A mesa estava posta com o capricho habitual de Akio, mas a atmosfera no pequeno apartamento havia mudado drasticamente. Nanda sentou-se à cabeceira, cruzando as pernas e deixando o salto preto balançar na ponta do pé, observando o namorado — ou melhor, o seu novo projeto — servir o vinho com as mãos levemente trêmulas. Ele ainda vestia apenas a lingerie de seda preta sob o avental de cozinha, as alças finas contrastando com a pele clara dos ombros.
— Antes de comermos, Kiki, vamos ajustar essa roupa. Você está quase nu e eu quero ver minha boneca devidamente trajada — disse ela, levantando-se e fazendo um sinal imperioso para que ele a seguisse.
No quarto, Nanda abriu uma gaveta e puxou uma saia de tênis branca, curtíssima e plissada, junto com um top preto de lycra justo.
— Veste. Agora — ordenou ela, a voz carregada de uma autoridade que não admitia réplicas.
— Nanda... uma saia? Eu... eu não sei se consigo... — Akio sussurrou, os olhos fixos no tecido branco.
— Você não tem que conseguir nada, Akio. Apenas obedecer. Veste agora ou eu envio aquela foto do seu traseiro empinado no espelho para o grupo da faculdade antes mesmo de provar a sua janta.
Humilhado, Akio despiu o avental e vestiu as peças. A saia era tão curta que, ao menor movimento, revelava as bordas da renda preta da calcinha. O top realçava a ausência total de pelos no peito e a suavidade da pele que ele acabara de depilar sob as ordens dela. Nanda sorriu, aproximando-se para ajeitar o elástico da saia. Ela era mais alta com os saltos, e o volume do seu black imponente parecia coroar sua dominância.
O jantar foi um exercício de tortura psicológica. Nanda conversava normalmente sobre anatomia e sobre a clínica, enquanto Akio, sentado à sua frente vestido de garotinha, mal conseguia segurar os talheres. Ela o observava mastigar, deliciando-se com o nervosismo dele, o modo como ele fechava as pernas para tentar esconder a saia curta.
— A comida está deliciosa, Kiki. Você é tão mais útil assim, servindo e sendo bonito — comentou ela, limpando os lábios com lentidão. — Agora, chega de preliminares. O jantar acabou e a sobremesa vai ser o seu novo destino.
Ela mandou que ele ficasse nu no centro da sala. Akio retirou a saia e o top, sentindo o ar frio no corpo liso. Nanda aproximou-se com a sacola do sex shop. Ao manusear o corpo dele, notou que ele estava excitado. O membro de Akio, fino e delicado, pulsava involuntariamente.
— Ainda se sente um macho, não é? Mesmo de calcinha e avental, essa coisa ainda insiste em subir — Nanda riu, ajoelhando-se à frente dele. — Vamos resolver isso antes de te trancarmos para sempre.
Ela o tomou na boca com uma voracidade que o pegou de surpresa. Nanda usava a língua e o vácuo com uma perícia técnica que Akio nunca tinha experimentado nas noites de "sexo padrão". Em poucos minutos, ele estava arqueando as costas, as mãos perdidas nos cachos volumosos dela, e gozou rapidamente. Nanda, porém, não se afastou. Ela sorveu cada gota, mantendo o sêmen dele na boca. Levantou-se com um olhar predatório, segurou o rosto dele com força e selou seus lábios num beijo profundo.
Akio tentou desviar, mas ela o forçou a engolir o próprio prazer, sentindo o gosto metálico e quente da própria derrota.
— Acostume-se com o gosto, Kiki. É o sabor da sua nova identidade — disse ela, dando uma gargalhada enquanto ele limpava a boca, trêmulo.
Sem dar descanso, ela o levou ao banheiro. Com uma frieza clínica, Nanda ensinou-o a fazer a "chuca", explicando que o corpo dele agora seria um receptáculo. Quando ele estava limpo e devidamente trancado na castidade rosinha — que apertava a base do seu membro e impedia qualquer ereção — ela o levou para a cama.
Nanda saiu do quarto e voltou minutos depois. Estava nua, a pele morena brilhando sob a luz fraca, mas trazia a cinta de couro preta ajustada aos quadris. O falo de borracha era negro, firme e visivelmente mais imponente que o de Akio.
— Nanda... por favor... dói só de olhar — ele implorou, tentando se encolher.
— Abre as pernas, boneca. Você vai descobrir agora o que é ser preenchida de verdade.
Ela se posicionou sobre ele, usando o peso do seu corpo para imobilizá-lo. Nanda não teve pressa. Usou lubrificante generosamente, mas a primeira entrada foi firme e decidida. Akio soltou um grito agudo que morreu no travesseiro. A sensação de invasão era total; o falo alcançava pontos profundos que ele nunca soubera existirem.
Nanda começou a se mover com um ritmo selvagem. O impacto do couro da cinta contra as nádegas brancas de Akio estalava no quarto. Ela o fodia com uma agressividade que ele nunca ousara ter com ela. Akio gemia de uma forma nova, um som alto, choroso e agudo. A dor inicial foi rapidamente substituída por uma queimação elétrica que irradiava de sua próstata para o resto do corpo.
— Geme para mim, Kiki! Geme como a menininha que você é! — Nanda comandava, aumentando a velocidade das estocadas.
Akio estava em transe. Ele sentia o preenchimento total, a borracha firme massageando seu interior enquanto ele estava trancado, incapaz de tocar em si mesmo. O prazer era tão sobrecarregado que ele começou a delirar. Mesmo sem ereção, a estimulação prostática foi tão intensa que ele sentiu o ventre contrair violentamente.
Em um espasmo final, Akio gozou de forma involuntária e arruinada, o líquido escorrendo pelas frestas do metal rosinha enquanto Nanda continuava a estocá-lo sem piedade, levando-o ao limite da exaustão sensorial. Ele estava quebrado, aberto e totalmente domado pela sua dona morena.
Akio fechou os olhos, o som do cadeado rosinha batendo contra sua pele sendo o último lembrete de que sua vida como homem havia acabado naquela noite.
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