Quando fiz menção para me virar e encarar Ramon de frente, ele me segurou pelos ombros, me impedindo de me virar para olhar pra ele:
- No te molestas, Eduardo, yo también quiero ver…
Paralisado de susto, fiquei sem saber o que fazer. O calor da pele de Ramon chegava com uma proximidade muito perturbadora. Ele estava em pé atrás de mim a poucos centímetros de distância. Cheguei a sentir em alguns momentos os pelos do seu braço roçar nas minhas costas. Mas o que me fez ficar parado foi o tom de comando de sua voz. Aquele homem sabia dar ordens. Fique estático vendo meu filho mamar a rola do seu namorado, enquanto seu pai respirava literalmente sobre meu ombro, com aquele ar quente arrepiando minha pele e ampliando meu desconforto que cresceu ainda mais quando nossos filhos trocaram as posições e Juan engoliu o pau de Dan numa bocada. Ouvi o glub de Ramon engolindo a própria saliva ao ver o próprio filho abocanhando a rola do meu filho e nessa hora temi que alguma reação desagradável viesse, afinal uma coisa é saber, outra coisa é ver, mas, apesar da respiração ter se acelerado, ele continuou onde estava. Alguns segundos depois, sussurrou no meu ouvido, mantendo o cuidado de não sermos ouvidos:
- sabe, Eduardo, todo esto está adelante de mi compreenson, pero mira como lo disfruta mucho do que hace…
- É, Juan gosta muito do que está fazendo em Dan…
- Mira como mi hijo lambe las pelotas de tu hijo…
Nesse momento, meu pau, que ainda pendia fora da sunga, tão em choque fiquei com a chegada de Ramon que esqueci de me recompor, voltou a ficar duro. Havia algo rolando ali entre eu e Ramon, uma energia indefinível, estranhíssima cumplicidade, poderia dizer que havia uma conexão de certo modo bizarra entre a gente, dois pais vendo seus filhos fodendo, mas eu não sabia nomear nem fazia ideia aonde iria nos levar enquanto Ramon continuava a verbalizar suas impressões:
- Debe ser muy rico para él chupar con tanto gusto…
- É gostoso sim! De fazer e de receber…
- Perdona Eduardo, me olvidé que tú también…
- Sim, Ramon, eu gosto, é muito bom…
Nesse momento, Dan puxou Juan pra cima e eles se beijaram longamente e Ramon se aproximou ainda mais de mim, quase colando em minhas costas. Então, Juan empurrou meu filho de costas sobre a pedra e retirou de vez a sunga de Dan enquanto se ajoelhava atrás dele, afundando seu rosto no meio da bunda do meu filho. Dan gemeu alto enquanto Ramon soltou um som parecido com um gemido atrás de mim:
- Una vez una chica en un resort en Punta Cana me hizo eso, Eduardo, que rico… fué esquisito pero se quedó bueno…
- pois é, Ramon, é diferente mas dá tesão…
- Puedo verlo, mira como geme tu hijo, tiene sus ojos cerrados…
Senti um viés machista nele apontar apenas meu filho como quem sente tesão naquela situação e repliquei:
- É bom pros dois, olha como Juan ama fazer, como ele tá saboreando o rabo de Danzinho…
- Estes dos son increíbles, Eduardo... es diferente pero muy excitante, míra como estoy…
Ramon encostou seu pau duro na minha bunda, uma pressionada que durou apenas um segundo e se afastou. Tomei um susto mesmo tendo sido um brevíssimo contato, aquilo me deixou alucinado. Ramón estava me testando, só podia e eu decidi dar a senha…
- Também tô assim, Ramon…
Assim que eu falei, ele entendeu como um convite, estendeu seu braço e, quase me abraçando, tocou rapidamente meu cacete duro e soltou, pelo mesmo breve segundo que tinha roçado sua rola na minha bunda.
- que pollon, Eduardo…
Quando pensei em responder, Ramon fez novo comentário que me deixou ainda mais embasbacado:
- Menos mal que Dan no es tu hijo biológico, de lo contrario Juanito estaría en apuros…
A gente riu de nervoso e a tensão se elevou quando Juan ficou de pé e encaixou seu pau na bunda de Dan e ficou roçando, falando gostosas putarias:
- pede pica, pica, Danzinho… cê quer que seu namorado coma seu cuzinho, quer…?
Ramon praticamente colou em mim, ao se aproximar ainda mais para ver o que seria o próximo degrau daquela escalada de sacanagem:
- No tenía idea de cómo era cuando Juan decidió ser gay, ahora lo sé que el pasa bien…
Pensei: Ah meu Deus, Ramon, sexualidade não é escolha, quase falei mas ali não era hora nem lugar para aquela conversa, e ele continuou:
- Fui a un terapeuta y me explicó que era natural y todo eso, pero confieso que no me había imaginado cómo es realmente que mi hijo lo hace…
Decidi provoca-lo falando bem baixinho. Como ele tava grudado em mim, ouviu sem dificuldade:
- E você vendo, como se sente?
