Garoto Rural 3

Um conto erótico de Sossegado
Categoria: Gay
Contém 2113 palavras
Data: 04/03/2026 19:18:28
Assuntos: Gay

Finalmente conheci o MA (Melhor Amigo) do GR (Garoto Rural)!!!

Programamos para que eles viessem em casa no fim da tarde de Sábado. Durante a semana eu cuidei de mim. Havia montado uma pequena academia em casa e exercitei bastante os glúteos para que eles ficassem bem redondinhos. Fazia agachamentos e passava os melhores cremes para a pele ficar macia. Dormia cedo, comia com moderação e trabalhava bastante para passar o tempo, pois estava ansioso. Comprei umas carnes e cerveja.

Sábado! Chegaram! Lindos, lindos, lindos! Olhos ávidos, ansiosos. Eu os abracei e parecia que eles estavam ardendo em febre. Era uma sensação maravilhosa para todos. O GR deve ter falado muito bem de mim pro amigo, pois ele me olhava com uma intensidade aguda, um misto de carinho e curiosidade, que chegava a me espetar a alma como uma terna lança . Ele tem uma aura indescritível, um sorriso quase maduro, entre imberbe e homem feito. Eu estava feliz, pois não era uma situação “comercial” como na maioria das vezes que me relaciono. Era espontâneo - se bem que no primeiro encontro com o GR fui conduzindo o clima, sem forçar a barra e deu no que deu. Às vezes os leitores reclamam que detalho demais, mas como digo sempre, cada contexto gera um texto. Tenho que percorrer pelas nuances, de onde a coisa veio e para onde vai. O MA parece muito com o Jacob Elordi, ator do filme Saltburn, só um pouco mais baixo, mas com a mesma elegância e sorriso. Fomos para a área externa. Fui entre eles, abraçando-os, conduzindo-os para lhes servir cerveja geladíssima e já fui colocando lenha na churrasqueira (não uso carvão). Conversamos um pouco. Perguntei como tinha sido a semana pós Carnaval. Como tinha sido o retorno do MA. Não gostou da viagem em si, confessou, mas o que ainda salvou foi o primo cabeleireiro e rimos todos. E o GR repetia graciosamente: “Cabeleireira, leila”, lembrando-nos do antigo meme e fazendo um gesto de quem está comendo alguém kkkkkk.

O clima estava abafado e como eles olhavam muito para a piscina, recomendei que tirassem a roupa e se jogassem, enquanto eu preparava o churrasco… Não pensaram duas vezes! Se atiraram pelados. Não dá pra descrever a visão! Não dá! E olhe que acho que sei escrever um pouco. “Você não vem?”, e eu: “Deixa eu preparar tudo aqui, vão se refrescando aí” e assim vi dois moleques peraltas nadando, disputando braçadas, tentando, um afogar o outro, na mais pura molecagem. Deixei um cooler com cervejas na borda da piscina e depois fui levando-lhes carnes assadas em fatias e eles comiam e bebiam sem sair da água. Os tratei como príncipes. De repente vi o GR de braços abertos, se equilibrando em pé, peladão, sobre os ombros do amigo, cantando uma canção desconhecida, em italiano. Rachei de rir. Não resisti, pois já tinha abastecido bem a borda da piscina. Dei uma acalmada no fogo da churrasqueira, tirei a roupa e me joguei também. Eles vieram ao meu encontro como dois tubarões famintos. Exclamei sério: “Podem parar!! Não poderei dar pra vocês hoje”. Eles ficaram surpresos: “Ué… Por quê, o quê aconteceu????”. Respondi marotamente: “A minha menstruação desceu…” Se entreolharam e caíram na gargalhada. O GR avançou sobre mim dizendo: “Mas é um safado memu!” e deu um semi mergulho e me ergueu pela cintura, deixando-me parte fora da água e com o meu pau encostado em seu peito. Fui escorregando e ele me recebeu com um beijo delicioso na boca, deixando-me surpreso, pois até então era só “meteção” mesmo. Foi um beijo de língua demorado e me entreguei totalmente àquilo. Enquanto isso, sentimos o abraço do MA nos nossos ombros e o olhamos. Ele estava sorrindo, sereno, assentindo docemente com a cabeça e eu lhe dirigi vagarosamente os meus lábios e ele grudou neles como uma ventosa. Em seguida, o GR encostou os lábios entre os nossos e foi um beijo a três, que nunca tive. Estávamos com os paus estourando. Fomos para o famoso “surubão”. Não precisa de filmes pornôs na tv, nada,

