Amanheceu a segunda-feira semelhante a todas as outras pra um trabalhador como eu, exceto pelo fato de que senti meu cu um pouco dolorido, o que me fez lembrar de que tinha dado a bunda pra minha esposa na noite anterior. Olhei no relógio e vi que tinha que me apressar. Saí da cama de pau duro e fui pro banheiro fazer a minha higiene matinal. Acordei minha esposa, tomamos café e segui no ônibus para a empresa. No caminho, pensando em terminar o curso pra poder exercer a profissão de corretor de imóveis, lembrei que o tio um dia disse que eu talvez pudesse ir trabalhar com o amigo dele, o dono da imobiliária, antes de terminar o curso, mas apenas para serviços administrativos. Eu queria mudar de emprego, ganhar mais, pois tinhas aspirações de um dia comprar uma casa ou apartamento que fosse meu, sem ter que pagar aluguel ou morar de favor na casa do tio Carvalho. Decidi que conversaria com o tio no próximo fim de semana, quando ele voltasse pra casa. Durante o expediente recebi no zap a mensagem que a aula presencial daquele dia, segunda-feira, seria substituída por ensinamentos via vídeo na internet. Adorei, pois preferia sair do trabalho e ir pra casa descansar e curtir a minha esposinha.
No final da tarde, após o trabalho, entrei no ônibus, sentei na última fileira e, enquanto seguia rumo à minha casa, fui pensando nas loucuras sexuais que eu e a minha esposa fizemos nos últimos tempos. Dividir a Rosinha com o meu tio dotado já havia se tornado algo que muito raramente me despertava ciúmes, mas deixar minha mulher comer minha bunda com os brinquedos da tia Carmem ainda era novidade pra mim. Lembrei que eu já havia experimentado dois vibradores, o pequeno e o médio e, também o consolo pequeno preso na cinta de couro. Ainda faltavam o vibrador grande e os consolos médio e grande. Ao imaginar que nas próximas vezes a Rosinha tentaria meter em mim os outros, decidi que eu até toparia tentar os outros, exceto o consolo grande, pois aquilo era uma enormidade e certamente causaria muito mais dor do que prazer. Lembrei também que havia outros brinquedos, tais como um consolo duplo pra ser dividido entre duas pessoas, o consolo encaixável na mulher que parecia não precisar de calcinha de couro para prendê-lo e também plugs anais e outros. Pensando nessas coisas, não percebi o tempo passar e logo cheguei em casa. Fui recebido pela minha Rosinha, sempre sorridente e provocadora.
Rosinha (me abraçando, beijando e colocando minha mão sob seu vestido pra que eu soubesse da ausência de calcinha) – Oba, adoro quando meu maridinho volta pra casa! Aliás, hoje você terá que ir no curso, certo?
Eu (beijando minha esposa enquanto lhe acariciava as nádegas nuas e quentes debaixo da roupa curta) – A aula de hoje foi substituída por um vídeo que assistirei logo após o jantar; depois teremos o final da noite pra ficarmos juntos.
Rosinha (sorrindo e provocando) – Obaaa! Serei comida antes de dormir?
Naquela segunda-feira fizemos um sexozinho leve, sem grandes variações, mas extremamente carinhoso e prazeroso. Ninguém tocou no assunto inversão de papeis, vibradores, consolos ou cinta de couro. Quando me deitei pra dormir, lembrei que havia acordado com o rabo um pouco dolorido e, então, contraí os músculos da região e senti que estava tudo “novinho” outra vez. Sorri sozinho lembrando de quando a Rosinha fingia dor no anelzinho traseiro após ser enrabada por mim ou pelo tio Carvalho.
Aquela semana transcorria sem grandes novidades, trabalho durante o dia, estudos relativos ao curso por algum tempo à noite e, como não poderia deixar de faltar, o sexo gostoso e tão costumeiro antes de dormir. Caros leitores, o fato de eu e a Rosinha transarmos todas as noites era mais por uma necessidade dela do que minha, pois se dependesse de mim, transaria de duas a três vezes na semana, mas minha esposa sempre dizia antes de nos acomodarmos pra dormir: “Amor, que tal um sexozinho gostoso pra eu dormir feliz?”
Chegou a sexta-feira e o tio enviou pra mim um zap bem humorado e provocativo: “Olá, Fernando! Voltarei pra casa hoje à noite. Levarei pizza e vinho pro jantar, mas sei que você estará no curso. Chegarei com fome. Você se importa se eu e a Rosinha começarmos a comer sem você?” Eu deveria ficar bravo ao perceber as intenções do meu tio de comer minha esposa na minha ausência, mas conhecendo e gostando dele como eu conhecia e gostava, respondi: “Tudo bem, tio, podem começar sem mim!”
Consegui que o meu chefe me liberasse mais cedo e fui pra casa tomar banho e comer algo antes de ir pro curso. Pra minha surpresa, flagrei a Rosinha pelada, sentada numa cadeira plástica debaixo da ducha do quintal raspando a xana. Ela, ao me ver, continuou fazendo o que fazia sem se alterar e ainda sugeriu:
Rosinha – Fer, venha tomar banho aqui na ducha, sei que tem pressa e aqui será mais rápido e poderemos conversar um pouco antes de você ir pra aula.
Aceitei a sugestão, pois o chuveiro do quintal tem mais água e o banho é mais rápido. Enquanto eu me lavava, minha mulher continuava na cadeira com as pernas abertas raspando caprichosamente os pelinhos ainda bem curtos, pois fazia pouco tempo após a última raspagem. Ver minha esposa se raspando entre as pernas e imaginar que ela se preparava pro tio Carvalho que vinha voltando, fez meu pau endurecer em segundos.
Rosinha (notando meu estado de excitação) – Fer, você é muito tarado; não pode ver uma mulher pelada raspando a xota que já fica de pau duro!
Eu (sorrindo e omitindo que parte do meu tesão era porque ela logo iria dar pro tio Carvalho) – Só estou apreciando!
Rosinha (se posicionando de quatro no chão, ajoelhada sobre os chinelos e empinando a bunda pra mim) – Amor, sei que você está com pressa, mas preciso de um favorzinho rápido; quero que você raspe meu cuzinho! E nem diga que eu não tenho pelos aí atrás, pois quero que você passe o barbeador mesmo assim, quero ter certeza de que o meu furinho estará bem bonitinho!
Eu (me agachando atrás dela e deslizando cuidadosamente o barbeador nas preguinhas anais da minha amada) – Você nunca teve pelos no rabinho; se olhar com atenção, dá pra ver só uns minúsculos pelinhos, quase invisíveis! Porque você quer raspar seu botãozinho traseiro? Está pensando em dar ele pro tio?
Rosinha (abrindo a bunda com as mãos facilitando o meu trabalho) – Fer, não sei o que vai acontecer, mas quero estar raspadinha, bem lisinha, pois faz duas semanas que o tio está viajando e certamente chegará “com fome”!
Eu (fingindo que iria enfiar o dedo no rabo dela) – E você, dona Rosinha, mulher casada e de respeito, está preparando com capricho a comidinha do tio, né!
Rosinha (fugindo do meu dedo e rindo) – Oh, amor, você tá com ciúme?
Terminei a raspagem, mesmo sabendo que não havia pelos no cuzinho da Rosinha, e saí apressado pro curso daquela sexta-feira deixando minha mulher se banhando pra ficar cheirosinha, além de raspadinha, aguardando meu tio do pau grande que vinha pela estrada com muita “fome”.
Ao chegar na escola, eu e outros alunos fomos comunicados que o instrutor teve problemas pessoais e não haveria aula presencial, e que a matéria seria substituída por um vídeo. Meu coração acelerou ao imaginar que eu voltaria pra casa mais cedo. Consegui carona com um colega que morava próximo de onde eu ia e tomei o rumo de casa. Durante o trajeto o colega queria conversar, mas eu só pensava no que iria encontrar em casa e quase não prestava atenção no que ele dizia. E mais, tive que me esforçar pra que meu pau não endurecesse ali sentado no banco do passageiro. Imaginem o que pensaria o meu colega se percebesse meu pau duro ao estar com ele no carro (risos)! Meu coração acelerou ao passar pelo portão de casa e ver o carro do tio na garagem. Parei, respirei tentando me acalmar e fui caminhando devagar e em silêncio, pois não queria atrapalhar a sacanagem que os dois certamente já haviam iniciado. Me surpreendi ao ver o tio vindo e direção à ducha da piscina enquanto tirava a roupa; ele iria tomar banho. Me escondi impedindo que ele me visse e pude ouvir minha esposa:
Rosinha (falando lá da nossa casinha) – Tiiio, vá tomar banho pra tirar o suor e lave bem lavadinho o seu amigão! Vou dar uma esquentadinha na pizza e vamos jantar antes de comer! Primeiro vamos encher nossas barrigas pra termos energia pra comermos depois!
Carvalho (tomando banho e o pau enorme, ainda mole, balançando e crescendo) – Estou com fome, Rosinha, faz duas semanas que não como!
Rosinha – Tenha paciência, tio, a sua comidinha não vai fugir, fique tranquilo que ela estará esperando você depois do jantar!
Escondido e ouvindo as frases de duplo sentindo dos dois safados; vi o tio Carvalho se lavando caprichosamente, principalmente as partes íntimas. Acho que o tio pensava na minha mulher enquanto se banhava, pois quando terminou o banho, o seu pau estava duro, balançando empinado acima da linha horizontal, me lembrando o cavalo Mandingo. Antes de se enxugar, ele massageou a pirocona molhada por alguns segundos, certamente pensando a minha esposa. Ver aquele cacete descomunal e saber que em breve a minha Rosinha iria comer tudo aquilo fez meu pau endurecer. Quando ele entrou, tomei cuidado pra não fazer barulho e me aproximei da porta da casa me escondendo atrás de algumas plantas, num local onde eu conseguia ver e ouvir o que acontecia lá dentro.
Rosinha (sorrindo ao ver o tio entrando pelado na cozinha) – Tio, pegue este seu short que você esqueceu aqui dias atrás e vista, esconda essa coisa dura de mim, pois não quero ficar olhando pro seu amigão; estou com muita fome e quero me alimentar antes de comer.
Carvalho (sorrindo safado) – Rosinha, terei frutinha de sobremesa?
Rosinha (sorrindo safada) – Siiim, tio! Vou dar pra você uma frutinha deliciosa, cheirosa, suculenta; você vai adorar a sobremesa que preparei pra você!