- ainda lo sinto extraño, Eduardo, pero, mira, como están com tesão, mira como Juan frota su polla contra el culo de Dan... no es tan diferente, afinal son dos personas con ganas de follar... uno con ganas de meter, otro con ganas de recibir.
Ao falar isso, Ramon se aproximou ainda mais, para ver melhor e parecendo buscar apoio, me segurou pela cintura, encostando seu pau duro na minha bunda. Tremi inteiro com aquele contato e minha reação foi tentar dar um pulo pra frente pra escapulir daquele sarro inesperado, mas Ramon pareceu prever isso porque ele me segurou com firmeza, me mantendo praticamente preso em seus braços. Foi aí que ele começou a roçar sua rola na minha bunda, parecia um toque acidental mas não era…
- Creo que ele va a meter… mira como ha posicionado el pollon... ele va a meter, que puto...
Ramon falava seu espanhol embolado cada vez mais sussurrado, cada vez mais colado em mim, eu sentia seu hálito no meu cangote, seu rosto estava apoiado no meu ombro, fungando no meu cangote. Com uma das mãos ele me mantinha abraçado nele e com a outra o sacana começou a correr os dedos pelo cós da minha sunga. Ele tentou puxar ela para baixo um tanto desajeitado. Senti vontade de ajudar, mas algo me disse que aquilo era parte do prazer dele – e do meu também – tomar posse, conquistar o que ele queria, então me abandonei à impertinência libidinosa de Ramón. Sua mão achou espaço dentro da minha sunga e sem demora tateou meu rego até achar meu cuzinho. Não havia mais jogo ali, Ramon queria comer meu cu e eu tremi de tesão antecipado. Ele passou seus dedos pelas minhas pregas e revelou o paralelo daquela situação para ele:
- Que rico, Eduardo, ahora entendo lo que Juan disfruta con Dan...
Ele tirou a mão e antes que eu sentisse saudade daquele toque tão invasivo, ouvi o barulho dele cuspindo nos seus dedos e voltando com eles besuntados de saliva para lambuzar meu cuzinho. Eu tremia de expectativa. Nunca tinha me sentido tão vivo como naquele momento. Todos os meus sentidos estavam em alerta. Minha pele arrepiada da cabeça aos pés. Ramón repetiu a “Operação Saliva” mais três vezes até que num puxão, baixou minha sunga até o meio das coxas. Com minha bunda completamente exposta, meu corpo se tornou uma espiral de sensações absurdamente eróticas. O pai do namorado do meu filho, famoso por ser hetero comedor, ia meter sua rola no meu rabo. Uma rola que sequer eu vi. Uma rola a qual eu ainda não havia sido apresentado e que ele tratou de anunciar o que ia fazer com ela, melhor dizendo, comigo:
- Me voy a follarte igual mi hijo está follando a tu hijo, Eduardo…
Ramon disse isso encaixando sua rola no meu rego, procurando meio atabalhoadamente achar o caminho do meu cuzinho. Com as pontas dos dedos ele encontrou e encaixou seu pau ali. A lubrificação não era suficiente, eu sabia que ia sofrer, que ia doer, mas não lembro de ter sentido tamanha vontade de ser comido até aquele dia. Ramon era definitivamente um macho alfa que ia me fazer de putinha dele e eu queria isso.
Ele tentou e nada. Forçou mais uma vez, minhas pregas resistiram à pressão, a dor aumentou mas a rola não entrava. Ele afastou pra lubrificar mais e eu resolvi ajudar fazendo o mesmo, coletei o máximo de saliva que consegui de minha boca pra depositar em meus dedos e lambuzei meu rabo à espera daquela rola. Quando ele trouxe sua pica de volta pra meu cuzinho, pude finalmente sentir o calibre daquela pica. Era grossa, bem grossa, e estava muito dura. Ajudei encaixando a cabeça nas minhas pregas e voltei a segurar o tronco do arbusto que nos escondia de nossos filhos. Ramon cravou seus dedos em meu quadril e voltou a fazer pressão. Dessa vez, mais lubrificado, meu cuzinho começou a ceder até que, plop, ouvimos o barulhinho da cabeça da sua rola vencendo finalmente a resistência do meu esfíncter. Ramón mordiscou o lóbulo da minha orelha enquanto tentava abafar o gemido em meu cangote. Ao mesmo tempo, manteve a pressão mas, ao invés de procurar enfiar seu pau, Ramon puxou minha bunda de encontro a sua pica. Eu fui fazendo o esforço de relaxar, enquanto empurrava minha bunda para trás respondendo ao comando dele. Quando os pentelhos de Ramon encontraram as beiradas do meu cuzinho, ele gemeu:
- Carajo, que apretado, Eduardo.
