No dia seguinte, acordei cedo. Cabeça ainda rodando com as ideias da noite anterior. Rode já tava de pé, vestindo a roupa de malhação. Shortinho colado, top que marcava os peitos. “Amor, vou malhar mais um pouco na casa da Viviane. A personal dela tá lá, vou ver como funciona.”
Eu bocejei, ainda na cama. “Ok, vai lá. Eu vou pra academia depois.”
Ela deu um beijo rápido na minha boca e saiu. Fiquei olhando pro teto, pensando na Viviane. No corpo dela no churrasco. Naqueles tempos antigos, quando a gente se pegava escondido. Meu pau deu uma mexida só de lembrar.
Levantei, tomei café, e fui pra academia. Malhei pesado. Peito, costas, perna. Suor escorrendo, músculos queimando. Ajuda a esquecer as loucuras da cabeça. Voltei pra casa suado, pronto pro banho.
Cheguei e Rode tava lá com Viviane e a personal. Suzy. Uma baixinha cavalinha, morena bem clarinha, pele que parecia neve de tão lisa e branca. Cabelos pretos lisos, amarrados em rabo de cavalo. Corpo que gritava academia a vida toda. Braços definidos, barriga chapada, coxas grossas mas firmes, bunda empinada. Ela sorriu pra mim, dentes brancos. “Oi, Sandro. Rode disse que o treino de hoje vai ser na piscina daqui. Na Viviane não tem.”
Eu pisquei. “Ah, ok. Sem problema. Usem à vontade.”
Saí pro quintal, fingi que ia arrumar umas coisas. Mas meia hora depois, olhei pela janela da sala. E foi uma visão do céu. As três de biquíni. Rode com o preto dela, fio dental que sumia na bunda grande, redonda, balançando a cada passo. Peitos quase pulando do sutiã. Viviane de branco, contrastando com a pele negra. Corpo enorme, gostoso, curvas que enchiam os olhos. Bunda gigante, coxas grossas como troncos, seios pesados balançando. Suzy de vermelho, o mais curtinho de todos, quase uma tira de pano. Corpo musculoso, abdômen trincado, bunda durinha que mal cabia no biquíni.
Meu pau deu sinal de vida na hora. Endureceu na bermuda. Me ajeitei na janela, num ângulo que elas não me vissem. Mas eu via tudo. O treino começou na beira da piscina. Suzy mandando. “Vamos aquecer com polichinelos na água rasa.” Elas entraram na piscina, água batendo na cintura. Polichinelos: pulando, abrindo e fechando braços e pernas. Os peitos de Rode balançavam pra cima e pra baixo, o biquíni molhado grudando na pele. Viviane pulava mais devagar, mas a bunda dela tremia a cada impacto, água espirrando. Suzy no meio, corpo perfeito, músculos flexionando.
Depois, veio o que me deixou louco de verdade. “Agora, exercícios de quadril. Deitadas na borda, pernas na água, façam círculos com os quadris.” Elas se deitaram de barriga pra cima na borda da piscina, pernas dentro d’água. Começaram a girar os quadris devagar, como se estivessem rebolando no ar. Rode mordia o lábio, concentrada, a bunda dela se contraindo, o biquíni preto enfiado no rego. Viviane gemia baixinho de esforço, quadris largos rodando, bunda preta brilhando molhada, como se estivesse pedindo pra ser apertada. Suzy demonstrava: “Mais amplo, meninas. Sinta o core trabalhando.” Ela girava os quadris com força, bunda musculosa subindo e descendo, quase como uma dança erótica. Eu imaginava aqueles movimentos em cima de um pau. Meu pau latejava, apertado na bermuda. Tive que me ajustar pra não doer.
Em seguida, “Flexões com saída da água.” Elas mergulhavam, depois subiam na borda com os braços, corpo todo saindo da piscina. Água escorrendo pelos corpos. Rode saía devagar, peitos pingando, bunda flexionando. Viviane subia com esforço, músculos das costas aparecendo, bunda gigante tremendo. Suzy fazia fácil, corpo seco e molhado ao mesmo tempo, coxas definidas brilhando. Eu via tudo: os biquínis grudados, mamilos endurecendo no frio da água, curvas molhadas. Meu coração batia forte. Tezão acumulado, pau duro como pedra. Quase bati uma ali mesmo, mas me segurei.
