Meu nome é Mark, tenho 25 anos, cabelo preto todo espalhado que eu nunca consigo domar direito, olhos castanhos comuns, corpo normal pra caralho, magro, faço exercício de vez em quando mas nada de academia todo dia. Sou aquele cara que você vê na rua e pensa “ele é bonitinho, mas não é nada demais”. E ela... porra, ela é a Claire. Minha esposa.
Também 25 anos, casados há exatamente um ano. Cabelo castanho-claro que brilha quando bate luz, olhos verdes que parecem te sugar pra dentro, corpo que faz qualquer mulher olhar duas vezes de inveja. Seios médios, naturais, firmes, daqueles que cabem perfeitamente na mão. Cintura fina, bumbum redondo e empinado, pele sempre cuidada, macia, cheirosa. Ela é natural pra caralho, sem plástica, sem filtro. Só genética boa, academia três vezes por semana e comida saudável. A gente se mudou pra Nova York faz um ano, cheios de sonhos. Eu atrás de uma vida de repórter de verdade, ela atrás de um emprego grande em advocacia. Achamos que aqui ia ser o paraíso. E no começo... foi mesmo.
A gente se conheceu numa cidadezinha do interior dos Estados Unidos, num congresso de faculdade. Eu tava no terceiro ano de jornalismo, ela no de direito. Foi amor à primeira vista, sem mentira. Eu tava na fila do café, distraído com o celular, e esbarrei nela. Derrubei o copo inteiro no braço dela. Café quente pra caralho. Em vez de me xingar, ela riu. Riu alto, jogou a cabeça pra trás e disse:
— Relaxa, eu tava precisando de um banho mesmo.
Daí pra frente não teve mais volta. A gente passou o dia inteiro grudado. Conversa ia, conversa vinha. Ela me contou que sonhava em trabalhar numa grande firma de advocacia, eu falei que queria cobrir eventos grandes, viajar, viver de verdade. A química tava no ar, pesada, elétrica. Quando a noite chegou, a gente foi pro bar do hotel. Cerveja atrás de cerveja. Risada atrás de risada. Às duas da manhã, subimos pro quarto dela. A porta mal fechou e eu já tava com a boca na dela.
Claire não era de enrolar. Ela me empurrou contra a parede, enfiou a língua na minha boca e gemeu baixo quando eu apertei a bunda dela por cima do jeans. Tirei a blusa dela devagar, admirando. Os seios médios pularam livres, mamilos rosados já duros. Chupei um devagar, depois o outro, sentindo ela arquear as costas e cravar as unhas no meu ombro.
— Mark... — ela sussurrou meu nome pela primeira vez, e foi como se o mundo tivesse parado.
Eu desci beijando a barriga dela, abri o botão do short e puxei tudo junto com a calcinha. A buceta dela era lisinha, rosada, já molhada pra caralho. Eu me ajoelhei ali mesmo no carpete e lambi devagar, da entrada até o clitóris. Ela gemeu alto, segurou meu cabelo e empurrou minha cabeça contra ela. Enfiei dois dedos enquanto chupava o clitóris inchado. Claire gozou na minha boca em menos de três minutos, tremendo, coxas apertando minha cabeça, gozo doce escorrendo no meu queixo.
Levantei, tirei minha calça e cueca. Meu pau tava duro pra caralho, latejando. Ela olhou, lambeu os lábios e me puxou pra cama. Me empurrou deitado e sentou em cima, cavalgando devagar no começo. Os seios balançando na minha cara, eu chupando um enquanto ela rebolava. Depois eu virei ela de quatro. Segurei aquele bumbum redondo, abri as bandas e meti fundo. Ela gritou de prazer, empinando mais.
— Mais forte, Mark... Gostoso, me come toda.