Enquanto isso, Juan acelerava a metida no rabo de Dan. Isso inspirou Ramon a imitar o filho e começar a socar seu pauzão no meu cu, todo arregaçado pra ele, mas, para minha sorte, ele começou devagar, se movimentou desfrutando do calor e da pressão que meu rabo exercia sobre sua rola.
- Ah, Eduardo, que rico, se yo soubesse que era tan rico…
- Me come, Ramon…
- Estoy follando, Eduardo, estoy follando... padre e hijo comiendo a padre e hijo... delicioso, cabron.
Sem que eu esperasse, Ramon tirou minha mão do meu pau, trocando pela sua e começou a me punhetar enquanto acelerava sua enrabada:
- Porra, Eduardo, que pollon. Mi mano casi no cerra… como que los tipos aguentam isto, cabron…?
- ahhhhhh…Ramon, eu tô aguentando o teu… todo cara com tesão no rabo aguenta levar pica…
- Juan tambien?
Aquela pergunta inesperada me pegou desprevenido e eu paralisei. O que dizer? Como responder pra Ramon que eu já tinha comido o filho dele várias vezes? Que meu próprio filho que foi quem me iniciou naquela putaria? Mas havia um fato incontestável e incontornável: o pau dele estava enfiado no meu cu, o que quer que eu dissesse não era tão longe do que estávamos fazendo. Ele entendeu e deduziu:
- Si, entendi, el também gosta de ser follado…
- Sim, Ramon, teu filho também gosta de dar o cu, menos do que Dan, mas ele gosta muito…
- Vos já…?
A pergunta que não queria calar criou um silêncio ensurdecedor entre a gente, então chutei o pau da barraca. Ou ele ia brochar ou ia pirar de vez de tesão:
- Sim, Ramon. A gente já…
Ele parou de meter e ficou respirando fundo no meu cangote até que desabafou o que estava sentindo:
- El… yo… vos follaste mi hijo com este pollon…
O coração dele batia acelerado contra minhas costas. Escalei ainda mais a tensão entre a gente:
- Mais de uma vez… a última vez que a gente transou, Juan me pedia: vai, paizão, come teu filhote, come…
Ramon tremeu. Ele cravou ainda mais seu pau duro dentro de mim quando o provoquei:
- Sim, Ramon, teu hijo morre de vontade de dar pra você. Sempre que eu como Dan, Juan fica siderado pensando que podia ser você e ele…
- Entonces, vos e Dan…
- Sim, Ramon, foi Dan que me iniciou…
- Joder, que putos… estás loco…
Nesse momento, Juan anunciou que ia gozar e Dan empinou ainda mais seu rabo enquanto Ramon começou a me foder com força, parecendo que um misto de tesão e raiva tomou conta dele.
- Joder, Eduardo, estoy fodendo tu culo, cabron... porra... mi hijo... él... quer me da el culo... Eduardo... tú con él... porra, Eduardo... cabron... Juan... tú... Danzito... porra... cabrones... joder …
Numa espiral de palavras desconexas e aumentando a velocidade com me enrabava, Eduardo puxou minha cabeça pra trás e me beijou. Um beijo violento, que começou desastrado, dente batendo em dente, mas que foi encontrando sue jeito. A boca de Ramon devorando a minha, sua língua tentando me sufocar, me chupar, enquanto seu pau martelava meu rabo, até ele deu uma última arremetida e me agarrou parecendo querer fundir seu corpo ao meu, enquanto sentia sua rola pulsando, o calor de sua porra me invadindo por dentro… Ramon tava me leitando… e me fazendo gozar: a medida em que seu pau parando de pulsar e soltar porra dentro de mim, ele acelerou a punheta no meu pauzão enquanto ordenava:
- goza, hijo de puta madre, goza en mi polla, cabron… goza…
E eu gozei com Ramon me punhetando, enquanto tentava abafar meus gemidos. Um gozo sofrido, contido. Talvez por isso tive uma espécie de blackout, literalmente minha vista escureceu, eu só tremia e gozava, preso entre os braços de Ramon. Quando abri os olhos, vi Juan e Dan se desacoplando e abaixando na poça d’água para se lavar. Esse movimento dos nossos filhos nos tirou do transe mas Ramon continuou me mantendo preso em seus braços, sua rola ainda cravada no meu rabo…
- Ramon, os dois…
Falei apontando para Dan e Juan…
- Tranquilo Edu, déjalos en paz... aquí estamos, tu y yo...