As frases de duplo sentido iam sendo substituídas pelas obscenidades tão gostosas de falar e ouvir e que tanto tesão nos dá. Vestido com um short esportivo, sem forro e transparente, o tio sentou-se à mesa, frente a frente com a minha esposa e iniciaram o jantar enquanto conversavam. Esqueceram as safadezas e falaram do dia a dia de cada um, do trabalho, entre outras coisas; nem parecia que após a refeição iriam saborear a “sobremesa” na cama. O tio perguntou como ia o meu curso e a Rosinha confirmou que eu estava na aula e complementou:
Rosinha – O Fer tá levando o curso a sério, tio, mas eu gostaria que ele estivesse aqui pra jantar com a gente e também pra brincarmos todos juntos depois da refeição!
Carvalho (sorrindo) – Se você quiser, Rosinha, poderemos esperar por ele.
Rosinha (com um sorriso sapeca no rosto) - Melhor nós dois nos divertirmos antes, tio, afinal você está “sem comer” há duas semanas; vou cuidar de você primeiro e depois cuidarei do meu maridinho. Acho melhor que ele possa desfrutar de mim sozinho. (interrompendo a frase, pensando e sorrindo maliciosa) – Mesmo que seja pra ele me pegar depois de você!
Iniciaram a refeição e o jantar entre eles transcorreu normalmente. Me senti feliz ao constatar que em nenhum momento houve má intenção de qualquer um deles de fazer algo escondido de mim. Enquanto eu continuava escondido e sentindo meu estômago vazio, meu pinto amoleceu. Terminado o jantar, o clima voltou a esquentar entre eles; o tio, ao ver minha mulher chacoalhando a bunda sob o vestido curto, no mesmo ritmo dos seus braços enxugando a louça recém-lavada, foi até ela:
Carvalho (se aproximando por trás, encoxando minha mulher e enfiando a mão sob o vestido, por trás, procurando seus tesouros entre as coxas) – Rosinha, como está a sua florzinha, o Fernando tem cuidado bem dela?
Rosinha (abrindo um pouco as pernas, arrebitando a bunda e facilitando a busca do tio) – Tio, o meu amorzinho, Fer, é muito carinhoso comigo e cuida muito bem de mim e da minha florzinha, mas hoje ele ainda não deu nada pra ela comer e ela está com muita fome!
Carvalho (beijando o pescoço da minha mulher) – Bem, se a sua florzinha está com fome e o Fernando não está aqui pra cuidar dela, acho que terei que alimentar essa coisinha gostosa que você tem no meio das pernas; huuummm, que delícia, ela tá quentinha e molhadinha, acho que ela quer comer!
Rosinha (quietinha, curtindo o carinho que o tio lhe fazia entre as coxas) - A minha florzinha tá sempre quentinha e molhadinha, tio; espero que você tenha algo gostoso pra ela comer, pois ela tá com muita fome!
Carvalho (pegando a mão da minha mulher e pondo dentro do seu short) – Tenho algo aqui pra dar pra sua florzinha comer, pegue, sinta na mão e me diga se ela vai gostar.
Rosinha (enfiando a mão dentro do short do tio e massageando a piroca) – Tio, minha florzinha tá com muita fome e é exatamente isso que ela quer, mas não sei se ela vai conseguir comer tudo isso!
Carvalho (acariciando cuzinho da minha mulher) – Sua florzinha é gulosa e vai comer tudo; e quando ela ficar saciada, poderá dividir a comida com o amiguinho dela aqui atrás, ele poderá comer também e ajudar ela a consumir toda a comida que eu tenho pra dar. Que tal?
Aquela brincadeira de frases de duplo sentido estava se prolongando demais e a Rosinha, com o tesão nas alturas, incorporou a puta que tem dentro de si e escancarou a sua vontade de dar. E eu, incomodado com o pau duro dentro da roupa, abri o zíper o botei o bicho pra fora.
Rosinha (levantando uma das pernas, apoiando o pé na pia e arrebitando o rabo e se oferecendo, me fazendo lembrar da égua Kiara) – Tio, cê tá me deixando louca de vontade de dar, não tô aguentando de tanto tesão!
Não precisou que a minha mulher dissesse o que queria, pois o tio, como todo macho comedor, entendendo a necessidade da fêmea que tinha sob o seu controle, se agachou atrás dela e enfiou a cara entre as nádegas, lambendo desde o início do rego, passando pelo cu e pela buceta até chegar no grelinho. Enquanto ele lambia se deliciando com os tesouros da minha mulher, botou o pau pra fora pela perna do short, pois todo aquele volume certamente estava incomodando apertado dentro da roupa. A Rosinha, por sua vez, puxou pra cima o vestido o retirando pela cabeça ficando nuazinha e continuou gemendo de tesão. O tio Carvalho, doido de tesão, se posicionou de pé agarrando os peitos da Rosinha e, como um cavalo tarado querendo meter, dava estocadas pra frente tentando encontrar a portinha do paraíso, mas apenas conseguia dar cabeçadas com a pica na região mais íntima da minha esposa.
Carvalho (mordendo a região do ombro e pescoço da minha mulher) – Não tô aguentando mais, minha linda, preciso entrar em você, meter e sentir meu pau dentro da sua buceta!
Rosinha (tesuda e doida pra dar, mas ainda lúcida, convidou o tio pra irem pro quarto) – Vamos pra cama, tio, lá será mais confortável! (mal havia terminado a frase, gemeu de dor ao sentir a penetração vigorosa e total) – Aiiiii, tiiio! Tarado! Assim você rasga minha bucetinha!
Carvalho (se desculpando e abraçando minha esposa por trás) – Desculpe, minha linda! Você é gostosa demais e eu tô tão tarado que não resisti! Desculpe!
Rosinha (respirando fundo e dando uma reboladinha finalizando o encaixe) – Tudo bem, tio, eu entendo você; o Fer de vez em quando perde o controle também! Tio, tire essa coisa grande de dentro de mim e vamos pro quarto, lá será mais confortável!
O tio desta vez não obedeceu minha mulher, não queria desgrudar dela, e muito menos tirar o pinto da buceta e, então, agarrou as pernas dela um pouco acima dos joelhos e a levantou antes de seguir caminhando com a minha esposa espetada na sua pica dura. Que imagem tesuda, meus caros leitores! Imaginem um sujeito com um pau enorme metido por trás na minha mulher, ela com as pernas abertas e com a buceta cheia indo pro meu quarto, pra minha cama. Vê-la naquela posição me deu vontade de me ajoelhar e cair de boca naquela fenda cujos lábios, de tão esticados, formavam um anel ao redor do cacete grosso que o tio mantinha dentro dela. Chegando no quarto, se jogaram na cama desfazendo o encaixe, pois a Rosinha tinha planos. Eu me escondi na sala num local estratégico onde eu conseguia vê-los tanto diretamente quanto pelas imagens refletidas nos espelhos nas portas do armário.
Rosinha (montando no tio em posição invertida) – Quero fazer 69 com você, tio, lambe minha buceta que eu tô doida pra chupar seu pau, tô com muita saudade de sentir seu cacete grosso babando na minha boca, adoro o gostinho de baba de pau.
Meu pau doía de tão duro, às vezes eu o massageava levemente enquanto apreciava a safadeza da minha mulher e o meu tio pauzudo. Não vou contar em detalhes o que acontecia entre eles, mas apenas o que mais chamava a minha atenção. Notei que tanto a Rosinha, quanto o tio, talvez por estarem longe de mim, falavam mais obscenidades, gemiam e gritavam sem qualquer vergonha de expressar o tesão que sentiam.
Carvalho (lambendo a buceta e o cu da minha mulher enquanto curtia a mamada que ganhava no pau) – Ufffff, que boca gostosa a sua, minha putinha, isso chupa minha piroca; senta na minha cara, rebola, esfrega essa buceta gostosa que eu gosto de beber o melzinho dela!
Rosinha (tão obscena quanto o tio, tirando rapidamente o pau da boca) – Tio, seu cacete tá muito gostoso, muito duro e grosso; tô adorando o gostinho da baba do seu pau, tá uma delícia!
Não sei por quanto tempo se chuparam e se lamberam em seus sexos, mas não demorou pro tio anunciar que estava próximo de gozar:
Carvalho – Pare, Rosinha, pare de me chupar ou vou gozar na sua boca!
Rosinha (desfazendo o 69 e voltando a montar o tio em posição de amazona, comendo o pau dele com a buceta e falando com a voz carregada de tesão) – Tio, eu tô muito tarada e se você aguentar, eu quero uma foda com “3 Bs”. Pode ser?
Carvalho (sorrindo) – O que é isso, Rosinha? Nunca ouvi falar de foda com 3 Bs!
Rosinha (rebolando suavemente no pau) – 3 Bs é boca, buceta e bunda, tio; quero que você goze nos três lugares. Você aguenta?
Carvalho (sorrindo) – Não sei, minha flor, se aguento tudo isso numa só noite; se tentarmos, vai demorar muito e não podemos esquecer que o Fernando vai chegar e também vai querer comer você!
Rosinha – Cê tem razão, tio, não posso ficar tanto tempo só com você, é melhor eu guardar um pouco da minha energia por meu amorzinho, Fer! (saindo de cima dele e se colocando de quatro) – Quero que você me pegue de quatro, tio; vem, mete na minha buceta e mate a saudade, coma ela todinha!
Antes de meter, o tio Carvalho saiu da cama, foi até o criado mudo e, enquanto bebia um pouco de água, sorria apreciando a beleza da minha mulher que o aguardava de quatro, piscando o cuzinho e doidinha pra dar. Eu apreciava os dois, ela que se oferecia de quatro e o tio que massageava lentamente a estrovenga pronta pra entrar na minha esposinha. Me dava tesão imaginar minha Rosinha gemendo naquela caceta grossa enterrada na sua buceta!
Rosinha (rebolando o rabão e implorando) – Veeem, tio, não me deixe esperando!
Carvalho (subindo na cama e batendo com o pinto no rego da minha mulher) – O que você tá querendo, Rosinha? Diga pra mim!
Rosinha (enfiando a mão por entre suas pernas e tentando agarrar o pau do tio Carvalho pra enfiar na sua buceta) – Quero seu pauzão grossão na minha buceta, tio, quero que você me coma bem gostoso, que goze dentro de mim e me deixe toda melada pra depois o meu amorzinho, Fer, me comer outra vez.
Carvalho (enfiando o cacete na minha mulher numa só metida, lenta e firme) – Rosinha, você é uma esposa muito putinha; é putinha porque sente tesão imaginando o maridinho te comendo depois que eu gozar dentro da sua buceta, né, safada!
Rosinha (rebolando e sorrindo de olhos fechados, curtindo a pica volumosa do tio atolada na sua buceta) – Me dá tesão, sim, tio, principalmente porque o Fer gosta de me pegar depois que você me come; acho que de tanto você falar que gostava de comer a tia Carmem gozada por outro, o Fer, também passou a gostar de me pegar usada e gozada por você.
