Como citei no conto anterior, nas últimas 5 vezes que Mauricio tinha vindo de São Paulo, transou com Vivi sendo que em 4, foram em dois dias seguidos, portanto, ele já a tinha a comido várias vezes, gozado pelo menos umas 20, e ela bem mais. O fato dos encontros serem a cada 15 dias, tornava a espera excitante e não dava para enjoar. No papel de corno, posso dizer que a cada encontro as coisas só melhoravam, mas eu não era do tipo que ficaria apenas dividindo a esposa, também queria transar com outras e por isso passamos a buscar um casal pela internet.
Após um bom tempo de procura, encontramos Ézio e Eliana. Foram muitas conversas, eles não eram tão experientes tinham saído 4, 5 vezes com outros casais. Quando já tínhamos criado uma certa confiança, fizemos uma chamada de vídeo apenas para nos vermos mesmo, nada ousado, pois não daríamos esse mole. Depois, Eliana acabou passando o seu Instagram e admito que babei, pois além de bonita de rosto, era uma tremenda gostosa que não fazia questão nenhuma de esconder, vi fotos suas na academia com calças tão coladas que desenhavam a boceta imponente e o rabo grande (não gigantesco), e também, outras de biquíni que me deixaram louco. Desde que passei a namorar Vivi, não transei com mais nenhuma outra, mas isso estava prestes a mudar.
Decidimos marcar num sábado, na cidade deles, que ficava a uns 30 km da nossa. Eles disseram que havia uma espécie de bar e boate e o ambiente era bem agradável. Vivi foi com um vestido vinho colado e curto, mas não ao ponto de ser vulgar. Estava um pouco nervosa, mas era normal, pois eu também estava.
Quando chegamos, eles já nos esperavam. Eliana era ainda mais linda e gostosa pessoalmente. Ela estava usando um vestido preto que deixava suas coxas morenas e grossas à mostra. O papo fluiu bem, tomamos uns 2 drinques e num dado momento, Ézio pediu para dançar com Vivi, aproveitei e fiz o mesmo com a mulher dele e fiquei excitado só de dar uns amassos sutis ali.
Após mais um tempo de conversa, decidimos que iria rolar, mas Ézio fez uma proposta de ao invés de irmos para o motel, irmos para a casa deles, pois acharam que éramos especiais e lá seria melhor. Aceitamos e fui com Eliana em meu carro, enquanto minha esposa foi com Ézio. A morena gostosona e eu trocamos um amasso no estacionamento, mas Vivi também não ficou atrás e depois me disse que no caminho foi acariciando o pau dele.
Já na casa deles, tomamos uma taça de vinho, massa verdade é que estávamos loucos para nos pegar. Era uma sala grande. Fiquei com Eliana em um sofá, enquanto Ézio e Vivi no outro. Senti um tesão enorme ao vê-la beijando mais um cara, além de Mauricio. Minha esposa estava cada vez mais solta.
Não demorou muito para que Ézio deixasse minha esposa só de lingerie e a fizesse se sentar em seu colo de frente para ele, enquanto se beijavam. Também tirei o vestido de Eliana, estava sem sutiã, então pude ver seus seios deliciosos, com aréolas marrom claras médias e marcas de biquíni. Acaricie-os com jeito e após alguns beijos, passei a mamá-lo. Ela estava usando uma calcinha vermelha e decidiu me provocar, ficou em pé, enquanto permaneci sentado, posicionou-se de costas para mim e passou a rebolar sutilmente. Que bunda fantástica! Minha vontade foi socar a cara entra suas nádegas e meter a língua, mas fui comedido, era a primeira vez que minha esposa estava me vendo com outro, por isso, apenas segurei os quadris da morena de alisei um pouco sua bunda. A essa altura, Ézio já mamava os seios de minha mulher, que vez ou outra, dava uma olhada para mim e sorria demonstrando estar com tesão.
