Continuação da minha história com o Renato, praticamente tirei o meu dia hoje lembrando de detalhes do período que pude estar perto dele, infelizmente depois de alguns anos ele foi embora dali e não soube mais dele. Leia o primeiro conto para entender melhor. Tô gostando de relembrar pra poder relatar aqui com vocês.
Depois daquela primeira foda, eu me tornei viciado no Renato. Não foi só pela rola grossa ou pelas socadas gostosas. Foi pelo carinho que ele me deu o tempo todo. Ele me deflorou com paciência, parando sempre que doía, me abraçando e beijando. E depois, quando eu estava todo melado e sensível, ele me pegou no colo, me levou para o banho e me segurou contra o peito dele debaixo da água quente, me lavando com cuidado enquanto eu me agarrava ao seu pescoço. Nunca tinha me sentido tão bem cuidado na vida. Isso me viciou completamente.
Com o tempo, eu me sentia cada vez mais à vontade na casa dele. Comecei a aparecer sem avisar, às vezes só pra dar um oi, outras vezes já chegando com tesão querendo mais. Ele não reclamava, mas fazia comentários sobre a frequência das visitas.
— Você tá vindo quase todo dia, garoto… — dizia ele, meio sério. — Não que eu esteja reclamando, mas você tá se expondo demais. Alguém pode notar que você some toda tarde pra cá.
Eu sempre respondia com o rosto vermelho:
— Ninguém pode saber, Renato… por favor. Eu morro de vergonha se os conhecidos descobrirem.
Ele balançava a cabeça, me puxava pra dentro e me abraçava forte, beijando meu pescoço.
— Eu sei, minha menina. Só tô te alertando. Toma cuidado.
Minha vida em casa ajudava nisso. Eu morava só com minha mãe e minha irmã mais velha. As duas trabalhavam o dia inteiro. Minha irmã me levava de manhã pra escola e depois ia direto pro trabalho. Elas só chegavam em casa depois das 6 da tarde. Eu estudava no turno matutino e saía da escola por volta das 11h30. Isso me dava bastante tempo livre à tarde. Eu tinha minha casa inteira disponível, mas onde eu realmente gostava de estar era na casa do Renato.
Eu guardava a mochila rapidinho em casa e já corria para lá sem ninguém desconfiar. Com o passar dos meses, eu ia pra lá quase todos os dias. Às vezes nem precisava de sexo. Só gostava de chegar, me deitar no sofá da sala, assistir televisão e sentir aquela sensação de conforto e segurança que só ali me dava. O simples fato de estar na casa dele já me acalmava.
Ele trabalhava em escala 12 por 36, ou seja dia sim dia não ele estava em casa atarde pois trabalhava das 11 da manhã as 11 da noite então tinha dias em que eu não podia ir outro sim. Teve vezes que eu ia pra lá mesmo ele não estando (acho que eu tava era de um belo folgado kkk . Como eu já sabia onde ele escondia a chave, pegava, abria a porta, depois sozinho ficava bem a vontade, esperando por ele deitado no sofá, assistindo TV como se fosse minha própria casa. Renato chegava eu lá dentro, ele sorria e soltava alguma tipo:
— Você já tá se sentindo em casa, hein?
Eu tipo: estou te esperando!!
Num outro dia, eu cheguei e ele tinha acabado de chegar do trabalho. Eu estava suado da escola e disse que ia tomar banho. Renato me olhou com um sorrisinho safado e falou:
— Pode ir. No banheiro tem uma roupa especial que comprei pra você.
Quando entrei no banheiro, vi uma sacola de papel tipo de presente com um laço vermelho em cima da pia. Quando abri tinha uma calcinha branca bem delicada e um vestidinho pijama básico, cor de rosa claro, de tecido macio e leve, todo estampado com pequenos coraçõezinhos vermelhos.
Eu peguei a roupa, um pouco confuso, e perguntei da porta do banheiro:
— Renato… que roupa é essa? É pra eu vestir?