Meu pau pra fora da roupa doía de tão duro, mas eu não me arriscava a tocá-lo pra não gozar antes da hora. Continuei assistindo a trepada dos dois safados que, cada vez mais tarados, expressavam o tesão que sentiam falando putarias. Treparam em várias posições até que o tio, metendo na posição papai e mamãe, outra vez anunciou que estava próximo de gozar:
Carvalho (interrompendo a metida, respirando fundo) – Sua buceta é muito gostosa, Rosinha, vou gozar logo, logo!
Rosinha (puxando o tio pelas nádegas de encontro ao seu corpo) – Seu pau é muito gostoso, tio, gosto muito de sentir esse seu cacetão duro e grosso enchendo minha buceta! Mete, esporre dentro de mim, quero sua porra quente na minha buceta!
Vi que o tio Carvalho se esforçava pra não gozar e prolongar o prazer que a minha esposa estava lhe proporcionando. Ela, também percebendo que ele segurava o gozo, o incentivou:
Rosinha (se colocando de frango assado) – Goze dentro de mim, tio, me enche com o seu creminho e depois quero que você me chupe e me beije com a boca cheia de porra; quero que o Fer, quando voltar, me beije e sinta o gosto de porra na minha boca!
Carvalho (não resistindo) – Rosinha, você é muito puta! Aiiiii, eu vou gozar, puta que pariu, você vai me fazer gozar!
O tio, que havia interrompido os movimentos de entra e sai, reiniciou um vai e vem profundo socando com força o cacete na buceta da Rosinha e explodindo dentro dela:
Carvalho (de olhos fechados, urrando como um animal e enchendo a buceta da minha mulher com creme de pica) – Putaaa, você é muito puta, Rosinha; tome porra nessa sua buceta gostosa, tome porra, tome porra, vagabunda!
Rosinha (sorrindo e apreciando as expressões de gozo do macho que mijava porra dentro dela) – Goze, tio, esporre dentro de mim bem gostoso, dá porra quentinha pra sua puta, dá! (abraçando o tio com as pernas, cruzando os pés nas costas dele) - Ai, tio, que delícia sentir você esporrando dentro me mim, ai, eu também vou gozar, ai, vou gozar no seu pau, tô sentindo ele esguichando porra dentro de mim, ai, isso é bom demais, delíciaaa, tô gozandooo!
Depois de muito socar o pau na buceta e esfregar a racha na pica, os dois tarados ficaram grudados e engatados por um bom tempo esperando diminuir os batimentos cardíacos até que a Rosinha pediu:
Rosinha (sorrindo maliciosa pra ele) – Tio, quero um beijo seu bem gostoso, um beijo de língua com a boca cheia de porra!
O tio apenas sorriu, provavelmente imaginando o quanto minha mulher é putinha e foi se abaixando, passando a língua pela barriga dela até enfiar a cara entre as coxas abertas. Apreciou por alguns segundos a fruta recém comida, melada, com os lábios abertos e inchados começando a vazar porra e, sem nenhum nojo, colou sua boca na portinha do paraíso da minha mulher.
Rosinha (rindo e empurrando a cabeça do tio tentando afastá-lo da sua xota) – Devagar, tio, minha xaninha tá sensível, vai devagar com essa língua safada, pare de me lamber; quero que você apenas chupe, pegue bastante caldinho e venha me beijar.
Vi o tio sugar na buceta da minha mulher a sua própria porra e depois ir em direção ao rosto dela pra beijá-la, sorrindo e sem abrir a boca, que parecia cheia. A Rosinha, olhando o tio se aproximando, abriu a boca e colocou a língua pra fora como uma cadelinha pedindo algo gostoso. Que cena! Ver os dois se beijando, esfregando lábios e línguas meladas de porra, me deu tanto tesão que tive vontade de agarrar meu pau, punhetar e gozar diante daquela cena. Ufa! Os dois safados descansaram por alguns minutos e o tio parecia ter adormecido.
Rosinha (colocando uma das pernas sobre as pernas do tio e acariciando o peito dele) – Tio, que tal você acordar e me comer outra vez? O Fer não vai demorar muito e eu quero estar sozinha quando ele voltar. (sorrindo pro tio ao vê-lo abrir os olhos e massageando o seu pau mole) – Tio, quer meter seu cacetão no meu cuzinho?
Quase tive um piripaque no coração ao ouvir aquilo; minha esposa, extremamente obscena, oferecia descaradamente sua bunda ao meu tio pintudo!
Carvalho (sorrindo e acariciando a bunda da minha mulher, passando o dedo no cuzinho dela) – Quer tomar no cu, minha flor?
Rosinha (sorrindo) – Quero, tio! Fiz lavagem interna e meu cuzinho tá prontinho pra agasalhar o seu cacetão! (massageando o cacete que crescia em sua mão) – Mas você terá que ser paciente e carinhoso comigo, pelo menos no começo, tá!
Carvalho (olhando pro rosto e pra mão da minha esposa punhetando o seu pau) – Você gosta do meu pau, Rosinha?
Rosinha (sorrindo e olhando pra pica já quase dura, movimentando a mão pra cima e pra baixo, puxando a pele até cobrir a cabeça e depois puxando pra baixo botando a cabeça pra fora) – Adoro, tio, gosto muito do seu pauzão, mesmo ele sendo gigante assim!
Carvalho (sorrindo) – Gostaria mais dele se ele fosse menor?
Rosinha (pegando o pau com as duas mãos) – Acho seu pau muito grande, tio. Fiquei assustada na primeira vez que vi ele duro, imaginei se ele caberia dentro de mim, se iria doer, se minha xota ficaria aberta depois que você terminasse, mas também fiquei com vontade de experimentar e sentir tudo isso dentro de mim. Antes de conhecer o Fer, experimentei muitos pintos, mas nunca vi um tão grande quanto o seu!
Carvalho (sorrindo) – Ficou curiosa e resolveu experimentar o cacetão do tio?
Rosinha – (massageando o pau do tio) - Não foi bem assim, tio, não fui eu quem decidiu; naquela época o Fer também começou a fantasiar, imaginar eu dando pra você, inclusive eu e ele trepamos muitas vezes fantasiando com você me comendo com esse pintão. O tempo foi passando, as fantasias ficando mais fortes, nós nos provocando até que criamos coragem e chegamos até onde estamos hoje: você e eu pelados na cama, você de pau duro, e eu prontinha pra ser enrabada! (dando um beijinho na cabeça do pau do tio, sorrindo e parecendo tímida) – Tio, apesar de ter um pouco de vergonha, vou lhe contar algo que naquela época me deu muito tesão e mais vontade de dar pra você. Lembra do passeio na fazenda do Luiz e da Lúcia, e do cavalo Mandingo e da égua Kiara? Pois então, tio, depois que vi o Mandingo enfiando aquele pauzão na égua Kiara, fiquei muito tesuda e com mais vontade de sentir você metendo seu cacetão em mim!
Carvalho (sorrindo malicioso) – Você se imaginou sendo a égua Kiara e eu o cavalo Mandingo, Rosinha? Quer brincar de Mandingo e Kiara comigo?
Rosinha (sorrindo e se pondo de quatro na cama, abrindo as pernas e arrebitando o rabo) – Quero, sim, brincar de Mandingo e Kiara com você, tio, mas diferente dos dois animais, eu quero pica no cu!
O tio se levantou e foi até o criado mudo e, enquanto bebia água, não tirava os olhos da minha esposa que o provocava silenciosamente rebolando a bunda. Ele jogou sobre o colchão o lubrificante gel e, pra atiçar ainda mais a minha mulher, imitou o cavalo Mandingo andando de um lado a outro ao redor da cama, exibindo o cacete muito duro apontando pro horizonte e olhando minha mulher com desejo.
Rosinha (acompanhando o tio com os olhos enquanto enfiava o dedo melado de lubrificante no próprio cu e fazendo charminho) – Ai, tio, você me cercando assim e com esse pauzão duro tá me dando medo! Eu queria que o meu amorzinho Fer estivesse aqui comigo pra me proteger de você, eu iria me sentir mais segura!
O tio Carvalho subiu na cama, se ajoelhou atrás da minha esposa e, imitando o cavalo Mandingo, fazia movimentos de meteção cutucando com o pau a bunda e as coxas da minha mulher, sem a intenção de meter. A Rosinha, fazendo as vezes da égua Kiara, movimentava a bunda pros lados procurando com o rabo o pau que ela sentia tocando seu corpo.
Rosinha (enfiando a mão entre as coxas procurando o pau do tio) – Oh, tio, cê tá me fazendo passar vontade e me castigando! Eu queria que o Fer pudesse me ajudar agora, eu gostaria que ele pegasse nesse pauzão e pusesse dentro de mim!
O tio, já bem tesudo, não mais resistiu e, sem precisar segurar o picão, o apontou pra racha da buceta e enfiou tudo numa só metida provocando um gemido da minha mulher:
Rosinha (fechando os olhos e apertando os dentes) – Aiiiii, puta que pariu, tio, que pauzão de cavalo você tem!
Carvalho (falando firme e estocando a buceta da minha esposa com força) – Não sou o seu tio, não; sou o seu cavalo Mandingo, e você é minha égua trepadeira!
Rosinha (com a voz carregada de tesão, rebolando e entrando na brincadeira) – Então mete, meu cavalão Mandingo, soca seu cacetão na buceta da sua égua Kiara!
Eu, que a tudo assistia sem ter coragem de pegar no meu pau pra não gozar antes da hora, achava que os dois safados haviam desistido do sexo anal até que o tio pegou o tudo de lubrificante, pressionou o bico no cu da minha mulher e injetou mais um bocado de gel dentro dela.
Carvalho (segurando a Rosinha pela cintura fazendo ela abaixar um pouco a bunda) – Abaixe o rabo, minha éguinha Kiara, que agora vou te enrabar como você tá precisando!
Rosinha (gemendo) – Devagar, seja carinhoso comigo, meu cavalão; meu cuzinho é muito pequeno pro seu pauzão de cavalo!
A cena a seguir me fez lembrar das muitas que vi em vídeos pornôs, na internet, onde atrizes profissionais e muito habituadas a levar na bunda, aceitam, sem fugir, a enrabada de um sujeito pauzudo. O tio pressionava a cabeça da pica nas pregas do cu da minha mulher e ela, levando umas das mãos pra trás e segurando na coxa do tio Carvalho, não conteve um gemido profundo, longo e dolorido:
Rosinha (com os olhos fechados, boca aberta e expressão de dor no rosto) – Ahhh, ahhh, ahhhhhhh, filho da puta, você tá rasgando meu cu, ai, que dor do caralho, puta que pariu, esse cacetão de cavalo tá arrombando meu cuuu!
