus, ela ficava toda hora me abraçando. Eu não sabia se era só amizade ou se ela estava querendo me provocar. Só sei que comecei a sentir meu pau ficar meio duro. Então, como a mochila estava tampando por cima da minha bermuda, peguei a mão dela e coloquei sobre o meu pau. Ela tomou um susto na hora, mas continuou segurando mesmo assim. Depois de uns 10 segundos, ela ficou rindo pra minha cara, como quem pensa: “o que foi que a gente acabou de fazer?”.
Mas eu não resisti e peguei a mão dela de novo, colocando sobre o meu pau mais uma vez, que agora já estava duro dentro da calça. Dessa vez, ela apertou com mais força e começou um leve movimento de vai e vem. Nesse momento, a gente nem estava ligando se alguém dentro do ônibus iria ver.
Até que chegou o ponto de descermos, e eu meio que me convidei para entrar na casa dela, e ela topou.
Assim que entramos, sentamos no sofá e ficamos em silêncio. Até que passei meu braço em volta dela, e ela se deitou em cima de mim. Aí eu já não resisti e comecei a puxar a saia dela. Com uma adrenalina incrível, que eu lembro como se fosse hoje, comecei com o dedo do meio a procurar o clitóris dela. Quando achei, comecei a massagear bem devagar. Eu sentia ela suspirar bem baixo, então ela disse:
— Continua mexendo assim, por favor.
Com uma voz que parecia que estava em transe.
Nisso, ela já abaixou minha bermuda e começou a chupar meu pau bem devagar. À medida que os meus movimentos nela ficavam mais intensos, os gemidos dela também aumentavam. Eu nunca tinha visto alguém tão molhada como ela estava.
Então eu disse:
— Senta pra mim agora, quero ver você quicando em cima de mim
Ela não perdeu tempo, terminou de tirar a roupa que faltava e veio por cima de mim, sentando de costas. Uma cena que eu nunca vou esquecer: aquela bunda parecia estar batendo palma. Até que ela saiu, se virou e começou a sentar de frente pra mim, rebolando sem parar.
Comecei, com uma mão, a apertar o peito dela e, com a outra, passei em volta do seu cuzinho o que só aumentou ainda mais o tesão. Ela dizia:
— Isso… me fode… eu quero ficar quicando assim o dia inteiro.
Isso me deixava louco.
— Sua puta… vou te encher de leite
Então ela disse:
— Me dá seu leitinho eu quero agora.
Isso só aumentava ainda mais o tesa. Até que falei que ia gozar. Ela saiu de cima de mim e começou a me chupar com muita rapidez até que gozei vários jatos na sua boca.
Depois disso, ainda veio por cima de mim, sentou de novo e me deu um beijo uma boca colando um pouco ainda da gozada que eu dei nada. Que sensação absurda.
Depois de tudo, ficamos mais um pouco juntos, e eu fui embora, porque a tia dela já ia chegar.
No outro dia, nos encontramos na faculdade de novo, e ela disse que não faria mais isso, que éramos amigos. Tentei conversar, mas ela disse que foi errado.
Então, um pouco antes de irmos embora, chamei ela perto da quadra, que fica mais afastada do prédio da faculdade. Chegando lá, eu estava esperando na porta do banheiro, que eu sabia que ficava vazio…
Mas isso já é história para outro conto