Minha mulher de repente quer ter um filho. Parte 2

Um conto erótico de Mark
Categoria: Heterossexual
Contém 1695 palavras
Data: 31/03/2026 23:02:09

O dia tinha sido cansativo e no mínimo... Estranho. Tinha fechado os olhos, e nem percebi quando, enfim, me coloquei a adormecer.

Acordei no meio da noite com uma sensação gostosa. Uma boca, quente e molhada envolvia meu pau, estava se deslizando sobre ele, sugando com vontade. Pisquei, confuso, o quarto escuro, só a luz fraca da rua entrando pela janela. Claire tava ali, ajoelhada entre minhas pernas, cabelo castanho-claro caído no rosto, boca cheia de mim, mamando com vontade meu caralho, que se recusava a ficar mole na boca dela. Ela já tinha abaixado minha calça de moletom e a cueca sem fazer barulho nenhum. Meu pau já tava duro pra caralho, latejando dentro da boca quente dela.

— Claire... que porra... — murmurei, voz rouca de sono e tesão misturado.

Ela não respondeu com palavras. Só olhou pra cima com aqueles olhos brilhando, como se conseguisse finalmente o que queria, e lambeu a cabeça devagar, girando a língua como se tivesse todo o tempo do mundo. Depois desceu, engolindo até o fundo, o pau se enterrava até a garganta, os lábios iam apertando em volta de mim. Caralho. Fazia tanto tempo que ela não me chupava assim. Não era uma mamada rápida pra acabar logo. Era gostosa, lenta, molhada pra caralho. Ela babava, saliva escorrendo pelo pau, mão massageando as bolas enquanto a boca subia e descia, sugando forte na cabeça, depois engolindo tudo de novo.

Eu segurei o cabelo dela, gemendo baixo. Ela gemeu também, começou a mover sua boca contra meu caralho, me sugando inteiro, o fazendo socar até a garganta me fazendo tremer. Tirou meu pau da boca por um segundo só pra lamber toda a extensão, da base até a ponta, olhos fixos nos meus.

— Eu quero você, Mark... quero você dentro de mim — sussurrou, voz rouca, antes de voltar a mamar.

Foi demais. Eu sentei na cama, puxei ela pra cima e a beijei com força. Claire tava só de camisola fina, sem calcinha. Sentei ela no meu colo, pau roçando na buceta molhada. Ela rebolou devagar, se esfregando, me molhando todo. Depois levantou um pouco e desceu, me engolindo inteiro. Quente, apertada, escorregadia. A gente fodeu assim, devagar no começo, ela cavalgando, seios médios balançando , logo ela se abaixou e os fez se balançar na minha cara. Eu chupei um mamilo, depois o outro, apertando aquele bumbum redondo enquanto ela quicava.

— Mais forte... — ela pediu, gemendo no meu ouvido.

Eu virei ela de quatro na cama, segurei a cintura e meti fundo. O quarto encheu de som de pele batendo, gemidos dela, meus grunhidos. Claire empinava, pedindo mais, com a sua buceta pulsando em volta do meu pau. Eu meti forte, rápido, sentindo ela gozar primeiro, apertando tudo, gemendo meu nome alto. Eu gozei logo depois, jorrando dentro dela, quente, fundo, segurando a bunda dela com força.

A gente desabou na cama, suados, ofegantes. Claire se aninhou no meu peito, beijou meu pescoço e sussurrou:

— Eu te amo, Mark. Vamos fazer isso dar certo. Quero uma sementinha sua.

— Ok, mas... — perguntei. — Por que isso agora?

Ele me olhou, ainda suada depois do sexo, levando a sua mão esquerda para o meu rosto, o tocando enquanto sorriu.

— Porque eu te amo. Esse tempo longe de você, eu não sei dizer, me fez te querer mais.

Eu fiquei ali, acariciando o cabelo dela, mas a desconfiança ainda tava lá, quietinha no fundo da cabeça. O sexo tinha sido bom pra caralho, mas o timing... continuava estranho.