nós éramos os atores! Mamei os dois. Eles tentavam colocar os dois paus, ao mesmo tempo na minha boca. Não cabia. Estavam muito inchados, grossos e cheios de energia. Me afogava, engasgava, mas não desistia. De vez em quando um deles me beijava e direcionava minha boca para o pau do outro. O tempo estava parado. O fogo da churrasqueira apagou, mas o nosso

estava alto. Enquanto eu estava chupando o pau do GR, ele fez um sinal para o amigo, que nunca esquecerei: “Vai…!” E dirigiu o olhar para o final das minhas costas. Eu tremia. Estava sendo abusado da melhor forma possível. Nada era mais meu ali. Eu era domínio deles.

Tomaram posse. O MA deu a volta lentamente, já lubrificando o pauzão com a própria saliva, apoiou um dos joelhos no sofá e foi delicadamente abrindo a “porteira”. Senti o avanço da pica, vagarosa e decidida, alargando e acostumando-me àquele diâmetro momentaneamente conquistado por ele. O alargador, e não arrombador - existe uma diferença aí. Ele ficava ali com

movimentos levíssimos, limitados naquele perímetro e depois avançava mais um pouco e repetia o cuidado. Estava tão bom que até eu esquecia de continuar mamando o da frente. Ele não teve pressa, e assim foi até a base do seu pau se consolidar e tomar posse de tudo, que antes tinha sido só do Garoto Rural (e de alguns que naquele momento, os esqueci

totalmente). Após isso, aumentou a força num vai e vem mais enérgico que me fazia engolir todo o pau do GR, coisa que não tinha conseguido antes. Minha garganta já tinha ido não sabia pra onde, pois o GR ficava estaqueado para não recuar com as bombadas do amigo, no meu traseiro, era ação e reação pura. Eles tinham uma perfeita sintonia em tudo. No final das estocadas, o fdp do MA ainda dava uma dançadinha esfregando sua virilha no meu rabo, não sobrando nenhum centímetro de pau pra fora. E o outro aguentando o tranco à frente, segurando o meu queixo e a cabeça, com o pau parado a sumir e aparecer na minha boca. Eu não me afogava mais. Minha garganta era como uma profunda vagina para aquele pau retilínio e viril. De repente o GR urrou - ele sempre fazia isso - e a minha garganta ardeu com um creme quente que lhe desceu nas entranhas, enquanto a respiração do MA se intensificou e ele diminuiu o ritmo, enrijecendo-se

todo e a base do seu pau começou a pulsar violentamente, expelindo também jorros e mais jorros de pura saúde e prazer. Era muita porra! Gozei também ao mesmo tempo que os dois. Eu estava acabado, com as carnes trêmulas, sem controle das pernas e da vida. Nos deitamos no sofá, suados, cansados e extasiados. Eu estava com uma sensação literal de preenchimento e isso, mais do que físico, estava na alma. Ela estava preenchida densamente. Eu poderia morrer ali mesmo, agradecido, pois a minha vida já teve tudo. Descansamos, nos beijamos e fomos

para o chuveiro. Observei-lhes que os paus estavam ambos muito duros durante a foda: “Vocês tomaram alguma coisa? Viagra?”. Riram: “E você acha que a gente precisa???... Nada! Só combinamos em não

bater punheta até vir aqui. E te prepara porque o reservatório está cheio… Podemos dormir aqui??”. Eu: “Claro! Aí meu rabo…” e coloquei dramaticamente as mãos no rosto. O MA: “Tranquilo, nós vamos cuidar de você, bb”. E cuidaram mesmo, e não senti dor, ardor, só calor, pois o ar condicionado do quarto não dava conta de tantas fricções e movimentos repetitivos e enérgicos. Dormimos em intervalos. Um acordava e queria, às vezes os dois ao mesmo tempo. Eles mesmos me lubrificavam e conduziam a coisa cuidadosamente. O MA também beijou o meu sofrido rabo enquanto o GR lhe passava as mãos carinhosamente nos cabelos, não como amante - coisa que nunca pensaram em ser - mas como amigo, como lhe dissesse, “Vai, ele também é seu. Ele é nosso e vai estar sempre aqui para nós”. Eu estava emocionado, queria chorar, que momento aquele… Um abria as popas da minha bunda, passava saliva delicadamente, com os próprios dedos no meu cuzinho, só para o outro entrar, e falava ao ver o amigo encostar a sua virilha na minha bunda, com o pau todo enterrado: “Ahhh guri bão!”. Eu não podia recusar, apesar de lá pelas tantas começar a sentir as beiradas necessitando de um transplante.