Eliana tirou a calcinha como se estivesse fazendo um striptease, depois se virou para mim, sua boceta era aparada no formato de retângulo, assim como a da minha esposa, porém com pelos negros. Puxei-a para o sofá fazendo-a se sentar nua em mim. Nos beijamos, deslizei minha mão por sua bunda, até seu rego, mamei seus seios, tudo com calma num clima de excitação que ia crescendo, mas sem pressa. Ela decidiu me despir, depois ficou de joelhos, abriu um sorriso ao ver que meu pau era bem grosso e começou a mamar me olhando nos olhos com cara de safada. Nesse momento, Ézio já estava com dois dedos socados na boceta de minha esposa que gemia baixinho e beijando seu pescoço. Fechei os olhos, adorando aquela loucura, a morena sabia chupar uma rola.
Após um tempo, decidi que era hora de retribuir, coloquei Eliana deitada no sofá, ela abriu as pernas e pude ver melhor suas coxas grossas e aquela bocetona que tinha os pequenos lábios bem salientes. Chupei-a com calma. Nesse momento, Vivi estava de 4 no outro sofá, mamando Ézio, que estava de joelhos e adorando. Notei que seu pau era praticamente do tamanho do meu, mas mais fino e meio envergado para cima.
Eliana começou a gemer baixo, sua bocetona estava encharcada, engoli seu mel e segui caprichando com minha língua em seu clitóris. Ela ficou bem excitada, mas disse que queria continuar lá em cima. Com a maior naturalidade, se levantou, pegou na minha mão e disse:
-Amor, vou subir com o Vítor, prefere que fique todo mundo no mesmo quarto ou eu e ele em um e vocês em outro?
Ézio também com naturalidade, recebendo uma mamada de minha esposa disse:
-Vamos dar a primeira com cada casal em um quarto, depois a gente se junta.
Fiquei impressionado com a tranquilidade de Vivi, parecia até ser experiente, não demonstrou ciúme, me mandou um beijo e voltou a mamar o cara.
Eliana me levou para o quarto deles. O combinado foi usarmos camisinha, por isso, após fazermos um 69, onde não resisti e tive que lamber seu cu enorme por um bom tempo, coloquei o preservativo e passamos a foder. Após vários anos, só comendo Vivi, finalmente, fodia uma boceta diferente e essa era especial, de uma tremenda cavala. Começamos num delicioso papai e mamãe, que depois passou para frango assado, onde pude socar com mais força e arrancar gritos de prazer daquela mulher. Isso me deu mais confiança. Ela quis vir por cima e passou a quicar maravilhosamente em meu pau, ora acelerando com toda força, ora sentando até o talo e se mexendo devagar. Tive que socar um dedo naquele cu. A morena estava muito excitada, repetia que “pau delicioso”. Até que num determinado momento, gozou e desabou sobre mim me beijando, dizendo que além de gato, era muito gostoso. Soquei o dedo mais forte ainda em seu rabo.
Pouco depois, coloquei-a de 4 e fiquei maravilhado, vendo-a toda aberta, a bunda perfeita com marcas de biquíni, comecei a estoca-la de maneira cadenciada. Nesse momento, ouvi gemidos altos de Vivi que vinham do quarto ao lado. Aquilo me deixou ainda mais doido e passei a socar mais forte, Eliana percebeu e disse:
-Tá gostando de ouvir sua esposa levando pica? Depois, a gente vai ficar tudo junto e você vai poder ver. Meu marido também adora me ver dando.
Segui fodendo-a com vontade, estava prestes a gozar, mas ao sentir que Eliana também estava excitada segurei mais um pouco, depois, ela pediu para voltarmos ao papai e mamãe. Passei a socar como um louco, enquanto a morena berrava feito uma sirene em me ouvido, até que gozamos juntos.
Virei-me para o lado e poucos minutos depois, ouço os berros de Ézio e Vivi, estavam gozando.
