Pela manhã do dia 26, Gislaine e João chegam – passaram a noite na praia, namorando sob as estrelas. "Foi romântico… só nós dois", diz Gislaine, mas olha para Rufus com uma cara de loba, olhos famintos. Com certeza João já conversara com ela sobre o "joguinho". Aquilo incomoda Sara um pouco, um nó de ciúme no estômago, mas a excita muito mais – o tesão pulsando ao imaginar o que viria.
Eles se despedem de Eliseu e Jorge com abraços e promessas de visitas: "Volta logo, família!", diz Eliseu. Partem no carro novo de Sara, com Sara dirigindo. Gislaine voltou com João, no carro dele. A viagem é tranquila, com papos leves sobre planos pro Ano Novo. Em casa, tudo corre normal – malas desfeitas, almoço simples e descanso merecido. Gislaine foi com João pra casa dele.
Em dado momento, Rufus diz: "Vou ao mercado comprar umas coisas pro jantar… já volto." Sai, demorando cerca de 1h e meia. Chega suado, com sacolas cheias. Sara, suspeitando, mandara mensagem pra João: "Gislaine saiu? Rufus tá demorando…" Ele responde: "Saiu sim… pro salão, acho." Sara fica inquieta – o joguinho já começou? Pergunta casualmente pra Rufus, após ele chegar: "Demorou, hein? Encontrou alguém?" Rufus sorri: "Nada… trânsito e fila no caixa." Ela insiste: "Sério? Gislaine saiu na mesma hora… coincidência?" Ele nega: "Não vi ela. Por quê? Ciúmes já?" Sara ri, mas não desiste. No cair da noite, Gislaine e João chegam pra jantarem juntos. Enquanto comiam, ela observa olhares entre eles, cutuca Gislaine: "Onde você foi hoje mesmo?" Ela desconversa, sorrindo: "Fui no Salão rapidinho… fiz as unhas unhas." Sara ameaça ligar pro salão, mas era zoeira. Após o jantar, eles assitem TV juntos, mas a suspeita à corrói – "Eles se encontraram? Transaram?" – misturando ansiedade e excitação.
Por fim, enquanto Rufus está no banho e Gislaine partiu com João pra casa dele novamente, Sara apela e olha no celular dele – mensagens com Gislaine: "Topa um encontro no mercado? Uma zoeira pra testar eles." "Sim! Papeamos e deixamos o tempo rolar… só pra ver se a mamãe e o João surtam." Sara ri aliviada e excitada – era zoeira! Ela manda mensagem pra Gislaine: "Vocês me trolaram?" Ela confessa: "Foi ideia do Rufus… pra ver se vocês levarão numa boa mesmo esse joguinho. Mas mãe, tô super excitada em ser 'amante' dele. Não quero magoar o João – amo ele de verdade. Mas ainda amo o Rufus também. Só não tô dividida porque sei que ele te ama mais, e cuida tão bem de você. Isso me conforta, tira de mim qualquer vontade de atrapalhar o casamento. Mas essa permissão… me enche de alegria em vários sentidos – tesão, cumplicidade, tudo." Rufus sai do banho, ouve os áudios de Gislaine pra Sara e admite: "Gostei da ideia também… mas sua felicidade é prioridade, Sara. Se doer, paramos."
Sara fica mexida – a alegria da permissão, o desejo revelado entre eles, mas a priorização no que é certo: Rufus por ela, Gislaine por João. Não sabe no que focar: o amor de Rufus a deixando segura, ou o desejo por Gislaine a excitando. Rufus a cutuca: "Vai ficar bisbilhotando o meu celular? Feliz ou decepcionada por não ter levado minha amante pro motel?" Ela nem responde – arranca a toalha dele, ajoelhando e chupando voraz o pau semi-duro, sugando com fome, desejo e confusão. É intenso, boca engolindo fundo, dentes roçando levemente. Puxa-o pro quarto: "Me fode agora!" Admite: "Não sei se tô mais feliz por você não ter transado com ela hoje… ou pela possibilidade de acontecer a qualquer momento." Rufus zoa: "Essa possibilidade de ser corna a excita, né? Que safada!" Ela ri: "Ser corna pra minha filha me deixa louca de desejo por você." Ele provoca: "Gislaine é um tesão… mas você é ainda mais."
Por fim, após um sexo gostoso – Rufus a deita, lambendo a boceta úmida: "Ahh, Gislaine… delícia!" – arrancando gritos de Sara com a "troca de nomes": "Ahh, puto safado… me fode como ela!" Estocadas profundas em missionário, virando pra posição de quatro, com tapas fortes na bunda: "Toma pau, Gislaine!" Ela goza gritando. Em frango assado, metendo brutas: "Agora você, Sara… goza comigo!" Gozam junto, jatos quentes dentro e ela se estremecendo toda.
Rufus diz: "Te amo acima de tudo… quer mesmo essa doideira?" Sara confirma: "Sim… só não me engane de verdade." Ele assente: "Farei sua vontade, desde que te faça feliz." Comenta: "Logo casaremos… você é minha mulher, ponto." Sara ama: "Sim, sou sua… e sua concubina é minha filhota." Ri, excitando ambos – logo transam de novo, devagar e apaixonado, Rufus por trás: "Ahh, delícia… te amo." Ele nunca imaginara algo assim – definitivamente estava feliz ao lado de Sara como nunca antes…