Ramon falou isso passando a mão lambuzada de porra na minha barriga, meu tórax, subiu até minha boca e eu abocanhei seus dedos, a cata dos vestígios da minha porra. Só então, ele relaxou o abraço e eu me virei, ficando de frente pra Ramon, com sua sunga arreada no meio das coxas, a rola que tinha acabado de me enrabar e me leitar, uma pica morena pesada, semi endurecida, a cabeça arroxeada começando a se esconder na pele que aos poucos se retraía enquanto uma gota de porra pendia como uma perola da fenda de sua pica. Estendi a mão e com a ponto dos dedos colhi aquela gota de porra. Ramon gemeu baixo e olhei para seu rosto procurando entender como ele estava se sentindo. Ramon me surpreendeu mais uma vez ao me puxar com força pela nuca:
- Seu puto…
E me beijou, um beijo cheio de tesão, de surpreendente conexão com o que tinha acabado de acontecer. Nesse momento, ouvimos barulho, Dan e Juan estava se ajeitando para sair de seu esconderijo. Ramon não fez cara de pânico, me surpreendendo ainda mais pela sua segurança. Ele riu de forma marota e me puxou pela mão para a gente entrar na mata e se esconder dos nossos filhos. Assim fizemos e segundos depois os dois passavam a poucos metros da gente sem perceberem nossa presença. Quando eles se afastaram até sumir de vista, Ramon sempre me segurando pela mão falou brevemente:
- Vamos bañar, olha como estamos…
E rindo me puxou até o local onde nossos filhos estavam e só aí me soltou para que a gente pudesse se lavar. Eu abaixei naquela poça sentindo um turbilhão de sensações, o rabo ardendo, a pica ainda pulsando de tesão, a cabeça em redemoinho pelo que tinha acontecido mas sobretudo pelo que poderia acontecer. Como a gente iria lidar com aquilo tudo? Ramon pareceu ler meus pensamentos e falou com sua costumeira objetividade:
- Tranquilo, Eduardo, relajate…
- E agora?
- Ahora, nadie. Pasó. Lo queríamos, eso es todo.
Quando terminei de me limpar, Ramon observava atentamente meus movimentos e não se conteve de fazer mais um dos seus comentários surpreendentes:
- Cuando tenía sexo con mi esposa, logo após gozar, ella corría al baño a lavarse. Eso siempre me molestó, ela hacia como si estivera sucia… suja, como lo dicen en Português. Yo sée que muchas mujeres lo hacen, pero tú no. Es como si quieres conservar mi leche dentro de tu culito.…
- Não faz assim. Ramon…
- Asi como, Eduardo?
Ele me perguntou com uma expressão de curiosidade genuína e eu respondi rindo.
- Assim, dizendo as coisas certas do jeito certo… assim, eu gamo…
Ele fez uma expressão bem divertida e se limitou a estender o braço pra ajudar a se levantar (eu estava de cócoras, lavando o rabo na água). Quando eu fiquei de pé, Ramon me olhou de forma enigmática por um segundo a mais e disse:
- Putito!
Deu as costas e começou a andar. Ao notar que eu tinha ficado parado, voltou-se e perguntou:
- Vienes o no?
Me estendeu o braço e eu saí da grota ajudado por ele que me botou para andar à sua frente. Andamos por vários metros e quando estávamos chegando perto de onde estavam nossas coisas, Ramon tocou meu ombro e quando me virei pra ele, disse de forma sucinta:
- Hablaremos después. No te preocupes. Relajate. Estás com cara de miedo. Todo está bien. Nunca me arrependo de hacer algo que quería hacer..
Sorri pra ele de volta, aquela frase teve o efeito de me acalmar um pouco. Ao chegarmos, o olhar de desconfiança estava visível nos rostos de todos e foi Pedro quem verbalizou isso, ainda que num tom de brincadeira:
- Vocês sumiram…
Ramon rapidamente tomou pra si a tarefa de responder:
- Nos perdimos. Eduardo empezó a mostrarme el sendero, nos dejamos llevar por la floresta y llegó un momento en que no sabíamos dónde estábamos. Sugerí caminar en busca del sonido del agua, y así encontramos el camino de vuelta. Una locura, pero fue divertido, ¿verdad, Duda?…
Era a primeira vez que ele usava a forma afetiva com que todos me chamam. Eu ri e mantive o clima da narrativa que ele criou:
- Oh se foi, dois marmanjos perdidos no meio do mato, os mosquitos começando a atacar, tem base um troço desses?!
- No sé si tem base, pero es increíble lo diferente que es la vegetación aquí en las montañas. As árvores son enormes. Hay lugares donde a mata es tan densa que no se vê el cielo. No tenía ni idea de que fuera así. Que experiência!
Meu irmão se meteu na conversa pra nos chamar pra voltar pra casa:
- Falando em experiência, tem uma aqui chamada Fome que tá pedindo pra gente ir embora…
- Então, Vambora!
Juntamos nossas coisas e, em alguns momentos, percebi Dan e Juan olhando desconfiados, tentando entender o que eu e Ramon tínhamos feito, que sumiço tinha sido aquele afinal. Se eles vissem meu cu ainda pingando porra, todo machucado, saberiam.
