Sou uma mulher casada, mas não resisti ao vizinho grandão

Um conto erótico de Lariani
Categoria: Heterossexual
Contém 2166 palavras
Data: 31/03/2026 23:47:20

Meu nome é Lariane. Tenho 35 anos, três filhos e uma vida que, vista de fora, parece certinha demais pra levantar qualquer suspeita. Sou dessas mulheres que todo mundo acha que já encontrou seu lugar no mundo — casa, marido, igreja aos domingos, rotina organizada… tudo no seu devido lugar. Mas ninguém vê o que eu sinto quando a porta do quarto fecha.

Eu sou casada, sim. Há anos. Tempo suficiente pra aprender que convivência não é a mesma coisa que presença. Meu marido… ele simplesmente deixou de me enxergar. Preso nas próprias ideias, nas próprias limitações, ele virou mais um hábito do que um homem na minha vida. E eu… eu virei só mais uma parte da rotina dele. Faz oito meses que ele não me toca. Oito.

No começo, eu tentei entender, relevar, me convencer de que essas coisas acontecem. Depois, comecei a sentir falta. Agora… agora virou outra coisa. Uma inquietação que não me abandona, uma fome que eu escondo atrás de um rosto sério e de uma fé que, às vezes, nem eu sei mais se é suficiente pra segurar tudo isso.

Eu me olho no espelho e vejo uma mulher que ainda está ali. Tenho 1,68 de altura, meu corpo é cheio — 82 quilos que contam a história de quem viveu, gerou filhos, mas não deixou de ser mulher. Minha pele parda, sempre com aquele tom de quem carrega o calor no próprio corpo, denuncia mais do que eu gostaria. Meu quadril largo, minha bunda grande… é difícil esconder completamente, por mais que eu tente com roupas discretas.

Meu cabelo cacheado, castanho, vive meio indomável, como eu por dentro. E meus lábios… já me disseram que são carnudos demais pra alguém que vive sempre com essa cara fechada. Mas essa “cara de brava” é só defesa. Porque, se eu relaxar… se eu deixar escapar... Eu não sei até onde isso vai.

Na igreja, eu sou exemplo. Em casa, sou mãe. Na rua, sou só mais uma. Mas aqui dentro… eu sou outra coisa. E, ultimamente, tenho sentido que essa outra versão de mim está cansada de ficar escondida.

Tudo começou numa dessas tardes comuns daqui, sol baixo, aquele calor manso grudando na pele, eu estava voltando do trabalho quando de repente encontro meu vizinho. Eu já tinha visto antes, claro. Difícil não ver. Um homem do tamanho dele não passa despercebido. Mas naquele dia… foi diferente.

Ele ia na mesma direção que eu, mas com passos tranquilos, como quem não tem pressa de chegar em lugar nenhum. Alto demais, devia ter uns dois metros fácil, de longe se notava que era forte, o tipo de corpo que parece bruto até parado. Ombros largos, braços firmes, mãos grandes… tudo nele parecia exagerado.

A pele parda, que o sol daquela hora deixava ainda mais quente, contrastava com a barba cheia, grande, meio indomada. Dava um ar quase selvagem. De homem bruto mesmo. Mas o olhar… o olhar não combinava com o resto, tinha alguma coisa ali. Uma calma, atenção. Um tipo de sensibilidade que não gritava, mas que puxava. Quando ele me deu boa tarde, eu respondi quase no automático. Mas ele não seguiu direto. Comentou do calor, depois da rotina, depois… da vida. E, quando percebi, a gente estava parado ali na rua, conversando como se já se conhecesse há muito mais tempo do que alguns minutos. Eu não sei explicar exatamente como comecei a sentir. Talvez tenha sido no jeito como ele me olhava, não com invasão, mas com interesse de verdade. Como se estivesse me enxergando além do que eu mostro pro mundo. Como se aquela minha “cara de brava” não enganasse ele nem por um segundo.

Ele disse que era artista. E aquilo… aquilo só piorou tudo. Porque não era só um homem grande, forte, bruto. Era um homem que sentia. Que observava. Que falava das coisas com um cuidado que eu não estava acostumada a receber. Eu devia ter me afastado. Devia, mas não afastei.

Quando vi, a conversa já tinha virado outra coisa. Mais leve… e ao mesmo tempo mais perigosa. Aquele tipo de troca que parece inocente por fora, mas por dentro já tá carregada de intenção. E então ele sugeriu:

— A gente podia continuar essa conversa com um café qualquer dia.

Meu coração acelerou de um jeito que eu não sentia há… tempo demais. Eu pensei nos meus filhos. No meu marido. Na igreja. Em tudo que eu “sou”. E mesmo assim, ouvi minha própria voz respondendo:

— Amanhã à tarde… eu vou estar sozinha em casa.

