A piscina do hotel

Um conto erótico de Junior Paulista
Categoria: Heterossexual
Contém 1070 palavras
Data: 31/03/2026 15:49:19

Meus pais não tinham uma condição financeira ruim, mas a vida era bem limitada. Somos eu, meu irmão mais novo e meus pais, então o orçamento familiar era bem restrito.

Meu pai trabalhava em uma indústria no interior de São Paulo, onde morávamos. Ele foi promovido a gerente do almoxarifado e, com isso, passou a ter direito a uma remuneração maior, incluindo o bônus anual.

Pela primeira vez fomos a um hotel em Serra Negra. Eu e meu irmão (eu com 18 anos e ele com 15) ficamos muito animados. O hotel era grande, vários andares, e tinha uma piscina que ficava aberta até as 21:00.

Durante o dia andamos pela cidade, e à noite retornamos para o hotel. Estávamos os 4 no mesmo quarto, por questão de economia.

Após o jantar eu e meu irmão fomos para a piscina. Só havia eu e ele na água. Pouco depois chegou uma menina loira, olhos verdes, peitinhos pequenos, magra, com os pais. Ela estava de maiô azul marinho (ou algo assim, na relativa escuridão), marcando levemente o corpo. Eu e meu irmão já ficamos de olho nela.

Por sermos de igreja, eu sempre fui muito recatado, não era de chegar em ninguém, pois tinha que namorar e casar logo, e tinha que ser com gente da igreja. Eu não tinha namorada à época, pois queria estudar e achava que iria atrapalhar. Mas meu irmão já não ligava pra igreja, era muito social, falador.

A menina acabou por entrar na piscina. Ficou quase do outro lado. Por um tempo os pais dela permaneceram por ali, depois chamaram ela e saíram. Imaginei que devessem ter subido para o quarto.

Após a saída deles a menina foi se aproximando, nadando estilo peito, sem afundar a cabeça na água. Quando chegou próxima, foi para a borda da piscina. Eu fiquei secando ela e lógico que meu irmão também.

Eu e meu irmão somos magros, acostumados a nadar, porque fazíamos natação há anos.

Meu irmão se aproximou dela primeiro, puxou papo de natação, viu que ela tinha técnica, e tal. Convidou ela pra "apostarmos corrida" nadando. Ela topou.

Ao sinal de "já" do meu irmão começamos a atravessar a piscina no estilo crawl, e eu cheguei primeiro. Fiz a meia volta com a virada embaixo da água e partimos pra volta ao lado inicial. Eu e meu irmão chegamos primeiro, e ela chegou em seguida.

Foi como uma competição, mas foi muito legal. Ficamos sentados na borda da piscina, ofegantes. Depois de uns 3 minutos ela falou:

— Vocês nadam muito!

No que nós respondemos ao mesmo tempo:

— E você não fica atrás.

E rimos juntos.

Ela se apresentou:

— Oi, sou Julia. Gostei de vocês. Estou aqui esse final de semana com meus pais. Eu não queria vir, porque iria ficar sozinha, nesse tipo de hotel não tem gente da nossa idade. Mas eles não me deixam ficar sozinha em casa, mesmo tendo 19 anos.

— 19 anos? - eu perguntei, pasmo — parece que tem 16!

— Ah, obrigada - respondeu ela, tímida — Qual é o seu nome?

— Júnior, tenho 18, e esse é meu irmão Marcos, de 15.

Meu irmão emendou dizendo que era a nossa primeira vez em um hotel, e também achou que não iria ter alguém de nossa idade.

Ficamos ali, trocando ideia sobre escola, faculdade, sobre a cidade turística, passeios.

— Vamos mais uma? Já estou descansada.

Pulamos na água e ela disse que iria dar o "já". Do nada ela mergulhou e começou a nadar rápido embaixo da água. Eu e meu irmão, surpresos, demos impulso na parede da piscina e seguimos atrás. Dessa vez ela terminou primeiro...

Ainda dentro da água, sem fôlego, eu disse:

— Dessa vez não valeu, hein! Você trapaceou...

— O mundo é dos espertos - disse ela, rindo.

Estávamos os 3 perto. Saímos da agua e sentamos na beira da piscina, ela no meio. Já estava noite e começou a esfriar, afinal a cidade era na Serra.

Em alguns minutos entramos novamente na água, porque tava mais quente do que fora.

De repente ela deu uma tremida de frio.

— Tá com frio? Podemos sair e vestir uma roupa - eu disse.

— Não precisa, estou me divertindo. Vocês podem me abraçar pra gente se esquentar.

Eu fiquei doido, já tava de pau duro. Mas não achava aquilo correto ante a doutrina da igreja. Então não reagi, apenas fiquei perto, mas meu irmão se aproveitou e chegou nela de lado.

– Você vai ficar ai, com frio? Perguntou ela pra mim. — E você - falou pro meu irmão - vai me abraçar direito?

Eu fiquei parado, indeciso. Meu irmão foi por trás dela. Acabei sendo puxado por ela, de frente, e fiquei colado com ela.

Meu pau pulsava. Tenho certeza que o do meu irmão também. E ela estava adorando, dando um risinho safado.

Ficamos ali, abraçados, nossos corpos quentes, excitação vibrante. Começamos a nos esfregar, ela encostou os lábios nos meus. De início foi um selinho, eu era boca virgem, fiquei sem reação com aqueles lábios tenros tocando os meus. Ela percebeu, deixou encostado por um tempo e depois iniciou um beijo de língua. Que coisa gostosa! Eu nunca tinha experimentado uma sensação tão boa!

Meu irmão também quis, estava enciumado. Trocamos de lugar. Eu fiquei atrás, apertando os peitinhos dela e apertando meu pau naquela bundinha redonda. Eles dois se consumiam em um beijo quente de língua, meu irmão apertando a bunda dela.

Já não estávamos mais aguentando de tesão, mas não tínhamos como ir pra algum lugar reservado, e meu irmão ainda era menor de idade... acabou que resolvemos sair da água e subir pra nossos quartos.

Nos vestimos molhados mesmo, não havia toalhas. A blusa dela e nossas camisetas logo ficaram coladas aos corpos. Subimos por uma escada secundária, e fomos para nossos quartos. Antes de ela entrar no dela nos despedimos com um beijo demorado pra cada um.

Eu e meu irmão fomos para nosso quarto, e minha mãe disse que já era hora de estarmos dormindo. Tomamos banho, pra sairmos cedo pra rua no outro dia, pois passeio pra minha mãe era andar pela cidade, não descansar em hotel.

Voltamos só para almoçar e pegar as malas, pois era domingo e tínhamos que retornar para casa.

Nunca mais vimos a Júlia, e naquela época, 1999, não tinha rede social e Internet ainda se arrastava nos modens de 56 kbps.

Ficamos sonhando com Julia por algum tempo. Essa foi minha primeira experiência "sexual".

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