Parte 30: Encontros Secretos, Culpa e Excitações Compartilhadas

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 602 palavras
Data: 31/03/2026 15:29:00

Alguns dias após o acordo do "joguinho", Rufus decide testar os limites – ludibriando Sara para um encontro com Gislaine. Ele anuncia casualmente: "Vou na academia… tô precisando malhar um pouco." Sara ergue a sobrancelha: "Tá bom." Ela suspeita na hora – o timing coincide com Gislaine dizendo que ia "fazer compras". "Eles vão se encontrar?", pensa Sara, o ciúme misturado a um tesão crescente. Fica imaginando: Rufus e Gislaine em um cantinho escondido, mãos se tocando, beijos roubados, talvez até transando selvagem em um motel barato. "Ahh, que delícia de imagem… mas e se for só papo? Não, aposto que rola algo." O pensamento a deixa úmida, pernas inquietas no sofá.

Rufus chega duas horas depois, suado e ofegante – mais do que uma academia justificaria. "Ei, amor… demorei porque peguei trânsito." Sara o encara: "Sério? Gislaine também saiu… coincidência de novo?" Ele ri: "Nada a ver… só malhei." Mas o olhar dele é cúmplice demais. Sara não aguenta – o agarra no corredor: "Vem cá, safado… me conta." Eles transam com força no quarto: Rufus a empurra contra a parede, despindo-a rápido, penetrando por trás com estocadas brutas na boceta úmida: "Ahh... geme pra mim!" Sara rebola: "Me fode forte… fiquei imaginando você com ela!" Ele mete mais fundo, tapas ecoando: "Delícia… você é safada!" Ela goza gritando, e ele enche dentro, jatos quentes. Ofegantes, ele admite: "Tá bom… nos encontramos num café. Só conversamos – só zoando e testando os limites… foi intenso, tipo, tinha uma tensão no ar, mas nada rolou. Quis testar se você surtaria." Sara ri: "Seu bobo… me deixou louca de tesão imaginando à toa!"

Dias depois, o encontro real acontece – Rufus sai "pra resolver coisas na faculdade", e Gislaine some "pro shopping". Sara suspeita forte: "Eles vão transar dessa vez… aposto." Fica excitada o dia todo, tocando-se levemente enquanto imagina: Rufus comendo Gislaine de quatro, gemidos altos, suor misturado. Rufus chega à noite, vermelho e agitado: "Ei… demorei, né?" Parece querer contar algo, olhos culpados. Sara o amacia no sofá: "Vem cá, amor… relaxa. Aconteceu, né? Me conta tudo." Ele suspira: "Tá… nos encontramos num motel. Foi selvagem – ela me beijou faminta na porta, despimos rápido. Chupei a boceta dela devagar, lambendo o clitóris até ela gozar tremendo. Depois, ela cavalgou em mim, rebolando ritmada no pau duro, peitos balançando: 'Mete fundo… ahh!' Viramos de lado, eu por trás metendo forte no cuzinho apertado, tapas na bunda: 'Toma, safada!' Gozamos juntos… foi gostoso, mas me sinto culpado por ser sem você." Sara ri: "Não esperava você assim, se culpando! Relaxa – eu permiti, e o João liberou ela. É o joguinho!"

Antes de dormir, Rufus fode Sara, contando detalhes que a fazem gozar rápido. Ele a deita em missionário, e a chupa gostoso e comentando: "Lembra? Chupei ela assim… lambendo devagar." Sara geme: "Ahh… continua… tô gozando já!" Então, a virando pra quatro, a penetra gostoso: "Meti no cuzinho dela forte!" Ela treme, gozando de novo: "Delícia… me fode como ela!" Em frango assado, metendo bruto: "Gozamos assim… ahh!" Sara explode: "Ahh, seu puto… tô gozando de novo também!" Ele goza dentro. Mais relaxado, Rufus zoa: "Você gosta de ser corna da filha, né? Que tesão louco é esse!" Sara ri: "É vingança reversa – eu fui sua amante quando você namorava minha filha. Mas desde que ela não faça com mais ninguém, e seja fiel ao João, e você, senhor Rufus, me ame e seja fiel, só ela como exceção, tá tudo bem." Rufus assente: "Você é prioridade, é claro… te amo."

Eles terminam adormecendo abraçados, nus e suados: "Te amo pra sempre, Sara." "Eu também, Rufus… somos perfeitos assim."

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