Eu meti forte, batendo pele contra pele, o quarto inteiro ecoando. Gozei dentro dela pela primeira vez, jorrando quente, sentindo ela pulsar em volta de mim. A gente não parou. Segunda rodada foi ela por cima de novo, depois eu por trás de novo, depois de lado. Gozei três vezes naquela noite, sempre dentro, sem camisinha, porque na hora nenhum dos dois pensou em parar. Foi fogo puro. Amor à primeira vista misturado com tesão do caralho.
Casamos um ano depois. E o começo do casamento foi perfeito. Sexo todo dia, às vezes duas, três vezes. No apartamento pequeno, no carro, no banheiro da faculdade quando a gente voltava pra visitar. Ela adorava quando eu falava sacanagem no ouvido:
— Essa buceta é minha, Claire. Só minha pra foder.
— Sim... enche ela, amor. Goza dentro.
E eu enchia. Ela gozava gemendo meu nome, eu gozava enchendo ela toda, e a gente ficava abraçado, suado, rindo.
Aí a gente se mudou pra Nova York. Eu consegui um freelance num jornal grande, escrevendo matérias avulsas. Claire entrou numa firma de advocacia enorme, daquelas que trabalham até de madrugada. No começo ainda era apaixonante. A gente chegava em casa, se jogava um no outro, fodia na sala mesmo antes de tomar banho. Era como nos primeiros meses. Mas o tempo foi passando. A rotina apertou. Meu trabalho virou 8, até 10 horas por dia. O dela também. Sexo foi diminuindo. De todo dia pra duas vezes por semana. Depois uma vez por semana. Depois a cada dez dias. Quando rolava, era rápido, mecânico. Ela de quatro porque tava cansada de olhar pra minha cara. Eu gozava, ela gozava, e pronto. Cada um pro seu canto.
A paixão tava estagnando. A gente ainda se amava, mas parecia que o fogo tinha virado brasa fraca. Principalmente quando eu consegui a grande oportunidade: cobrir um evento esportivo grande que podia me dar a efetividade no jornal. Iria passar uma semana inteira fora. Eu mal mandei mensagem. Cheguei em casa e comuniquei a ela sobre, e para minha surpresa, que pensei que ela ficaria chateada, entendeu super de boa, e disse que ficaria com saudades. Ela arrumou a minha mala, e me desejou boa sorte. Na viagem, nos falamos direto, menos nos horários de trabalho dela, respeitava seu espaço.
O evento tinha ocorrido, e o chefe gostou da minha cobertura. Era minha chance de ser promovido.
Cheguei em casa exausto, corpo moído da viagem, mala pesada, cabeça cheia.
Abri a porta do nosso apartamento no Brooklyn e o cheiro de comida me acertou em cheio. Alho, tomate, manjericão. Claire tava na cozinha, de costas pra mim. Short jeans justo marcando aquele bumbum redondo, blusa fina de alcinha sem sutiã, cabelo castanho-claro preso num coque bagunçado. Ela virou, viu eu e o sorriso que abriu foi daqueles que eu não via fazia tempo.
— Mark! Meu amor, você voltou!
Ela veio correndo, se jogou nos meus braços e me deu um beijo daqueles de verdade. Língua, corpo colado, mão na minha nuca puxando meu cabelo. Meu pau reagiu na hora. Fazia semanas que a gente não se beijava assim. Ela sentiu, riu contra minha boca e apertou minha bunda.
— Saudade pra caralho — eu murmurei, apertando a cintura dela.
— Eu também. Vem, toma um banho rápido que o jantar tá quase pronto. Fiz seu macarrão preferido.
Ela me deu mais um selinho, mas a mão dela desceu e apertou de novo, brincalhona. Eu fiquei ali, piscando, sem entender. Uma semana fora e ela tava assim? Toda carinhosa, cheirosa, feliz?
Tomei banho pensando em tudo. No congresso, no começo louco, no fogo que a gente tinha. Quando saí do banheiro, ela já tinha arrumado a mesa. Velas acesas, vinho, prato cheio. A gente sentou. Eu de moletom, cabelo molhado. Ela de short e blusa fina, mamilos marcando o tecido de leve toda vez que se inclinava.