Carvalho (se deixando dominar pelo instinto de macho, continuando a meter, lenta, mas firmemente a pica no cu da minha mulher) – Aguente, Kiara, mostre que você é uma égua de verdade e aguente meu pau de cavalo no seu cu! (enfiando a outra metade da pica que ainda restava de fora do cu) – Tome pau no rabo, puta vadia!
Senti dó ao ver minha mulher gemendo dolorosamente, tentando fugir da estrovenga que enchia e alargava seu cu, se jogando na cama, se deitando, mas não escapando do tio que a segurava e se deitou sobre ela sem deixar que o pau escapasse do seu rabo. Caros leitores, senti pena da minha mulher ao vê-la deitada de bunda pra cima, dominada e enrabada, mas tenho que confessar, até com certo peso na consciência, que quase gozei naquela hora!
O tio Carvalho, colocando o peso do seu corpo sobre a minha mulher e usando os pés pra abrir as pernas dela, a imobilizou completamente. Ele se mexia sobre ela metendo devagar e lentamente pra que ela se acostumasse com o invasor que, apesar de conhecido, sempre lhe causava dor no início da trepada. Meu pau pra fora da roupa, doía de tão duro, mas eu não me arriscava a tocá-lo, pois não queria arriscar gozar antes da hora. Menos de um minuto após o tio ter enfiado o pau, minha esposa, já acostumada com a dor, iniciava timidamente os primeiros movimentos de rebolar e empinar a bunda se esfregando no macho que lhe enrabava.
Rosinha (de olhos fechados, curtindo o cacete que tinha no rabo) – Mexe, tio, pode meter devagarinho que tá ficando gostoso!
Carvalho (metendo com carinho) – Você reclamou no início, Rosinha, disse que doeu! Agora tá querendo meu pau?
Rosinha (esboçando um leve sorriso) – Tio, você é muito safado, me enrabou sem dó e rasgou minhas preguinhas do cu, agora mexe devagarinho e me dê prazer pra compensar a dor que você causou!
Conforme o tio ia fazendo movimentos lentos e curtos de entra e sai com o pau na bunda da Rosinha, o sorriso no rosto dela aumentava; era visível que a dor estava sendo substituída pelo prazer e, tanto foi assim que ela começou a movimentar a bunda pra cima em busca de mais pau e de uma penetração profunda.
Rosinha (empinando o rabo) – Tio, quero que você me pegue de quatro, igual o cavalo Mandingo pegou a égua Kiara!
Os desejos da minha mulher eram como se fossem ordens para o tio e, então, mudaram de posição. Minha esposa safada se pôs de quatro dando mais liberdade ao tio pra meter profundamente a sua estrovenga no cuzinho dela que, naquela posição vulnerável, protestou:
Rosinha (pondo a mão na coxa do tio sinalizando que ele deveria ser mais carinhoso com ela) – Tio, cê tá vindo muito fundo em mim, dói um pouco!!
Carvalho (continuando a meter fundo sem dar atenção à minha mulher) – Rosinha, sua bunda é muito linda e gostosa, e seu rabo é tão apertadinho que é impossível resistir e não enfiar todo o pau nesse seu cu delicioso!
Diante de tal elogio, minha mulher não mais reclamou. Aliás, acho que era só charminho, pois logo depois ela iniciou um rebolado pros lados e também jogava a bunda pra trás batendo ruidosamente as nádegas no corpo do tio em busca de uma penetração total do pau no seu cu.
Rosinha (cada vez mais tesuda, liberando suas obscenidades) – Ai, tio, que delícia de caralho, você tem um pau muito gostoso, adoro ele socado na minha bunda; mete, tio, fode meu rabo que eu tô adorando sentir seu caralhão dentro do meu cu!
Carvalho (tesudo, tirando o pau até sobrar somente a cabeça dentro do cu e em seguida socando forte e fundo no rabo da minha esposa) – Já que você gosta tanto do meu pau, então tome pau nesse seu cu gostoso, tome, puta, tome pau no seu rabo!
Rosinha (gemendo) – Ufffff, é muito bom ser enrabada por você, tio, vem, fode minha bunda, soca essa pica grossa no meu rabo, aiii, cê tá arrombando meu cu, caralhudo!
Carvalho (aumentando o ritmo e a força das metidas no cu da Rosinha) – Vou arrombar seu cu, vou deixar ele todo largo!
Rosinha (rebolando, empurrando a bunda pra trás querendo mais pica) – Isso, tio, fode meu cu, deixe ele bem arrombado que o meu maridinho vai adorar, mete com força, rasgue meu cu, arrebente minhas pregas, meu macho comedor!
Carvalho (se aproximando do gozo, metendo como um cavalo tarado) – Putinha, se você continuar falando assim, vai me fazer gozar!
Quando a pele da minha esposa se arrepiou e em seguida ela apoiou o rosto no colchão pra liberar as mãos e poder apertar e puxar os mamilos, eu soube que ela estava perto do prazer maior.
Rosinha (mantendo a bunda empinada e recendo as estocados do tio no cu) – Tio, quero que você goze no meu rosto, quero que você esguiche seu creminho na minha cara!
Carvalho (doido de tesão) – Puta, você tá muito puta hoje, Rosinha; já deu a buceta, tá dando o cu e tá querendo porra na cara! Puta!
Rosinha (fechando os olhos, abrindo a boca e suspirando forte) – Vou gozar, vem meu cavalão, fode meu rabo com esse pau de cavalo, fode que eu gosto, arrombe meu cu, ai, eu vou gozar, vou gozar, ai, que delícia gozar pelo cuuu!
Carvalho (conseguindo controlar seu gozo, pressionando seu púbis nas pregas anais da Rosinha, enfiando fundo o pau e rebolando pros lados alargando ainda mais o cu da minha mulher) – Goze, putinha, goze pelo cu, sinta meu pau duro nesse seu rabo que eu vou deixar todo arrombado!
A Rosinha, ainda gozando e com o corpo mole, se deixou cair pesadamente na cama, mas não escapou do tio Carvalho que, agarrado à ela, se deitou sobre seu corpo mantendo o cacete dentro do seu cu. Aos poucos os espasmos do gozo foram diminuindo e minha esposa se acalmando até que pareceu relaxar.
Rosinha (com voz mole e a respiração pesada) – Você não vai gozar, tio?
Carvalho (mais calmo, depois de controlar o seu gozo, beijando as costas da Rosinha) – Vou, minha linda; mas como você pediu pra eu gozar no seu rosto, tive que me controlar e deixar você gozar primeiro. Você gozou gostoso?
Rosinha (sorrindo de olhos fechados com o rosto virado pro local onde eu estava escondido) – Gozei, tio, sempre gozo gostoso, principalmente se for dando o cuzinho! (se apoiando nos cotovelos, levantando a cabeça e sorrindo) – Tio, eu já gozei e não vou aguentar você metendo esse pauzão no meu cuzinho por muito tempo! Acho melhor você também gozar, principalmente porque o meu amorzinho Fer, está pra chegar e eu quero estar sozinha pra dar pra esvaziar as bolas dele. Tô com saudade do meu maridinho, depois de dar pra você, também quero dar pra ele.
Carvalho (metendo bem devagar, com movimentos curtos e suaves) – Me diga, minha flor, porque você quer que eu goze na sua cara!
Rosinha (sorrindo maliciosa) – Quero que o Fer, quando chegar, veja o quanto eu sou putinha, quero que ele me beije e sinta na minha boca o gosto da porra de outro macho, quero que ele também sinta minha bucetinha esporrada e meu cuzinho arrombado, e pra completar toda essa putaria, quero estar com o rosto gozado!
Carvalho (se arrepiando ao ouvir aquelas putarias) – Rosinha, você é tão ou mais puta que a Carmem, ela também adorava me fazer de corno; ver você fazendo isso com o Fernando me faz lembrar da minha mulher, me dá um puta tesão, ufffff, é muito bom ter uma esposa putinha como você, aiii, você vai me fazer gozar, tá vindo meu gozo!
Rosinha (se mexendo, tentando sair debaixo do tio Carvalho) – No meu rosto, tio, não goze no cu, não; esporre na minha cara!
Rapidamente o tio tirou o pau da bunda da minha mulher e, enquanto ele se ajoelhava na cama, ela se deitava posicionando o rosto pra receber o creme de pica que estava acumulado no saco do tio.
Rosinha (com a boca aberta e a língua pra fora, olhando fixamente pro pau do tio) – Goze, tio, pode gozar em todo meu rosto, nos cabelos e nos peitos, mas tenha cuidado com meus olhos! (sorrindo ao sentir o primeiro jato forte atingindo seu nariz) – Uau, que delícia ver seu pau esporrando, tio; mais, goze mais, encha meu rosto de porra!
Carvalho (punhetando o pauzão a poucos centímetros do rosto da minha esposa, sacudido pelos espasmos do prazer maior) – Tome porra, minha linda!
Depois que vários jatos de porra atingiram o rosto da minha mulher, ela pegou o pau do tio e, com a língua pra fora, espremeu desde a base até a cabeça extraindo as últimas gotas do caldo de pica que pingaram na sua língua. Percebi que antes de engolir, ela mexeu a língua dentro da boca saboreando o creme de macho que tanto gostava.
O tio, exausto pelo gozada, se deixou cair pesadamente na cama com a clara intenção de descansar, mas minha esposa o lembrou de que eu estava pra chegar.
Rosinha (sorrindo e massageando o pau que amolecia lentamente) – Tio, foi muito bom dar pra você, gozei gostoso, mas agora tá na hora de você ir embora porque o meu amorzinho Fer está pra chegar; vá pra sua casa que eu quero estar sozinha quando o meu maridinho voltar.
Saí do meu esconderijo sem fazer barulho e voltei pro quintal indo me esconder próximo da garagem. Segundos depois o tio apareceu pelado saindo da minha casa e indo em direção à casa dele. Eu continuava de pau duro e nem tentei guardá-lo dentro da roupa, pois a sensibilidade era tamanha que correria o risco de gozar. Logo que o tio entrou na casa dele, saí do meu esconderijo e fui para a minha casinha. Meu pau continuava duro e, ao entrar pela porta da cozinha, fui tirando minha roupa até ficar completamente pelado. Joguei as roupas no sofá e segui pro quarto, onde encontrei minha amada esposa deitada na cama com a bunda pra cima. Ela percebeu que eu havia chegado, mas nada disse naquele momento. Sua reação, ao saber que eu estava na porta do quarto observando seu corpo nu, foi abrir as pernas e arrebitar a bunda me convidando a usufruir daquele corpo suado. Por alguns segundos eu observei aquela fêmea escultural, apreciei as costas, a bunda, as pernas e, entre as coxas, o xota molhada e o cuzinho inchado denunciando que foi bastante usado.