Gozaram muito, perdi a conta. Já era de madrugada e começamos a conversar. Queria saber dos planos de vida, se eles tinham algum. Levaram bomba em certa altura escolar e estavam atrasados e achavam que não teriam chance de passar em universidade pública, mas iriam tentar, pois não tinham grana para cursinho. Queriam engenharia mecânica, pois gostavam de carros, máquinas e tratores, mas era muito concorrido. Estavam atrasados com o alistamento militar, pois ninguém os instruiu. O plano deles era se alistar no exército e servir 01 ano e

com o salário de soldado, pagar um pré vestibular semi intensivo. Prometi ajudá-los, sem qualquer compromisso da parte deles e foi de coração, mesmo que eles não quisessem mais nada comigo. Os momentos que me deram já me bastavam, não tinham preço. Quando eles falaram que iam se alistar, o meu coração deu um pulo. Eu adoro soldadinhos do exército, pois quando morava no apartamento em Curitiba, o prédio era bem perto de um dos quartéis. Eu conheci vários soldados. Bastava ficar em alguma lanchonete próxima e ir no mictório quando

um deles ia mijar, ficando do lado manjando a rola. Não dava outra: “Gostou?... Vamos!" Às vezes eu nem atendia o interfone. Colocava um m espelhinho na janela, para não aparecer e via que tinha um taradinho lá embaixo querendo subir. E vinham com vontade, hein… Era só a testosterona subir a níveis alarmantes, que eles queriam um buraquinho pra encher de porra. Foram vários e vários, que se renovam a cada ano. Em junho tinha a famosa festa junina nos quartéis e eu ia comer alguns doces. Os que me conheciam se cutucavam, cochichavam e alguns mais corajosos e "cagando" pro resto, vinham falar comigo normalmente. Eles apelidavam a festa de “Feira do cú” kkkkk. Mas era verdade, pois entre alguns parentes e namoradas de alguns soldados, haviam uns caras bem suspeitos rondando, olhando, babando e eu os identificava na hora. Contei para os dois e eles racharam de rir e os ameacei; “Se eu pegar vocês nessa putaria, mato os dois!” kkkkk… Eles: “Vamos rachar todos os cuzinhos que aparecerem”. Depois de conversarmos, dormi entre eles e de vez em quando um jogava os braços sobre mim e me acordava levemente. Eu os acariciava e eles voltavam ao sono profundo. Algumas frestas de luz entraram no quarto, mas continuávamos na cama e assim m ficamos até por volta das 10h00. Eles

ficaram o domingo inteiro em casa e não rolou mais nada de sexo. Foi um sábado muito intenso e eu estava ardido, não aguentaria mais. Eles também estavam cansados. Ficamos

juntos somente, cozinhei para eles, bebemos, dormimos, fizemos exercícios na minha mini academia, ensinei-lhes a puxar ferro sem se machucarem e tudo o mais. Um domingo maravilhoso, apesar de chover um pouco. Antes de irem embora, o MA prometeu que iria insistir para o primo cabeleireiro vir e eles o trariam. E como prometi, esse será o quarto conto, agora em quatro

kkkkk. Estamos no pós Carnaval de 2026 e isso tudo está fazendo 01 ano. Se alistaram no exército e estão aguardando as fases de seleção.

Desejam ir para o mesmo quartel, o que lhes aconselhei não guardar muitas esperanças, mas desejei boa sorte nisso. Já estou imaginando dois gostosos batendo na minha porta, querendo foder, pois eles ficam meio inchadinhos, robustos por ganho de massa muscular e mais tarados ainda (como diziam alguns deles, “É a porra do salitrão na porra do boião”). Ah! Prometi, quando eles estiverem no quartel, fazer uma festinha em casa e trazer umas putinhas pra que eles, mas que

também lhes dêem o cuzinho. Só quero ficar assistindo e dirigindo a cena, pois eles são machos ativos e não gostaria que deixassem de desejar mulheres - eles nem pretendem mesmo e eu os apoio. Vou escolher as meninas a dedo e relatarei aqui, esse será o conto de

número da puta que pariu kkkkk. Eles continuam vindo em casa, às vezes os dois, às vezes um só, porque o outro isso, o outro aquilo, tem futebol aqui e acolá, mas sei também que tem bucetinhas no meio e fico super feliz por isso. Até incentivo, apesar de estar apaixonado pelos dois.

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