O jantar tava bom pra caralho. A gente conversou sobre a viagem, sobre o evento, sobre a chance de eu virar fixo. Ela me contou do processo chato da firma. Normal. Mas tinha um brilho nos olhos verdes dela que eu não via fazia tempo.
No meio do prato, ela parou de comer. Olhou pra mim, mordeu o lábio inferior e disse:
— Mark... eu tava pensando.
— Hum?
— A gente já tá casado há um ano. A gente se ama. A gente tem uma vida boa aqui em Nova York. — Ela respirou fundo, olhos brilhando. — Acho que a gente deveria começar a tentar ter um filho.
A frase caiu como uma bomba no meio da mesa.
Eu parei o garfo no ar, o macarrão balançando. Filho? Agora? Meu cérebro travou. Ela tava ali, toda carinhosa, beijo de língua, mão na minha bunda, jantar com velas... depois de semanas de silêncio e sexo zero. Uma semana que eu viajo pra cobrir um evento que podia mudar minha carreira e, de repente, ela quer um bebê?
Fiquei quieto, olhando pra ela. Os olhos verdes dela tavam cheios de expectativa, mas eu senti um frio na espinha. Desconfiado pra caralho. Por que justo agora? A gente mal transava fazia um mês. A rotina tinha matado tudo. Eu chegava cansado, ela chegava cansada, e o máximo que rolava era um “boa noite” seco. E agora, do nada, ela quer tentar um filho? Não que eu não quisesse ser pai, mas ela... Nunca tinha tocado no assunto. Mas agora, bateu um misto de vontade, curiosidade e não sei porquê, desconfiança.
— Um filho... — eu repeti baixo, mais pra mim do que pra ela.
Claire esticou a mão por cima da mesa e segurou a minha. O toque era quente, carinhoso, igual ao beijo de quando eu cheguei. Mas minha cabeça tava a mil.
— Eu sei que parece repentino, amor. Mas eu fiquei esse tempo todo sozinha e pensei muito. A gente se ama, né? A gente construiu uma vida aqui. Eu sinto falta de nós dois... do jeito que era no começo. Quero construir uma família com você. Quero te ver segurando nosso bebê.
Eu assenti devagar, mas por dentro tava um turbilhão. Desconfiado. Pensativo. Será que era só saudade mesmo? Ou ela tava sentindo o mesmo que eu — que o casamento tava virando rotina pura e tava com medo de perder tudo? Ou pior... será que tinha algo que eu não tava vendo? Ela nunca foi de pular etapas assim. No congresso, no começo, tudo foi natural, fogo puro, sem pressão. Agora parecia que ela tava tentando forçar alguma coisa.
Terminamos o jantar em silêncio quase total. Ela sorriu, limpou a mesa, me deu um beijo na bochecha e disse que ia tomar banho. Eu fiquei sentado na cozinha, olhando pro prato vazio, o vinho meio bebido na taça. Meu pau ainda tava meio duro do beijo de antes, mas a cabeça tava longe. Desconfiado. Pensando em como a gente tinha chegado nesse ponto. No fogo que a gente tinha no Kansas, nas noites que a gente mal dormia de tanto foder. E agora... um filho? Como se isso fosse resolver a estagnação?
Eu me levantei, lavei o prato mecanicamente, e fui pro sofá. Claire saiu do banho cheirosa, de camisola fina, mas eu só dei um abraço rápido e disse que tava morto de cansaço da viagem. Ela não insistiu. Deitou do meu lado na cama depois, corpo quente colado no meu, mas não rolou nada. Eu fiquei acordado um tempo, olhando pro teto escuro, o coração batendo estranho.
Talvez fosse só paranoia minha. Talvez ela realmente quisesse voltar pro que a gente era. Mas algo não tava batendo. E eu ia ter que descobrir o que era antes de qualquer coisa.