Ele respondeu da sala, com a voz calma e um pouco safada:
— É sim. É um vestidinho um pijama bem confortável pra você ficar aqui em casa, pra se deitar e descansar. Vai, experimenta.
Eu vesti no banheiro. A calcinha branca era macia e justa no meu corpo. O vestidinho rosa claro era simples, caía solto e leve sobre meu corpo magrinho, os coraçõezinhos vermelhos espalhados pelo tecido, achei super interessante. Quando me olhei no espelho, eu realmente me senti uma menina. O tecido macio roçava na minha pele, o comprimento curto deixava minhas pernas à mostra e o estilo delicado combinava com meu corpo pequeno e branco. Foi uma sensação de arrepiar… muito gostosa e excitante.
Quando saí do banheiro, Renato estava sentado no sofá. Ele me olhou de cima a baixo, devagar, com um sorriso satisfeito e os olhos brilhando.
— Amei… olha só pra você — murmurou ele, a voz mais rouca. — Tá parecendo uma menininha de verdade agora.
Eu fiquei tímido, puxando um pouco a barra do vestidinho pra baixo, mas ao mesmo tempo sentindo um calor gostoso subir pelo corpo com a reação dele. Ele estendeu a mão, me chamando mais perto:
— Vem cá, minha menina. Deixa eu ver melhor…
Eu me aproximei. Renato me puxou para o colo dele, passou as mãos grandes pelas minhas coxas lisas por baixo do tecido fino e me beijou o pescoço devagar. O vestido subia fácil, e ele aproveitava para alisar minha bundinha por cima da calcinha branca. Eu sentia o pauzão dele endurecendo embaixo de mim.
A partir daquele dia, sempre que eu ia pra casa dele, aquele vestidinho pijama rosa com coraçõezinhos passou a fazer parte dos nossos momentos mais íntimos. Eu me sentia cada vez mais amado sendo tratado como a menininha dele — e o Renato adorava me ver assim.
Teve uma tarde assim que entrei, fui pro banho já saindo vestidinha. Renato me deitou na beirada da cama, abriu minhas pernas e ficou me chupando por cima da calcinha até eu gemer alto. Depois ele puxou a calcinha para o lado, lambeu meu cuzinho demoradamente e me fodeu, segurando o vestido levantado enquanto metia fundo. Eu gemia como uma putinha, debruçado sobre a cama e apertando os lençóis, sentindo aquela rola grossa me preenchendo completamente.
Outra vez, ele me fez ficar de joelhos com ele sentado no sofá, eu vestido só com o pijaminha rosa, lambendo aquele pau que eu amava enquanto assistia TV. Depois me levantou me virou de costas pra ele, me fez apoiar no encosto do sofá e me comeu ali mesmo, falando safadezas no meu ouvido:
— Isso, minha menininha… rebola essa bundinha branca pra mim. Olha como você tá linda, uma princesa…
Eu gozava fácil quando ele me chamava assim. O contraste entre meu corpo pequeno e branco com o dele grande e negro me deixava louco. Ele gozava dentro de mim quase sempre, enchendo meu cuzinho de porra quente, e depois me abraçava forte no banho, me lavando com carinho enquanto eu me agarrava ao seu pescoço.
Quanto mais eu ia, mais eu me entregava. Às vezes eu chegava, vestia o pijaminha rosa e simplesmente me deitava no colo dele para cochilar um pouco. Ele passava a mão no meu corpo, me beijava e dizia baixinho que eu estava cada vez mais linda e que adorava a menininha dele.
Eu continuava com vergonha de alguém descobrir, mas o tesão misturado com o carinho que sentia por Renato eram mais fortes que o medo. Toda tarde, depois das 11h30, eu sabia exatamente para onde queria correr: para a casa dele, para os braços dele, para ser a putinha branca e delicada que ele tanto gostava de foder e cuidar.