Quando chegamos no chalé, rapidamente dividimos as tarefas do almoço, Ramon e Guga foram acender o fogo e preparar a churrasqueia, eu e Pedro pegamos as carnes que já tinham sido deixadas fora da geladeira, demos uma limpada, tiramos o excesso de peles e gorduras, colocamos sal grosso e levamos pra eles, enquanto Dan e Juan preparavam a mesa da varanda com pratos, talheres, copos, travessas, bebidas etc. Voltamos à cozinha para fazer as guarnições de acompanhamento (arroz, farofa, salada) e quando as carnes começam a ficar no ponto, meia hora depois, começamos a comer num clima bem descontraído.
A postura amistosa de Ramon tinha encorajado os dois casais a agirem naturalmente. Então beijos, carinhos e outras manifestações afetivas entre os casais rolavam de boa. Por outro lado, meu sumiço com Ramon pairava sobre o grupo como uma interrogação. Eu sentia olhares de desconfiança, mas o fato de Ramon ser alguém muito recente no convívio impedia de se fazer alguma insinuação ou brincadeira maliciosa e a gente continuou agindo como se não tivéssemos nada pra dizer. O fato de ter que me ocupar com tantas tarefas foi bom porque me ajudou a superar momentaneamente o ocorrido. As lembranças estavam na minha carne, no meu rabo ardendo e ter que fazer coisas me distraía um pouco, tirava meu foco e evitava que eu desse bandeira do que tinha acontecido.
Depois do almoço, bateu aquela preguiça e eu estava enfim mais relaxado.
Depois de um tempo batendo papo, o sol se pôs e Dan e Juan chamaram pra ir tomar sorvete mas ninguém topou. Liberei meu carro e eles foram. Ficamos eu, Ramon e Guga largados nos sofás enquanto Pedro curtia a rede. A noite começou a cair enquanto a conversa fluía amena e Ramon, com rara habilidade, colocava as perguntas conduzindo a conversa na direção que ele queria. Guga e Pedro não percebiam, mas eu, experimentado em jogos empresariais, sabia que ele estava prospectando informação ainda que fossem perguntas simples sobre como se conheceram, o que um gostava mais no outro, até que ele ousou perguntar sobre nossas primeiras vezes. Pedro contou com riqueza de detalhes, íntimos demais até, enquanto Guga foi mais genérico sobre suas experiências adolescentes. Na minha vez de responder, deixei claro que Ramon já sabia sobre mim e Dan, o que fez Guga me dar um olhar de “precisamos conversar depois”, que eu driblei colocando Ramon na roda:
- E você, Ramon? Como foi sua primeira vez?
Com a segurança que lhe é habitual, ele devolveu minha provocação:
- Com chicos ou com mujeres?
O silêncio que se seguiu foi desconcertante pela confissão inesperada e ele pareceu se divertir com isso enquanto começava a falar:
- Bueno, señores, ¿qué joven no ha tenido sus experiencias en la juventud, con primos, vecinos, compañeros? Mi primera vez foi com un vecino, amigo de mi padre, ele me cativó com su conversacion e mamó mi polla…
Para quebrar o clima, meu irmão falou:
- Também tive minhas primeiras experiências mais ou menos assim…
Ao ouvir a resposta de meu irmão, retruquei de pronto:
- Eu não tive…
- Muchos no tuvieron esa experiencia, Duda, pero yo sí. Nada excesivo, estaba experimentando, solo estava jugando, como todo que haces cuando eres joven y descubres cosas de la vida, pero cuando empecé a salir con mujeres, me sentí atraído por ese camino de forma natural..
A provocação de Guga foi direta, não era mais uma especulação:
- E não voltou a dar uns passeios pelos outros caminhos, Ramón?
Ramon tinha dado abertura e meu irmão jogou a real pra saber qual era a dele, que respondeu olhando diretamente para mim, pegando a todos de surpresa:
- Sólo cuando me perdi en el caminho…
A cara de Ramon olhando pra mim e as caras que Guga e Pedro fizeram me deixaram completamente enrubescido. Eu, um homem de quase 46 anos, putão bissexual experimentado, estava ali encabulado, como quem é flagrado fazendo algo muito errado, ainda mais quando vieram as zoeiras de Guga:
- Eu sabia, eu sabia. Vocês estavam muito atrapalhados quando voltaram do passeio com aquela história que se perderam. Que safados. Putz, maninho, você não é mole. Por essa eu não esperava… e você, Ramon, por essa eu não esperava mesmo!!!!
Ramon manteve o clime de bagunça quando emendou:
- Yo tampoco esperava o que si sucedió…
Eu protestei imediatamente:
- Epa, pera lá… foi você que me atacou…
- No ataqué a nadie, fueron las circunstâncias.
- Peraí, gente, explica isso direito… que circunstâncias foram essas, vocês se perdem na matam e começam a se pegar…?
- No estábamos perdidos. Lo inventamos esto como um chiste...