Rosinha (se posicionando de quatro e rebolando o belo rabo) – Vem me comer!
Não esperei um segundo convite. Subi na cama e montei minha esposa. De tão duro estava meu pau, não foi preciso segurá-lo e bastou apontar o bicho pro buraquinho do cu, empurrar, entrar sem esforço e... e gozar! Puta que pariu, gozei imediatamente após enfiar todo o pau no cu arrombado da minha esposa que sequer gemeu!
Rosinha (sentindo meu pinto esguichando dentro da sua bunda) – Oh, amorzinho, que delícia sentir seu pau gozando dentro de mim, ai, que coisa gostosa!
Eu (abraçando seu corpo quente e rindo) – Oh, Rosinha, não aguentei de tanto tesão, gozei sem precisar meter!
Ela se deitou lentamente e fui junto com ela continuando deitado sobre seu corpo quente até que meu pinto começou a amolecer.
Rosinha (provocando, sorrindo com o rosto virado pro lado) – Fer, você voltou pra casa, não me beijou, mas já comeu e gozou na minha bunda. Que tal você sair de cima de mim e namorarmos um pouquinho antes da segunda trepada?
Eu sabia que ela queria se exibir gozada pelo tio, queria mostrar seu rosto, cabelos e peitos melados de porra e, certamente também queria me beijar e que eu lambesse sua xota. Apesar de eu ter gozado há pouco tempo, ainda estava tesudo e queria usufruir mais da minha amada esposa e, então, saí de cima dela, corri ao banheiro, lavei o pau com sabonete na pia e voltei me deitando ao lado.
Rosinha (se deitando de costas, acariciando meu rosto e sorrindo) - Quero namorar você!
Trocamos sorrisos, minha amada estava toda gozada, havia porra no rosto, cabelos e seios; ela estava com cara de atriz pornô após o fim da filmagem. Ela me encarava, parecia estar em dúvida se eu aceitaria lhe beijar estando toda melada daquele jeito. Eu já havia sentindo nela o sabor da minha porra várias vezes e, em algumas poucas ocasiões, até mesmo o gosto da porra do tio, mas nunca havia beijado ela melada daquela forma. Eu estava diante de algo novo, mas não sentia nojo, pois o meu tesão era grande e a vontade de amar a minha esposa putinha era maior ainda. Naquela situação, na qual ninguém tomava uma atitude, falamos juntos:
Rosinha (me encarando) – Quer que eu tome banho?
Eu (sorrindo) – Quer namorar?
Ao ouvir o que eu havia dito, um lindo sorriso se abriu em seus lábios e ela montou em mim, deitou sobre meu corpo esfregando seus peitos molhados ao meu, juntou nossos rostos, colou nossas bocas e nos beijamos de língua com o mesmo tesão de dois adolescentes apaixonados. Ao perceber que eu a aceitava e, principalmente, que estava gostando dela toda melada de gozo de outro macho, minha mulher ficou muito tesuda, se esfregava toda em mim, me beijava, lambia e mordia com tanta tara que senti meu pau voltando à vida, crescendo e endurecendo outra vez.
Rosinha (arfando e me lambendo) – Amo muito você, meu corninho!
Eu (sorrindo) – Também te amo muito, minha putinha!
Rosinha (provocando) – Você me ama mesmo eu sendo putinha, mesmo eu estando toda gozada depois de ter dado pra outro macho pauzudo?
Eu (mexendo meu corpo debaixo do dela e tentando encontrar a buceta com meu pau) – Gosto de você de qualquer jeito, minha putinha, limpinha ou gozada por outro!
Rosinha (sorrindo, saindo de cima de mim e se deitando ao meu lado, de costas e pernas abertas e abrindo a xota com os dedos) – Então vem lamber minha buceta gozada, corninho!
Uau! Minha mulher estava mesmo a fim de me fazer de corno! Olhei pro seu entre coxas e achei linda e tesuda a xota aberta e fui me acomodando pra lamber aquela fruta inchada e avermelhada de tanto levar pau. Não me importei de estar vazando porra, pois eu já havia beijado sua boca e sentido o gosto de outro macho. Que diferença faria eu lamber a buceta também metida e gozada? Me ajeitei entre suas pernas e cai de boca naquela fenda molhada e com cheiro marcante de sexo, de trepada, de buceta metida e esporrada!
Rosinha (acariciando meus cabelos e me puxando ainda mais pra ela, parecendo querer enfiar minha cara na sua racha) – Ufffff, que delícia sentir meu corninho me chupando a buceta gozada por outro, ai, isso é bom demais!
Eu (interrompendo rapidamente a chupada, enfiando meu dedo no cu que estava bem laceado e ajeitando meu pinto que estava duro) – Você é muito puta, Rosinha!
Rosinha – (percebendo que eu estava de pau duro) - E você é o meu maridinho corno que fica de pau duro ao saber que a esposinha deu pra outro, que gosta de lamber a bucetinha cheia de porra de outro macho! (puxando meu rosto e me encarando) – Tá gostando, meu corninho, de lamber minha buceta toda larga e gozada pelo picão de outro macho, tá gostando de sentir o gosto da porra de outro pau na buceta da sua puta?
Eu (enfiando um pouco mais meu dedo no cuzinho dela e voltando a sugar a fenda melada) – Puta!
Perceber que ela contraia os músculos da região tentando expulsar a porra que ainda restava dentro da xota me excitou ainda mais e, então, fiz algo que nunca pensei fazer:
Eu (saindo do meio das pernas dela e me deitando de costas) – Vem sentar na minha cara, putinha!
Doida de tesão, ela montou na minha cabeça, sentou com força e iniciou um rebolado esfregando a buceta melada por todo o meu rosto. Às vezes ela dava uma paradinha com a racha por sobre minha boca e contraia a musculatura expulsando o restinho de caldo que ainda havia em seu interior.
Rosinha (aumentando o ritmo do rebolado) – Ai, meu corninho, vou gozar na sua boca, ai, que delícia a sua língua me lambendo, aiiiii, vou gozar, vou gozaaaar!
No auge do prazer maior, senti minha esposa estremecer sobre mim, pressionando e esfregando a buceta no meu nariz e boca e expelindo um pouco mais de caldo de buceta. Recolhi na boca aquele mel e apreciei o sabor indescritível antes de engolir como se aquilo fosse o mais saboroso dos manjares. Terminados os espasmos de prazer, ela saiu de cima de mim escapando das minhas linguadas na sua racha sensível:
Rosinha (rindo) – Chega, Fer, já gozei e agora minha bucetinha tá muito sensível, ela não quer mais a sua língua! (sorrindo lindamente pra mim, maliciosa) - Mas se quiser meter seu pau, minha xaninha vai adorar!
Me ajeitei entre as pernas da minha mulher e comecei a meter na buceta bastante larga e escorregadia, mas ainda muito gostosa. Admito que sentir meu pau “nadando” naquele túnel arrombado me dava mais tesão ainda, talvez por imaginar que minutos atrás uma outra pica maior que a minha fodia e gozava naquela rachinha.
Rosinha (provocando meu gozo) – Sinta, meu corninho, sinta como minha buceta tá toda larga, folgada e arrombada. Antes de você voltar pra casa eu dei pra outro macho muito caralhudo que me comeu todinha, meteu na minha boca, na buceta e até no meu cu. Adorei sentir aquele caralho grossão e comprido me fodendo; agora é a sua vez de me comer, mete, fode a sua esposa puta e sinta seu pau nadando na minha buceta arrombada e gozada por outra piroca maior que a sua!
Não resisti! Minha mulher tinha o dom de me provocar, tinha as palavras certas pra me fazer gozar! Que esposa puta a minha!
Eu (sentindo os espasmos do gozo invadirem meu corpo e minha pele se arrepiando) – Puta, você é a esposa mais puta do mundo, é muito puta e gostosa! (gozando e beijando minha mulher) – Adoro, você, minha putinha!
Rosinha (me beijando com paixão enquanto me abraçava com braços e pernas) – Também adoro, você, meu corninho!
Ficamos alguns minutos ainda colados, sentindo a delícia dos nossos corpos suados e grudados e o grande amor entre nós. Depois de um tempo nos separamos, nos deitamos lado a lado e adormecemos. Despertamos uma hora mais tarde, eu sentindo o estômago vazio, fomos jantar. Após um banho refrescante, nos deitamos e dormimos felizes, a Rosinha segurando meu pinto mole.
Na manhã seguinte, sábado, acordei de pau duro e doido pra dar uma mijada. Levantei pra ir ao banheiro e, ao ver meu pau duro refletido no espelho do armário, senti orgulho da minha ferramenta. Peguei o bicho, apertei sentindo a dureza, empurrei ele pra baixo e soltei. Sorri ao ver minha ferramenta subir rápido como se fosse movida por uma poderosa mola. Decidi adiar a mijada e fui espiar na janela da sala. Lá estava o tio Carvalho, pelado, limpando a piscina e seu pauzão mole balançando entre as pernas me fazendo lembrar que aquele cacete fez a alegria da minha esposa na noite anterior. Olhei o relógio e vi que passava da hora pra tomarmos o café da manhã. Fui o banheiro, mijei, fiz minha higiene, preparei o café e fui chamar minha esposinha adorada que ainda dormia. Deitada de bunda pra cima, com uma perna esticada, outra dobrada, a xaninha se exibia ainda parecendo inchada do “uso e abuso” prolongado na noite anterior. Beijei-lhe as coxas e fui descendo até a bunda distribuindo beijinhos e me aproximando do cuzinho e xotinha.
Rosinha (falando baixinho com voz preguiçosa) – Que delícia ser acordada pelo meu maridinho gostoso!
Eu (antes de enfiar a língua no cuzinho) – Hoje você diz que sou maridinho gostoso, mas ontem à noite me chamava de corninho, né, safada!
Rosinha (se virando pra mim e sorrindo maliciosa) – Espere até mais tarde, amor, e talvez você volte a ser o meu corninho, o meu amado corninho!
Fomos pra cozinha, chamamos o tio Carvalho e tomamos o café da manhã conversando animadamente sem comentarmos os “eventos” da noite anterior. Foi uma manhã de muitos afazeres, o tio tinha compromissos e compras a fazer, a Rosinha precisava tirar as roupas da máquina de lavar e pendurar no varal, e eu fui falar com o dono da imobiliária onde futuramente iria trabalhar. Quando voltei pra casa, vi minha esposa iniciando o preparativos pro almoço e mexendo a bunda no ritmo dos movimentos que fazia lavando uma panela. Não resisti e fui até ela, enfiei a mão, por baixo da roupa, entre as pernas e fui subindo até encontrar a xotinha desprotegida de calcinha, onde fiz um carinho.