No dia seguinte acordei com cheiro de café e ovos mexidos. Claire tava na cozinha, cantarolando baixinho uma música antiga que a gente ouvia no carro quando namorava. Ela tava de shortinho curto e uma camiseta minha larga, cabelo solto, toda sorridente. Fez o café da manhã completo — ovos, bacon, torrada, suco. Serviu na mesa e me deu um beijo demorado antes de eu sentar.

— Bom dia, amor da minha vida — disse ela, olhos verdes brilhando.

Eu comi os ovos mexidos, ainda meio sonolento, enquanto ela arrumava a sala, dobrando uma coberta. Tava mais carinhosa que o normal. Tipo, muito mais. Toque no ombro, sorriso constante, até dançando um pouco enquanto guardava louça.

O telefone dela tocou na sala. Ela olhou pro aparelho, mas não atendeu. Deixou tocar até cair na caixa postal.

— Quem era? — perguntei, garfo parado no ar.

Claire deu de ombros, natural pra caralho.

— Ah, nada importante. Só do trabalho. Eles que se virem.

Eu assenti, mas anotei mentalmente. Ela nunca ignorava ligação do escritório.

Ela veio sentar do meu lado, mão na minha coxa.

— Sabe, Mark... eu tava pensando. Eu pretendo sair do escritório. Pedir demissão. Quero me dedicar à família que a gente vai formar. Agora minha prioridade é ser mãe. Quero ficar em casa, cuidar de você, do nosso bebê... tudo isso.

Eu quase engasguei com o ovo. Claire? Saindo do escritório? A mesma Claire que sonhava em ser advogada desde a faculdade, que falava em virar juíza um dia, que ficava até tarde estudando processo? De repente largando tudo por causa de um desejo maternal? Parecia... errado pra caralho. Muito repentino.

— Amor, você nem está grávida ainda. Além do mais, ascender ali é a sua vida. Por...? — Ela então me calou, me dando um selinho no lábio.

— Minha vida é você, Mark. Eu não quero mais falhar com você.

Tudo que ela falava e fazia soava estranho. Principalmente as decisões. Mas eu não deixei os pensamentos negativos tomarem conta. Respirei fundo, sorri e segurei a mão dela.

— Se é isso que você quer, amor... eu apoio. A gente dá um jeito.

Ela me beijou, feliz. Eu terminei de comer, me arrumei e fui pra redação. Na cabeça, ainda girava aquela conversa. Estranho. Muito estranho.

Chegando no jornal, o editor me chamou na hora.

— Mark, você vai cobrir o debate dos candidatos a prefeito hoje. Acontece às dez. Corre pra lá.

Eu fui. Mas quando cheguei no auditório, tava tudo um caos. Evento cancelado. Um dos candidatos — o dono de uma firma grande de advocacia, o tal que tava liderando as pesquisas — não apareceu. Alegou “compromissos pessoais”. Fiquei puto, mas não tinha o que fazer. Resolvi fazer uma surpresa pra Claire: voltar pra casa mais cedo, levar um almoço, ver se a gente conversava mais sobre essa história de demissão.

Cheguei em casa por volta de onze e meia. O apartamento tava vazio. Claire não tava. Estranho, ela tinha dito que não ia trabalhar hoje.

Fui até o banheiro. Roupas jogadas no cesto, como se ela tivesse se trocado às pressas. O box do chuveiro ainda tava molhado, gotas escorrendo. Entrei no quarto e vi a gaveta da cômoda mexida, roupas reviradas. Faltava uma roupa em especial, uma que ela usava para passeios. Ela tinha saído produzida. Maquiada, perfumada, sei lá. Não era roupa de ficar em casa.

De repente ouvi a porta da frente abrir. Claire entrou, fechando a porta com um “idiota” baixinho, quase pra si mesma, rindo sozinha.

Eu congelei. Em vez de sair do quarto, me escondi atrás da porta, coração acelerado. Não sei por que. Instinto.

O celular dela tocou. Ela atendeu rápido.