O treino acabou. Viviane e Suzy foram embora. Rode entrou em casa, ainda de biquíni molhado. Eu tava no sofá, tentando disfarçar o volume na bermuda. Mas ela viu. Sorriu safada. “Amor... que cara é essa?”
Não aguentei. Levantei, peguei ela pelo braço. “Vem cá.” Arrastei pra piscina. Caímos na água juntos. Eu de bermuda e camisa. Tirei a camisa rápido, bermuda também. Meu pau de 20 cm pulou pra fora, duro igual rocha. Ela riu, mas eu já tava em cima. Afastei o biquíni de lado, senti a buceta molhada dela – não só de água. Meti sem dó. Ela gemeu alto, olhos azuis arregalados. “Ai, Sandro... devagar!”
Mas eu não queria devagar. Comecei a meter forte, água espirrando ao nosso redor. Dei uns tapas na bunda dela, forte, deixando marca vermelha na pele branca. Ela pedia mais: “Bate, amor! Mais forte!” Segurei pelos cabelos cacheados, puxei pra trás. Metia fundo, sentindo a buceta apertada dela me engolindo. Ela cravava as unhas nas minhas costas, gemendo rouco. “Me fode assim... vai!” Virei ela de costas, na beira da piscina. Bunda pra cima, meti de novo. Tapas alternados nas nádegas, vendo a carne tremer. Ela rebolava contra mim, pedindo: “Mais fundo... me arromba!” Foi violento, incomum pra gente. Geralmente era carinhoso, mas ali era animal. Eu mordia o pescoço dela, apertava os peitos por trás, mamilos duros na minha mão. Ela gozou primeiro, corpo tremendo, buceta apertando meu pau. Eu segurei, meti mais umas vezes, e gozei dentro, enchendo ela de porra quente.
Ela se deitou ao lado da piscina, ofegante, pernas abertas. Biquíni de lado, buceta rosada vazando meu gozo. “Amor... que foi isso? Foi de ver eu e as meninas na piscina?”
Eu ri, ainda duro um pouco. “Eu não vi nada.”
Ela riu também, safada. “Sei que viu. Tentou se esconder, mas eu tava de prontidão e vi você na janela.”
Fiquei quieto. Meu pau deu outra pulsada. Ela perguntou: “E aí, pensou naquela ideia?”
Eu tava com tezão ainda. “Como você faria isso?”
Ela se sentou, olhos brilhando. “Se aceitar, eu te ajeito a Viviane... e você me ajeita os meninos.”
“Os meninos? Com os dois?”
“Sim. Eu falo com os dois. E se for com os dois, você vai ter uma surpresa especial.”
Pensei na Viviane. Comer ela de novo, com o aval da Rode. Era tentador pra caralho. Meu pau endureceu mais. “Tá bom... aceito.”
À tarde, a ideia não saía da minha cabeça. Fui pro quintal, vi Mayer e Cristiano chegando da escola. Chamei eles pra conversar. “E aí, meninos? Têm namorada?”
Eles riram, envergonhados. Mayer: “Por enquanto não, tio Sandro. Só pensando em estudar e ajudar em casa. Mãe não tá dando conta das contas sozinha.”
Cristiano completou: “Esse serviço vai ajudar bastante. Nunca ganhamos tanta grana assim.”
Eu sorri. “Fico feliz. Com o dinheiro da semana passada, acertamos as contas de casa e ainda deu pra pagar a personal da mãe.”
Puxei mais conversa. Comecei com piadinhas sobre sexo, pra ver se arrancava algo. “E vocês, assistem porno? Qual a atriz favorita?”
Eles coraram, mas riram. Mayer: “Sunny Lane é top. Loira, safada.”
Cristiano: “Alexis Texas pra mim. Bunda grande, loira... e Liza del Sierra, morena fogosa.”
Fiquei curioso. Depois pesquisei no celular. Alexis Texas era idêntica à Rode. Loira, cabelos cacheados em alguns vídeos, olhos claros, corpo fenomenal. Bunda grande igual, rosto tudo. Meu pau mexeu só de imaginar os meninos batendo punheta pensando nela... pensando na minha esposa.
Perguntei mais: “Batiam punheta quantas vezes por dia?”
Eles deram risada nervosa. “Umas três, tio. Mas somos virgens ainda. Esperando a certa.”