Rosinha (abrindo as pernas e facilitando minhas carícias, mas continuando a lavar, pois estava com as mãos ocupadas e com espuma) – Huuummm, delícia de carinho, amor!
Fui trocar minha roupa por algo confortável e, quando voltei, o tio Carvalho havia retornado e colocava as compras sobre a mesa. Eu preparava a churrasqueira quando vi o Carvalho coincidentemente fazer o mesmo que eu havia feito minutos atrás.
Carvalho (sem se importar com a minha presença, dando uma palmada nas nádegas da minha esposa e em seguida enfiando a mão por baixo do vestido, entre as coxas) – Huuummm, a minha sobrinha está sem calcinha, é? Acho muito perigoso deixar essa pererequinha solta!
Rosinha (parando de enxugar os talheres, colocando a mão pra trás e enfiando dentro da bermuda do tio Carvalho) – Tio, a minha pererequinha acordou assanhada hoje, ela tá doidinha pra pular num pau!
Carvalho (sorrindo pra mim, curtindo por um tempinho as carícias que recebia da Rosinha e em seguida tirando a mão dela de dentro da sua bermuda) – Fernando, sua esposa é muito danada! Não sei até quando você dará conta de apagar essa enorme fogueira que ela tem entre as pernas!
O almoço estava quase pronto e o tio, vestindo um short esportivo sem forro, lavava louças. Vi minha esposa virando as carnes na churrasqueira e, ao olhar para as linguiças, sorriu. Em seguida ela também sorriu pra mim enquanto se aproximava do tio Carvalho, por trás e, pela expressão em seu rosto, percebi que estava armando alguma arte.
Rosinha (abraçando o tio por trás, enfiando a mão dentro do short folgado que ele usava e pegando no pinto) – Tio, as carnes na churrasqueira já estão assadas, só que a linguiça, o que eu mais gosto, ainda não está pronta; você acha que vai demorar muito pro eu poder comer linguiça?
Carvalho (olhando pra mim e rindo) – Rosinha, é melhor não apressarmos, fique tranquila que antes do final da noite você comerá muita linguiça.
Rimos e continuamos os preparativos pro almoço. A comida simples e cheirosa ficou pronta e nos sentamos à mesa. Como sempre, foi muito bom conversar com o tio sobre os mais variados assuntos. Contei a ele que o seu amigo, o dono da imobiliária, com o qual eu havia conversado naquela manhã, disse que eu poderia começar a trabalhar com ele imediatamente. O tio sugeriu que eu conversasse com o meu chefe do trabalho atual e pedisse pra me liberar antecipadamente, sem aviso prévio. Gostei da ideia. Após o almoço começamos a arrumar tudo por ali, lavar louças e guardar comidas para nos dedicarmos às nossas cervejinhas e à boa prosa.
Rosinha (enrolando, ainda sentada, gastando o tempo) – Tá calor hoje, heim; que tal tirarmos a roupa e praticar naturismo enquanto organizamos essa bagunça?
Carvalho (olhando pra mim e sorrindo) – Fernando, cuide da sua saúde, continue forte e saudável porque sua esposa é muito criativa e o fogo dela não tem limites!
Minha mulher, sorrindo, se levantou, puxou o vestido pra cima e o tirou pela cabeça ficando nuazinha em pelo, ou melhor, sem pelos, já que a xotinha estava raspada. Em seguida ela veio até mim e baixou minha bermuda me deixando nu, já que eu não usava cueca. Depois de dar um beijinho no meu pinto mole, ela se aproximou do tio Carvalho, por trás, e também tirou o short dele. Todos pelados, continuamos a arrumar a cozinha. Era prazeroso realizamos aquelas tarefas corriqueiras sem vestir nenhuma roupa. Logo minha esposa, sorrindo pra mim, gesticulou apontando o tio que estava ficando de pinto duro e tendo que se afastar da pia.
Rosinha (aproveitando que o tio foi até a casa dele buscar detergente) – Fer, o tio diz que eu sou fogosa, mas ele também é muito tarado, cê viu o pinto dele crescendo e se transformando num galo enorme?
Eu (rindo) – Você bem que gosta do galo do tio, né, safada!
Rosinha (sorrindo, me provocando e citando a gozada que o tio deu em seu rosto na noite anterior) – O galo do tio é pouco educado, aliás, é bravo e mal educado, pois ontem, após brincar comigo, no final da brincadeira cuspiu na minha cara, aquele safado!
Minutos depois o tio retornou, vinha com o pinto mole, mas ainda grande, balançando e batendo nas coxas e, ao ver que a Rosinha prestava atenção naquilo, puxou a pele expondo a cabeça da pica, pois sabia que provocaria minha esposa.
Eu (rindo e provocando minha esposa) – Tio, acho melhor você guardar esse negócio aí, pois os olhos da Rosinha já estão brilhando. Ela disse agora há pouco que você não tem um pinto, mas, sim, um galo enorme, bravo e mal educado que ontem cuspiu na cara dela.
Carvalho (rindo, se defendendo, pegando no pau e balançando) – Fernando, é verdade que o meu amigo aqui cuspiu na cara da Rosinha, mas foi ela quem pediu!
Rosinha (nuazinha, enxugando pratos e fingindo dar bronca nele) – Tiiio, não precisa me denunciar, né!
Pelados, terminamos a arrumação. O tio, mais tranquilo e de pinto mole, igual que eu, sentou-se na cabeceira da mesa e colocou cervejas pra nós. Eu e a Rosinha sentamos na lateral e iniciamos a boa prosa que sempre acontece entre após as refeições. Foi uma tarde agradável onde contamos da nossa semana que passou, do trabalho, planos e etc. Já quase no início da tarde, o tio disse que teria de ir até a casa dele, mas que voltaria logo.
Rosinha (vendo o tio se afastar, me encarando e falando baixo pra ele não ouvir) – Amor, quero que seu pau fique duro, quero estar sentada nele quando o tio voltar!
Eu (surpreso) – Como assim, você quer que meu pau endureça? Preciso de incentivo!
Rosinha (rapidamente sentando no tampo da mesa em frente a mim e abrindo as pernas) – Cheire minha xota que seu pinto ficará duro rapidinho, mas só poderá cheirar, não poderá lamber, tá!
A danada da minha esposa sabia exatamente o que fazer pra me excitar. Antes de enfiar a cara entre suas coxas, apreciei a beleza daquela fruta totalmente raspada que ela abria com os dedos exibindo suas carnes rosadas. Além da portinha do paraíso, via-se também o grelinho fora da casinha e o cuzinho logo abaixo da rachinha. Que coisa linda! Cheirei e me deliciei com o cheiro natural daquela xota que eu tanto amo. Meu pinto deu sinal de vida e tão logo o senti duro, me levantei e o exibi orgulhoso.
Rosinha (sorrindo e massageando meu pau duro) – Fer, você é muito safado, basta sentir um cheirinho de xota que fica de pau duro. Um dia quero ver você com outra mulher, vou arranjar uma outra bucetinha, com cheirinho diferente da minha pra você experimentar, mas agora sente aí que quero sentar no seu cacete.
Me acomodei na cadeira e a Rosinha, de costas pra mim, sentou nas minhas coxas comendo minha pica com a xana acolhedora. Que delícia! Nos ajeitamos de forma que o tio, quando voltasse e nos visse, iria parecer que ela estava simplesmente sentada no meu colo. Segundos depois o tio apareceu saindo da sua casa e vindo em nossa direção.
Carvalho (sorrindo ao ver minha esposa, se fingindo de inocente, sentada sobre minhas coxas) – Vocês dois estão querendo me provocar, né!
Rosinha (se levantando, sorrindo maliciosa e armando uma arte) – Fer, cê pode ir lá em casa pegar aquele sabonete cheiroso que eu gosto? Daqui a pouco vou tomar banho na ducha e gosto muito dele pra lavar a xaninha, deixa ela com cheirinho booommm!
Quando sai, certamente o tio viu meu pau duro já que não me preocupei em esconder. Logo que passei pela porta da nossa casinha, parei pra espiar o que os dois sem vergonhas fariam. Não ouvi, mas deduzi que minha esposinha também queria endurecer o pinto do tio, pois repetiu com ele o mesmo que fez comigo, ou seja, se sentou na mesa em frente a ele e abriu as pernas. Imediatamente o tio enfiou a cabeça entre as coxas da minha mulher e, segundos depois, já exibia o cacetão duro. Um pouco diferente do que havia feito comigo, a Rosinha permaneceu naquela posição e, agarrando o cacete do tio, direcionou ele pra sua xota e puxou o tio abraçando-o com as pernas. Foi uma penetração rápida que fez minha esposa gemer tão alto que ouvi:
Rosinha – Aiii, tio, seu cacete é muito grosso, ainda não me acostumei com ele!
Depois de umas poucas metidas, a Rosinha orientou o tio pra que se sentasse e, de costas pra ele, abaixou a bunda agasalhando na xota o cacetão comprido.
Quando voltei trazendo o sabonete, vi minha esposa sentada no colo do tio Carvalho, de costas pra ele e de pernas fechadas, exatamente na mesma posição em que minutos atrás estava comigo. Botei o sabonete na mesa, me sentei, olhei minha esposa e, fingindo ingenuidade, gesticulei perguntando se eles estavam engatados. Como resposta, minha esposa abriu as pernas e eu pude ver apenas a base do pauzão do tio, pois o resto dele estava enterrado na xota dela. O tio tomou um gole da cerveja e sorriu sem nada dizer.
Rosinha (sorrindo pra mim) – Não sei quanto a vocês, mas eu tô ficando com “fome”. Que tal tomarmos uma ducha pra tirarmos o cheiro de churrasqueira dos nossos corpos e depois brincarmos um pouco lá na cama do tio?
Eu (provocando) – Vocês irão engatados lá pra ducha?
Minha esposa levantou o quadril desfazendo o engate entre ela e o tio e, pra me provocar, encaixou o cacetão apertado entre as coxas e a xota de forma que aquele picão, de tão comprido, parecia que nascia em seu corpo e era naturalmente dela. Em seguida ela agarrou aquela coisa grossa e começou a bater punheta fazendo expressões de prazer, fingindo que punhetava o próprio pau.
Rosinha (sorrindo pra mim, agarrando e punhetando o cacetão) – Veja, amor, eu também tenho um pintão! Gosta de mim assim, bem dotada, pintuda?