O silêncio que veio depois disso disse mais do que qualquer palavra. Quando me despedi e entrei pelo portão, senti o corpo inteiro diferente. Como se algo tivesse sido despertado. Como se eu tivesse cruzado uma linha que não dá pra descruzar. Era errado, eu sabia que era, mas fazia tanto tempo que alguma coisa não parecia tão viva. E, pela primeira vez em meses eu estava contando as horas.

E as horas passaram até chegar a hora de recebê-lo em minha casa.

Deixei tudo preparado — a mesa posta, o café passado na hora, biscoitinhos arrumados com um cuidado que nem eu sabia que ainda tinha. Mas, inexplicavelmente… eu me produzi como há anos não fazia.

Me maquiei devagar, olhando meu próprio reflexo como se estivesse tentando reencontrar uma versão minha que eu tinha deixado pra trás. Passei perfume com mais intenção do que o necessário. E a lingerie, eu fiquei quase uma hora escolhendo. Não que eu estivesse pensando em mostrar, mas eu queria me sentir bonita de todas as formas, queria lembrar que ainda era mulher.

Quando terminei, fiquei alguns segundos parada no quarto, sentindo o próprio coração bater mais forte do que devia. Aquilo tudo parecia demais pra um simples café, mas no fundo eu sabia que não era só um café.

O som do portão me fez gelar, eu não precisei olhar pela janela pra saber que era ele.

Respirei fundo, ajeitei a roupa mais uma vez, mesmo sem precisar, e caminhei até a porta com passos que já não pareciam tão firmes quanto de costume. Quando abri…

Ele parecia ainda maior dentro do meu espaço. O contraste dele com a minha casa, com a minha rotina, com tudo que eu conhecia… era quase absurdo. E, ainda assim, estranhamente certo.

— Oi — ele disse, com aquela calma que me desestabilizava.

— Oi… entra.

Minha voz saiu mais baixa do que eu esperava.

Ele entrou devagar, observando ao redor, mas quando o olhar dele voltou pra mim… eu senti de novo. Aquele jeito como se ele estivesse me vendo de verdade.

Fechei a porta atrás dele, e naquele pequeno gesto alguma coisa mudou. O mundo lá fora ficou distante e o silêncio que se instalou entre a gente, agora dentro da minha casa, não era mais o mesmo da rua, era mais pesado, mais quente, mais perigoso.

E eu tive certeza absoluta de que aquilo não ia terminar só em café, porque no mesmo instante eu pulei nele como uma leoa faminta pulando em sua presa, eu não só queria aquele homem, eu necessitava dele, queria sentir aquelas mãos grandes apertando meu corpo e o corpo forte dele se esfregando sem pudor contra o meu.

Eu não precisava mais me esconder como a casada santinha, a minha cara de brava mal comida se transformou na cara de puta devassa. Nós nos beijávamos enquanto tirávamos com raiva as nossas roupas, ficamos pelados na sala da minha casa, rodeados de brinquedos das minhas crianças e de fotos do meu casamento falido, mas eu não queria saber de mais nada além de ter aquele homão pulsando dentro de mim.

Sentia as mãos dele me apertando e isso me deu um arrepio, os bicos dos meus peitões ficaram durinhos e empinadinhos, sem perder tempo ele caiu de boca, aquela boca grande e quente dele babando, sugando e mordendo meus mamilos, ele esfregava o rosto no meio das minhas tentas, sentia meu cheiro, meu gosto. Dizia que estava adorando o sabor do meu suor.

E eu sentindo o pau duro dele roçando em mim, comecei a punhetar, era grosso, preto com cabeça rosa, era um pauzão suculento, não consegui só tocar e olhar, tive que saborear o pau do meu vizinho, fiquei de joelhos, vi aquela cabeça grande me encarando e pulsando colado no meu nariz, dei uma lambida do saco até a cabeça, estava salgadinho, o cheiro de pinto entrava pela minha narina e me embriagava, não podia mais me segurar, abocanhei o peru do meu vizinho, comecei a fazer sem pudor um boquete parafuso, mamando e girando enquanto punhetava com uma mão e com a outra massageava o par de bolas enormes dele.

O safado urrava de tesão e contorcia os dedos do pé enquanto eu estava babando naquela piroca suculenta a ponto da minha saliva escorrer do pinto e encharcar os ovos, ele estava com tanto tesão que sem pensar me segurou pelos cabelos e começou a meter com força na minha goela, só que o pau dele era tão grande que eu só chegava na metade, mesmo engasgando muito. Ele não parava de meter e minha saliva escorria nos meus peitos, então o grandão já aproveitou e meteu o peru entre minhas tetas enquanto eu as segurava, ele meteu muito na espanhola enquanto o pau dele batia no meu queixo com violência.