— Alô? — voz baixa, carinhosa. — Sim... — Ela pausou novamente, e depois, com uma expressão séria, ela disse. — Escuta... esse foi o último encontro nosso. Eu já te falei, vou sair do escritório. Não dá mais pra continuar assim.

Silêncio. Ela ouviu o que a pessoa do outro lado disse. Depois riu baixinho.

— Tudo bem... sim. Podemos almoçar juntos, acho que pode ser semana que vem. Mas esse vai ser o último, tá? Promete.

Silêncio de novo. O rosto dela (eu conseguia ver pelo reflexo do espelho do corredor) ficou vermelho, ruborizado. Ela mordeu o lábio, sorrindo daquele jeito que eu conhecia muito bem — o mesmo sorriso safado de quando a gente transava.

— Para... você é louco. Tá bom, te mando mensagem depois. Beijo.

Ela desligou. Ficou parada um segundo, suspirando, ainda com aquele sorriso no rosto.

Eu tava em choque. Escondido ali, a respiração falhando e o coração martelando. “Último encontro.” “Vou sair do escritório.” “Te mando mensagem depois.” "Beijo?" Porra, o que era aquilo? Minha cabeça tentou racionalizar. Talvez fosse uma amiga do trabalho.

Talvez fosse só estresse. Mas o tom... o rubor... o jeito que ela riu. Não parecia conversa de “só trabalho”.

Meu íntimo não queria acreditar. Claire traindo? Não. A gente tinha acabado de transar ontem à noite. Ela queria um filho. Tava carinhosa pra caralho hoje. Não podia ser.

Eu respirei fundo, saí do quarto fazendo barulho de propósito. Fui pro banheiro, abri a porta e fechei forte, como se tivesse acabado de sair de lá.

— Amor? — chamei, fingindo surpresa.

Claire tomou um susto enorme no corredor, quase derrubou o celular.

— Mark! Meu Deus, você me assustou! O que você tá fazendo aqui tão cedo?

Eu sorri, natural, descia as escadas até chegar próximo a ela. Logo, me aproximei e dei um beijo nela.

— Estava trabalhando, hoje iria cobrir um debate. Mas... O debate foi cancelado. O candidato não apareceu. Resolvi vir te fazer uma surpresa. E você? Saiu?

Ela piscou rápido, recuperando o fôlego.

— Ah... sim. Eu saí rapidinho pra receber meu dinheiro da rescisão. Pedi demissão hoje de manhã, lembra? Fui lá no escritório pegar o que me deviam. Não pensei que chegaria antes de mim. Não fiz o almoço ainda.

Eu assenti, olhando nos olhos verdes dela.

— Então é isso mesmo que você quer? Sair de vez? Abrir mão de tudo?

Claire segurou meu rosto com as duas mãos, me beijou devagar, língua roçando na minha. Logo os lábios se separam, ela volta a me encarar.

— É sim, amor. Eu quero isso. Quero a gente. Quero nossa família.

O beijo foi bom. Quente. Mas eu senti algo errado. O cheiro dela... um perfume diferente misturado no dela. O rubor de seu rosto. E aquelas palavras que eu ouvi escondido ainda ecoavam na minha cabeça.

Eu sorri, abracei ela, mas por dentro já sabia o que ia fazer. Ia descobrir. De um jeito ou de outro.

Porque se tinha uma coisa que eu tinha aprendido como repórter: quando algo não bate, é porque tem uma história por trás. E eu ia cavar até o fundo.

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Comentários

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O que podemos supor é que a esposa tá caindo na gandaia legal antes de se dedicar à família e parar. Ansioso pra saber como ela vai explicar - ou se vai explicar- essa situação.

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REAGE CORNO! A vagabunda já tá prenha de outro, e você vai criar o filho, vai ser o famoso choca puta.

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Ela ja tá é grávida e ta tentando colocar o filho nas costas do marido traído. Vagaba!!!!!

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Conto maravilhoso que prendeu a respiração.

A esposa ganhou outra chance mas não soube aproveitar

O autor esta de parabéns.

Pra mim esta saga esta sendo uma das melhores do site

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