Eu (com vergonha de responder, rindo e mostrando meu pau duro) – Eu também estou com “fome”! Melhor tomarmos banho ou irmos direto pro quarto do tio!
Caros leitores, não vou detalhar o que fizemos naquele final de tarde, mas apenas resumir os fatos visto que não foi muito diferente das outras vezes. Entre provocações e brincadeiras, tomamos banho pra tirar o suor e o cheiro de fumaça da churrasqueira e seguimos pro quarto do tio Carvalho onde dividi minha adorável esposa com ele. Fizemos muitos carinhos na minha Rosinha, muitos beijos, lambidas e chupadas pra que ela ficasse bem tesuda. Ela também nos chupou, inclusive tentou enfiar os dois pintos juntos na boca. Nos revezamos nas penetrações proporcionando vários orgasmos pra minha mulher e, ao final, depois de gozarmos duas vezes cada um, eu e o tio, satisfeitos, sugerimos outro banho e finalizarmos nossa noite de prazeres. Se dependesse da minha mulher, continuaríamos transando, pois ela parecia ainda ter energia. Após o banho voltamos pra varanda, esquentamos o resto de comida do almoço, jantamos e nos recolhemos às nossas casas onde dormimos felizes; eu e minha adorável esposa adormecemos abraçados, ela segurando meu pinto mole.
Amanheceu o domingo e, até no final da tarde, não fizemos nada de diferente do que sempre fazíamos. Pela manhã minha Rosinha se bronzeou peladinha atraindo nossos olhares, meu e do tio; depois almoçamos e conversamos bastante. Foi no entardecer que minha esposa provocou:
Rosinha (sorrindo maliciosa pra mim) – Tio, estou muito feliz porque o meu maridinho está mais liberal e aceitando experimentar os brinquedos da tia Carmem! Já consegui comer ele com um consolo e a cinta de couro!
Carvalho (rindo diante da minha vergonha e do meu rosto vermelho) – Relaxe, Fernando! Eu e a Carmem usamos e nos divertimos muito com aqueles brinquedos e, te digo mais, o seu pai e sua mãe também já usaram. Então relaxe e curta os prazeres que aqueles brinquedos podem proporcionar.
Eu (envergonhado) – Você e a tia eram sócios com o Júlio e a Júlia nos brinquedos, é?
Carvalho (rindo) – Siiiiim! Usou, lavou, tá novo outra vez!
Rosinha (provocando) – Você sente saudades do tempo em que a tia comia você com os brinquedos, tio?
Carvalho (levemente envergonhado) – Sim, era gostoso!
Rosinha (surpreendendo a mim e mais ainda ao tio) – Tio, já comi o cuzinho do Fer, e tenho muita curiosidade em comer o seu! Que tal hoje? Aí amanhã cedo, quando você estiver viajando, vai lembrar de mim o tempo todo em que estiver sentado.
Carvalho (sério) – Rosinha, nunca neguei o prazer que sentia quando a Carmem usava os brinquedos em mim, mas eu não me sentiria à vontade em fazer com você se o Fernando estivesse olhando. Esse tipo de brincadeira, pra mim, é pra ser entre duas pessoas e quatro paredes. (rindo) – Acho que eu não conseguiria fazer com plateia!
Rosinha (sorrindo) – Tio, se este for o problema, penso que podemos resolver! Acho que o Fer não fará questão de ver e muito menos de participar. Que tal irmos pro quarto somente eu e você e brincarmos só nós dois? (olhando pra mim) – Pode ser, Fer, você se importa de me deixar sozinha com o tio por algum tempo pra eu ajudar ele a matar saudades da tia Carmem “comedora de bundas masculinas”?
Eu (rindo) – Claro que, não! Vocês já ficaram sozinhos outras vezes; pra mim tá tudo bem! Podem ir, ficarei aqui bebendo cerveja!
Rosinha (rindo, se pondo em pé e fazendo movimentos característicos de um homem metendo) – E aí, tio, qual consolo vai ser, o médio ou o grandão?
Carvalho (visivelmente envergonhado) – Rosinha, assim você me mata de vergonha!
Rosinha (puxando o tio pela mão e o levando pra ducha) – Fer, por favor, vá lá na nossa casa e traga a sacola de brinquedos, eu e o tio vamos nos divertir um pouco!
Depois de apreciar a Rosinha e o tio tomando banho juntos, vi os dois indo pro quarto dele carregando a sacola de brinquedos da tia Carmem. Continuei na varanda, abri uma cerveja e tentei relaxar, mas eu estava tesudo e de pau duro imaginando o que os dois safados estariam fazendo. Lembrando dos meus tempos de criança, quando eu espiava os adultos fazendo sexo, deixei os escrúpulos de lado e fui espiar os dois safados, afinal, era minha esposa quem estava lá naquele quarto com o meu tio pintudo. Calcei meus pés com meias pra não fazer barulho e cuidadosamente me aproximei do quarto; eles haviam deixado a porta aberta. Minha esposa e o tio estavam na cama se beijando e se acariciando como dois amantes, mas não demorou muito pra que ela tomasse a iniciativa de “pegar o tio”. Após virá-lo de bruços na cama, ela se deitou sobre ele e foi descendo a boca pelas costas do tio, beijando e mordendo, igual faz um homem com uma mulher. Ao chegar na bunda, abriu as nádegas dele e caiu de boca no rego, lambendo desde o início e indo até o saco e, em seguida, enfiando a ponta da língua do cuzinho causando arrepios e provocando gemidos no tio.
Carvalho (abrindo sua bunda com as mãos) - Ohhh, minha flor, que língua gostosa você tem!
Rosinha (dando uma linguada molhada no cuzinho do tio e em seguida enfiando o dedo no furinho) – Se gostou da minha língua, agora experimente o meu dedo, tio!
O tio Carvalho parecia ser muito sensível no cu, pois ao sentir o dedo da minha esposa invadindo seu canal traseiro, instintivamente arrebitou a bunda buscando uma penetração mais profunda.
Carvalho – Ufffff, isso, minha putinha, faz assim que eu gosto!
Os dois mal tinham começado a sacanagem e percebi que o meu tio, machão e comedor, não tinha nenhuma vergonha de confessar o prazer que sentia no cuzinho.
Rosinha (dando um tapa na bunda do tio e indo até a beirada do colchão pegar a sacola de brinquedos) – Você já está bem tesudo, tio; vamos pegar aquele brinquedão que se parece com o seu pau que vou comer sua bunda com ele.
Carvalho (rindo) – Nãaaao, aquele grande, nem pensar; faz muito tempo que não dou a bunda e estou virgem novamente. Que tal o menorzinho?
Rosinha (sorrindo e mostrando ao tio o consolo médio e a cinta de couro) – O menorzinho é muito pequeno, tio, você nem vai sentir! Que tal este médio?
O tio Carvalho nada respondeu, mas sorriu aceitando a escolha da minha mulher. A Rosinha, ajudada pelo tio, amarrou em seu corpo a calcinha de couro com o consolo médio preso no encaixe que ficava na altura do seu montinho de Vênus.
Rosinha (sorrindo, pegando o consolo pela base e balançando pro tio) – Veja, tio, eu também tenho um pintão duro e grosso, e hoje ele vai ser todinho seu! Vire sua bunda pra mim que vou enfiar lubrificante no seu cuzinho!
Diferente do mim, o tio era bem tranquilo em relação à inversão de papeis e obedecia às ordens da minha esposa sem contestar. Sorrindo, ele deu o tubo de gel pra ela, se posicionou de quatro e virou a bunda se oferecendo pra ser lubrificado no cuzinho. Foi nesse momento que a Rosinha me flagrou espiando a safadeza dos dois. Ela sorriu pra mim, fez sinal com o dedo nos lábios pra que eu continuasse em silêncio e voltou sua atenção ao tio. Ela enfiou o dedo melado de gel várias vezes no cu do tio e, em seguida, pegou uma camisinha, rasgou a embalagem e, sorrindo pra mim, encapou o “seu cacete” antes de enfiar na bunda do tio Carvalho.
Rosinha (se posicionando atrás do tio e provocando) – Tio, estou muito tarada e se você concordar vou te penetrar com todo o tesão que estou sentindo, mas também posso me controlar e ser carinhosa agora no início. Como você quer?
Carvalho - Devagar, Rosinha, faz tanto tempo que não dou a bunda que estou virgem outra vez!
Vi minha esposa segurar o “seu pinto”, apontar pro cu do tio Carvalho e empurrar lentamente contra as pregas anais. Ela movimentava seu corpo pra frente e aliviava a pressão quando o tio gemia, ia e vinha, pra frente e pra trás até que ele não mais gemeu. Ela aproveitou e manteve a pressão da cabeça do pinto artificial que, aos poucos, fazendo pressão, fez com que as pregas se abrissem e permitissem que o cacete entrasse.
Carvalho (ao sentir as pregas se abrindo e deixando a cabeça do pau entrar no seu cu) – Ai, ai, tire, tire que tá doendo!
Rosinha (obedecendo e brincando) – Relaxe, tio, eu vou te dar algo que você gostará muito, relaxe as preguinhas do cu e deixe meu cacetão entrar no seu rabo!
O tio nada falou e ficou imóvel ao sentir outra vez a pressão do “pau da minha esposa” pressionando suas pregas anais. Eu, que a tudo assistia, vi outra vez a cabeça do consolo “pular” pra dentro do cu do tio Carvalho, mas desta vez, apesar de gemer de dor, não pediu que minha mulher tirasse o pinto do seu rabo.
Carvalho - Aiii, tá doendo, fique quietinha por um tempo!
Depois de um tempinho, a Rosinha, por iniciativa própria, tirou o consolo da bunda do tio e, encaixando a ponta da bisnaga de gel, injetou no buraquinho dele uma boa quantidade de lubrificante no seu canal traseiro.
Rosinha (brincando, encostando o consolo novamente nas pregas do cu) – Agora, vai, tio, sinta como o meu pau tá duro de tesão! Relaxe que vou meter tudo em você!
Dito e feito. Logo que a cabeça da pica entrou, ela esperou alguns segundos e, como o tio não reclamou de dor, ela foi enfiando, enfiando até que não restou mais nada de fora.
Rosinha (pressionando seu montinho de Vênus no rego do tio, comprovando a ele que a penetração era total) – Meti tudo, tio, meu pau tá todinho enterrado no seu cu guloso!
Carvalho (gemendo) – Tá doendo um pouco, vai devagar!