Decidi explicar para tirar a história desse tró-ló-ló de confusão:
- Eu tava vendo Dan e Juan namorando quando Ramon chegou por trás e me pegou espiando nossos filhos…
- Chegou por trás…
- Si, por trás. Já entendeste todo. No necessita saber mas nadie.
Ramon falou com humor mas estava claro que ele não queria dar nenhum detalhe e eu gostei disso. Guga insistiu por outras vias:
- Ok, rapazes, não vamos invadir a privacidade de vocês, mas Ramon, eu preciso entender como foi que você, que não fazia sexo com outros homens desde brincadeiras da juventude, foi tao facilmente envolvido pelas… “circunstâncias”?
- Bueno... as circunstâncias me encataram. Además, todo este tiempo yo tenia curiosidad por hacerlo de nuevo.
- Então você tinha vontade…?
- Curiosidad és mejor…
- Curiosidade de que, papi?
Perguntou Juan que voltava da rua com Dan, num tom brincalhão que ganhou uma resposta amorosa e bem-humorada do pai:
- Curiosidad por entender todo esto. Quería pasar este fin de semana contigo e tus compas para comprender mejor tu vida, cariño.
O rosto de Juan se iluminou e ele correu pros braços do pai que o abraçou enquanto ele se sentava no colo de Ramon. Nesse exato momento eu e ele trocamos um olhar eloquente. Nós sabíamos o quanto aquele gesto despretensioso trazia outros significados. Juan recebeu uns afagos do pai mas logo levantou-se e foi deitar-se na outra rede onde Dan já estava. Continuei olhando pra Ramon que muito discretamente ajeitou sua bermuda, parecendo aliviado por Juan ter se levantado logo. Será se ele ficou com tesão ao sentir a bunda do filho sobre seu pau? Perguntas…
Ficamos de papo furado, Ramon voltou a fazer perguntas sobre como eram as paqueras, os flertes e demais situações que os gays passam que eram respondidas com bom humor e brincadeiras. Um clima leve e gostoso até que Pedro perguntou se tinha mais alguém com fome além dele. Guga, Dan e Juan disseram que sim, eu e Ramon falamos que não mas decidimos ir todos para a pizzaria. Tomamos o rumo dos nossos quartos, tomar banho, trocar de roupa e quando entramos no nosso, Ramon me abraçou por trás, deu um beijinho na nuca e me renovou a promessa que me fez na trilha:
- Hablaremos. No te preocupes.
Disse isso, me deu um cheiro no cangote e me soltou, indo na direção do banheiro. Voltou de lá uns dez minutos depois com a toalha enrolada na cintura. Aquele peito largo era um tesão. O safado sabia o efeito que me causava. Então, de maneira estudada, soltou a toalha revelando aquele pau que eu tinha visto de relance e que já havia me comido. Porém, logo ele me tirou do transe me dando pressa:
- Anda, vás a bañarte.
Devolvi a provocação, tirando minha roupa e ficando pelado com meu pauzão semi endurecido na frente dele. O olhar de admiração de Ramon foi evidente. Fui tomar banho e aproveitei o fluxo da água pra me acalmar, senão eu ia bater uma ali mesmo e algo me dizia que era melhor eu guardar meu tesão para mais tarde. Pouco depois estamos em nossos carros a caminho da cantina. Quando chegamos lá, procurei ver algum sinal do nosso entregador, mas Abdul devia estar na rua. Nos sentamos, fizemos nosso pedido, a galera devorou duas pizzas grandes, eu e Ramon comemos apenas uma fatia cada, tomamos um expresso, dividindo um tiramissu e duas horas depois voltamos pra casa. Quando chegamos no chalé, o cansaço do dia combinado ao bucho cheio fez todo mundo se decidir por ir dormir. Guga ainda sussurrou no meu ouvido que se eu quisesse subir depois e levar Ramon seriamos bem-vindos, mas respondi de forma concisa e carinhosa, depois de dar uma bitoca em meu irmão:
- Calma, maninho, tudo a seu tempo…
Ele riu, nos abraçamos, nos desejamos boa noite e nos dirigimos pro nosso quarto enquanto os demais subiam a escada. Quando entrei na nossa suíte, fui logo ao banheiro, tava apertado pra mijar mas não fechei a porta. Ramon entrou pouco depois, pediu espaço e começou a fazer o mesmo. Havia uma camaradagem gostosa rolando entre a gente, ainda que fosse completamente surpreendente esse estado de intimidade entre eu e ele, a gente não tinha tido convivência anterior para tanto. Além disso, eu tinha uns estalos de sobressalto pelas coisas estarem indo rápido demais em uma direção desconhecida. Há 24 horas ele era apenas o pai machão do namorado do meu filho, agora, ele já tinha revelado não ser esse machão todo, com episódios de experiências gays na juventude e uma curiosidade persistente sobre como era ter sexo com outro homem, de quebra ainda tinha comido meu cu há poucas horas.