Depois disso, babados e suados fomos para o sofá, ele se sentou me puxando de frente pra ele, encaixei e comecei a cavalgar como uma puta, estava matando minha fome de homem, o pau entrou até com facilidade na minha buceta larga de mamãe safada, ele apertava minha bunda e me ajudava no movimento jogando ela pra cima e empurrando com tudo pra baixo, me fazendo engolir a piroca dele com a buceta, até chegar no talo e os ovos baterem na minha bunda, foi uma delicia rebolar em cima de um homem tão grande e másculo assim, queria que meu marido pudesse ver o que eu estava fazendo. Estava dando um show para outro homem, na casa dele, no sofá dele, aposto que meu marido não ia fazer nada. Continuei quicando e rebolando até cansar, mas quando parei o grandão me abraçou forte e começou uma metelança sem parar, o barulho de Ploc Ploc ecoava pela casa e dava pra ouvir até da rua, sem falar nos meus gemidos, eu praticamente gritava e urrava dizendo o quanto eu sou puta e o quanto eu amo a piroca do meu vizinho. Não resisti por muito tempo e gozei em cima dele, tinha suco de buceta pra todo lado no sofá, o cheiro de sexo na sala nos deixando embriagados.

Eu saí de cima, deitei de bruços no tapete esperando que ele me desse uns minutos pra respirar, mas o tarado queria finalizar o serviço, veio por cima de mim me prensando contra o chão, encaixou no cu e começou a avançar, eu tentei lutar, mas obviamente não tive forças, senti meu cuzinho ser arregaçado pelo vizinho grandão, eu estava sendo enrabada contra a minha vontade, mas o que era pra ser pesadelo estava parecendo um sonho doce porque por algum motivo quando senti o saco dele repousar nas minhas nadegas eu comecei a me tremer e gozei mais uma vez com aquele peru grosso completamente atolado na minha bunda gulosa, daí só restou relaxar e aceitar aquele sem vergonha metendo rápido e com força na minha bundona casada, ele estava me arregaçando, me deixando completamente dopada de piroca, foi quando ele anunciou o gozo e eu disse pra ele tirar do cu e socar na minha buceta porque uma foda gostosa dessas merecia um filho, o tarado não pensou duas vezes e obedeceu, tirou do meu cu e em uma só estocada enfiou tudo até o talo na minha xana arregaçada, ele deu mais umas bombadas e finalmente urrando e me apertando ele leitou meu útero com vários jatos de leite quente.

O pau dele ainda estava duro, o mingau começou a escorrer na minha buceta mesmo com ele atolado dentro, fomos retomando a consciência e voltando a realidade, quando olhei pra janela e vi meu filho mais velho assistindo de camarote a própria mãe ser usada por outro homem, ele correu ao notar que eu o tinha visto, fiquei em choque.

Não falei nada e nem me movi, enquanto isso o meu vizinho foi colocando a roupa e saindo de fininho dizendo apenas:

- Amanhã nos falamos.

Eu no chão toda babada, suada e gozada tive que me recompor sozinha e ir pro banho, mas não estava me sentindo culpada, mesmo tendo sido flagrada, pelo contrário, eu estava feliz por que aquilo poderia ser finalmente a minha libertação, eu estava esperançosa de poder ter uma nova vida, sem amarras e sem pudor, mas antes eu teria que me explicar para o meu próprio filho.

Se vocês quiserem continuo minha história, mas desde já agradeço a todos pela atenção, é tudo que uma mulher carente como eu precisa.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 18 estrelas.
Incentive Diario da Dudinha a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil de Julia1985

Que conto maravilhoso! Fiquei com vontade de um homem assim bruto!!

0 0
Foto de perfil genérica

Muito bom esse conto, merece continuação....e o que vc irá fazer com seu filho? e ficou gravida do vizinho? aguarrdamos a parte 2 hehehehe

0 0
Foto de perfil genérica

Nossa,que história gostosa,excelente descrição do sexo. Espero que esse flagra do filho não vire incesto,torcendo aqui.

0 0
Foto de perfil genérica

adorei a sua história e gostaria de convesar com vc caso o queira, tenho 64 anos, adoro uma boa prosa e desabafo de nossas aventuras, caso o queira é só me chamar neste email: euamoavida2020@gmail.com

0 0
Foto de perfil genérica

Pq não separa mais não tem que se rebaixar e virar uma puta tomara que o filho não entenda até pq não existe outro intendimento a mãe dele está traindo o pai se não está bom era só ter separado tomara que ele conte pro pai

0 0

Listas em que este conto está presente