A partir daí minha mulher foi, aos poucos, se deixando levar pelo instinto de dominadora. Com os pés no colchão, as pernas semiflexionadas e montada na bunda do tio, ela agarrava os ombros dele e metia, a princípio, devagar e, aos poucos acelerando o entra e sai do pau naquele cu que aceitava as fortes estocadas. O pinto dele estava duríssimo e balançava debaixo da barriga, às vezes, batendo no umbigo denunciando o enorme tesão que sentia ao ser enrabado pela minha mulher! Vendo o tesão do tio, minha esposa levou a mão até o pau dele e iniciou uma punheta.
Carvalho (gemendo e afastando a mão dela do seu pau) – Ai, Rosinha, se continuar metendo desse jeito vou gozar logo, logo; mas se você pegar no meu pau vou gozar agora!
Rosinha (sorrindo pra mim) – Tá gostando, né, tio, do meu pauzão no seu cu, tá curtindo tanto que não quer gozar pra prolongar o prazer que eu tô te dando! (enfiando tudo, rebolando pros lados, entortando o pau no cu do tio e provocando) – Tome meu pau no cu, tio, sinta como ele tá duro e grosso!
Carvalho (não mais conseguindo adiar o prazer maior) – Ai, putinha, não mete tudo ou eu vou gozar, ai, puta que pariu, você vai me fazer gozar!
O tio tentou se deitar pra fugir da minha esposa, mas ela o perseguiu e, sentada nas coxas dele, continuou a meter forte na bunda que ela abria com as mãos.
Carvalho (gemendo alto) – Putinha, cê tá me fazendo gozar, ai, que coisa gostosa gozar pelo cu, tô gozando, tô gozando!
Após os espasmos do gozo, o tio continuou deitado de barriga pra baixo e minha esposa deitou sobre ele mantendo o consolo enterrado no cu. Ela virou-se pra mim e o sorriso dela parecia dizer: “Vamos ver quanto tempo ele aguenta com o consolo enfiado na bunda depois de gozar!” Segundos depois o tio reclamou:
Carvalho (rindo e rebolando pra que a Rosinha saísse de cima e de dentro da sua bunda) – Chega, minha linda, já gozei e é melhor você tirar esse negócio da minha bunda!
Rosinha (rindo e olhando pra mim) – Ahhh, tio, deixe como está, espere meu pau amolecer dentro da sua bunda que ele sairá sozinho!
Rindo, os dois desfizeram o engate e se deitaram pra descansar. Minha esposa, pra evitar que o tio me visse, colocou os travesseiros de forma a tampar a visão dele. Depois de beberem água e descansarem por alguns minutos, minha esposa voltou a provocar o tio Carvalho:
Rosinha (se virando pro tio, pegando e massageando o cacete mole dele) – E aí, tio, gostou do meu pintão, vamos pro segundo tempo?
Carvalho (sorrindo bem humorado) – Rosinha, faz tanto tempo que eu não gozava dando a bunda que vou aproveitar o seu pintão duro e dar a bunda mais uma vez!
Rosinha (punhetando o pau do tio que endurecia) – Tio, sempre fantasio com as posições que penso serem boas, quero meter em você em três posições, pode ser? (diante do sorriso de aceitação do tio) – Primeiro quero pegar você em pé, depois de frango assado e, por último, você cavalgando e pulando no meu pintão!
O tio, excitado outra vez e atendendo aos desejos da minha esposa, sorriu e começaram a se beijar. Acariciaram seus corpos por um tempo, mas a Rosinha parecia ansiosa pra aproveitar ao máximo do tio, pois ele, diferente de mim, nada negava a ela.
Rosinha (conduzindo o tio pra que ele ficasse na posição desejada por ela e de costas pra mim) – Fique em pé, tio, abra as pernas e ponha as mãos na parede!
Carvalho (obedecendo e rindo) – Rosinha, se eu não soubesse que você quer comer minha bunda, eu pensaria que estou passando por uma revista policial!
Minha esposa passou lubrificante, primeiro na bunda do tio e depois no “seu pintão”. Em seguida ajeitou o tio em pé sobre a cama, com as mãos na parede e pernas abertas e se aproximou dele da mesma forma que faz um homem quando vai pegar uma mulher por trás. Que tesão eu sentia ao ver o tio submisso à minha esposa e ela tarada querendo enrabar outra vez o nosso tio pintudo! Não foi preciso esperar muito e logo ouvi o gemido:
Carvalho (afastando o corpo tentando fugir da Rosinha que segurava ele pela cintura e empurrava o cacetão pra dentro da bunda dele) – Aiiiii, devagar com esse negócio aí, Rosinha!
Rosinha (se virando pra mim, sorrindo e metendo de baixo pra cima) – Relaxe as preguinhas do cu que você não é mais virgem, tio!
Minha esposa começou a meter devagar e, à medida que crescia a sua tara pela bunda do tio, aumentava o ritmo das estocadas. Ele, pra tentar escapar das metidas profundas, esticava os pés se posicionando na ponta dos dedos. Ficaram um tempinho nessa posição até que ele pediu:
Carvalho – Rosinha, cê tá me castigando nessa posição, vamos mudar!
Rosinha (sorrindo pra mim) – Deite-se, tio, vou te pegar de franco assado!
E assim fizeram. O tio deitado de costas com a bunda apoiada sobre uma almofada de forma que seu cu ficava elevado e totalmente disponível à tara da minha esposa. Ela ajeitou a posição dele pra que não me visse espiando e que eu tivesse a melhor visão dos “acontecimentos”. Que imagem tesuda! Ver minha esposa empurrando o picão pra dentro da bunda do meu tio machão e comedor, ver as pregas se abrirem e aquele consolo desaparecendo na sua bunda me dava um puta tesão. Comecei naquele momento entender a tara da minha esposa por comer a bunda de um homem usando o consolo!
Carvalho (ao sentir o púbis da minha esposa pressionando suas pregas anais) – Devagar, minha linda, cê tá metendo muito fundo!
Rosinha (sorrindo pra ele, rebolando pros lados e entortando o pau dentro da bunda dele) – Tio, seu cu é muito guloso, ele engoliu o meu cacetão todinho!
Minha esposa sabia levar um homem à beira do orgasmo e assim fez com o tio Carvalho. Ao perceber que ele estava próximo de gozar, foi diminuindo os movimentos até que ele, não mais aguentando tanto tesão e sentindo necessidade de gozar, pediu:
Carvalho (com a voz carregada de tesão e puxando a Rosinha pelas coxas tentando fazer ela meter com mais força) – Mete, minha putinha, mete que eu tô quase gozando!
Rosinha (quase parando os movimentos e provocando) – Tá gostando de dar a bunda pra mim, tio, tá gostoso o meu cacetão enfiado no seu cuzinho?
Carvalho (implorando) – Tá gostoso, mas vamos mudar de posição, preciso gozar!
Rosinha (tirando o pau do rabo do tio, se deitando de costas ao lado dele, pegando o consolo pela base e balançando, provocando) – Então vem, tio, vem sentar no meu picão grosso, vem sentir como ele tá duro pra você, vem, sente e rebole nele que eu quero ver você gozar!
O tio, necessitando pôr fim àquela tortura que a minha mulher lhe impunha, montou ela, procurou com o cu a pica dura e, ao encontrá-la, sentou e, numa só descida de bunda, outra vez comeu com o cu o “cacete da Rosinha”. Em seguida ele agarrou os peitos dela e, de olhos fechados e o rosto voltado pro teto, começou a se movimentar esfregando seu rego no púbis dela de forma a manter a penetração total.
Rosinha (sorrindo pra mim) – Isso, tio safado, rebole no meu pauzão, sinta ele inteirinho enterrado nos seu cu!
Carvalho (afastando a mão da Rosinha quando ela tentou pegar no seu pau e mudando os movimentos que fazia pra frente e pra trás por outros de sobe e desce) – Aiii, vou gozar, tô sentindo meu gozo vindo, ai, que delícia, vou gozar, vou gozar!
Rosinha (se esforçando, erguendo o tronco e procurando com a boca o cacetão pulsante do tio Carvalho) – Goze na minha boca tio, dá sua porra pra mim que eu quero beber o caldinho da sua pica!
Vi o primeiro jato saindo antes que minha esposa pudesse abocanhar o piroca que engrossava e crescia ainda mais durante o prazer maior. Que cena linda! Ver meu tio gozando pelo cu na “pica da minha mulher”, e ela recebendo na boca os jatos de porra quente, quase me fizeram gozar sem ao menos me tocar no pau!
Lentamente os dois foram se separando, desfazendo a conexão e se deitando lado a lado; o tio estava acabado. E o sorrido da minha esposa pra mim parecia dizer: “Eu ainda não gozei, prepare-se pra apagar meu fogo!”
Carvalho (gemendo) – Você não gozou, né, minha flor!
Rosinha (sorrindo pra mim e desafivelando a calcinha de couro) – Relaxe, tio, vou pra casa agora e o meu maridinho dará um jeito nesse fogo que está me queimando aqui no meio das pernas!
Carvalho (lembrando-se da esposa e falando preguiçosamente) – A Carmem nem sempre conseguia gozar quando me comia com o consolo e a cinta de couro, mas ela nunca deixou de ter prazer quando usava aquele consolo duplo, de duas pontas, ou aquele outro, especial para mulheres, de encaixar no xota e no cuzinho. Experimente usar eles no Fernando e você conseguirá gozar enquanto come ele!
Rosinha (sorrindo pra mim e dando um beijinho no pau do tio que amolecia) – Descanse, tio, mas não esqueça de arrumar essa bagunça que fizemos aqui no seu quarto, tá! (rindo) – Ah, tio, não se esqueça de programar o despertador, pois você terá de viajar amanhã pela madrugada!
Saí em silencio do meu posto de espionagem e esperei minha amada no quintal.
Rosinha (me abraçando e me beijando com a boca melada ao me encontrar) – Sinta, meu corninho, esse gostinho gostoso de porra na boca da sua putinha!
Entramos no nosso quarto, nos jogamos na cama e a Rosinha, ainda dominadora e tarada, pois não havia gozado, sentou-se na minha cara e literalmente usou meu rosto para o seu prazer. Iniciou um rebolado digno de uma passista de escola de samba e gozou em menos de um minuto melando toda a minha cara com o delicioso caldinho de buceta que tanto amo. Eu, que também estava necessitado de gozar, deitei minha mulher na cama e, ajoelhado ao lado do rosto dela, meti o pau na sua boca e, numas poucas estocadas, também aliviei a pressão que sentia nas bolas do saco! Que delícia gozar na boca da minha amada esposa e depois beijá-la, dividindo num delicioso beijo gozado, um pouco da meleca que ela havia guardado pra mim!
Naquela noite, antes de dormirmos, ainda transamos mais uma vez, ela gozou mais duas vezes e eu,i mais uma.
Ahhh, como é bom transar e gozar com a mulher amada e depois dormir em paz com ela!
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