Terminei de mijar, deixei Ramon lá terminando o xixi dele e fui escovar meus dentes. Ele esperou eu terminar de usar a pia para fazer o mesmo. Quando eu estava no quarto, procurando meu pijama na minha cama, Ramon voltou do banheiro e foi na direção da cama dele. Tirou a roupa, se deitou pelado e perguntou:
- Qué estás haciendo?
- Procurando meu pijama…
- Por qué? Venga, deita aquí.
Fui na direção da cama de Ramon e quando subi ao seu lado, ele gesticulou para minha cueca:
- anda, tira esto
Assim que eu me despi ele me puxou, beijou minha cabeça, aspirando o cheiro do meu cabelo e falou com sua divertida mistura de português com espanhol:
- Eduardo, no sé qué pasó entre nós. Como los dice a poco, hace mucho tempo que sinto curiosidad... por outro lado, tu conociste a mi esposa. Que inferno me quedé tantos años. E las chicas com que me acosté era un escape. Solo sé que hoy estoy disfrutando. Lo que passo foi increible y quiero explorar las posibilidades. Entonces, si quieres vivir esta aventura conmigo...
- E nossos filhos?
- Por enquanto, deixemos los chicos fuera de esto.
- Teremos que ter muito cuidado, então.
- Si, yo sé. Un dia a la vez…
- Un dia a la vez…
Quando eu repeti o que ele falou, Ramon me beijou e eu me entreguei à volúpia daquele macho. Dos beijos ele foi em direção ao meu pescoço, onde deu mais uns beijos, umas mordidinhas até chegar no meu suvaco que ele lambeu e chupou com uma voracidade que eu não imaginava ser capaz de dar tanto tesão. Girei meu corpo em busca do seu cacete. Eu precisava, enfim, sentir o gosto daquele pau. Segurei aquela rola morena, grossa, reta, gostosa e comecei a mamar. Primeiro a cabeçona, agora toda exposta, entendi aí a dificuldade de entrar em mim mais cedo, era quase um cogumelo, mamei com gosto enquanto Ramon gemia e acariciava minhas pernas, minha barriga, minha bunda. Ele fez meu corpo girar de forma que eu ficasse por cima dele e falou:
- Quiero hacer contigo lo que Juan fez com Dan.
E meteu a língua no meu cu. Direto ao ponto, sem firulas ou rodeios. Tacou a língua no meu cu e começou a chupar meu rabo com o mesmo jeito esfomeado que ele tinha atacado meu suvaco. Respondi engolindo o máximo que deu do pau dele e assim ficamos por alguns minutos desfrutando. Só que Ramon era uma fonte interminável de surpresa. Ele desceu a língua na direção do meu saco e começou a lamber, depois a saborear minhas bolas. Porra, que tesão. Sua língua esperta circulava nos meus ovos até que empurrou meu quadril pra cima pra puxar meu pau pra trás. Envolveu a cabeça da minha rola com sua boca e tentou chupar mas os dentes arranharam e eu interrompi a mamada que tava lhe dando para orientar:
- cuidado com os dentes
- si, si, perdon… nunca lo hice esto…
E voltou a mamar a cabeça do meu pau. Não era nem de longe a melhor chupada do mundo. Faltava habilidade onde sobrava entusiasmo. Então, para ver se ele se ligava no modo como eu fazia, eu rolei pro lado de forma que ele podia ver como eu fazia e repetia no meu pau:
- Ramon, veja como eu faço…
De fato, vendo a forma como eu alternava lambidas, chupadas, linguadas, sucção com mais pressão à delicadas mamadinhas, tudo isso foi sendo percebido e tentado por Ramon. Uns quinze minutos depois, a gente se chupando gostosamente, ele pediu meu cuzinho:
- cariño, quiero tu culito…
Como eu ainda estava machucado da comida de rabo que ele me deu mais cedo, dessa vez decidi que era eu quem ia conduzir aquela foda. Fiz Ramon se deitar, levantei, fui na minha mochila, peguei o lubrificante e voltei pra cama. Lambuzei o pau dele com parcimônia e me preparei pra sentar naquele pau. A rola de Ramon, tesa, dura, em pé, foi encaixada com a ajuda dele no meu rabo e eu fui deixando ela entrar. Meu rabo ardia, o efeito da foda maluca da cachoeira estava cobrando seu preço mas a vontade de agasalhar aquele cacete grosso pela segunda vez no mesmo dia, era maior que tudo. Quando a beiradinha do meu cu foi espetada pelos pentelhos aparados de Ramon eu respirei fundo e desfrutei da sensação de estar empalado naquela pica. Ramon acariciava minhas coxas enquanto olhava dentro dos meus olhos. A atitude dele de se fazer presente sempre era das coisas mais sedutoras e eróticas que eu já tinha sentido em um homem.