Após um tempo, eles vieram para onde estávamos. Tive uma pequena ereção ao ver minha esposa entrando no quarto, nua, descabelada, vermelha, suada e sorridente, ela se sentou ao meu lado e me beijou com gosto de pica, só que dessa vez, também deve ter sentindo um gosto diferente em minha boca, pois eu tinha chupado e muito Eliana.
Conversamos um pouco. Tomamos mais uma taça de vinho e logo recomeçamos, só que agora os 4 no mesmo quarto. Que loucura, eu e Ézio sentados na cama, lado a lado, enquanto a esposa dele me chupava e a minha o chupava. Transamos em várias posições, uma hora Vivi cavalgava no pau dele berrando e eu socava forte em Eliana de 4. Isso durou um bom tempo. O cheiro de sexo estava impregnado no ar. Houve um momento, em que a morenaça já tinha gozado, resolvi arriscar e tentar enfiar em seu cu e a mesma aceitou sem pedir que passasse nada. Enquanto isso, seu marido comia Vivi de 4 porém socando na boceta e via sua esposinha levando na bunda.
Foi aí que ocorreu algo diferente, as duas estava praticamente coladas de 4 e Eliana gemendo com meu pau socando forte em seu cu, acabou beijando o ombro de Vivi que não falou nada, isso a fez ousar mais e beijar outras vezes e até passar a língua, demonstrando que estava com tesão em minha esposa. Até que tentou beijá-la e quase conseguiu, mas minha mulher, com jeito, virou o rosto. Aquilo me deixou com mais tesão, fodi aquele cu gostoso até explodir em um gozo sensacional. Ézio e minha mulher também gozaram com ela na posição de frango assado.
Estávamos exaustos, mas satisfeitos com o que rolou. Combinamos de que num futuro próximo, repetiríamos a dose. Tomamos um banho e apesar deles insistirem para que dormíssemos lá, decidimos ir embora.
No caminho, perguntei à minha esposa sobre o que tinha achado e ela me disse que foi uma aventura muito gostosa e que apesar de Ézio não ser um super comedor como o Mauricio, sabia transar legal. Eu a elogiei por não ter ficado bolada por me ver com Eliana, e minha esposa me surpreendeu:
-Amor, desde que passamos a cogitar de eu transar com o Mauricio, li e continuo lendo muito sobre esse mundo de casais liberais e vejo que é hipocrisia dizer que vez ou outra não bate vontade de transar com alguém diferente. Claro que dá. Quando vi você olhando para a Eliana na sala, notei o quanto estava com tesão, mas aquilo era só coisa carnal, nada a ver com sentimento, por isso, não pirei, agora, lógico que dá um ciuminho, mas é porque te amo.
Achei legal a maturidade que ela estava encarando tudo aquilo. Não toquei no assunto dos beijos e leves lambidas de Eliana no ombro dela.
Tivemos mais dois encontros com Ézio e Eliana e em ambos comi o cu da morena, já minha esposa acabou dando uma vez o dela para ele, que foi o único além de mim a enfiar ali. Criamos uma boa amizade e combinamos de uma vez por mês nos encontrarmos e foi o que ocorreu.
Estávamos vivendo um momento de puro tesão, eu curtia minha cornice há cada 15 dias e já tinha fodido algumas vezes com Eliana. Sem contar que o sexo entre Vivi e eu estava cada vez mais quente e luxurioso.
Mas eis que uma novidade, poderia mudar tudo. Num começo de noite, Vivi disse que precisava falar comigo.
-Amor, você se lembra da Dani, amiga minha de escola que morou muitos anos aqui, depois se mudou para Minas e há alguns anos foi para os EUA?
-Sim, lembro-me que quando vocês eram crianças e adolescentes estavam sempre juntas, mas não tinha contato com ela, nem com você porque era uns anos mais velhos. Mas o que tem a a sua amiga?
Vivi fez uma cara de preocupada:
-Ela está com um problemão...
-Não vai me dizer que estão perseguindo-a na doce “Terra da Liberdade”?