Virgens. Dois negões altos, atléticos, 18 anos, virgens. A ideia de eles com a Rode... meu peito apertou, mas o tezão cresceu.
A tarde rolou normal. Serviço adiantado. Anoiteceu. Em casa, Rode me pegou na cozinha. “Amor, tenho um plano. Já pus em prática.”
“O quê?”
“Falei com Viviane. Amanhã às 7 da manhã, você vai na casa dela.”
“Como assim? O que você falou pra ela?”
“Que dei um passe livre pro meu esposo. Queria que fosse com ela. No começo ela negou, mas convenci.”
Era loucura. Mas o tezão explodia. Aceitei.
Cheguei lá às 7 em ponto. Bati na porta. Viviane abriu, de vestido leve. “Oi, Sandro. Rode disse que tinha uma torneira pra dar uma olhada.”
Eu ri. “É? Onde?”
“No banheiro do meu quarto.”
Fui lá. Torneira tava boa, só meio aberta. Fechei. “Tá tudo bem.”
Ela sorriu. “Não, não tá não. Fiquei sabendo pela sua esposa que ganhou um passe livre.”
“Isso é brincadeira dela.”
“Ué, que pena. Eu tava depiladinha pra você.” Ela ergueu o vestido. Buceta negra, lisa, sem um pelo. Meu pau foi pras alturas.
“Bom... quem sabe esse passe livre não vira verdade.”
Ela tirou o vestido. Ficou nua. Meu pau duro até doía. O corpo dela tava diferente de quando namorávamos. Malhado agora. Barriguinha sequinha, abdômen pouco definido, nada exagerado, mas sensual. Coxas grossas, panturrilhas firmes. Deu uma volta. Bunda gigante, sem marquinha de sol. Seios empinados, grandes, mamilos escuros duros.
Baixei a bermuda. Meu pau pulou pra fora. Ela pegou. “Nossa, que saudade desse pau enorme.” Começou a bater uma punheta devagar, mão quente envolvendo.
Beijei a boca dela, língua dançando. Depois ela ajoelhou. Começou a chupar. Lembrei dos 18 anos. Ela mamava escondido atrás de árvores, no mato. Muito aconchegante. Ela mamava pra caralho, com fome. “Faz muito tempo que não mamo um pau. Mais de anos. Vou aproveitar o máximo.”
Chupava fundo, garganta apertando a cabeça. Lambia as bolas, subia e descia. Eu gemia, segurando o cabelo rastafari.
Ela parou. “Você sempre quis me comer de quatro. Nunca tivemos essa posição. Vem agora.”
Ficou de quatro na cama. Bunda gigante pra cima. Coloquei a cabeça na buceta molhada. “Devagar... a buceta tá apertada, faz tempo sem pau.”
Obedeci. Ela gemeu. “Nossa, que pau maravilhoso. Grande... saudade de um pau grande assim.”
Metei mais rápido. Ela rebolava, gemendo. “Minha buceta tava com saudades do pau que tirou a virgindade dela.”
Essas palavras me davam mais tezão. Aumentei as estocadas. Ela rebolava mais. Coloquei tudo. Ela deu um pulo pra frente. “Tudo ainda não... espera eu acostumar. Mas quase tudo já tô aguentando.”
Enfiou de novo, rebolou. Ela ergueu o corpo, meio em pé, meio de quatro. Segurei nos seios grandes, firmes. Metia forte. Bunda grande dava impressão que tava todo dentro. Meu saco batia no clitóris dela. Ela gemeu alto, teve um orgasmo forte, rasgando o lençol com as unhas.
Eu gozei também, forte, dentro da buceta dela. Enchendo de porra.
Ela deitou, pernas abertas. Visão da buceta negra depiladinha vazando minha porra. Ela pegou com a mão, masturbou, esfregando na buceta. Meu pau latejou de novo.
Comecei a bater punheta vendo. Ela disse: “Vem cá, goza de novo na minha boca.”
Fui. Gozei. Ela engoliu tudo.
Deitei ao lado. Lembramos do passado. “Você quem largou eu.”
“Não, eu fui pra faculdade. Quando voltei, você tava casada com o Sérgio.”
“Ele disse que você não queria mais saber de mim.”
Continuamos conversando. Saí dali, cheguei em casa.
Rode perguntou: “Como foi?”
“Foi bom.”
Ela sorriu. “Blz. Hoje à noite é minha vez. Tenho um plano....”