[Curtinho, voltando depois de um tempo. Vai ser legal ler os outros contos da série para entender como a história chegou até aqui, comenta o que achou, incentiva a continuar]
São poucas as pessoas que têm a oportunidade de ter uma primeira vez memorável, digo isso positivamente. No mundo gay, essa possibilidade diminui bastante, normalmente as primeiras vezes são lembradas por terem sido ruins, dolorosas, isso quanto não são fruto de algum evento mais desastroso. A primeira vez de Paulo não foi ruim, mas não teve sentimento nenhum. A primeira vez de Alan seria algo que ele se lembraria como um acontecimento feliz pelo resto da vida.
Paulo e Alan tomaram banho juntos e como era de se esperar em poucos segundos estavam tão excitados quanto no início da primeira vez. Nenhum dos dois tinha tomado banho com outra pessoa, a experiência de estar tomando banho com alguém com tanto tesão em você quanto você nela era algo novo, excitante e que dava ideias a ambos.
O beijo demorado deixado do chuveiro morno foi o início do que seria um banho não habitual. Alan sentia seu cuzinho piscar, ele tinha acabado de dar pela primeira vez, sabia que provavelmente não aguentaria ter aquele pau outra vez em tão pouco tempo, mas a vontade que tinha de sentir aquela rola pulsando dentro de si era algo assustador.
O que deveria ser um banho era um entrelaçar de corpos, beijos, toques. Elas acabaram por desligar o chuveiro. Alan com medo de tentar dar novamente em tão pouco tempo, e ao mesmo tempo muito tesão, empurrou Paulo contra a parede e se abaixou. Era a segunda vez que via um pau tão de perto, o mesmo pau que tinha sido responsável por tirar seu cabaço. Estava tão duro que pulsava, a cabeça exposta. Não demorou muito e Alan fazia seu segundo boquete da vida. Enquanto Paulo fechava os olhos e suspirava, fazendo carinho nos cabelos de Alan.
A língua dançava em volta do pau. Com a pouca experiência real, Alan tentava reproduzir tudo que já tinha visto em filmes e arrepiava Paulo que em pouco tempo ficou prestes a gozar. Era tudo intenso demais, Paulo não conseguiu tirar o pau da boca de Alan que levou um susto quando o primeiro jato de porra invadiu sua boca. Paulo até tentou tirar, mas já era tarde demais, os jatos saiam um atrás do outro e Alan recebeu seis jatos de porra na boca. Era um sabor totalmente diferente de tudo que ele havia experimentado, o tesão era tanto que ele só conseguiu engolir.
Alan se levantou e encarou Paulo, olho no olho. Paulo fez menção a pedir desculpas, mas Alan o calou com um beijo de língua dividindo o sabor da porra que ficou na sua boca. Depois beijo, Paulo pisou em porra derramada no chão. Alan não tinha deixado nenhuma gota escapar da boca, mas tinha gozado enquanto recebia jatos de porra na boca, sujando o chão do banheiro.
Eles finalmente tomaram o que poderia chamar de um banho convencional. Se secaram e deitaram nus na cama de Paulo. O banho demorado e o frio da noite fizeram com que os dois se abraçassem e pegassem no sono de conchinha. Era a primeira vez que dormiam ao lado de outra pessoa com quem tinha transado. Ninguém falava nada, mas a energia era de felicidade.