-Não, não, apesar de lá estar um horror, a Dani é casada com um americano, tem Green Card e pelo menos por ora, não está sofrendo perseguição, mas tá com medo. O problema é a irmã dela, Suely, é uns 3 anos mais nova que eu, você deve tê-la visto junto com a Dani pela cidade.
-De cabeça não me lembro, mas o que tem a irmã?
-É assim, sabe que a Dani perdeu os pais cedo, praticamente um depois do outro, agora só tem essa irmã que seguiu morando em Minas. Pois bem, ela se casou com 19 anos com um cara de lá, mas ele é um verme, já bateu nela várias vezes, deu polícia, um monte de rolo e agora, a Suely decidiu se separar dele de vez, mas o vagabundo está ameaçando-a, disse que vai mata-la. Então, a Dani disse se podemos hospedá-la aqui por uns tempos, até a coitada arrumar um serviço e pode alugar um cantinho. A minha amiga chegou a dizer que pode nos mandar um dinheiro nesse começo até a irmã se estabilziar
Não gostei da ideia:
-Ah! Nem pensar! Botar uma pessoa dentro de casa que nem conhecemos e ainda correndo o risco do ex encher o saco? Essa ideia é furada. Por que a Dani não arruma um jeito de levar a irmã para os EUA, mesmo que só por uns tempos?
-Você não tá vendo a loucura que está lá? Sem contar que a Suely nem passaporte deve ter. Não custa a gente ajudar. Eu conheço bem a Dani e ela são pessoas dos bem. Crescemos juntas.
-Ok, mas ela não pode ir para outro lugar? Aqui é uma cidade pequena, onde vai trabalhar?
Segui batendo o pé dizendo que não queria, mas Vivi me explicou um pouco mais da história de Suely. Seu marido era um tremendo hipócrita, fiel seguidor de uma igreja evangélica dessas “moderninhas” que tem até espaços VIP (camarotes, buffet, setores privativos, etc.) para separar os “irmãos” que podem pagar mais dos que não têm muita grana. Um dos “donos” é conhecido por usar roupas e acessórios que somados passam de um milhão fácil (fora os carros e mansões). Esse “pastor” também estava envolvido vários tipos de escândalos e apesar de praguejar contra os gays, corriam fortes boatos de que era enrustido, tanto que seu apelido entre os mais próximos era “jóquei de jiboia”.
O ex-marido de Suely era um lobo em pele de cordeiro, antes de se casar, bancava o bonzinho, e ela por ser ingênua, caiu fácil, mas tão logo foram viver juntos, o pilantra se revelou. Obrigava-a a ir à igreja, mesmo ela não gostando, agredia-a se achasse que a comida não estava boa, se usasse uma roupa que não lhe agradasse, se discordasse de algo, enfim, por qualquer coisa e ficava com todo dinheiro que a mesma recebesse no trabalho, pois segundo os princípios religiosos que seguia o homem é o “cabeça” da família e como tal, tem que administrar tudo. Porém, em público, gostava de se passar como um homem de valores, conservador e defensor da família.
Se não a ajudássemos, Suely não teria mais a quem recorrer, pois não podia ficar na mesma cidade que ele. Mesmo contrariado, aceitei, desde que fosse por um curto período e pedi que avisasse a Dani que não queríamos dinheiro. Segundo minha esposa, ela já tinha trabalhado num hotel de sua cidade como recepcionistam como na nossa e também na região tinham resorts e hotéis, talvez conseguisse uma vaga e a partir daí, poderia se virar.
Tive uma ideia. Quando comprei o terreno, onde mandei construir minha casa, também adquiri outro ao lado, de 7m x 45m que tinha só uma pequena casinha construída nos fundos de 3 cômodos. Minha intenção no futuro era derrubá-la e depois emendar tudo para ampliar a minha residência, mas isso só quanto já tivéssemos filhos.
Concordei então de que Suely poderia ficar umas semanas na nossa casa e quando arrumasse um emprego, se quisesse, poderia mobiliar a casinha ao lado e ficar nela. Vivi adorou e ficou feliz, mas vi que haveria um problema:
-Só que vai ficar estranho durante a semana, porque você vai trabalha na loja, eu trabalho no meu escritório aqui mesmo e aí ela ficará o dia todo aqui comigo.