- increible… sigues apretado…
- apertado, Ramon...
- eso, eso… apertado…
Dei uma reboladinha para provocar e comecei a cavalgar aquela rola, devagar, meu cu não tava em condição de aguentar nada muito hard. Ramon gemia e pedia mais:
- Si, cariño, si… que rico, putito, más, sube, más…
Só que eu não tinha perna pra aguentar aquela posição por muito tempo, então quando o cansaço bateu, fui girando e me deitando sobre Ramon, trazendo seu corpo comigo pra ficarmos de ladinho. Assim que chegamos à posição desejada por mim, Ramon me abraçou e começou a tirar e botar seu pau, arremetidas certeiras, procurando entrar cada vez mais fundo. Sem demora ele procurou meu pau e voltou a me punhetar enquanto seguia me enrabando. Ramon me dava mordidas e beijos nas costas, nos ombros, na nuca enquanto falava baixinho palavras incompreensíveis em espanhol que eu desisti de tentar entender. Meu corpo vibrava, a forma como ele exercia sua posse sobre mim me deixava elétrico. Fazia tempo que não me sentia tão excitado ao se envolver com outra pessoa. Ficamos engatados até que Ramon gesticulou que queria mudar de posição, de novo. Ele fez eu me deitar de costas, achei que ele queria me comer de frango assado mas não, ele sentou-se, alinhou seu pau no meu cu e enfiou. Quando entrou todo, me puxou para cima, fazendo eu ficar sentado no seu pau, abraçado a ele. Meu pau, duro, estava espremido entre nossos corpos. Com o apoio de suas mãos em meus quadris, Ramon fazia eu subir e descer suavemente. Logo sua boca colou-se à minha e ele repetiu algumas vezes entre beijos:
- cariño… cariño…
Ficamos nesse embalo até que percebi seu pau cada vez mais duro. Ramon ia leitar meu rabo naquela posição, o que não demorou a acontecer. No meu sobe e desce, seu pau ainda mais teso, explodiu dentro de mim. Contraí meu cu pra prender seu pau me leitando e rebolei até gozar. Meu leite se espalhou entre nossos abdomens. Ficamos abraçados por um bom tempo, desfrutando a pulsação do nosso gozo, curtindo nossa intimidade profunda até que nos apartamos. Quando levantei a porra de Ramon escorreu e nem que eu quisesse, conseguia segurar dentro de mim. Eu tava arregaçado. Nos levantamos e fomos tomar banho. Cuidamos um do outro no banho, ensaboando, lavando, acariciando… Quando voltamos pro quarto, a cama tinha alguns locais melados de nossos fluidos corporais e eu precisei trocar os lençóis. Ramon me ajudou nessa tarefa e insistiu que a gente dormisse na mesma cama. Eu relutei, ainda achava acelerada demais a velocidade com que eu e Ramon estávamos nos tornando íntimos. Uma coisa é foder, outra é dormir juntos… (risos)
Óbvio que não disse isso a Ramon, dei como desculpa que seria mais confortável ele ficar sozinho na cama mas Ramon não quis saber, bateu com a mão no colchão indicando que era uma ordem. Deitei ao lado dele e curiosamente ele não me abraçou, não teve essa de dormir de conchinha. Era só se deitar na mesma cama, lado a lado, e eu terminei sorrindo comigo mesmo, aliviado. O que Ramon queria era que ambos tivessem mais conforto dividindo uma cama king size. Ficamos conversando no escuro e eu pude explorar melhor as intimidades dele, juntar mais peças do grande quebra cabeça que era aquele homem tão poderoso, articulado, envolvente. Entender as camadas de sua sexualidade, o peso do moralismo da religião e da condição burguesa empurrando parte do seu desejo para o mais remoto dentro dele, ainda que ele não tenha admitido isso explicitamente, mas fez menção, mais de uma vez, que sua família era muito católica, que ele não tinha tido coragem de experimentar mais porque sabia que seria complicado, por causa da família, da sociedade, etc… e que a vinda ao Brasil, apesar de ter sido uma boa oportunidade de se afastar do conservadorismo familiar (para se ter uma ideia, o Cardeal frequentava a casa de seus pais), como ele já estava casado, seguiu o script de pai de família e homem de bem… O provoquei sobre o casamento e ele falou que Olga inicialmente foi uma rebeldia, era uma jovem bonita mas pobre e ficar com ela foi, de certa forma, um jeito de enfrentar e afrontar os pais. Algo que custou caro, quando percebeu a roubada que se meteu, veio a pressão dos pais que casamento é um sacramento sagrado, portanto é para sempre. A fase que se seguiu, das garotas de programa, foi artifício do machismo. Servia para propalar sua fama de hetero pegador e ajudava ele a se manter distante do desejo que os homens podiam despertar nele. Então, no meio da escuridão do quarto, perguntei:
- Por que eu?