-Não. Logo ela arruma um emprego e também duas vezes por semana, a dona Katia passa o dia aqui, fazendo limpeza.
-É, mas tem mais uma coisa: depois que ela chegar, não poderemos receber o Mauricio.
Vivi respondeu:
-Putz! É mesmo nem pensei nisso...Ah! Mas aí a gente vai para um motel e inventa uma desculpa para a Suely.
Minha esposa tinha resposta para tudo, o jeito foi aceitar a contragosto e 3 dias depois, num sábado, acordei um pouco mais tarde do que costume e a hóspede já estava em minha sala sentada conversando com minha esposa. Me apresentei, ela disse que se lembrava de mim, mesmo tendo se mudado há vários anos para Minas. Procurei ser gentil, pois se tinha aceitado a ideia, não poderia ser deselegante. Achei-a muito bonita, era alta, talvez 1,74m, cabelos lisos castanhos claros, morena clara, rosto arredondado, olhos castanhos, nariz perfeito, lábios médios e sensuais. Aparentava ter seios médios bem feitos, pernas esguias e um bumbum médio, como um pêssego e que certamente arrancava olhares de todos. Entretanto, parecia ser bem tímida, seu jeito de falar e seu olhar aparentando vergonha demonstravam isso, mas talvez fosse pela situação de ir morar na casa de quem nem conhecia direito. Ela usava uma calça jeans que mostrava bem suas curvas e uma blusinha branca de alcinha. Na hora que olhei seu rosto, lembrei-me de uma atriz pornô do começo dos anos 2000, chamada Monica Sweetheart, que marcou minha adolescência, mesmo não sendo das mais famosas, mas talvez por ter um rosto bonito, mas comum, além de um puta corpo, tenha me encantado mais do que as famosas da época.
Conversei um pouco com Suely, disse que ficasse à vontade pelo tempo que fosse preciso e depois fui dar uma volta sozinho. Aquele não era o final de semana que Mauricio viria, portanto não teríamos que bolar nada.
Nos primeiros dias em nossa casa, Suely saía cedo, atrás de trabalho. Deixava currículos nos hotéis e ressortes e também em outros locais. Na parte da tarde, eu a via um pouco antes de minha esposa voltar. Procurei ser gentil porque se ficasse só no “Bom dia”, “Boa tarde” e “Boa noite”, ela poderia achar que eu não estava gostando de sua presença.
Veio o sábado seguinte, inventamos que tínhamos que ir a um jantar com outro casal de amigos e voltaríamos tarde. Mauricio já havia sido avisado e não se importou. Foi a primeira dele com minha esposa sem ser em nossa casa. Curtimos a experiência. Novamente, meu amigo detonou a bocetinha de Vivi e eu adorei ver e comê-la depois.
Voltamos de madrugada, entramos na casa falando baixo, mas já no corredor para o nosso quarto, os dois abraçados e ela começou a falar em meu ouvido, relembrando das coisas picantes que rolara, até que sem querer, batemos na porta do quarto em que Suely dormia e pelo fato de estar só encostada, acabou se abrindo. Vimos então a nossa hóspede dormindo profundamente, meio de bruços, meio de lado. A luz do corredor permitiu-nos vê-la bem, estava apenas com uma calcinha rendada preta e sutiã da mesma cor. Vi seu bumbum maravilhoso quase todo exposto, lindo, bem como a perfeição de seu corpo, enquanto dormia com um jeito até inocente. Minha esposa percebeu meu olhar e sem dizer nada tratou de fechar a porta.
Não falamos nada, mas admito que mesmo já estando extasiado da noite quente que tivemos, fiquei excitado ao ver o quanto a tímida Suely era gostosa.
Em breve, ocorreriam muitas mudanças em nossas vidas, restava saber se para melhor.
